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segunda-feira, 17 de março de 2014

“MARIA VAI COM AS OUTRAS”

Louvores, Sim! Louvaminhas, Não!
Obediência, humildade sincera, Sim! Servilismo cego, fanatismo Não!
Por Alberto Couto Filho




Reli a Bíblia Sagrada ao ler “got Questions?Org”, um Ministério voluntário composto de cristãos, protestantes, conservadores, evangélicos, fundamentalistas e não-denominacionais.
O GotQuestions.org reúne servos de Deus treinados e dedicados, desejosos de ajudar outras pessoas em sua compreensão de Deus, Escrituras, salvação e outros tópicos espirituais.
Perguntaram-lhes se “era errado questionarmos a Deus” e eles publicaram, como resposta, algo que nos remete à exigida submissão ao Criador e não ao servilismo, à imprudente subserviência ante a autoridade episcopal – aprendi:
 http://www.noticiasdeitauna.com.br/wp-content/uploads/2013/04/fe-300x260.jpg
***O problema aqui não é se devemos questionar a Deus ou não, mas sim como – e por qual razão – nós O questionamos. Questionar a Deus não é errado em si mesmo. O profeta Habacuque fez perguntas a Deus sobre o momento e a ação do Seu plano. Habacuque, ao invés de ser repreendido por suas perguntas, recebeu respostas de um Senhor paciente e o profeta termina o seu livro com uma canção de louvor a Deus. Muitas perguntas são feitas a Deus na forma de Salmos (Salmos 10, 44, 74, 77). Esses são o clamor dos perseguidos, os que estão desesperados pela intervenção e salvação divinas. Embora Deus nem sempre responda às nossas orações do jeito que queremos, podemos concluir dessas passagens que uma pergunta sincera de um coração sério e cuidadoso é bem-vinda diante de Deus.
Perguntas não sinceras, ou perguntas feitas de um coração hipócrita, já são um outro  assunto. “De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam” (Hebreus 11:6). Depois do Rei Saul desobedecer a Deus, suas perguntas ficaram sem respostas (1 Samuel 28:6). É completamente diferente desejar saber por que Deus permitiu um certo evento e duvidar da bondade de Deus. Ter perguntas é diferente de questionar a soberania de Deus e atacar o Seu caráter. Em resumo, uma pergunta honesta não é pecado, mas um coração amargo, desconfiado e rebelde sim. Deus não se intimida com nossas perguntas. Deus nos convida a participar de comunhão íntima com Ele. Quando "questionamos a Deus", devemos fazê-lo com um espírito humilde e mente aberta. Podemos questionar a Deus, mas não devemos esperar uma resposta a menos que estejamos realmente interessados em Sua resposta. Deus conhece nossos corações e sabe se estamos genuinamente buscando dEle algum esclarecimento ou não.
A atitude do nosso coração é o que determinará se é certo ou errado questionarmos a Deus***
Obs.: Devo ressaltar ter tido resposta convincente daquele Ministério a um meu questionamento sobre julgar comportamentos e não os corações das pessoas que pecam. Ganhei um verdadeiro perolário bíblico, contido nas narrativas de Jo 7:24, 1Ts 5:21 e de Mt 7:1-5 quando entendi que pecamos, ruinosamente, quando tomamos, apenas, um trecho da Palavra de Deus e o pervertemos para nossa própria satisfação - aprendi mais;


Li o líder apostólico da Barnabas Followship, pastor Yinka Oyekan, (Igrejas na Irlanda do Norte, Inglaterra e na África).
Em seu livro, “Manipulação, Dominação e Controle” (Editora DANPREWAN) ele nos diz:
***Um dos maiores empecilhos para o cumprimento do propósito de Deus nas igrejas é a relação de manipulação, dominação e controle que existe entre muitos cristãos. Muitos líderes dominam e controlam suas congregações em vez de lidera-las com ouvidos sensíveis à voz do Espírito Santo.
Embora seja dever do crente prestigiar as autoridades constituídas por Deus (pags.48/49) há, infelizmente, líderes pastorais que oprimem as suas ovelhas, discipulando-as a que sejam confinadas a um relacionamento em que elas obedecem sem questioná-los.
 http://aderivaldo23.files.wordpress.com/2012/04/escravo-1.gif – é quando roubam a liberdade de escolha dos discípulos de Cristo. Pena que essas pessoas, por terem aprendido a ouvir e aceitar as ordens do seu líder sem poder questioná-lo, têm dificuldades de tomar decisões por si mesmo, não emitem opiniões próprias e têm a sua personalidade alterada – tornam-se subservientes, servis.***
Obs.: Elas agem como zumbis e, por assim dizer, assemelham-se àquelas “vaquinhas de presépio” em época de festas natalinas, que vemos sempre meneando a cabeça em sinal de afirmação/aceitação. Parecem ter voltado à infância com aquela gostosa brincadeira:
“Bento que bento é o frade – (frade); na boca do forno – (forno); tudo o que seu mestre mandar, faremos todos”.


Li o pastor Paschoal Bilitardo – Sta.Branca/SP (figura pública). Eis o que ele diz sobre os cristãos subservientes, servis e não humildes:
***São cristãos “não verdadeiros” aqueles que adoram publicar em suas páginas aquelas tolas indiretas virtuais, ao invés de orarem a Deus à busca de respostas para os seus problemas, advindos, quase sempre, da sua conhecida subserviência - são aqueles nossos irmãos servis e “amoucos”, facilmente influenciáveis que deixam dúvidas quanto a sua personalidade, quando demonstram não ter opinião própria ao concordarem, sempre, com o que lhes falam, mesmo não sendo favoráveis*** 
 http://4.bp.blogspot.com/_nAUluK44p34/TT9T31BdszI/AAAAAAAABnU/408yqDIccqI/s320/Puxa-Saco1.jpgObs.: Os piores “amoucos” são aqueles homens servis que, em tudo e à custa de tudo, defendem e lisonjeiam seus superiores ou chefes (Dic. Web). Em nossas igrejas não é diferente – os bajuladores chegam a criar fã-clubes dos seus lideres no ofício pastoral. Por esta razão, sem que percebam, os seus amigos vão se afastando deles.


Li Hercoles Jaci, psicólogo clínico, vice-presidente da Associação Iberoamericana  de Terapeutas Florais, num dos seus escritos “DE ALMA PARA ALMA”.
Eis o seu pensar sobre a nefasta subserviência.
***Uma das maiores e piores pobrezas/misérias da humanidade é perder a capacidade crítica e “cair nas malhas” do poder vigente, poder esse que sempre “produziu”, recompensou pessoas “humildes”, que são as verdadeiramente subservientes. Confundir humildade com “não questionamento”, “cegamento espírito/providencial, calar-se perante a tudo, é corresponder à expectativa desse poder reinante que premia essa submissão muda, cega e retardada travestida de humildade. Cantamos e decantamos essa pantomima, esse teatro de mau gosto, no qual a capacidade de estar disponível para o “aprendizado constante nessa escola chamada vida, que é a humildade” é adulterada com propósitos de des –energizar, tirar nossa capacidade crítica, docilizando-nos, no dizer daqueles que estudaram esses dispositivos de dominação que sempre existiram como assassinos de nossas subjetividades.
 http://3.bp.blogspot.com/-Ntdr5ZqK1PU/UJ-6t-udSzI/AAAAAAAAC80/3seFKfgoK4g/s400/314140_302462849866595_1100238443_n.jpg Esta frase é de um líder que, aceita o feedback negativo naturalmente, e que se nega a admitir bajuladores à sua volta.
A recomendação dos verdadeiros humildes é ficarmos atentos, é permanecermos abertos, decodificando as comunicações, incluindo nessa abertura para o aprendizado, a abertura dos olhos, dos ouvidos, da nossa percepção; humildes, obedientes sempre (designios de Deus), subservientes nunca!!!***


Li Sylvia Orthof autora de livros infantis. É de sua autoria o livro “MARIA VAI COM AS OUTRAS”. 
 http://1.bp.blogspot.com/-pQOjdGM2bRg/ULF1Qg7w5aI/AAAAAAAAAUo/_MviSfupkb4/s1600/vai+com+as+outras.jpg Eis uma sinopse da obra que deu título a esta minha postagem:
*** Maria era uma ovelha que sempre fazia o que as outras faziam. Se todas iam para baixo ela ia também, se iam para cima, Maria as seguia. Ela nunca fazia o que queria, até que um dia ela tomou uma decisão - trilhar seus próprios caminhos.***
Ou seja, Maria, sempre obediente e humilde, resolveu finalmente tomar suas próprias decisões.
Obs.: Acessem, mais uma vez:


Amigos permitam-me parodiar um conhecido filósofo:
“Escrevi este LONGO texto, por não encontrar tempo suficiente para escrever BREVE.”


Atendendo a pedidos,
Alberto Couto Filho

sexta-feira, 7 de março de 2014

POBRE BRASIL!!! TÁ DOMINADO!!! TÁ TUDO DOMINADO!!!

 
 



















Perdoem-me amigos, mas como cristão que, veementemente, se nega a aceitar estereótipos bíblicos como, por exemplo, aquele que diz que “não devemos julgar para não sermos julgados”, conteúdo do versículo1do capítulo 7, do Evangelho de Mateus, decidi participar do clamor público desta nossa nação, onde nasci, cresci, estudei e vivi como povo que sou antes e depois de ter conhecido o meu Redentor e Salvador.
Vê-se que a nossa bancada evangélica no Congresso, composta, inclusive, por ministros do Evangelho, é absolutamente inoperante por estar notoriamente impossibilitada de coibir as mazelas de um governo, que, através do seu comportamento nos pisoteia; ilude; engana e menospreza. Acordos, alianças, conchavos e coligações são as causas dessa já insuportável impotência.  
Portanto, vou estar por aqui nesta minha bancada, entojado diante da vileza política dos nossos governantes, julgando unicamente comportamentos e não corações, conforme orientação de Jesus, sobre a identificação dos falsos mestres e o julgamento do seu comportamento quando ensinavam. Disse Jesus que eles seriam conhecidos pelos seus ensinamentos (seus frutos-Mt 7:20). Assim conhecidos, teríamos o discernimento que nos capacitaria a julgá-los. Jesus nos orienta a não julgarmos o coração das pessoas, quando diz aos judeus crentes de Roma e aos gentios não crentes que creram no Evangelho, no entanto reprovados em seus sentimentos: “Portanto, és indesculpável, ó homem (gentios e judeus) quando julgas, quem quer que sejas; porque, no que julgas a outro, a ti mesmo te condenas; pois praticas as próprias coisas que condenas (Rm 2:1).
Por esta razão, estou consciente de que, por enquanto, o nosso regime me permite expressar sentimentos de repulsa ante a absolvição conveniente e habilmente imposta pelo partido governante, de criminosos anteriormente condenados pela prática de crimes hediondos de corrupção ativa e de formação de quadrilha, assim como digo repudiar a barbárie que é o desleixo deste mesmo governo na Assistência Social, notadamente nas áreas da Saúde, Educação e Segurança Pública.
Portanto, decidi sair do isolamento do meu ergástulo psíquico, como sugerido pelo meu amigo/editor Geovani Santos, em sua excelente postagem (Conselhos Atuais) no blog CRISTIANISMO EM DIA, diante do pródromo de um mal maior para esta nossa Pátria, exageradamente gentil apenas com Cuba, Venezuela, Bolívia, Irã...o mesmo mal que está vitimando a Grécia, Portugal e Espanha: O SOCIALISMO. “Aquela doença que dura até acabar o dinheiro dos outros”; “Curar o mal britânico com o SOCIALISMO é como tentar curar leucemia com sanguessugas”. Estas frases célebres foram proferidas por Margareth Thatcher e devem constituir-se em um alerta para o povo brasileiro.
Tranquilizem-se os meus irmãos em Cristo, pois permanecerei em oração pelo nosso País enquanto enfatizo a Palavra de Deus neste meu espaço.


Vejam quem está comigo a julgar apenas comportamentos e não corações,  para que não sejamos julgados:


  • Dr. RUY BARBOSA (Jurista, Político incorruptível, Diplomata, Conferencista Internacional, Escritor, Filólogo, Poliglota)
  • SALOMÃO, o Pregador – (Rei – autor de Provérbios, Cânticos, Eclesiastes/Bíblia Sagrada);
  • Dr.  ALBERTO COUTO FILHO (Servo de Deus)
  • Dr. JOAQUIM BARBOSA (Ministro Presidente do STF, Professor, Diplomata, Escritor, Poliglota);
  • Dr. LUIZ FLÁVIO GOMES (Promotor de Justiça, Jurista, professor, Fundador da Rede de Ensino LFG, Juiz);


RUY BARBOSATrechos de discurso proferido em 1920 na Faculdade de Direito de São Paulo, algumas frases que à luz do faccioso julgamento do Mensalão, levariam o plenário do STF a decidir, pautado unicamente na ética e na moral:
Ei-los:
    • “Mas justiça atrasada não é justiça, senão injustiça qualificada e manifesta”...
    • “Os juízes “tardinheirossão culpados que a lassidão comum vai tolerando”...
    • “Nâo estejais com os que agravam o rigor das leis, para se acreditar com o nome de austeros e ilibados. Porque não há nada menos nobre e aplausível que agenciar uma reputação malignamente obtida em prejuízo da verdadeira inteligência dos textos legais”...
    • “Não julgueis por considerações de pessoaspartidos políticos ou pelas do valor das quantias litigadas, negando as somas, que se pleiteiam, em razão da sua grandeza, ou escolhendo, entre as partes na lide, segundo a situação social delas, seu poderio, opulência e conspicuidade”.
Partidos políticos – grifo meu


O REI SALOMÃOTexto bíblico do livro de Eclesiastes (8:9), em que aquele sábio observou que o homem disposto a dominar outros homens, em determinado momento, está cavando sua própria sepultura: “Tudo isto vi quando me apliquei a toda obra que se faz debaixo do sol; há tempo em que um homem tem domínio sobre outro homem, para a sua própria ruína”
Exemplos contemporâneos:
Saddam Hussein – Ditador iraquiano (enforcado)
Hugo Chavez – Ditador venezuelano (morto/câncer)
Moammar Gaddhafi (capturado, espancado e morto)
Evo Morales – Bolivia (doença crônica - câncer)


ALBERTO COUTO FILHO - Observações confrontadas com as frases de RUY BARBOSA:
                 
A clara ocorrência de impunidade, ou seja, da absolvição dos condenados, foi verificada por uma injustiça qualificada e manifesta;
O julgamento dos mensaleiros durou tanto, e com tanta cooperação de ministros subservientes ao Planalto (tardinheiros-juipetistas) – (RICARDO LEWANDOWSKI, DIAS TOFOLI, CARMEM LUCIA, ROSA WEBER) que, como lembrou o Reinaldo Azevedo, deu tempo de que fossem aposentados, por atingirem 70 anos de idade, ministros independentes, substituídos por ministros que não merecem levar esse adjetivo (LUIZ ROBERTO BARROSO, TEORI ZAVASCKI) e que se juntaram, em uníssono, aos magistrados proteladores, favoráveis à absolvição. dos réus, anteriormente condenados:
Foi amplamente divulgado pela imprensa que o juiz Luiz Roberto Barroso foi favorecido pelo governo federal em R$ 2.000.000,00 (dois milhões de reais) - (INEXIGIBILIDADE DE LICITAÇÃO, publicado no DO de 12.08.2013). Quando do julgamento de José Genoino por corrupção ativa, este mesmo senhor ao proclamar a sua consideração pelo réu, declarou acintosamente que não estava “nem ai” para a opinião pública (...e ele é juiz!).
O Supremo, através das manobras convenientemente “tardinheiro-juipetistas”  postergou (chicana) decisões sobre o “Mensalão” para o ano em curso. O termo chicana foi usado pelo presidente do STF, Ministro Joaquim Barbosa, referindo-se a manifesta intenção do juiz Ricardo Lewandowsky, revisor do processo 470, em protelar o andamento do processo à espera da posse dos novos “cumpanheiros”, indicados pelo senhor Lula e referendados pela senhora Dilma.
Entende-se, hoje, que tudo já estava programado pelo governo petista.


MINiSTRO JOAQUIM BARBOSA - O desabafo do egrégio Ministro em crítica direta àqueles (seus pares) que absolveram os condenados  por formação de quadrilha e, de forma indireta, à presidente Dilma quando comentou sobre a formação de uma “maioria de circunstância” que a partir de agora teria todo o tempo do mundo para dar sequência à “sanha reformadora instituída pelo governo” (O LULOPETISMO grifo meu). Disse, ainda o magistrado que essa maioria foi formada ”sob medida” pelo governo, para jogar por terra todo o trabalho primoroso realizado no segundo semestre de 2012;


LUIZ FLAVIO GOMES – referindo-se ao pronunciamento do Ministro Joaquim Barbosa (JusBrasil – 27.02.14)
Quando fala em “maioria circunstancial”, Barbosa refere-se à nomeação dos ministros Luís Roberto Barroso e Teori Zavascki, indicados por Dilma para os lugares de Ayres Britto e Cezar Peluso, que em 2012 votaram pela condenação dos réus por formação de quadrilha. Barroso e Zavascki tiveram entendimento diferente dos antecessores e foram decisivos para absolver os réus.
O Mensalão petista confirma o quanto nossas instituições políticas ainda se acham ESCRAVIZADAS À CORRUPÇÃO que enerva o modelo do capitalismo selvagem e extrativista e que não tem nada a ver com o capitalismo evoluído e distributivo praticado em países como Dinamarca, Suécia, Finlândia, Austrália, Nova Zelândia, Canadá, Japão etc.
No Brasil, quase todo mundo assume o poder para realizar seu projeto partidário, não o projeto do país. Com essa mentalidade extrativista nós não vamos nunca viver numa nação rica, próspera e decente. Nosso crescimento econômico nunca será sustentável, porque a grande parte do que produzimos é sempre canalizada para as elites concentradoras da riqueza nacional (pouquíssimas famílias detêm 70% da renda nacional; o restante é dividido entre 200 milhões de pessoas). O Brasil, há 500 anos, é um país pobre, ignorante, corrupto e violento. Isso não se deve a razões climáticas ou geográficas ou culturais, sim, às nossas instituições seculares (políticas, econômicas e jurídicas) que ainda privam os cidadãos de incentivos para gerar a prosperidade social.
As instituições políticas e econômicas são extrativistas, posto que procuram apenas extorquir a renda nacional e sustentar o seu poder, que usam não para construir uma nação alfabetizada (como fez a Coreia do Sul, por exemplo, nos anos 60), sim, para satisfazer seus próprios interesses, que são opostos ao crescimento econômico, cultural, ético e civilizacional do povo.
Disse RUY BARBOSA:
“DE TANTO VER TRIUNFAR AS NULIDADES; DE TANTO VER PROSPERAR A DESONRA; DE TANTO VER CRESCER A INJUSTIÇA; DE TANTO VER AGIGANTAREM-SE OS PODERES NAS MÃOS DOS MAUS, O HOMEM CHEGA A DESANIMAR DA VIRTUDE, A RIR-SE DA HONRA, A TER VERGONHA DE SER HONESTO”
Digo eu, ALBERTO COUTO FILHO:
**POR OUVIR DE UMA CONHECIDA “NULIDADE” (SEM VALOR, SEM TALENTO) QUE ESTUDAR NÃO É PRECISO PARA SE CHEGAR À PRESIDÊNCIA DE UMA NAÇÃO; PELO PAPEL DESONROSO DOS MINISTROS QUE ABSOLVERAM A QUADRILHA DE MENSALEIROS E POR SENTIR QUE O PODER SE AGIGANTA NAS MÃOS DO PT, ORO A DEUS PARA QUE EU NÃO DESANIME DA VIRTUDE; QUE EU SEJA MAIS E MAIS HONRADO COMO SEU SERVO FIEL; QUE EU NÃO ME ENVERGONHE DE PRIMAR PELA HONESTIDADE E PARA QUE EU JULGUE, CONFORME AS ESCRITURAS SAGRADAS, APENAS COMPORTAMENTOS E NUNCA OS CORAÇÕES DAQUELES PECADORES COMO EU, A FIM DE QUE NÃO SEJA JULGADO POR COMETER OS MESMOS PECADOS QUE ELES COMETEM**
Alberto Couto Filho

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