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sábado, 5 de outubro de 2013

DE LAGARTAS, CRISÁLIDAS E BORBOLETAS

Por: Alberto Couto Filho 

Enquanto me afasto, mais e mais, do pecado, vou observando o deleite de alguns dos meus amigos com o seu cometimento. 

Alguns deles, eu sei, se ressentem por eu não pactuar mais com eles em certas ações e atitudes. São partidários de um tipo de cepticismo, incrédulos quanto à conversão ao cristianismo, por descrerem da graça vivificadora que o Senhor nos concede. 

Outros, cuja conduta assemelha-se à daqueles falsos apóstolos em Corinto, incrédulos que se diziam crentes, embora demonstrem disposição para não viver em pecado, evitando ou, até mesmo, abstendo-se de certos vícios; procurando corrigir falhas de caráter; abandonando sestros e comportamentos moralmente questionáveis e contrários aos mandamentos do Evangelho de Cristo mas, apegados às suas próprias idéias, não aceitam Jesus como seu Salvador, único e suficiente.

A Bíblia não nos orienta a evitar qualquer associação com incrédulos, mas proíbe-nos de por em jugo desigual com esses tais, associando-nos às suas idéias, a partir do livro de Deuteronômio (22:10), quando a lei diz que não devemos lavrar com junta de boi e jumento. Moisés se referia à impraticabilidade de um peso ser arrastado por um jumento, quando deveria ser puxado por um boi. 

Paulo escreve aos de Corinto para que não distorçam a vida e o ministério da igreja aliando-se, não só aos impuros deste mundo, ou aos avarentos, ou roubadores, ou idólatras, mas também àqueles que se dizem irmãos e que praticam iniqüidades (1 Co 5:9,10) 

Infelizmente, não posso mais ter comunhão com eles – justiça e iniqüidade não se associam; Não há harmonia entre Cristo e o maligno (2 Co 6:14-16). 

Tanto os céticos, quanto os incrédulos, assemelham-se àquelas larvas de borboletas - lagartas que, numa história conhecida, se arrastavam com muita dificuldade pela relva, gramíneas crescidas que obstaculizavam a sua marcha - se é que podemos chamar assim o deslocamento lento, pausado e pachorrento desse tipo de lagartas. 

A história conta que se assustaram quando foram encobertas pela sombra de uma bela e brilhante borboleta que voava sobre elas. Olharam para cima e viram-na se afastar em seu vôo lépido e ligeiro. 

Foi então que uma comentou com a outra: 

Cruzes! Cô louca! Eu jamais voaria numa coisa daquelas! Não o faria nem por um milhão de euros! 

Fico muito triste quando penso que as pessoas que citei anteriormente, tal e qual as duas lagartas da historinha, não conseguem imaginar e antever as glórias que poderão advir da transformação das suas vidas, ao experimentarem a boa, agradável e perfeita vontade de Deus (Rm 12:2). 

Os céticos, eternos incrédulos, descrentes, portam-se como lagartas que não admitem viver além da primeira etapa da vida de uma borboleta. Eles não querem ter suas mentes renovadas; não crêem na transformação de suas vidas; no nascer de novo quando têm transformados os seus corpos de humilhação em seus casulos, conformados que estão com os modismos contemporâneos (Fp 3:21). 

Aqueles outros, como que “crentes de mentirinha”; que querem demonstrar sua intenção de não cometer aqueles pecados mais visíveis chegam, quando muito, à segunda fase, que é a metamorfose em crisálida. Esses também não acreditam que suas vidas possam ser transformadas. 

As Escrituras dizem que não fomos feitos para rastejar na grama; que não fomos criados para viver eternamente como lagartas – O Senhor nos pôs por cabeça e não por cauda e só estaremos em cima e não debaixo, desde que obedeçamos aos Seus mandamentos (Dt 28:13). 

Nós, que esperamos no Senhor, fomos feitos para voar ao sol, subindo com asas, como águias, bem mais próximos do Criador (Is 40:31). 

Arrastar-se na grama é herança do senhor Adão e família – é decorrência do pecado humano, fruto da sedução de satanás, lá no jardim do Éden. 

Viver em pecado (ser pecador) é como ter um “saldo devedor” na conta bancária no Banco da Justiça Celestial e não ter nada (recursos ou boas obras) para cobrir o “furo”. Este “nada ter” , pode parecer um paradoxo, mas é o ganho de todos os que buscam entesourar-se aqui na terra. 

Por mais que você acumule bens materiais; realize algo bom ou pratique uma boa ação, você não ficará com saldo credor, pois não tem nada para depositar naquela sua conta, naquele Banco – seu coração não é servidor; ainda é original, conduzido pelo poder, pelo reconhecimento e pela avareza. O pior de tudo é morrer e ter de liquidar o débito que você tem com aquele Banco. 

Pera aí! Mas por que morrer sem quitar esse débito aqui na terra, se o Banco da Justiça Celestial tem uma linha de crédito de justiça, disponibilizada e jamais contingenciada para a sua liquidação? 

O Presidente do Banco disponibiliza recursos, de um “funding” de Justiça administrado pelo maior correntista e, também, acionista daquela instituição celeste – o Seu próprio Filho que, além de possuir um saldo de Justiça inexaurível, é conhecido no mundo, como o maior investidor em fundos daquele “ativo”. 

Todos nós, quando pecadores, temos às mãos uma proposta de crédito pré-aprovada, determinando a autorização expressa da transferência de “Fundos de Justiça” para a nossa conta devedora, quando nos tornamos correntista daquele Banco. 

Ficamos perplexos quando lemos o contrato. Suas cláusulas geram desconfiança, pois elas só nos oferecem benefícios, vantagens e compensações. 

Aquele que imaginar ter fundos transferidos apenas para zerar seu “saldo devedor”, na expectativa de que ele mesmo torne esse saldo credor vê, estupefato, que o crédito oferecido proporciona um saldo positivo que, além de possibilitar a realização de sonhos atuais, satisfaz as necessidades futuras do Banco com relação a Seus clientes. 

Dá mesmo pra desconfiar, pois no contrato pré-aprovado está estabelecido que o Presidente do Banco outorga aos clientes que aceitarem o crédito, o direito de efetuar futuramente, com o Banco, as transações que se fizerem necessárias, usando sempre, como aval, o nome do Seu Filho. 

E você sabe o que acontece, quando levamos esta proposta de crédito àqueles nossos amigos céticos? Veja o que nos dizem: Eu acho que você pirou de vez! Você acredita em Papai Noel? Estás de brincadeira! Ai tem! Tô fora! 

Aqueles outros, teimosos que confiam em si mesmos, opinam dizendo que é mais prudente e até honrosa a tentativa de, por seu próprio esforço, simplesmente zerar a conta, pois vêem na proposta do Presidente do Banco algo semelhante a um ato de caridade espiritual (Jr 17:5). 

Sinto-me feliz quando, liberto, sou motivado para voar como aquela borboleta, bem mais próximo do sol, por ter descoberto que no poder do Filho do Presidente do Banco Celestial posso interagir, sinergicamente, com os homens, utilizando o meu saldo de Justiça. 

Todavia, não posso ocultar minha tristeza quando penso que aqueles ressentidos e teimosos que, à semelhança daquelas lagartas que se arrastam pela relva, estarão sempre olhando para cima, sem nunca compreender o mistério: nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos ao ressoar da última trombeta (1Co 15:51,52). 

Adaptação – Titulo original: “Deus diz que você pode ser perfeito aos seus olhos” 

“Prophecy Study Bible” – Thomas Nelson, Inc. 

sábado, 21 de setembro de 2013

SOCORRA-NOS DR. RUY BARBOSA!

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Leitores, seguidores, visitantes, amigos,

Paz

> Registrem que:

Confuso, fui acudido por Ruy Barbosa para o entendimento da decisão dos cinco ministros do STF, asseclas ou partidários petistas, quanto aos mensaleiros/delinquentes, comparsas “cumpanheiros” do ex-presidente Lula, cujas campanhas políticas (2002 e 2006), financiadas com dinheiro público (350 milhões de reais) num escandaloso esquema, conhecido em todo o mundo, como “mensalão”, guindou-o à presidência da República desta Pátria amada, exageradamente gentil. Como se sabe, em 18.09.2013, 12 dos 25 condenados no processo nº 470 receberam, antecipadamente, seus presentes de Natal, sob a forma de uma possível absolvição e perspectivas de prescrição de penas.
Ruy Barbosa, para quem não sabe, foi um Jurista, Político incorruptível, Diplomata, Escritor, Filólogo, Poliglota Tradutor e Orador Brasileiro. (1849/1923)
De um discurso proferido pelo Dr. Ruy Barbosa em 1920, na Faculdade de Direito de São Paulo, extrai alguns trechos, frases com termos que analisados à luz deste faccioso julgamento, levariam o plenário do STF a “fazer tábua rasa” quanto aos embargos infringentes e decidir pautados, tão somente, na ética e na moral.
Ei-los:
    • “Mas justiça atrasada não é justiça, senão injustiça qualificada e manifesta”...
    • “Os juízes “tardinheiros” são culpados, que a lassidão comum vai tolerando”...
    • “Nâo estejais com os que agravam o rigor das leis, para se acreditar com o nome de austeros e ilibados. Porque não há nada menos nobre e aplausível que agenciar uma reputação malignamente obtida em prejuízo da verdadeira inteligência dos textos legais”...
    • “Não julgueis por considerações de pessoas, partidos políticos ou pelas do valor das quantias litigadas, negando as somas, que se pleiteiam, em razão da sua grandeza, ou escolhendo, entre as partes na lide, segundo a situação social delas, seu poderio, opulência e conspicuidade”.
                 Partidos políticos – grifo meu

> Considerem que:


=> A clara ocorrência de impunidade, foi verificada por uma injustiça qualificada e manifesta;

=> O julgamento dos mensaleiros durou tanto, e 
com tanta cooperação de ministros subservientes ao Planalto (tardinheiros-juipetistas) que, como lembrou o Reinaldo Azevedo, deu tempo de que fossem aposentados, por atingirem 70 anos de idade, ministros independentes, substituídos por ministros que não merecem levar esse adjetivo, e que se juntaram, em uníssono, aos magistrados proteladores.
(Ricardo Betti)

=> O Supremo, através das manobras convenientemente “tardinheiro-juipetistas” 
(chicana) postergou decisões sobre o “Mensalão” lá para o segundo semestre de 2014. O termo chicana foi usado pelo presidente do STF, Ministro Joaquim Barbosa, referindo-se a manifesta intenção do juiz Ricardo Lewandowsky, revisor do processo 470, em protelar o andamento do processo à espera da posse dos novos “cumpanheiros”, indicados pelo senhor Lula – Tudo armado.

=> O “i9”, no facebook, divulgou que aquele novato componente do STF, Juiz 
Luiz Roberto Barroso foi favorecido pelo governo federal em R$ 2.000.000,00 (dois milhões de reais) - (INEXIGIBILIDADE de licitação, publicado no DO de 12.08.2013);
=> Esse mesmo juiz antes de proferir seu voto, acintosamente, proclamou sua consideração por José Genoino e disse que “não tá nem ai para a opinião pública - pode?

> Voltem a Ruy Barbosa:

“DE TANTO VER TRIUNFAR AS NULIDADES, DE TANTO VER PROSPERAR A DESONRA, DE TANTO VER CRESCER A INJUSTIÇA, DE TANTO VER AGIGANTAREM-SE OS PODERES NAS MÃOS DOS MAUS, O HOMEM CHEGA A DESANIMAR DA VIRTUDE, A RIR-SE DA HONRA, A TER VERGONHA DE SER HONESTO”.

Com muita vergonha,

Alberto Couto Filho


segunda-feira, 12 de agosto de 2013

A PROPÓSITO... AS OBRAS DA CARNE...


A PROPÓSITO...AS OBRAS DA CARNE...
Por Alberto Couto Filho

          I – INIMIZADE, DISCÓRDIA, CIÚMES, INVEJA – (Gl 5:19-21)

Amigos leitores/seguidores,
Paz
“Vou começar pelo fim: O resumo da historia é este: o sujo falando do mau lavado. Todos, farinha do mesmo saco”.
Este trecho grifado/sublinhado (pelo autor) faz parte d’uma diatribe discursiva, eivada de mordacidade, ódio e arrogância, proferida por um midiático ministro do Evangelho que, sem ter sido questionado por alguém e, muito menos, instado pelo AMOR de Deus, decidiu maldizer dois outros servos do Senhor, igualmente adeptos da polêmica teologia da prosperidade, insultando-os e invectivando críticas com o objetivo de jogá-los um contra o outro, desmoralizando-os e não oportunizando a reconciliação entre eles.  
À época (março/2012), aqueles outros foram protagonistas de um rumoroso escândalo televisivo, veiculado por todo o Brasil e no exterior, com fulcro em denúncias de desvio de dízimos para a compra de fazendas e milhares de cabeças de gado de alta linhagem acusações que recentemente (junho/2013) levaram alguns pastores de uma conhecida igreja evangélica a um humilhante e desonroso ergástulo.
Aquele pretensioso e maldizente comentário sobre o falado entrevero demonstrou total inexistência do AMOR que procede de Deus, além de um exigido discernimento espiritual encorajado pela Bíblia Sagrada em (Is 5:20) para que não venha a ocorrer o nocente e pernicioso juízo temerário  - “ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem da escuridade luz, e da luz, escuridade; põem o amargo por doce e o doce, por amargo”!
Em suas considerações morais aquele ministro do Evangelho, em nenhum momento, praticou o AMOR, o dom supremo que procede de Deus, preconizado nas Escrituras; “que jamais acaba” (1Co 13:8a); que é a raiz que produz a fé e a esperança, sabiamente observado pelo nobre reverendo Hernandes Lopes. Aquele homem de Deus, sem um motivo aparente estava maldizendo homens de Deus, jogando-os, deliberadamente, um contra o outro.
Qual seria a motivação daquele ministro do Evangelho para, com ironia, proferir aquele temerário julgamento? Inimizade? Discórdia? Ciúmes? Inveja? O julgamento alheio deve ser precedido por um autojulgamento, conforme expresso na Palavra de Deus em (Mt 7:1-3) – “Não julgueis, para que não sejais julgados, pois, com o critério com que julgardes, sereis julgados e, com a medida com que tiveres medido, vos medirão também. Por que vês o argueiro no olho de teu irmão, porém não reparas na trave que está no teu próprio”?
A maldosa e infeliz observação daquele pastor leva-nos a admitir que, outrora, provavelmente a hipocrisia e a falsidade estiveram presentes em suas relações. Aquela sua observação, tipicamente carnal e mundana, é indício da não-crucificação da carne, e da não-vivência no Espírito (Gl 5:24,25) – “ E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências. Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito”, além de indicar total desapego do bem, quando deixou de lado a necessária cordialidade, como se desobrigado, quanto ao AMOR, daquelas virtudes recomendadas por Paulo aos Romanos em (Rm 12:9,10) – “O AMOR seja sem hipocrisia. Detestai o mal, apegando-vos ao bem. Amai-vos cordialmente uns aos outros com AMOR fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros”.
Pasmos, vimos por esses dias uma crítica acintosa ao nosso Senhor Jesus, em razão daquele Seu primeiro sinal miraculoso narrado pelo Evangelista João: “a transformação da água em vinho”. Cristãos perplexos assistiram a um julgamento energúmeno e desrespeitoso sobre Aquele que é o próprio AMOR - um atoleimado julgamento daquele que, por AMOR a nós, entregou Sua vida para nos salvar; que aceitou o sacrifício salvífico lá na cruz, sendo assim o nosso único e suficiente Salvador; que nos deu AMOR primeiro, antes mesmo que Lhe pedíssemos perdão. E quem era esse juiz, esse crítico que muitos acreditavam, teria o seu coração como habitat de Jesus, mas que agindo como um tresloucado bufão decidiu maldizer o Príncipe da Paz, o Cristo? Quem era ele? Quem?
Nada mais nada menos que um daqueles mega-evangelistas que protagonizaram aquele vergonhoso e lamentável episódio amplamente divulgado na mídia, gerado por suas denúncias de enriquecimento ilícito, aparentemente comprovadas, obtido com o desvio do dinheiro de dízimos. A Bíblia compara a sua ação à de uma víbora nascida de um ovo do basilisco - (Is 59:5) – “Chocam ovos de basilisco, e tecem teias de aranha; o que comer dos ovos deles morrerá e, quebrando-os, sairá uma víbora”; (Pv 23:32) – “Pois ao cabo morderá como a cobra e picará como o basilisco”. Essas denúncias, que até hoje estão sendo apuradas pelo MPF e pela Receita Federal, são as mesmas que já levaram ao cárcere alguns pastores, como expus anteriormente. Se forem efetivamente comprovadas, poderemos dizê-lo indesculpável, como Paulo referindo-se aos judeus em (Rm 2:23,24) – “Tu, que te glorias na lei, desonras a Deus pela transgressão da lei? Pois, como está escrito, o nome de Deus é blasfemado entre os gentios por vossa causa”.
Destarte, amados, pressinto terem fugido ao meu alcance os resultados postulados pelo nobre e “abençoamado” reverendo Hernandes Dias Lopes, pois, pequenino que sou não tenho qualquer condição de proteger ou reconciliar esses homens de Deus que, outrora, reconheço, tanto fizeram pelo rebanho do Senhor e pelo Seu Evangelho, valendo-se unicamente do fruto do Espirito Santo, com AMOR, mansidão e muito de domínio próprio – (Gl 5:22) – “Mas o fruto do Espírito é: AMOR, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei”.
Se os admoestamos, não falando mal deles, mas apenas obviando o mal, como Paulo em suas epístolas, eles vêm com aqueles “velhos” chavões/estereótipos, pequenos trechos extraídos de textos bíblicos (pretextos) que se tornaram jargões, desconhecidos de muitos como impeditivos e que se tornaram verdadeiros pavês e escudos para os protegerem quando flagrados em erro, portando-se de modo inconveniente e exasperando-se ao verem seus interesses contrariados (1Co 13:5) – o AMOR não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal”.
Hoje, como estamos vendo até em vídeos, esses chavões são usados, como dissimuladas ameaças àqueles que os flagram, como no caso do popularíssimo “não toqueis nos ungidos do Senhor”, usado recentemente por aquele maldizente ministro autor do comentário/exórdio deste meu texto, como ameaça de morte, para que deixemos em paz os ungidos, quando identificados como ladrões e pilantras. Conforme dito no vídeo, para que não corramos o risco de sermos mortos, ele nos aconselha a trocar de igreja - SIMPLES, ASSIM (?!)
É fato de que muitas almas são ganhas naquelas suas igrejas, mas em sua grande maioria, não para o reino de Deus – essas apenas se convertem aos seus heréticos ensinamentos, às suas convicções e não ao nosso Redentor, Cristo, quando têm suas mentes imbuídas, ora por falas melífluas (com sabor de mel), ora pelo entretenimento oferecido através do uso de gírias em linguajar chulo e mundano.
Aquele AMOR, procedente de Deus, não é mais sentido em suas lúdicas pregações. Enquanto isso, eles fazem ouvidos moucos para os clamores daqueles que não aceitam suas explicações bíblicas sobre confissão positiva, teologia relacional, teologia liberal, teologia da prosperidade e outras invencionices doutrinárias de cunho herético. Para eles é bem mais fácil e, até mesmo cômodo, dizerem-se perseguidos, única e exclusivamente, por gente que quer acabar/dizimar/destruir a família, instituição divina criada por Deus para representar o Seu reino nesta terra.
Assistam:





         













II – PORFIA, IDOLATRIA 

Estamos vendo em muitos palcos, alguns, outrora púlpitos, a realização de “shows gospel” em que além de cantores, certos homens autoproclamados “Deus”, entretêm seus admiradores com esgares e momices que escandalizam o Evangelho de Cristo; estamos vendo o necessário e obrigatório culto a Deus sendo substituído por um indesejável, e aparentemente insensível, culto à personalidade; estamos vendo um elaborado marketing pessoal sendo desenvolvido através de entrevistas e participações em programas seculares nas TVs, sob a égide da “Grande Comissão”, a incumbência recebida de Jesus, de evangelizar o mundo, quando em seus propósitos está o de serem carreados à categoria de “ídolos”; estamos vendo esses “artistas”, proclamados carismáticos se tornarem midiáticos graças àqueles adoradores/idólatras que se dispõem a sustenta-los, mediante aplausos e ofertas voluntárias – (A Cegueira Espiritual de Israel – Am 4:5) – “e oferecei sacrifício de louvores do que é levedado, e apregoai ofertas voluntárias, e publicai-as, porque disso gostais, ó filhos de Israel, disse o Senhor Deus”.
A idolatria é considerada por Deus como um pecado de desobediência, conforme a Palavra em 1Sm 15:23, em que seu autor diz ser a rebelião um pecado de feitiçaria e a obstinação, como a idolatria e culto a ídolos do lar...”
Pena que muitos cristãos só entendam o significado da idolatria a partir do contido no Salmo 115 e no capítulo 10 do livro de Jeremias, quando o profeta nos mostra o contraste entre o Senhor e os ídolos. Esses cristãos ignoram que tudo aquilo que se interpuser entre o homem e Deus, ao que se lhe imputar valor superior ou mesmo equivalente ao do Criador, é considerado idolatria.
Quando nós nos achamos importantes e, através da força dos nossos argumentos pretendemos nos valorizar, nos envaidecemos, esquecendo-nos de que a vaidade é um pecado de idolatria. É preciso que compreendamos que nada poderemos fazer sem Jesus – (Jo 15:5) – “Eu sou a videira; vós, os ramos. Quem permanece em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer”.  Nada do que estivermos fazendo de forma eficiente provém apenas das nossas virtudes e dos nossos dons naturais. Se pensarmos assim, estaremos valorizando à carne e, consequentemente, não herdaremos o céu – (1Co 15:50) – “Isto afirmo, irmãos, que a carne e o sangue não podem herdar o reino de Deus, nem a corrupção herdar a incorrupção”.
Rogo aos idólatras atentarem para a possibilidade de perderem o direito à árvore da vida (Ap 22:14) se Jesus for colocado em segundo plano em seus corações, quando da sua adoração – (Ap 22:15) – “ Fora ficam os cães, os feiticeiros, os impuros, os assassinos, os idólatras e tudo aquele que ama e pratica a mentira”.
Que eles percebam a diferença existente entre honrar e idolatrar um homem de Deus; Que eles se compenetrem de que é esta nociva cultura idólatra que está a corroer a igreja que é, e sempre será de Cristo; Que eles se apercebam de que o ídolo/artista (cantor gospel, pregador, preletor, palestrante, etc.) vibra com os seus aplausos e, quase sempre, se esquece de atribuir o seu dom ou virtudes (quando as possui) ao poder do nosso Salvador que, em termos de adoração, deveria ser o único a ser adorado em qualquer tipo de evento e a todo o momento; Que eles saibam discernir sobre o que for dito em meio aos aplausos delirantes, à ovação popular, pois ouvirão, quase sempre, que tudo é/foi feito para a honra e a glória do Pai Eterno, na maioria das vezes, aquele “falso papo” apinhado de uma inexistente humildade.
Pobre do homem idólatra! Seu coração foi transformado em habitat natural dessa nociva e perniciosa idolatria que, ao invés disso, deveria abrigar a adoração primeira e exclusiva ao Senhor Jesus; ao único Deus vivo responsável por nossas vidas, feitas por Ele e para Ele – (Rm 11:36) – “Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas. A ele, pois, a glória eternamente. Amém”!
Restam-nos, apenas, interceder incessantemente, com AMOR, por eles, ídolos evangelistas que se digladiam publicamente e cantores gospel somente interessados na venda dos seus CDs, regozijando-nos na esperança de que se arrependam e perseverando na oração, para abençoá-los – (Rm 12:12) – “ Regozijai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação e perseverantes na oração”.
Graças a Deus que ainda temos gente que, como a gente, não se dobra a Baal...e gente jovem, inteligente, participativa, que sabe quando abdicar do sucesso, dos aplausos, holofotes e luzes; gente como o “abençoamado” irmão RODOLFO ABRANTES – ex-Raimundos (vídeo) que corajosamente nos conclama a não-permitir que o brilho da esplendorosa glória daquele que por nós morreu naquela cruz seja ofuscado pela ausência do AMOR que tem precedência e procedência em Cristo Jesus.

Assistam:



Aplaudam a Jesus por tudo que Ele fez, faz e irá fazer.
Alberto Couto Filho




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