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segunda-feira, 30 de agosto de 2010

VINDE APÓS MIM – JESUS não disse: IDE após seus líderes.

Por Alberto Couto Filho

Nasceu meu filho tão sonhado, querido e esperado – o mais novo rebento do meu espírito procriador. E que gestação prolongada! Da concepção ao nascimento...bota tempo nisso! Nove meses? Que nada! Nove anos - por ai assim.

Nasceu bonito (é a cara do pai), pesando 210 páginas e medindo 16 x 23 cm. O parto foi realizado pelo competentíssimo obstetra o Dr. Jesus, aqui no Rio, na maternidade, Editora Livre Expressão.

Ele é robusto, em seus nove capítulos. Suas páginas contêm um texto bem diagramado com mais de 300 passagens e cerca de 720 versículos da Bíblia Sagrada, respaldando todo o seu contexto.

Dediquei-o à Janete, minha esposa e ao meu filho Patrick, pelo muito que lhes roubei de amor e de carinho nas horas dedicadas à composição deste “menininho”.Dediquei-o, também, aos meus queridos pastores Paulo e Rosi, lá de Imbariê quando o levei, às pressas, à maternidade. Dediquei-o, ainda, aos pastores Norberto e Cássia, aqui do Rio, que acompanharam de perto toda a sua gestação.

Agradeci, em oração, ao Pai do Dr. Jesus e meu também, o médico dos médicos , por motivos óbvios:

>Por tudo o que me permite fazer. (Fp 4:13)

>Por ser co-herdeiro do Dr. Jesus - sofro com Ele, mas com Ele vou ser glorificado. (Rm 8:17)

>Pela boa dádiva que é a minha família. (Tg 1:16)

>Por ter me habilitado a fecundar a minha verve literária.(Ex 31:3)

O nome dele, desde o ventre materno já havia sido mencionado, conforme o profeta Isaias: “VINDE APÓS MIM – JESUS não disse: IDE após seus líderes”

Ele nasceu nesta última sexta-feira, conforme registros da maternidade:

""Informamos que já está on-line a página do livro “Vinde Após Mim” – Jesus não disse: IDE, após seus líderes.

segue o link da página de lançamentos: http://www.livreexpressao.com.br/lancamentos.html
e segue o link da página de apresentação de seu livro: http://www.livreexpressao.com.br/vinde_apos_mim_livro.html""

Quase não se nota que estou “pra lá” de feliz! Regozijo-me sempre e, em tudo, dou graças - eu sou assim.

Tem festa no "Solar dos Couto" e lá no Reino dos céus.
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Sobre a Obra:

Obviar o mal (a dispersão das ovelhas) causado por ações equivocadas, pela ineficiência no exercício da liderança – este é o tema abordado, o fulcro da obra. O “afastamento do crente” é obviado por toda a obra como ocorrência danosa para o Reino de Deus. O autor o considera, para a Igreja de Cristo, um pesado tributo que tem como fato gerador algo não condicionado a atributos individuais dos líderes – o não-desenvolvimento do “dom motivacional prático” da Liderança (governos – 1 Co 12:28), para lograr a eficácia.
O contexto da obra nega uma passiva conivência com a falibilidade, mas em nenhuma hipótese admite a afronta, o desrespeito à autoridade no ofício pastoral, pelo contrário alerta, previne, sugere e orienta à luz do Livro Santo, sem qualquer intenção de censurar. Não fosse assim, assevera o autor, ele mesmo estaria procedendo de forma atoleimada, pecaminosa e condenável perante o Senhor das nossas vidas, ao desairar um anjo da igreja. Entretanto, a ocorrência de atos falhos, oriundos da manipulação, de uma relação de dominação, de inadvertência ou de negligência, praticados por líderes ineficazes, que se dizem “ungidos” e que se imaginam defesos por generalizáveis e convenientes interpretações bíblicas (Sl 105:15), não irão evitar as sanções impostas pelo Senhor dos Exércitos, pela dispersão das Suas ovelhas.

O autor expressa seu sincero desalento, quando observa o fato daqueles líderes que, na Bíblia, são chamados de estúpidos (Jr 10:21), não se importarem com a dispersão das ovelhas do rebanho do Senhor. Eles recalcitram com veemência e atemorizam aqueles que os interpelam, citando que somente o Senhor irá cuidar de castigar a maldade das suas ações (Jr 23:2). Arredios e avessos a um “feedback” negativo expressam absurda e incompreensível preferência pela manutenção do seu estupor.

A eficácia em Liderança na igreja atual, diz o autor, como sempre foi na igreja primitiva, é uma das características indispensáveis de um ministério cuja proposta primacial (visão ministerial) é a transformação de vidas, através da renovação da mente (Rm 12:2).

A obra, vista pelo autor não como uma autoajuda, mas sim, como uma ajuda divina, é destinada a todos aqueles que, capacitados ou não, por Deus, queiram desenvolver o dom da liderança, através da transferência de habilidades (no hebraico: guia, orientação, direção) apontadas no livro, que irão realçar a importância dos corretos pensamentos e a experiência na tomada de decisões.

O autor propõe às igrejas a instituição de um sistema de desenvolvimento das lideranças ministeriais, que venha, efetivamente, a se constituir, num alvo educacional, numa estratégia e num processo, focado inteiramente na geração de motivação para um excelente desempenho na realização da obra de Deus.

Demonstrando inteira submissão ao Criador e, focado inteiramente na obtenção da unidade, via comunhão permanente dos servos de Deus, o autor pretende alcançar o objetivo proposto, mediante a utilização da experiência adquirida ao longo da sua existência. Para tanto, os recursos utilizados (bíblicos, teológicos, didáticos, técnicos) são competentes para facilitar a compreensão da eficácia da liderança do Senhor Jesus – Imitá-lo é o grande desafio proposto no livro.

A obra demonstra ser muito forte o testemunho do autor, não apenas pela submissão a Deus, mas muito mais, ainda, pela demonstração da consciência que tem dos deveres ministeriais dos líderes cristãos para com o povo de Deus, sob os seus cuidados. Orientada por pesquisa junto a cristãos dissidentes, ela está inteiramente respaldada em preceitos bíblicos (mais de 300 capítulos citados e cerca de 700 versículos) que não permitem conflitos com os pontos cardeais das Sagradas Escrituras. É um subsídio literário valioso para o desenvolvimento intelectual, social e espiritual (Lc 2:52) não apenas dos líderes “chamados” pelo Senhor da Seara, mas também, dos “impelidos”, que muitas das vezes, desguarnecidos e desacautelados estão, insensivelmente, oprimindo e, até, subjugando (domínio moral) ovelhas do rebanho do Senhor, sob sua liderança, dispersando-as.

A atenta leitura do livro irá mostrar que a peregrinação na fé é a resposta esperada na exortação contida na epístola aos Hebreus. Como um dever espiritual, seu signatário aponta para a necessária obediência aos que guiam o povo de Deus (pastores/líderes), como contrapartida de uma obrigatória prestação de contas, por velarem pelas almas, como um dever ministerial (Hb 13:17).

Pedro é citado na obra, observando uma relação de deveres ministeriais, destinada aos líderes (presbíteros, como ele) para que se tornem modelos dos rebanhos que pastoreiam, mediante a proteção e ao zelo vigilante pelas ovelhas sob seus cuidados e orientação (1Pe 5:2/3).

E o que, ainda, podem fazer, para que venha a receber do Supremo Pastor, a imarcescível (que não murcha) coroa da glória, aqueles que, abdicando da obrigatoriedade do vigilante zelo, não mais velam pelas almas das ovelhas? (1 Pe 5:4)

As respostas para estes guias/líderes e para todos aqueles que aspiram àquela excelente obra que é o episcopado estão, seguramente, contidas nesta obra, bem como tudo aquilo que os leitores gostariam de saber sobre a Liderança Situacional/Transformacional de Jesus, e não tiveram paciência (?) de lhes explicar.

O Autor

Sobre o Autor:

Alberto Couto Filho, carioca, palestrante e consultor em Liderança, é formado em Ciências Administrativas e em Ciências Contábeis pelas Faculdades Simonsen, e em Ciências Econômicas pela UNISUAM, ambas no Rio de Janeiro.

Integrou o quadro societário da Intercultural Educação e Pesquisa Ltda., empresa presidida pelo egrégio professor, psicólogo internacional, Dr. Peter Barth (1990/2002)

Foi dirigente do Banco Nacional SA, instituição incorporada pelo Unibanco SA. (Área Regional de Vendas e Mercado – 1985/1990)

Possui formação em Administração Financeira, Mudanças Organizacionais, Psicologia e Administração, Sinergia Organizacional e Relacionamentos Interpessoais (gestão de pessoas).

Está habilitado, profissionalmente, pelo CRA-RJ (01/10517-5), mediante o RCA (Registro de Comprovação de Aptidão) nº 10722/Certidão 2170, para desenvolver e conduzir programas de treinamento, cursos e seminários sobre os temas; Liderança, Qualidade e Desenvolvimento Pessoal.

Está habilitado, espiritualmente, pelo Criador do Universo, para levar eficácia às lideranças de Ministérios nas igrejas, através da aprendizagem, desenvolvimento e transferência de habilidades, na interpretação da cultura moderna com base, fundamento e sustentação na Palavra de Deus, e respaldo nas interações pessoais do Líder dos líderes – O Senhor Jesus. Por breve período foi professor e Superintendente de Escola Bíblica Dominical

Alberto vive no Rio de Janeiro, com sua esposa Janete e com seu filho Patrick.

Atualmente é membro da Comunidade Até Aqui Nos Ajudou O Senhor, sob a cobertura espiritual do pastor Paulo Roberto N. Gonçalves e da pastor Rosi Gonçalves, em Imbariê – Rio de Janeiro.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

PALAVRAS NÃO TRADUZEM, MAS AI...FORAM.

Por Alberto Couto Filho

“Palavras não traduzem, mas ai vão:"

Sob este título, colocado em epígrafe, o irmão Clóvis Cabalau, editor do excelente blog “CRENTE PENSANTE”, comunicou à blogosfera a sua ordenação a pastor em 20.08, através de uma postagem por demais edificante e, digna dos mais sinceros encômios.

Ali, constatamos sua total submissão ao Senhor, quando o missionário, jornalista e cartunista, em flagrante autocomiseração, lamenta sua postura agnóstica quanto ao absolutismo de Deus em sua vida. Sua lógica, suas convicções racionais renderam-se, finalmente, ao inexplicável, mas tangível amor do nosso Criador.
Aquele pastor recém-ordenado, inclinando sua face diante do Poder e Magnificência do Senhor reconheceu, publicamente, a presença do Altíssimo em sua vida.

A este reconhecimento e à plena conscientização do senhorio de Deus, aquele ungido do Senhor acrescentou mostras de uma genuína humildade, declarando-se o menor dos homens, um pecador diário e alguém carente por inteiro da misericórdia de Deus.

Pensei, por um momento – enfim, uma pausa! Pausa para deixarmos de lado a apologética.

Pausa para não criticar ou ouvir criticas sobre atos e fatos, envolvendo líderes evangélicos opressores, egocêntricos, dogmáticos, possessivos; pausa para não me inteirar sobre os evangélicos de fichas sujas, candidatos às eleições; pausa para esquecermos as idéias anti bíblicas da Dilma Rousseff, quanto à união de pessoas do mesmo sexo, à aceitação do aborto e outras coisas contrárias aos desígnios de Deus; pausa para deixarmos “p’ra lá” os profetas, os teólogos da prosperidade, mega-pastores com os seus atuais problemas com a justiça.

Ao invés da Bíblia Sagrada, por que nossos seguidores/pastores/líderes não abrem, agora, seus corações e memória para reviver o glorioso momento de suas ordenações? O chamado? Pelo menos, neste momento, atentos ao fato de que recordar é viver – neste caso, viver em/para Cristo.

Vali-me desta pausa para comentar no blog daquele eufórico pastor.
Eis o meu comentário:

Peço ao egrégio ministro do Evangelho de Jesus, ora meritoriamente separado e privilegiado pelo Senhor para conduzir o Seu rebanho, que jamais se esqueça da exortação ao arrependimento, contida nas palavras do filho de Hilquias, o profeta Jeremias: “Dar-vos-ei pastores segundo o meu coração, que vos apascentem com conhecimento e com inteligência”. Eis, na sua consagração, uma evidência e, até, o cumprimento de uma profecia.

É a sua vez de sentir-se apertado em meio às pessoas que precisam ter as suas feridas cuidadas por um homem de Deus, ao tempo em que estará sentindo a pressão maior de cuidar das suas tarefas ministeriais. Fique tranqüilo – Jesus passou por tudo isso e venceu o mundo, exercitando o Seu modelo de Liderança, servidor por excelência e, reconhecidamente, eficaz. Tende bom ânimo!

Aquela mesma paixão do nosso Salvador deverá ser o seu objetivo primacial – o cuidado com as pessoas para que elas tenham as suas vidas transformadas à semelhança de Cristo. A transformação de vidas deverá ser resultante da sua influência como líder no ofício pastoral.

Terás de fazer como Paulo, induzindo nossos irmãos ao inconformismo com os modismos desta nossa época tão conturbada, em razão do falseamento e deturpação dos ditames bíblicos. É esta, como sabe de sobejo, o nobre pastor, a condição “sine qua non” para que a boa, agradável e perfeita vontade de Deus seja experimentada por todos.
O amigo será, doravante, responsável pela remodelação da atitude mental dos “de fora” e, também, dos crentes, através do conhecimento do Evangelho, mediante o poder do Espírito e pelas implicações e interesses da vida que está por vir, com a volta do Senhor.

Viu só? Eu também falo sério. Não pense, no entanto, que vou abdicar do humor nas coisas de Deus. Basta que sejamos pessoas equilibradas. Aliás, no século passado o teólogo Henry Ward Beecher editor e escritor norte-americano, declarou: “entre as coisas que se referem ao entusiasmo, só os homens equilibrados sabem como ser insanos nas ocasiões apropriadas”.
E digo mais – Se alguns dos nossos pastores de hoje não reaprenderem o valor de um sorriso, eles não terão condições de desencadear a capacidade dos obreiros, e de membros colaboradores, de descobrirem o real prazer de servir à obra de Deus. Dou graças a Deus pela “nossa”, sempre oportuna e “saudável” insanidade.

É, mas o humor deve andar lado a lado com a humildade. Todos nós, seguidores do seu blog, constatamos sua presença na mensagem singela do amado pastor. É fato: Uma atitude humilde é um dos ingredientes para que uma mudança seja bem sucedida.
Terry Waghorn, co-autor de “Missão Possível”, disse naquela sua obra, que “a humildade permite que as pessoas levem a sério o que fazem sem exigir demais delas mesmas. As pessoas humildes não pensam pouco de si mesmas – elas apenas pensam pouco nelas mesmas”.
Por dispuserem-se, como você, a admitir suas próprias limitações e vulnerabilidades, essas pessoas, além de conquistarem a confiança dos seus seguidores, tendem a mostrar mais disposição para catalisar resultados, amplamente satisfatórios no trabalho em equipe.

Eu vejo assim: Essa afirmação é bem mais verdadeira no meio desta “bagunça gospel” que estamos presenciando, de vez que qualquer tendência à rigidez e seriedade pode muito bem arruinar o ambiente de uma igreja ou de uma organização evangélica, a ponto de limitar o poder criativo do genuíno servo de Deus.

Concordo que você, quando em tempos idos, não gostasse de crentes – Nem eu! Da mesma forma que o irmão, eu os via como doidos, fanáticos, vacilões e, quer saber? Tem muito cara chato “pela ai”, se escandalizando com os nossos “tamo junto”, “errei feio”, “dancei”, “tô fora” e outras clássicas amenidades, bem mais facilmente entendidas do que alguns vocábulos bíblicos do tipo: ab-rogar, opróbrio, locusta, geco, arcano, irrisão, aleivosamente, alimárias, libação...pois é...

Caramba! Mandei a concisão às favas e me fiz prolixo. Também pudera né?! Não é toda hora que vemos um irmão-amigo ser ordenado a pastor. Sobre este assunto, a eficácia da liderança pastoral eu escrevi em obra a ser publicada, pela Editora Livre Expressão, agora, já ao final deste mês, sob o título “VINDE APÓS MIM – JESUS não disse: IDE após seus líderes”.
Sobre o seu contexto comento um pouco mais, como escritor neófito, no seu email. Fique atento.

Creia que não foi meu intento ensinar homilética a um pastor como, se católico, a ensinar aos padres a rezar missas (OH!), mas, em razão do título da sua postagem pensei, também, que traduziria minha satisfação com palavras (muitas)...e ai...foram.
Congratulo-me com o nobre pastor, enquanto glorifico e enalteço a Deus pela sapiência da Sua escolha.
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Aquele novo Ministro do Evangelho, de forma amável e sapiencial, referiu-se a este meu comentário:

Alberto, suas palavras não foram extensas, foram certeiras. Recebo cada uma delas com alegria e respeito. Saiba que não vejo como pregar o evangelho sem falar de arrependimento e de cruz. Dia desses, lancei à igreja a pergunta: "Quantos querem viver a vitória de Jesus?" Talvez pela palavra "vitória", a maioria não tenha refletido sobre a pergunta e levantaram as mãos, em meio a glórias a Deus. Depois acrescentei: "A vitória de Cristo foi a vitória da cruz". E repeti a pergunta: "Quantos querem viver a vitória de Jesus". Só a metade levantou a mão e os glórias a Deus foram drasticamente reduzidos. Como Paulo, preciso pregar o que Deus me manda pregar, não o que vaio agradar aos homens. Confio no entendimento dos escolhidos de que Deus exorta aqueles que amam. Muito obrigado por seu comentário, querido pensador Alberto.

Então, voltei a ele, dizendo:

Clovis, meu amado Pastor
A paz

Pode crer: Foi uma lição de amor e carinho pelo que o irmão fez, faz e ainda fará pelo Reino, agora, como um Ministro do Evangelho de Jesus. OH GLÓRIA!
Se o amado não aprender, como me ocupo a fazer, guardando e vivendo, como vamos continuar ensinando?
Deus sempre recompensa este meu incurável neofismo, por isso você “taqui travez".

>“Antes de ontem”, você era um sicômoro (a árvore), como aquele citado pelo Dr. Lucas em seu Evangelho, posicionado, pelas suas peculiares características, para ensejar o encontro do homem com o divino, e nós todos sabemos quantos Zaqueus (perdidos de Israel), ainda, existem por ai.

>“Ontem”, você, como o profeta Amós, passou a cultivar sicômoros (os frutos), zelando pelo seu amadurecimento.

>“Hoje”, como Baal-Hanã, aquele gederita, você foi “escolhido” pelo Rei dos reis para administrar a Sua plantação de sicômoros (a igreja), do plantio ao crescimento passando, necessariamente, pelo seu cultivo - o seu “Ontem”...
...E eles crescerão até chegar àquele seu “Antes de ontem”.

Minha próxima postagem fará referência a este notável círculo virtuoso na carreira cristã, orientado pelo Criador, nas Sagradas Escrituras. Fique à vontade para divulgá-lo junto à membresia da sua igreja e aos seus amigos.

Lembre-se sempre: Seu maior desafio, como líder espiritual ,será imitar Jesus, tanto em suas tarefas ministeriais, quanto em seus relacionamentos sócio-emocionais. Isto, eu creio, não será difícil para o egrégio pastor.
Veja como fez Davi aquele que era segundo o coração de Deus, quando foi separado para ser o pastor de Jacó, seu povo. E de Israel, sua herança:
“E ele os apascentou consoante a integridade do seu coração e os dirigiu com mãos precavidas” (Sl 78:72)

Em Cristo, mais que vencedor.
Seu conservo
Alberto Couto Filho

domingo, 15 de agosto de 2010

ATENÇÃO! PERIGO! LIXO TÓXICO!

Por ALBERTO COUTO FILHO

N’outro dia, alertado pelo amado pastor Newton Carpintero, “o menor de todos”, gritei a plenos pulmões que parassem aquele “Bonde Antigo”, equiparado pelo nobre Ministro à cegueira espiritual.
Meu grito foi ouvido lá em Limeira, no interior de São Paulo e, honrando este blogueiro neófito, o pastor Anselmo Melo, carioca “à beça”, postou no seu blog “A Pedra”, a mensagem “Pare este bonde! Eu quero descer!”
Disposto a não abandonar esta minha linha de ação (criticar com amenas diatribes) recentemente, publiquei algo sobre minhas reações ante a impertinência de um desavisado irmão que se insurgiu contra minha posição apolítica, e à postura ignóbil da senhora Dilma Rousseff, ao referir-se, desairosamente, aos nossos irmãos nordestinos, responsabilizando-os pelos atuais problemas das outras regiões brasileiras, citando o sudeste e o sul como as mais afetadas, em função do êxodo daquele povo, lutador por excelência, para os grandes centros. Disparate! Infortúnio! Desdita! Ignorância! Simplesmente, lamentável.
E ali estava o comentário daquele meu querido “carioca de Limeira” (?) – triste, pesaroso, e um pouco desesperançado, ao refletir sobre a espurcícia, o lixo humano altamente tóxico, HOJE existente nas igrejas e, fora delas, também. Onde e quando será despejada tamanha quantidade de lixo, esta é a sua, a nossa preocupação.
O lixo tóxico humano é todo o lixo proveniente da conduta de seres humanos (dentro ou fora das igrejas), governantes, cujas atitudes e ações são altamente nocivas às sociedades nas quais congregam.

Nas igrejas, os resíduos liberados por esse tipo de lixo, produzido pela conhecida escória de lideranças evangélicas, podem se acumular em níveis tróficos da alimentação pela Palavra de Deus, de tal forma que, além de causar danos à saúde espiritual, à salvação dos crentes convertidos, também, impossibilitam novas conversões.
O nome De Deus está sendo blasfemado pelos “de fora” por sentirem o fedor exalado pela fetidez desse infame lixo que, malignamente, está sendo amontoado em nossos púlpitos, hoje utilizados, até, como palanques eleitorais.
Constatei também pesaroso, que aquele ungido de Deus, como lutador de boxe...é um excelente e mui abençoado pastor.
Aquele nobre Ministro do Evangelho, indignado, olhando à sua volta, perguntou a este servo, esforçado imitador de Cristo:
Onde acontecerá o deságüe deste fétido monturo, acumulado nos palcos (ex-púlpitos) dessas igrejas apóstatas e rameiras que recebem além das maléficas e finórias raposas do “Tio Sam”, candidatos da laia desta “estranha” senhora, cuja estupidez, lembra-nos uma besta de carga, uma azêmola, desgarrada de uma récua, uma manada de cavalgaduras.
Onde será despejado tanto lixo, tanta imundícia, tanto esterco, verdadeiro acervo de coisas repulsivas, contrárias a tudo o que Jesus pregou? Onde serão lançadas aquelas dejeções infecto-espirituais – todas essas que, nesta acepção, também são escatológicas?
Eis a resposta esteada, unicamente, na Verdade, àquele nobre Ministro, um amoroso imitador de Cristo, deste não menos indignado servo que, com homens como ele, aprendeu ser preciso manter nossos olhos elevados para o Alto, de onde virá o nosso socorro. (Sl 121:1,2):

>Aqueles pastores e bispos midiáticos, que trocam ofensas em disputas de horários de TV; que se dizem apóstolos; que se consagram patriarcas; que chamam “trouxa” o servo do Senhor que admite sejam as bênçãos financeiras advindas, tão somente, de uma fiel observância à Palavra de Deus e pela assunção do comprometimento com a Sua obra; que, autoritariamente, reúnem servos do Senhor, para declarar apoio à candidatura de gente estúpida, grosseira, contrária aos ditames bíblicos e, estupidamente, estropiam a leitura e a pronúncia de verdades espirituais - almocreves a carregar; azemeleiros a cuidar destas autênticas “bestas de carga”. São eles que originam a biltraria nas Igrejas de Cristo, quando a súcia ensandecida se ocupa, na verdade, em engodar, para depois esfolar o povo de Deus, através do apregoamento pecaminoso de “ofertas voluntárias”, “trízimos”, “quatrízimos” e de outras balelas pseudo-espirituais.

>Aqueles pastores camaleônicos que, ainda há pouco, diziam-se avessos a tudo que, hoje, admitem e professam: a barganha com Cristo – quem dá mais pelas bênçãos? Perguntam; o G12 – a igreja em células; a detestável e infausta teologia da prosperidade; a ganância; o acúmulo de riquezas materiais; o abominável enfatuamento: a arrogância, o palavreado vão, o dito zombeteiro, as chocarrices; o êxtase, a embriaguez, pela purgação da mente dos irmãos crédulos e ingênuos mediante ardilosas técnicas de sugestionabilidade, com o vinho catártico “made in USA”, que causa a devassidão, e a dissolução dos costumes bíblicos;


>Aqueles
bispos e pastores que, à sorrelfa, apregoam e publicam as já citadas “ofertas voluntárias”, como sacrifícios, absolutamente desacompanhados da adoração interna do coração; aqueles que, ainda agora, sem nenhum escrúpulo, querem que o povo de Deus vote neles, se candidatos, ou em políticos por eles indicados, transformando igrejas em curral eleitoral. Além disso, autoritariamente, querem que creiam nas “profetadas” de renomados escroques internacionais, ditos homens santos (?), de verdade charlatães mendazes, desacreditados, até mesmo, em seus países de origem.

Todo lixo tóxico gerado deve ter um destino correto para que não fique exposto aos fatores que virão a contribuir para que aconteça uma contaminação.

Assim
, meu amado pastor, esses tais bispos e pastores e todo o lixo tóxico que estão produzindo irão conhecer uma nova versão do vale de Hinom - um depósito de toda espécie de imundícia; um “lugar de fogo” (Tofete) onde, não crianças, mas sim onde eles próprios, como dejetos, serão incinerados, porque não haverá outro lugar para enterrá-los, já que estão espiritualmente mortos, em razão das heresias destruidoras que estão introduzindo nas igrejas onde, tal e qual Diótrefes, lutam “com unhas e dentes” para manter a primazia.

Sua bíblia herética está a causar divisões no âmbito evangélico, exatamente, o que precisam para “reinar” como monarcas absolutos em “suas” igrejas, além de lhes proporcionar a satisfação das próprias necessidades e dos gostos pessoais. Essa bíblia adulterada é “um dos seus principais instrumentos de gestão” para que seja mantido seus regalados padrões de vida.

Pena é ver, que o Caminho da Verdade está sendo infamado, enquanto muitos dos nossos irmãos incautos estão seguindo as suas práticas libertinas. Disse Pedro, referindo-se aos falsos mestres, seu caráter, obras e justo castigo: “Esses tais, movidos por avareza, farão comércio de vós, com palavras fictícias; para eles o juízo lavrado há longo tempo não tarda, e a sua destruição não dorme.” (2Pe 2:2,3).

Disse Jeremias: “Mas isto lhes ordenei, dizendo: Daí ouvidos à minha voz, e eu serei o vosso Deus, e vós sereis o meu povo; andai em todo o caminho que eu vos ordeno, para que vos vá bem” (Jr 7:23); “Mas não deram ouvidos, nem atenderam, porém andaram nos seus próprios conselhos e na dureza do seu coração maligno; andaram para trás e não para diante.” (Jr 7:24); “Portanto eis que virão dias, diz o Senhor, em que já não se chamará Tofete, nem vale do filho de Hinom, mas o vale da Matança; os mortos serão enterrados em Tofete por não haver outro lugar” (Jr 7:32).

A justiça
judaica tinha sanções contra o insulto específico “Raca”, que significa “Tolo”. Expor um indivíduo ao ridículo; chamá-lo ou fazer com que o chamassem de parvo, pacóvio ou papalvo, sinônimos de “Tolo”, submetendo-o à mofa pública, sujeitava o ofensor, aquele que ofendia ou aquele (o fato gerador) que gerava a ofensa, a julgamento do tribunal, estando sujeito ao “inferno de fogo” – o Vale de Hinom ou Vale da Matança, durante os reinados de Acaz e Manassés que só fizeram o que era mau perante o Senhor.

Quanto àquela senhora, bisando meus ditos anteriores - POLITICAMENTE MEDÍOCRE, assemelho sua aparição, no vídeo, a uma pobre mulher, vítima da falaciosa teologia da prosperidade, personagem principal de uma excelente postagem daquele “nosso Garoto” de Caparaó-MG, o Pedro Henrique, editor do blog ALVO MAIS QUE A NEVE, em 06.04.2010.

Convido
o nobre pastor e demais leitores a aumentar sua repulsa, repúdio e abominação, por aqueles nojentos e insidiosos ensinamentos, visitando aquele excelente blog, ao tempo em que, tenho certeza, se envergonharão pela conduta, não só daquela mulher, como também daquele que ela diz ser o seu profeta.

Seu título, “Meu Profeta é Rico e Eu Serei Rica Também”, e a teatralidade burlesca daquela desvairada mulher, levou-me, mais uma vez, até àquelas vacas de Basã, ameaçadas por Amós em (Am 4:1). De igual modo, pensei no relacionamento da senhora DILMA ROUSSEFF com o respeitável Presidente deste nosso país, e não pude deixar de meditar sobre a parte final daquele versículo, extremamente pertinente àquelas relações e, por demais, sugestivo: “... Dá cá, e BEBAMOS” (?).

Querido pastor
veja a forma pela qual Deus irá desfazer-se desse lixo político que tanto nos indigna e entristece: “Jurou o SENHOR Deus, pela sua santidade, que dias estão para vir sobre vós, em que vos levarão com anzóis e as vossas restantes com fisga de pesca. Saireis cada uma em frente de si pelas brechas e vos lançareis para Baal-Hermom, disse o SENHOR” (Am 4:2,3).

Descanse
como eu, no Senhor, meu bom pastor, as bodas do Cordeiro estão bem próximas e, em razão desta proximidade, as vinhas já estão em flor. Jesus está voltando!
O noivo dirá, então, levanta-te querida minha, formosa minha, e vem. Esta chuva, que está molhando, machucando nossos corações cessará e as flores na terra voltarão a aparecer, enquanto as aves cantarão. As figueiras começarão a dar seus figos e as vides em flor exalarão o seu aroma; levanta-te querida minha, formosa minha, e vem.

Quando a igreja do Senhor sair das fendas dos penhascos e abandonar seu esconderijo nas rochas escarpadas (cegueira espiritual), mostrando seu rosto amável ao Senhor e fazendo com que Ele ouça a sua doce voz, o "noivo" irá apanhar as ardilosas e sórdidas raposas (Eles) que estão devastando (falseando; deturpando) os seus vinhedos (a Palavra de Deus) – (Cantares 2:10-15).

Pastor amigo, nesta luta espiritual, travada contra o inimigo das nossas almas, os “knock-down” irão ocorrer, sim, - seremos derribados, em alguns “rounds”, mas nosso adversário será levado à lona com um “upper” do Todo-Poderoso e venceremos o combate, como de costume, por “knock-out” – “Por todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou” (Rm 8:37)

E todos na platéia, uníssonos, gritarão: Glória a Deus! Aleluia! Glória a Deus!

O meu amado irmão
, Pedro Henrique, editor do ALVO COMO A NEVE, honrou-me, sobremaneira, autorizando-me a reproduzir o texto, assaz motivador, contido no parágrafo final daquela sua marcante postagem:

***Contudo, eu continuarei amando, vivendo e pregando esta desprezível Mensagem “cheia de besteira” que é o Evangelho do Senhor Jesus Cristo. Permanecerei, com a graça do Senhor, exercitando meu coração a abrigar essas velhas, antiquadas e “mofadas” doutrinas da Palavra de Deus. Se ela diz algo, por mais que fira meu orgulho, eu creio. Não importa se um desses “evangelistas do século” ou se até mesmo o “homem mais sábio do mundo” disser algo aparentemente piedoso – o que vale e sempre valerá para mim será aquilo que está amplamente registrado nas Santas Escrituras: “... que é mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no Reino de Deus” (Mt 19.24)***

Com indignação e pena

PEDRO HENRIQUE MARTINS

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