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sexta-feira, 19 de julho de 2013

SEM PARÁGRAFOS, SEM PÉ NEM CABEÇA

Por Alberto Couto Filho

Amigos, Amigas
O Botafogo, infelizmente perdeu para o Grêmio, tempo em que a Dilma presidenta dizimista (ou “Teia Dizimadora”?) buscava e busca dizimar com os indígenas brasileiros, enquanto o Feliciano consagrava à pastora aquela moça que matou os seus pais (dela, claro) e recebeu, como prêmio, uma boquinha na Comissão de Seguridade Social e Família (não é pra rir) para mostrar à Barbara Evans que ela pode posar nua, peladona, segundo a vontade de Deus (segundo ela) e da sua pudica genitora (dela, é claro), alheia às caretas, esgares e momices do Thales que, às vezes ou...quase sempre, somatiza reações procedentes (quem sabe?}, de uma crônica indisposição gastrointestinal geradora de uma dolorosa prisão de ventre resultante da má digestão, possivelmente quando criança, de algo originariamente “estragado” e mal cheiroso como a carne do FRI-BOI do Lulinha (V.Toni Ramos) filho do Lula, aquele “desdedado” que não sabia de nada e, como de praxe,  não deve saber nem o nome da capital do Maranhão, berço da intelectualidade brasileira; berço do Sarney criador/armador daqueles votos secretos no Congresso, ali mesmo  naquele mundinho dos congressistas/ruralistas endinheirados, onde jaz na marra o maligno; o capeta que vive em derredor de quem ainda vê novelas da Globo, bebe cerveja e não sabe: o “porquê” de Jesus ter transformado água em vinho apenas para os “manguaças” da época, conforme dito em vídeo por aquele ricaço bispo apontado pela Forbes como o “degas“ dos megangster-evangelistas; que ELE está prestes a voltar, o que não mais irá ocorrer com aquele finório aldrabão Mike Murdock (admite o Silas) dos embusteiros tantos, quanto o próprio Renan Calheiros (rimou) para não ver que Cristo também se preocupa com o Paquistão, com a Rocinha, com a PEC 122, com o xilindró para os mensaleiros, com as manifestações, enquanto misericordioso conosco, pobres e politicamente lesados brasileiros. E ai está – sem parágrafos, sem pé nem cabeça, a proximidade do fim, quando então o seu Francisco perdoará os pecados de todo o mundo – indulgência?!?! Só pode ser brincadeira!!! Bem feito! 
Quem mandou o povo escolher Barrabás?

Entenderam? Nâo? Nem eu.
Divertindo-me, às “pampas”.


Alberto Couto Filho

terça-feira, 18 de junho de 2013

A CORRUPÇÃO NO MEIO EVANGÉLICO

Por Alberto Couto Filho
Abençoamados leitores,
Paz
Que as manifestações de ontem (17/06) sirvam de advertência não somente aos nossos corruptos governantes, pela improbidade e pela malversação do dinheiro público, mas, também, à Igreja de Cristo pelos atos praticados pelos falaciosos teólogos da prosperidade, que "a olhos vistos" enriquecem ilicitamente, praticando ações capituladas no Código 50 do NCCB - Abuso da Personalidade Jurídica e Desvio de Finalidade, gerando aquela Confusão Patrimonial que culminou com ameaças de processo à Revista Forbes.
Veja o sucedido recentemente com a Igreja Cristã Maranata, em episódio lamentável, no qual a liderança daquela igreja e vários dos seus pastores foi presa, pelo cometimento daquele ilícito penal.
Por falar nisso, perguntemos às Autoridades o que teria acontecido com as averiguações (MPF e RECEITA FEDERAL) sobre aquelas denúncias escandalosas do visível enriquecimento ilícito de um pseudo milagreiro autodenominado apóstolo, feitas por um conhecido bispo, aldrabão que, recentemente, teve a cachimônia de criticar, com acinte, um milagre do Autor e Consumador da nossa fé – a transformação da água em vinho.

Desta vez, ali estava um pequeno reflexo da indignação popular – uma manifestação financiada apenas pelo repúdio de um povo espezinhado, pisoteado pela politicalha indecente daqueles escolhidos por um povo esperançoso por dias melhores para os seus; ali estavam os filhos daquela esperança, frustrados pela podridão, pelo chorume nauseante exalado de um monturo legislativo disposto a legislar em causa própria, quando visam benefícios e/ou vantagens ao fazê-lo, como no caso da antidemocrática PEC 37, de autoria do deputado federal Lourival Mendes da Fonseca Filho (PT-MA) que tenciona calar o Ministério Público Federal ante as mazelas oriundas de uma sórdida politicagem, inteiramente maléfica ao nosso País; ali estavam os filhos daqueles que, há 10 anos, sufragaram nas urnas o candidato do partido, hoje dominante, que prometia à época, nos governar com justiça e integridade; ali estavam os filhos, já fartos de ouvir diuturnamente os clamores dos seus pais por necessárias e urgentes melhorias nas áreas sociais da Saúde, Educação, Assistência Social e Segurança.
Fiquemos atentos a uma provável absolvição dos políticos petistas condenados no processo do Mensalão – esta trama já vem sendo urdida pelo nosso governo (PODER EXECUTIVO) desde a sentença condenatória do processo 470, como recompensa aos seus fiéis escudeiros, alguns já contemplados com posições de destaque em Comissões Permanentes da Câmara dos Deputados como, por exemplo, a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCIC) que, como as demais controlam, em sua ação fiscalizadora, os atos governamentais executados ou em execução, evitando que eles sejam levados ao Plenário da Câmara.
O que deve nos preocupar é vermos uma correlação entre os atos praticados por políticos corruptos e as ações daqueles mega-evangelistas sem consciência cristã que, abertamente, desviam os valores da arrecadação de ofertas advindas da mercantilização da fé dos nossos irmãos (estelionato espiritual) para os seus projetos faraônicos e satisfação dos seus gostos pessoais, mediante a aquisição de mansões, aeronaves, fazendas e outros bens.

Lembremo-nos de que a palavra CORRUPÇÃO origina-se na teologia , quando criada por Agostinho de Hipona que, em suas correspondências, afirmava que os seres humanos agem como corruptos, quando têm seus corações rompidos e pervertidos, como no caso desses atuais profetas da prosperidade.
Ele fez citações bíblicas que vêm nos advertir sobre a corrupção que campeia, em nossos dias, no meio evangélico.
Eis o que escreveu, um ano atrás, o Pastor Clécio Uchoa (Fortaleza CE), advertindo-nos sobre a corrupção em nossas igrejas:
“O povo evangélico precisa aprender a pensar e agir politicamente.
Pensar e agir politicamente é envolver-se e preocupar-se com questões da sociedade atual, com o uso do dinheiro público. Quando falo de dinheiro público não estou me referindo só a dinheiro que é administrado pelos poderes governamentais, mas ao dinheiro que também está em nossas Igrejas, pois é também um bem da comunidade.”

Amados,  em outubro do corrente ano acontecerá a EXPOSED 2013 com o tema "EVANGÉLICOS CONTRA A CORRUPÇÃO. Saibam mais, acessando http://www.exibirgospel.com.br/2012-04-30-21-00-19/58-noticia2/957-exposed-2013-evangelicos-em-campanha-contra-a-corrupçao.html ou busquem contato com a Associação Nacional de Juristas Evangélicos (ANAJURE)

Alberto Couto Filho

terça-feira, 28 de maio de 2013

DELIRIUM TREMENS ou SE DIRIGIR, NÃO BEBA

Abençoamado Bispo Edir Macedo
Paz

Pasmo, tão assombrado quanto a plateia que, aparvalhada o ouvia conclama-la para uma pretensa “MARCHA CONTRA JESUS”, quedei-me ante seu despudor espiritual, quando passava uma descompostura no Príncipe da Paz, nada mais; nada menos, no Filho amado em quem Deus declara ter comprazimento; no autor e consumador da fé, que não parece ser da sua, mas da fé de todos que, perplexos, o ouviam.
Posso admitir indícios de uma ignorância escriturística naquele seu inusitado libelo?
Ou seria um “delirium tremens” provocado pela abstinência àquela cerveja que o respeitável bispo diz gostar de beber? Esta abstinência provoca alterações súbitas na mente e no sistema nervoso – poderia ser isto? O senhor está se tratando?
Sem qualquer pretensão de exibir-me como profundo conhecedor da Bíblia Sagrada, vou tentar persuadi-lo do quão deplorável foi o seu parecer quanto ao milagre realizado por Aquele que, também pelo senhor,  morreu lá na cruz.
Quem sabe, respondo às perguntas zombeteiras que fez àquela sua plateia que, atônita e aturdida, o ouviu injuriar a conduta do nosso único e suficiente Salvador no episódio do Seu milagre, o primeiro narrado no Evangelho de João?

Meu caro bispo, o último Evangelho escrito, segundo a tradição da Igreja Primitiva, foi o de João, em torno de 90 d.C. e difere dos três anteriores quanto à intenção dos evangelistas ao escreverem sobre Jesus:
Enquanto vemos em Marcos, Mateus e Lucas uma atenção maior daqueles evangelistas em proclamar a autoridade e a onipotência de Jesus, João buscava convencer a sua comunidade de que Jesus era o Messias aguardado como enviado do Altíssimo.
O objetivo de João, amado bispo, ao redigir o seu Evangelho está registrado nos dois únicos versículos do capítulo 20:
Jo 20:30 – “Na verdade, fez Jesus diante dos discípulos muito outros sinais que não estão escritos neste livro.”; 20:31 – “ Estes, porém, foram registrados para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome.”
João explica, ainda, em seu Evangelho, o principal motivo da incredulidade dos judeus, no relato contido em Jo 12: 37, 38, 42, 43 – 37: “... E, embora tivesse feito tantos sinais na sua presença, não creram nele, 38: “para se cumprir a palavra do profeta Isaias que diz: 42: “...mas, por causa dos fariseus, não o confessavam, para não serem expulso da sinagoga” 43: “porque amaram mais a glória dos homem do que a glória de Deus.
O amado irmão poderá ver, portanto, que João intentava mostrar aos judeus, através dos “sinais miraculosos” de Jesus, que o Messias já se encontrava entre eles e narrou em seu Evangelho aquele que seria o primeiro sinal de que Jesus operaria muitos milagres, por ser o enviado de Deus: “A transformação de água em vinho”. Destarte, podemos observar que, realmente, esse sinal miraculoso foi o primeiro descrito pelo evangelista (Jo 2:1-11) em seu livro. Assim foi narrado: Jo 2:11 “Com este, deu Jesus princípio a seus sinais em Caná da Galileia; manifestou a sua glória, e os seus discípulos creram nele.”
Considerações:
À luz da cronologia, face ao exposto, lembro ao senhor que o primeiro milagre de Jesus foi narrado por Marcos  (Mc 1:21-28), sob o título: “A cura de um endemoninhado em Cafarnaum”. Logo em seguida, na casa de Pedro e André, Jesus iria curar a sogra de Pedro.
Segundo registros o Evangelho de Marcos é o mais antigo; dizem-no escrito em época anterior a 62 d.C.
Mateus narra o primeiro milagre de Jesus como sendo a cura de um leproso ocorrida logo após o sermão do monte, fato narrado em (Mt 8:1-4). Na sequência, ao entrar em Cafarnaum, Jesus cura o criado de um centurião, dizendo aos que o seguiam não ter visto, nem mesmo em Israel, uma fé tão grande quanto à daquele centurião.
Os registros históricos mostram-nos que o livro de Mateus teria sido escrito entre 64 e 70 d.C.
O primeiro milagre de Jesus, na Bíblia, é reproduzido por Lucas em seu Evangelho: “A cura de um endemoninhado em Cafarnaum”. Lucas, também, reproduz outros sinais constantes no livro de Marcos.
A ocasião do Evangelho de Lucas é citada, comumente, como “por volta de 63 d.C.”.
Sem detalharmos os sinais que se seguiram à transformação da água em vinho, podemos concluir que cada um dos evangelistas enunciou os seus “primeiros milagres” com intenções distintas:

·                    Marcos e também Lucas pretenderam fazer-nos entender que Jesus, o Messias esperado, está entre nós disponibilizando o Seu poder para que sejam derrotadas as forças demoníacas opressoras que nos afetam, tanto física quanto mentalmente;
·                    Mateus faz-nos perceber que o poder de Jesus é mais utilizado para a resolução dos problemas sócio-emocionais evidenciados entre aqueles mais carentes de recursos para sobreviver:
·                    João, definitivamente, nos mostra que Jesus é o enviado de Deus – nosso único e suficiente Salvador. Em seu Evangelho, por sete vezes, Jesus reivindica esta Sua divindade. João, diferentemente dos outros evangelistas tinha interesse em registrar Quem Ele era e não o que Ele podia fazer.

Observe meu amado irmão, que Jesus, deliberadamente, profana o que era sagrado para os judeus, que tinham aquelas talhas como utensílios de purificação, usados em seus rituais. Jesus utilizou-as como objetos típicos de uma festa, fazendo com que eles entendessem que para o Messias o sagrado só poderia ser estabelecido pelo Deus criador de tudo e de todos.
Jesus joga por terra a ideia de que certos objetos poderiam ser santificados, querendo dizer-lhes que só Ele é santo e santo é tudo aquilo que somente Ele pode santificar.
Jesus, quando utilizou aqueles recipientes quis mostrar aos presentes que Ele não se submete ou não se prende às coisas que o homem conceitua e define como sagradas para si, às quais  presta contas e obedece como se submisso a elas. Para o Senhor isto soa como idolatria.
Preclaro bispo, o seu questionamento deveria ser:
Mas por que o evangelista João relata a transformação de água em vinho como o primeiro milagre de Jesus?
Permita-me responder: Há cinco razões consubstanciando o sinal relatado por João como o primeiro sinal miraculoso do enviado de Deus:
1 – A crença judaica era de que quando o Messias estivesse entre eles, Deus iria festejar sua presença com uma grande festa de casamento em que o povo de Israel seria a noiva e o Criador seria o noivo, cuja fidelidade estaria determinando que, a partir das bodas, não mais deixaria seu povo abandonado.
2 – João quis dizer que as bodas previstas por Deus para o final dos tempos já estava acontecendo com a presença do Cristo ressurreto.
3 – O que estaria caracterizando essa festa, ainda segundo a crença judaica, seria a abundância de vinho (600 litros), usado corriqueiramente em eventos matrimoniais.
4 – Aquele sinal miraculoso; um milagre daquela proporção levou os judeus desacreditados da comunidade de João a crerem que, realmente Jesus era o filho de Deus.
5 – A transformação, em que foram utilizadas talhas de pedra usadas em rituais de purificação, determinaram a total desvalorização daquelas práticas que, agora, seriam substituidas pelo vinho sinalizador da ressurreição do nosso Salvador.

Há relatos bíblicos registrando esse casamento entre Deus e Israel. Entre outros, podem ser citados os versículos 19 e 20 do Capítulo 2 do livro do profeta Oseias:
19 – “Desposar-te-ei comigo para sempre; desposar-te-ei comigo em justiça, e em juízo, e em benignidade, e em misericórdia;
20 – “desposar-te-ei comigo em fidelidade; e conhecerá ao Senhor.”
Pode-se ler em (Is 62: 5), sob o título “Jerusalém, a noiva do Senhor”:
“Porque, como o jovem desposa a donzela, assim teus filhos te desposarão a ti; como o noivo se alegra da noiva; assim de ti se alegrará o teu Deus”.

Embora não desconheça que o nobre bispo ama o dinheiro e jamais se fartará dele; que, em amando a abundância nunca se fartará da renda (segundo Salomão em Ec 5:10) que o posiciona como o tele-evangelista mais rico entre os brasileiros que professam a falaciosa teologia da prosperidade, confesso ainda ter a esperança de que o amado bispo venha a se arrepender de todas as ações anti-bíblicas que vem praticando à frente da gloriosa Igreja Universal do Reino de Deus.
Por meu turno, para não ser taxado de servo impiedoso:
Que Deus o perdoe – eu o amo, neste mesmo Jesus que o senhor desmereceu vilipendiosamente. 
Vou orar muito pela sua vida.
Respeitosamente,

Alberto Couto Filho

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