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domingo, 1 de janeiro de 2012

O QUE É PIOR? O ANONIMATO RECEOSO OU A TEMERARIA AUTOGLORIFICAÇÃO? VENCENDO O MAL COM O BEM. A RESPOSTA QUE EU NÃO ENVIEI.



Por Alberto Couto Filho




O ANONIMATO
Conversávamos recentemente, eu e o pastor Carpintero, “o menorzão”, editor do blog “Newton Carpintero, pr. e servo”, sobre os comentários anônimos recebidos às nossas mensagens, estes somente publicados quando permitido por nós, editores.
Disse àquele homem de Deus que, mesmo quando elogiosos, com mensagens congratulatórias ou encômios, reforçando ou corroborando minhas teses, se de anônimos, tenho por princípio não publicá-los.
Posso vir a publicar um comentário quando identifico oportunidade para reagir com lições de vida fundamentadas na Palavra de Deus, ao deslustre e ao menoscabo com que o anônimo busca me afligir. Para mim, nesta situação, o anonimato é um disfarce usado por pusilânimes e poltrões; é o valhacouto e o refúgio dos covardes, daqueles que, intimamente, têm medo de serem responsabilizados pelo que escrevem e pelo que poderá advir como consequências da sua estupidez. Oscar Wilde disse não existir outro pecado além da estupidez. Segundo ele, ”nós gritamos contra o pecador, todavia não é o pecador, mas o estúpido que é a nossa vergonha.

Alguém no anonimato, dizendo-se um pastor, opôs objeções quanto ao uso de palavras de difícil entendimento na mensagem DEUS CIÊNCIA, SICÔMOROS – O JOGO DO MISTÉRIO Parte II, publicado em 05.07.2011, sugerindo o uso de uma linguagem menos castiça para que eu ampliasse o número de comentaristas neste singelo blog deste blogueiro, não menos simplório.
Acometido de uma crise de inépcia, invocou o apóstolo “das gentes” para que eu fizesse valer minha sabedoria com os sábios e que me fizesse de analfabeto (iletrado), sem qualquer instrução, para com os humildes. Deveria ter-lhe dito que “andasse prudentemente, não como estúpido ou ignorante (néscio) e sim como sábio”,invocando também o apóstolo Paulo ao escrever aos efésios sobre
“o fruto da luz e as obras das trevas” (Ef 5:15). A sutileza com que redigiu seu comentário não foi suficiente para dissimular sua intenção em deslustrar-me, denegrindo minha imagem junto aos meus leitores. Sua impertinência mereceu deste humilde blogueiro uma réplica, da mesma forma, impertinente. Confiram.

O anonimato é encontrado também na própria Palavra, quando no Livro Santo somos orientados a evitar nossa sucumbência ante a vanglória, pois que é lúcido admitir a auto-exaltação como sinal de glorificação em nós mesmos, aos nossos feitos e não em Deus. O anonimato determinado pela Bíblia, neste caso, é para ser aceito sem reservas pelo homem, pois tem o objetivo único de combater doenças espirituais como a vaidade, a presunção, o desvanecimento, o orgulho (a mais grave). Destarte, quando a Bíblia Sagrada nos orienta à ação no anonimato, devemos entender que o Criador quer reprimir a jactância, a desobediência, a hipocrisia, a discórdia e a contenda, filhas legítimas da abominável e malfazeja vanglória.
Constatem este fato: Na orientação contida nas exortações de Paulo: na epístola aos Corintios – Valores de Cristo (1Co1:30-31) “Mas vós sois dele, em Cristo Jesus, o qual se nos tornou, da parte de Deus, sabedoria e justiça, e santificação, e redenção, como está escrito: aquele que se gloria, glorie-se no senhor”; nas criticas de Jesus aos fariseus, no Evangelho de Mateus – “Praticam, porém, todas as suas obras com o fim de serem vistos dos homens; pois alargam os seus filactérios e alongam as suas franjas” (Mt 23:5). Neste mesmo Evangelho, o Filho do Homem nos exorta ao anonimato, quando prega o altruísmo, o amor desinteressado ao próximo - (Mt 6:3) e ensina como devemos orar (Mt 6:5).
A AUTOGLORIFICAÇÃO
Falar da glorificação de si mesmo é o mesmo que falar de vanglória, uma presunção infundada das nossas próprias qualidades. É aquela necessidade que o homem tem de se exibir aos olhos dos outros, quando quer mostrar-se o maior ou o melhor de todos no desempenho de uma determinada tarefa ou função.
A necessidade que o homem tem de se autoglorificar é indício de um vazio interior criado pela destituição da glória de Deus, como consequência imediata do pecado. Para preencher este vazio de glória o homem vive a buscar a sua própria glória, sem admitir que por ela ser vã e vazia é apenas vaidade por não ter qualquer valor ou serventia.
Ele vive a se gloriar em suas realizações, nas suas conquistas, em seus bens materiais, no seu vestir, nos cursos, nas faculdades, nos diplomas, etc, sem nunca ter atentado para o que diz Pedro em sua carta primeira: “toda a glória do homem é como a flor da erva que se seca e cai” (1Pe 1:24)
É lastimável observarmos esta ocorrência no âmbito evangélico.
Hoje assistimos ao frenesi de vaidosos bispos, apóstolos e alguns pastores, megalomaníacos por títulos, a se imaginar Deus quando oram, pregam ou repreendem o mal. Esta autoglorificação é maldita por Deus em Tg 4:16 – “Mas, agora, vos gloriais em vossas presunções, toda glória tal como esta é maligna.”

Há por ai muitos crentes afetados e fátuos, emitindo opiniões exageradas de suas próprias qualidades, denotando aquele orgulho doentio e pecaminoso odiado por Deus. “O temor do Senhor consiste em aborrecer o mal; a soberba, a arrogância, o mau caminho e a boca perversa, eu os aborreço” (Pv 8:13).
Aborrecer é sentir-se horrorizado; é mesmo odiar os soberbos e arrogantes: Deus quer ver a soberba substituída pela humildade e pela simplicidade; Ele quer ver serenidade, benevolência e bondade em lugar da abjeta arrogância.

Ao nos conduzirem à prática do anonimato, as Sagradas Escrituras visam tão somente eliminar o orgulho,diagnosticado pelo Médico dos médicos como doença espiritual. Seus principais sintomas são: olhos altivos, presunção e arrogância (Pv 6:16,17).

N’outro dia, queixei-me ao“meu amigão”, pastor Guedes, da insolência, do desaforo de certo pastor que me criticou insolitamente, por email, por reportar-me ao relacionamento de um artífice e de um ourives na difícil técnica da ourivesaria para a construção de uma joia.

Na mensagem que recebi sob a forma de admoestação era sensível o seu enfatuamento, a estima exagerada de si mesmo, ao dizer-se apto a me ajudar/ensinar (?). Em linguagem extremamente enfadonha recomendou-se a si mesmo, sobre seus títulos, cursos, faculdades, participações em emissoras de rádio, em conferências e palestras e fez questão de identificar-se como teólogo hebraísta, escritor e imortal por ser membro da Academia Evangélica de Letras do Brasil.
Por se tratar de um consagrado Ministro do Evangelho, perguntei-me:
Tudo isso para justificar possuir condições para me admoestar? Criticar?
Por que tanta auto-exaltaçao?
Ao advertir-me, qual a verdadeira intenção daquele homem de Deus, notoriamente amante de si mesmo e visivelmente presunçoso.
Por que, tanta insolência, partindo de um ungido do Senhor?

Fui criticado imerecidamente.
Meu avô Betinho, pai do papai, já dizia: ´”Se o cara aprendeu música e sabe tocar vai ser músico. Se ele não sabe, vai ser um crítico”. Perceberam que o velho já sabia a diferença entre a intelectualidade e pseudo-intelectualidade? Aquele meu saudoso ancestral, quando criticado injustamente, usava apenas o termo “pseudo” para responder ao crítico. O vovô dizia que“intelectualidade” não combina com egotismo, egolatria e intolerância – muito menos com a descortesia e a estupidez.
Por outras vias, recebo comentários de outras pessoas igualmente presunçosas, amantes do culto à personalidade, bazofiando seus escritos e feitos, alguns desses até de valor indiscutível para o Reino de Deus. Outros, infelizmente, fazem-nos perceber um quê de orgulho e de vangloria, como indicativos de uma danosa autoglorificação.
De qualquer modo, perdoo a todos com a mesma sinceridade.
Dizia às minhas gravatas, em solilóquio. monologal: Vou responder a este pastor, colocando-o em seu lugar, como um líder cristão, um escolhido por Deus, Tentei explicar aos meu botões
que aquele estereótipo “não toqueis no ungido do Senhor”, como doutrina, não tem qualquer validade, pois Davi, ao referir-se à unção, fez menção a Saul, àquele que teria o direito de reinar e não apenas a quem possuísse um cargo eclesiástico. Essa expressão tornou-se um tipo de jargão para certos líderes cristãos quando percebidos em erro, por contrariar preceitos bíblicos.
Pergunto: Há algum bispo, apóstolo ou pastor que, por ai, tenha sido nomeado Rei pelo Senhor?
Pois é, este estereótipo, por muito tempo, vem transformando algumas de nossas igrejas em clubes de investimento e em verdadeiros covis de bandoleiros assaltantes. Ora, se Cristo veio para me libertar por que não tenho liberdade para, ao menos, obviar o mal, se um pastor está glorificando a si mesmo, quando a Bíblia diz que isto é abominável para Deus? O crente convertido, que também é ungido, vê-se cerceado, acorrentado a essas falsas doutrinas e para não cair em pecado de rebeldia, cala-se diante de um comportamento indigno, impróprio e anti-bíblico do seu“ungido”.

Você não pode, nem deve, nem lhe é permitido e outras injunções, ouço-as quando certos “ungidos” são flagrados deturpando a Palavra de Deus, alicerçados em Bíblias espúrias com conteúdo que só lhes favorecem em termos de arrecadação de dinheiro para financiar seus projetos pessoais. Eles, quando flagrados, recorrem de imediato, a Jr 23:2, sob a alegação de que só Deus poderá castigar a maldade das suas ações. Se o flagrante for divulgado por blogueiros cristãos somos chamados de bandidos, pastores fracassados, desocupados, insolentes, falsos crentes, caluniadores, invejosos" e outros adjetivos impróprios para um servo de Deus. Pastores que não pregam suas falsas doutrinas são chamados de idiotas e imbecis. Já fomos taxados, até, de “filhos do diabo”. É comum vermos nas TVs a troca de ofensas entre “ungidos”, com o uso de palavrões em altercações sem fim, na disputa de horários. Pena que esses “ungidos” escangalham com a vida espiritual de irmãos crédulos e ingênuos que não, estudam a Bíblia.

Por tudo isso, decidi posicionar-me sempre contra qualquer ação que possa estar afligindo ovelhas do rebanho do Senhor e o faço com mordacidade, à semelhança da diatribe de Tiago, em atenção às reivindicações de Cristo. Dentre elas está a de que somente o Pai fosse glorificado em todos os Seus feitos, prodígios e milagres. “Vós, porém, não sereis chamados mestres, porque um só é vosso Mestre, e vós todos sois irmãos” – (Mt 25:8). Jesus está nos dizendo que incorreremos em erro sempre que estivermos usando títulos para nos distinguir de outros irmãos;
Ele está nos dizendo: Eu aborreço a autoglorificação.
Sobre o envio de uma resposta àquele Seu escolhido busquei, em primeiro lugar, o “ad referendum” do Todo Poderoso. Depois de visitar o blog daquele pastor e de consultar líderes da sua denominação e do seu relacionamento, consultei a liderança da minha igreja. Na sequência deste meu texto, os leitores concluirão que, quanto à resposta, só pude arbitrar a sua publicação neste meu espaço.

A RESPOSTA QUE NÃO ENVIEI
Abençoamado pastor

A paz

Com o devido respeito devo dizer-lhe do meu repúdio e indignação à sua despropositada insinuação sobre minha espiritualidade e conhecimento bíblico, admoestando-me irrefletidamente, quando da divulgação do meu primeiro livro, publicado pela Editora Livre Expressão. O nobre Ministro, como escritor, não deve desconhecer a alegria incontida do autor ao ver publicado o seu texto. Postei esta publicação em meu modesto blog, como se notificasse o nascimento de um filho. O jovem pastor decidiu, não sei por que cargas d’água jogar um balde de água fria sobre minha felicidade, como se fosse um crítico literário ou como se eu, n’alguma vez intentasse lhe fazer mal.

Causou-me espécie a sua observação de que estava apto a me ensinar. Permita-me, data vênia, perguntar: Ensinar-me o que? Por Deus, creia-me! Sua pretensa e jactanciosa docência, pelo que vi em seu perfil, de nada iria servir a este seu confrade, ávido por aprender para prosseguir ensinando.

O egrégio pastor ao invés de criticar apenas os meus escritos, atacou-me, insensível e ilogicamente; contestou o que resultou da minha argumentação, antes mesmo de conhecer o que seriam premissas do meu raciocínio. Ainda argumentando pela Lógica, o nobre amigo incorreu na falácia “ad hominen” ofensiva, isto é, com a intenção de refutar uma proposta atacou o seu proponente. Perdoe-me se exagero, mas cheguei a observar um quê de ira na sua interpelação. Lembrei Calvino:
“Resista à tentação a requintes e estude a simplicidade. Coloque fielmente diante de ti apenas o que julgar ser a glória de Deus”
Para seu esclarecimento e governo, reportava-me, à época, ao relacionamento de um artífice e de um ourives na difícil técnica da ourivesaria para a construção de uma joia. Pretendia estabelecer comparações com o trabalho daqueles que exaustivamente ombrearam comigo na editoração e publicação do meu primeiro livro. Autor, editor, diagramador, capista e revisores, sem melindres, ajudamo-nos um ao outro, e concluímos: A obra (O LIVRO) está bem feita. Dessa forma eu meramente raciocinava de forma analógica, sem buscar concordância com este ou aquele texto bíblico e sim com ideias neles contidas.

Referia-me, sim, à utilização de martelos e bigornas para a confecção do candelabro que seria feito de um talento de ouro puro (Ex 25:39),com sete luzes lembrando o Espirito Santo, com Sua unção e Sua iluminação. Esta peça estaria no Tabernáculo, tenda provisória onde o Senhor falava ao Seu povo (Ex 33:7-10).

Demonstrando sua afeição à crítica e à contenda de palavras, sua fértil imaginação, ao invés disso, levou-o a admitir que eu estivera fazendo referência à ajuda mútua daqueles que faziam uso de martelos e bigornas para construir ídolos (Is 4l:6,7). Misericórdia. Que Deus o perdoe!

· Enquanto eu pensava em Bezalel e Aoliabe, ambos capacitados pelo Espírito de Deus com habilidade, inteligência e conhecimentos em todo o artíficio para elaborar desenhos e trabalhar em ouro, em prata e em bronze nas obras do Tabernáculo
(Ex 31:1-5);


· o nobre pastor, Infelizmente, pensava naqueles artífices e ourives que fixavam ídolos para que não oscilassem e caíssem, na passagem em que “Deus suscita o Redentor”
(Is 41:7);

· Enquanto eu pensava na competência, esmero e dedicação dos artífices inspirados por Deus para construírem, em ouro, o Tabernáculo e todas as peças descritas nos capítulos 25, 26, 27 e 30, do Livro de Êxodo, conforme a vontade de Deus;

· o insigne mestre, Infelizmente, pensava naqueles artífices e ourives que, agora, admitiam que a sorte lhes sorriria, se cobrissem seus ídolos com ouro fundido;


· Enquanto eu estava, como agora, consciente de que Cristo, o Agente da Criação, é quem sustenta todo o universo pela Sua soberana vontade (Hb 1:3);

· o ilustre homem de Deus, Infelizmente, imaginava não ser do meu conhecimento o fato de que ídolos dependem da fixação de pregos para se equilibrarem.
Sua pública e notória jactância e sua soberba foram, de chofre, identificadas, quando ao escrever-me.

Ø  Disse fazer ou ter feito (não me lembro) faculdades teológicas e outras mais;
Ø  Proclamou ser pastor, teólogo membro da AELB, dizendo-se um imortal:
Ø  Declarou-se um teólogo hebraísta;
Ø  Disse ser um formador de opinião, como palestrante em várias emissoras evangélicas;
Ø  Traduziu do português para o grego, desnecessariamente num escrito comezinho.

O meu amado irmão, supondo-me um ignorante escrituristico, obrigou-me a andar uma milha, por isso, para que juntos andássemos duas, visitei aquele seu belíssimo espaço virtual e, tristemente, pude constatar um pouco mais da sua presunção, quando:

Ø  Abre espaço para um tipo de perolário em que inclui textos de sua autoria.(?) Lembro que a palavra “pérola” em sentido figurado significa “o que há de melhor no gênero”. A ufania do nobre amigo, por conseguinte, fá-lo imaginar que seus textos representam, realmente, o que há de melhor na blogosfera cristã. Será mesmo?
Ø  Solicita, insistentemente, comentários aos leitores dos seus textos;
Ø  Demonstra nitidamente ser amante de lisonjas e bajulação e aqui vai um pouco mais de Calvinismo:
É perceptível o seu deleite quando ocorre uma palavra de um comentarista, que com afagos venha a lisonjeá-lo; o seu orgulho, espontaneamente, faz comichão em suas entranhas. Ø  Sorteia livros de sua autoria, como se preocupado em não ser mais lembrado por seus seguidores.

Por falar em aptidão para o ensino, deixe-me ajuda-lo.

Como escritor, o insigne mestre deve saber tudo sobre virgulação, mas mesmo assim, pelo amor de Deus, evite separar aquilo que é ligado sintaticamente, ou seja, o sujeito do verbo e o verbo daquilo que o complementa, para que suas frases não fiquem desestruturadas, como se pode ver.

Volto a Calvino para reforçar meus ditos sobre a sua personalidade, a sua individualidade consciente:
“Ninguém possui coisa alguma, em seus próprios recursos, que o faça superior; portanto, quem quer que se ponha num nível mais elevado não passa de imbecil e impertinente. A genuína base da humildade cristã consiste, de um lado, em não ser presumido, porque sabemos que nada possuímos de bom em nós mesmos; e, de outro, se Deus implantou algum bem em nós, que o mesmo seja, por esta razão, totalmente debitado à conta da divina graça.”
Sua postura neste triste episódio lembrou-me o orgulho de Moabe, sua soberba, sua arrogância, sua altivez, sua insolência e perfídia de sua língua. Esta sua jactância é vã (Is 16:6). Como aprova-lo, se a si mesmo se louva?
(2Co 10:18)
John Piper, em seu livro “A vida é como a neblina”, instiga o leitor a se examinar com ousadia, vasculhando sua história pessoal; suas concepções sobre Deus; suas angústias e suas convicções. Eu recomendo a sua leitura. Diz o autor:
“A autoglorificação é rejeitada pela eleição, em 1Co 1:27-29. A eleição divina não é planejada de modo que o propósito salvador de Deus se apoie apenas nEle, não em qualquer atitude da alma humana.
Ah meu amado pastor! Em nome de Jesus, procure destruir este seu orgulho, meditando e glorificando-se ao pé da cruz, conforme Paulo escreveu, ‘com letras grandes’ às igrejas da Galácia
(Gl 6:14).Há uma joia, esta sim uma pérola, o que há de melhor no gênero sobre o pecado da autoglorificação, na obra de João Calvino, “As Institutas”, em sua edição clássica. Leia no capítulo I, com a urgência que este assunto requer: “O CONHECIMENTO PRÓPRIO EMBOTADO PELA AUTOGLORIFICAÇÃO”.

Recomendo-lhe, como virtude cristã, ser condescendente com seus irmãos humildes, em lugar de ser orgulhoso, evitando ser sábio aos seus próprios olhos (Rm 12:16).

Rogando sinceramente por suas escusas e humildemente pelo seu perdão,
Seu conservo nAquele que nos amou primeiro.
Alberto Couto Filho
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Aos leitores divergentes ou discordantes, digo que não guardei mágoa ou ressentimento em meu coração.

Amados, apenas para argumentar biblicamente.

A Palavra de Deus nos dá ciência de que por saber que devemos fazer o bem e não o fazemos, estamos pecando (Tg 4:17). Quando obviamos um mal e suas consequências para uma pessoa estamos lhe fazendo um bem. Foi o que fiz para não pecar. Pretendia alertar aquele homem de Deus sobre a obviedade do mal da AUTOGLORIFICAÇÃO.

Não enviaria esta resposta à guisa de desforra ou vingança, por saber que só o Senhor irá retribuir. Apenas dei lugar á uma indignação justa, admitida pela Palavra de Deus
(Rm 12:19);
Consultei meu coração no travesseiro por ter, sim, internalizado minha indignação e não ter cometido pecado; (Sl 4:4);
Não cogitava tornar àquele pastor mal por mal, pelo contrário, esforcei-me para fazer-lhe o bem perante sua jactanciosa postura (Rm 12:17);
Por Deus, eu estaria amontoando brasas vivas sobre a sua cabeça, orando para que viesse a reconhecer seu pecado, e arrepender-se de tê-lo cometido (Rm 12:20);
Procurei, tão somente, vencer o mal com o bem (Rm 12:21).
ACF/

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

VOCÊ JÁ CONVIDOU O ANIVERSARIANTE PARA A FESTA?

FELIZ NATAL!
Abençoamados leitores/seguidores

Pela primeira vez, em pouco mais de um ano, estou reproduzindo uma postagem de um outro blog, evidentemente, com a permissão de sua editora.
A mensagem contida no excelente texto  ensejou a este velho blogueiro, pedir-lhes para que não esqueçam do aniversariante no dia de Natal.
A jovem Raianny, editora do blog Adolescer, hoje com 20 anos de idade, chamo-a princesa pelo seu estilo “diferentaço” de escrita e tenho-a como  “fabulástica”, um amálgama de fabulosa e fantástica. Pena estar ausente da blogosfera.
Comentei assim após a leitura da sua mensagem:

Oi, Raianny
Abençoe-te Deus, abundantemente.

Ele é bendito por trazer-me até aqui.
Sou um jovem de 72 anos, neste momento, embevecido com a sua postagem, já reproduzida ali no “Coração que Pulsa”. Quando alardeei o artigo, meu filho posicionou-se desta forma: Olha só maluco! A menina mandou legal! O estilo dela é “diferentaço”; é show de bola... e coisas assim, significando sinceros elogios.
Preciso fazer dois pedidos, à jovem e bela blogueira:
O primeiro tem a ver com a sua idade: Procure manter este seu estilo jovial de escrita, enquanto adolescente, e preserve esta sua adolescente graça por toda a juventude; por toda a sua vida – fale sempre de fé, de amor e de paz, nem muito de menos e nem pouco de mais, da forma como narrou sobre Jabes, em meio à sonolência causada pela leitura da descendência de Judá.
Em segundo lugar, permita-me publicar sua sábia mensagem em meu espaço virtual, creditando-lhe sua autoria . Antes de atender à minha pretensão, dá uma passadinha lá no meu blog . Identifique-me e, se lhe aprouver, comente.
Se autorizado, você vai ver o preâmbulo que farei para que os doutos “marmanjos” da blogosfera que visitam aquele meu espaço se constranjam diante do seu invulgar talento.
Vou fazer com que Deus “pare tudo” para me atender – vou orar por você.
Que o esplendor da glória do Senhor resplandeça sobre você e seus familiares.
A Clélia é a “tia” – Eu sou o “vô” – Cresça, apenas.
Admiro-te.
Alberto

Raianny Duarte disse...
Olá Alberto.

Muito obrigada pelo comentário no meu blog, fiquei muito impressionada, é bom saber que Deus tem abençoado o meu jeito de escrever.
Que lindo o seu blog, gostei muito!!!
E sim, vou atender aos seus pedidos, não quero nunca perder a sensibilidade e o ministério que Deus me concedeu para escrever e crer que vidas serão alcançadas.
E fique a vontade para pegar o texto.
Obrigada por orar por mim e pelos elogios, que Deus te abençoe muito!!!
Parabéns pelo seu blog.


VOCÊ JÁ CONVIDOU O ANIVERSARIANTE PARA A FESTA?
Por Raianny Duarte

Chegou a hora de falar do Natal... Natal não é só uma data, natal é um estado de espírito.
As famílias se reúnem, as pessoas se abraçam, trocam presentes, ficam solidárias, e um tal de “espírito natalino” reina no ar.
Eu, particularmente, não sou muito fã de Natal.
Eu gosto do meu aniversário. Eu nasci no dia das crianças, e isso era um problema porque eu só ganhava um presente hehe
Agora que eu cresci não tenho mais esse problema já que com 19 anos não se pode pedir um conjunto Lego e um Banco Imobiliário de presente, mas ainda continua sendo dia das crianças, e eu estou cercada delas, e quando é no MEU aniversário, uma pontada de egoísmo atinge meu coração, elas ganham presentes, no MEU aniversário,
Mas amigos, isso não é só sobre presentes...
Se coloque nessa situação...
Você é um cara legal, todos os seus amigos te amam, você é um exemplo de bondade, de fé, de mansidão, você é o cara, um líder, alguém que é capaz de dar a sua vida para salvar quem não merece, você, meu querido amigo, é alguém que está sempre ali para ajudar as pessoas.
E seu aniversário está se aproximando, você não quer presentes, só quer a companhia dos seus amigos, conversar, e quem sabe comer alguns salgadinhos, um refrigerante, algo simples, mas que lembre que é por você que eles estão ali.
Os dias vão se passando e você percebe uma mudança no clima, enfeites, luzes, caixas de comida, bolas coloridas. UAU.
Será que estão preparando uma festa para você?
Ninguém te falou nada, e você finge que não sabe, pode ser que seja uma surpresa e você não quer estragar a emoção.
Você começa a ficar empolgado, muitas pessoas participam da arrumação da festa.
È, você tem amigos bacanas... Que sorte a sua.
E chega o grande dia
Está dando a hora da festa que você viu sendo divulgada em todos os meios de comunicação, e você começa a ficar preocupado, ninguém te falou nada ainda, mas você não quer deixá-los esperando, você se arruma e vai para a festa.
Chegando à entrada você vê muitos presentes... E logo percebe que eles não são para você, afinal, você não usa gravatas e muito menos brinca de bonecas. Que estranha essa festa.
Tudo na casa diz que a festa é para você, luzes piscam formando seu nome, quadros encenam o seu nascimento, algumas miniaturas da sua mãe, seu pai, e das pessoas que te visitaram no hospital quando você nasceu, são colocadas em um canto da casa, a festa é sua...
Você continua andando, mas ninguém te da atenção, você circula entre as pessoas, algumas bebem, outras comem, algumas até cantam sobre você, mas ninguém parece perceber a sua presença.
Será que você deveria ter vestido uma roupa melhor? Talvez seja essa camisa amarela que não está combinando com o seu sapato, é talvez seja por isso que ninguém esteja te olhando.
Você se senta em uma mesa vazia, perto de uma criança rasgando alguns pacotes de presentes. Ela ganhou umas coisas legais. Você se sente feliz por ela, mas de repente seus olhos vêem algo que seu cérebro demora algum tempo para processar, a criança larga a sua pilha de presentes e corre para um senhor barbudo vestido de vermelho carregando um saco, ele entra e tem a atenção de todos. Você se levanta, pensa que talvez agora te chamem para te parabenizar, ou dizerem para você curtir a festa, que é sua.
Mas isso não acontece...
O senhor gordo e barbudo vestido com aquela roupa vermelho berrante, começa um discurso de como as pessoas “boas” receberão presentes, e as “más” ficarão com vergonha.
Um discurso que fala de como as criancinhas que se alimentaram direitinho ganharão um playstation3, e as crianças que não comeram o que a mamãe mandou vão chorar e se lamentar por terem sido desobedientes.
Você pense que isso é muito injusto, e as crianças que não comeram porque não tem o que comer, elas não vão ganhar os presentes? E as pessoas que não conseguem ser boas porque tudo que conseguem ver é o sofrimento? Essas pessoas também merecem os presentes.
Ai você tenta interceder, mas te mandam calar a boca e não interromper o discurso do “bom velhinho”
Você continua por ali, rondando, esperando um olhar de agradecimento, algo que não seja falso como os quadros que ilustram a sua chegada ao mundo, um aperto de mão te parabenizando, mas só vê coisas escritas com seu nome fabricadas em lojas onde as pessoas nem sabem quem você é.
Você não recebe nada...
A festa acaba, e você leva todos para casa em segurança, e depois volta para limpar a bagunça.
“- Tchau pessoal, que bom que vocês se divertiram na festa que preparam para mim”
E no outro dia, tudo volta ao normal, às pessoas te procuram para resolver os problemas delas, e agem como se nunca tivessem te ignorado na sua própria festa.

É assim que eu acho que Jesus se sente no Natal. A verdade é que fazemos festas lindas, mas não nos damos o trabalho de convidá-lo para o próprio aniversário.
Faça diferente neste Natal.
Faça mais do que ser solidário e doar um agasalho para alguma campanha de shopping, faça mais do que cantar canções natalinas e fazer uma oração. Convide-o para a festa, a festa que você preparou para ele.
Mostre que mesmo sendo uma data simbólica, é o aniversário dEle e Ele precisa estar presente.ca, é o aniversário DELE e Ele precisa estar presente.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

KIBERNETES - O REMÉDIO PARA IGREJAS DOENTES - A BULA DA EFICÁCIA - (REPRODUÇÃO)

Amados leitores,
Estou dando  retoques finais à mensagem em que, respondendo a comentários estranhos de estranhos comentaristas, comparo os males do ANONIMATO com o mal da AUTOGLORIFICAÇÃO, para ver dos males o que é pior. Por lá estarei falando sobre poltronaria, pusilanimidade, presunção, "vã-gloria", vaidade e sobre o orgulho, aquele pecaminoso,odiado pelo Eterno, como de praxe, sem deturpar a Verdade única que é a Palavra de Deus.  Pedi ao Gleison, meu abençoado e eficiente colaborador para republicar o meu primeiro artigo neste meu humilde espaço.
Ele data de julho de 2010
Mudei umas coisinhas do seu  conteúdo em razão dos dias piores (já foram maus) que estamos vivendo. 
Vejam como ficou

KIBERNETES - O REMÉDIO PARA IGREJAS DOENTES - A BULA DA EFICÁCIA - (REPRODUÇÃO)


Por Alberto Couto Filho

Se quisermos obter um diagnóstico preciso acerca da saúde de uma igreja, devemos nos basear na efetividade da sua liderança ou, ainda, na presença ou ausência da unção do Espírito Santo nas ações efetivas de seus líderes.

É sintomático: Se a eficácia da liderança é resultado da adoção de práticas que ensejam notório crescimento, a igreja é (está) inteiramente saudável (exceção para as que professam a teologia da prosperidade – vide Bula: Indicações/Contra-indicações) caso contrário, a ineficiência, sintoma indicativo do mal, do estado mórbido do corpo de Cristo, nos levará a um só diagnóstico: a liderança inexiste.
O que se vê então são tentativas inúteis de combater a ineficiência, para evitar os efeitos danosos da enfermidade, ação totalmente inócua diante do mal da ineficácia.

É preciso combater a causa, a origem da doença, apregoando, ensinando e disseminando a prática da Liderança Servidora Transformacional de Jesus.
Leio em várias narrativas, nas Escrituras Sagradas, sobre a responsabilidade individual dos líderes pela restauração, pelo crescimento e também pela decadência e declínio do que estavam liderando.

Em Neemias, por exemplo, este fato pode ser comprovado, quando o copeiro do Rei Artaxerxes tomou conhecimento do mal, através de Hanani, seu irmão, quando relatada a desolação de Jerusalém, com a derribada dos muros da cidade (Ne 1:3).
O mal, então identificado por Neemias, já como governador, levou-o a orar ao Senhor, encorajando os judeus que haviam retornado do exílio da Babilônia a restabelecer a sua comunidade e arredores.

A Bíblia registra a eficiência de Neemias, quando administrou o conflito criado pela reconstrução dos muros, desde seu início em (Ne 2:9/10) até o clímax do conflito em (Ne 6:1/14) e também assinala a eficácia da sua liderança ao final da restauração dos muros em (Ne 6:15).
Os níveis de sinergia alcançados junto aos que trabalharam na reconstrução dos muros, sob a liderança de Neemias, nomeado governador na terra de Judá, se comparados às ações e reações dos primeiros governadores: Sesbazar (Ed 5:14) e Zorobabel (Ag 1:1) não só corroboram a existência da doença como devem preocupar nossas lideranças atuais, quanto à busca do beneplácito soberano de Deus para erradicar o mal da ineficácia. De fato, não existem grupos ou equipes fracas. Existem sim, líderes fracos (Ne 5:15).

Criei o medicamento genérico “Kibernetes”, para combater o mal e, ao mesmo tempo, consubstanciar todo o meu texto (livro). Ele contém o mesmo fármaco (princípio ativo): Na mesma dosagem; mesma forma; administrado pela mesma via; indicado terapeuticamente como o “de marca e referência” mundiais; apresentando a mesma segurança, a mesma eficácia clínica e a condição de ser o único que pode ser intercambiável com o “de marca e referência”.

A bioequivalência do “Kibernetes” pode ser testada quando o seu uso é associado à oração permanente
Sua ação, composição, propriedades, indicações e efeitos, guardam total similaridade com o medicamento indicado para a cura de todos os males: O “de marca e referência” – O Senhor Jesus Cristo.

Portanto, leia a bula.

A Bula da Eficácia

“KIBERNETES” – (The Transformational Servant Leader)

Informação ao paciente

O “Kibernetes” é derivado da palavra grega “kibernesis” que tem o significado de “liderar”. Ela faz referência ao líder eficaz que sabe onde está; para onde vai e como se safar das ameaças e dificuldades encontradas no seu caminhar.
Ele é um desenvolvedor da capacidade de interagir e integrar pessoas (sem qualquer acepção) num processo de influência, visando o alcance de resultados eficazes, entendidos como comuns por todos os envolvidos no processo; objetivando transformação de vidas, mediante a renovação das mentes (Ef 4:2), (1Co 1:10), (Dt 16:19), (At 10:34), (Ef 6:9), (Mt 7:15), (Rm 12:2), (Fp 3:21), (Jd 3), (Is 51:56), (Lc 1:77), (Sl 96:3), (Mt 28:18,9).

Composição

Caráter e ações, procedimentos, habilidades, estilos e posturas, atitudes necessárias para levar às pessoas que, nas igrejas, participem da liderança:

=>O amor (comportamental/incondicional), o altruísmo (1Co 13:1-8);

=>A obrigatoriedade de “servir” e “sacrificar-se” (Dn 7:14), (Is 52:13), (Is 53:12), (Mt 20:28), (Mc 10:45);

=>A utilização de técnicas destinadas a um relacionamento sinérgico entre as pessoas, visando motivá-las e engajá-las para, juntas, maximizarem a qualidade e otimizarem resultados (1Ts 2:8), (Tt 1:9), (Pv 18:13), (Ec 1:8), (1Co 15:11), (Pv 15:21), (Rm 2:1), (Cl 3:13,15,16), (1Co 12:4-6), (1Co 1:10), (2Sm 24:16), ,(1Co 3:6-9), (2 Jo 9-11), (Mt 28:18,19,20);

=>A aprendizagem apropriada, quanto ao tratamento dispensado às pessoas lideradas, em função de uma situação observada; do nível de desenvolvimento (maturidade espiritual/emocional) e das variáveis de natureza pessoal (necessidades, valores e motivações) de cada uma delas (Rm 12:7), (1Sm 12:23), (Tt 2:7,8), (1Tm 5:1), (Pv 1:1-3), (1Ts 5:14), (Cl 4:6);

=>Habilidades transferíveis, conhecimentos gerais e educação (Pv 1:5);

=>A adoção de postura conselheiral/provedora, ora comportando-se Diretivamente, ora provendo Apoio (exortando) aos liderados (Pv 11:14), (Pv 15:22), (Pv 24:6);

=>A orientação, o treinamento, o aperfeiçoamento, o reconhecimento e o empoderamento (o IDE) (Mc 6:8-11), (1Ts 1:4,5), (Mt 28:18-20);

=>A mentoria, quando apascentadores, guias, conselheiros ou mestres (Mt 5:1-11), (At 2:14-36), (At 3:11-26).

Propriedades

O “Kibernetes”, quando utilizado da forma prescrita, tem as seguintes propriedades (Missão):

A – Levar o líder/paciente a atuar como agente de transformação (mudanças), evitando que haja a manutenção do “status quo”, conhecida inibidora da humildade e causadora do mal da mediocridade e criando uma forte disposição para a aceitação de desafios. A mentoria, um dos componentes da sua fórmula, age em meio aos liderados para vencer adversidades (tribulações); para fornecer direção; para criar algo único e novo; como fomentador de ousadia e intrepidez (Ef 3:16), (Fp 4:13), (Rm 8:31), (Sl 27:5), (Pv 16:9), (Is 42:9), (Ap 21:5);

B – Estimular e motivar o autodesenvolvimento e a participação, ativando a perspectiva de crescimento pessoal e espiritual através da ação desenvolvedora da capacidade das pessoas. O papel do “Kibernetes” nesta propriedade é interessar-se pelos liderados; ouvi-los; acatá-los e acomodar ou satisfazer suas complexas, mas legítimas necessidades humanas, como condição para sua automotivação e para o seu comprometimento (empenho/disposição) em relação às metas e objetivos da obra (Pv 1:5), (Pv 9:9), (Cl 1:10), (Lc 2:52), (Lv 19:18), ( Mt 22:39), Mc 12:31), ( Rm 13:9), (Gl 5:14), (Tg 2:8), (1Ts 2:17-20), (2Pe 3:14);

C – Agregar (integrar) os liderados, levando-os à unidade e à participação voluntária, no exercício do seu papel de catalisador de resultados. Esta propriedade faz com que o medicamento produza efeitos benéficos não só para a igreja, mas para a sociedade como um todo (2Cr 5:2), (Is 45:20), (Lc 15:6), (Ef 4:12,13), (1Co :10), (1Pe 3:8);

D – Identificar liderados não-conformistas genuínos, seguidores que podem lhes encaminhar ao futuro, separando-os dos falsos não-conformistas (o joio) que apenas causam aborrecimentos e nada fazem de útil. Os não-conformistas legítimos (o trigo) são pessoas que se destacam no exercício de suas funções e que não se preocupam apenas com suas próprias idéias, mas com as metas da Igreja e que já exercem alguma influência e têm adeptos, admiradores ou seguidores (1Tm 1:19,20), (2Tm 2:16-18), (Fp 2:20-25);

Informações ao líder/paciente

Aconselha-se que o líder demonstre a pretensão de ser “grande” ou “maior” no desempenho das suas funções, ou seja, que busque a eficiência no relacionamento com as pessoas, além de uma performance irrepreensível ao “servir” e assistir aos outros, provendo-lhes Direção e Apoio.
O medicamento não é recomendado para pessoas que objetivem a primazia, a ostentação do poder, o status de “primeiro” mandatário. Estes podem sofrer conseqüências danosas no contacto/ingestão do produto e apresentarem sintomas de humilhação. A ação esperada do “Kibernetes” é fazer seguidores, reduzindo e até acabando com a tão natural resistência das pessoas às mudanças (Mt 20:26,27), (Mc 10:43,44), (Lc 14:11).

A sua ação aconselhadora identificará necessidades ainda não satisfeitas e atuará decisivamente sobre as disfunções do tipo: moral baixo, murmuração, hostilidade, obstrucionismo, defensividade, inveja, territorialidade e ansiedade crescente, conhecidas reações, típicas do ser humano, quando não ocorre uma adequada gestão da mudança encetada, visando minimizar ou mesmo coibir tais reações. Os componentes do medicamento atuam de modo seletivo quanto às pessoas, oferecendo-lhes tratamentos diferentes, por não ser desconhecido que elas são, conforme o Criador, do mesmo modo, diferentes (Cl 4:5,6), (1Ts 5:14).

O “Kibernetes” estimula e motiva os líderes/pacientes a se preocuparem com o que estão fazendo. Seu uso permanente forja o caráter dos liderados no cadinho do amor ao próximo, tornando-os altruístas, e recompensa-os pelo desempenho superior. O medicamento promove a comemoração pelo progresso e sucesso alcançados fazendo com que haja testemunho das pessoas cujas vidas foram transformadas e leva os líderes a relembrar continuamente a visão de Deus para a igreja. Os líderes/pacientes passam a encorajá-las, destacando o crescimento pessoal de cada uma delas (Rm 15:2), (Pv 3:29), (Cl 3:24), (Mt 16:27), (Fp 2:20-25).

O “Kibernetes” foi desenvolvido com base na ciência de que “nada é tão desigual do que tratamentos iguais para pessoas desiguais”. Desta forma, o efeito único esperado é o sucesso decorrente da eficácia apresentada pelo medicamento

Observação médica, muito importante

Os pacientes devem atentar para a validade do medicamento e para o fato de que o mesmo pode ter seus componentes falsificados. Fora da validade e com componentes falsos, são observáveis: a ausência de “unção”, de habilidades, de competência, de empenho e de disposição. Além disso, aos sintomas citados a seguir, nas Indicações, aliam-se prepotência (uso coercitivo do poder) e vaidade. Dessa forma, a eficácia do medicamento estará seriamente comprometida. Neste caso sugerimos um providencial e mais íntimo contacto com o Médico dos médicos (Jr 23:1-4), (Ez 34: 1-10), (Mt 7:15), (2Tm 2:14), (Tt 1:10-16), (2Pe 2:1).

Indicações/Contra-indicações

a)                  No tratamento da ineficácia

Este medicamento é indicado no combate ao uso abusivo do poder de posição; à apostasia; às doutrinas heréticas; à falta de autoridade legítima; ao individualismo; à egolatria; ao egocentrismo; à arrogância; às lideranças não desenvolvidas; ao esgotamento espiritual; à incapacidade de gestão; ao desestímulo à criatividade, à inovação (mudar, pra que?); a desmotivação; ao espírito rotineiro; ao conformismo e à mediocridade satisfeita.

O “Kibernetes” é contra-indicado para líderes meramente posicionais, com sintomas de acomodação crônica, conformismo natural, passividade obtusa, aversão a feed-back negativo, ganância e males semelhantes, que já passaram, sem resultado, por tratamento à base de seminários teológicos, conselhos, exortação, admoestações e recomendações.
    
b)                 No tratamento dos estados mórbidos causados: pelo amor ao dinheiro (teologia da prosperidade); pelas heresias da teologia relacional e do teísmo aberto.

O “Kibernetes”, nestes casos, é um suplemento espiritual com ação coadjuvante no tratamento de apóstolos, bispos e  pastores, cognominados como ”vendilhões do templo” que, publicamente, mercadejam a fé dos incautos (Ec 5:10) e dos que questionam a soberania, a onisciência e a imutabilidade do nosso Deus.

Reações (não adversas)

Este medicamento deve ser usado também por líderes dotadas das qualificações para o exercício da influência, possuidores do “dom de governos”. O uso do medicamento irá reforçar o seu DNA espiritual e sua eficácia irá produzir líderes/seguidores também eficazes. O sucesso terreno virá em seguida ao reconhecimento da importância espiritual da liderança orientada, primeiramente, para a busca às coisas do alto, valendo-se do poder pessoal com autoridade legítima (1Co 12:28), (Mt 6:32,33).
A medicação irá capacitá-los a ver o mundo por uma ótica diferente e a reagirem naturalmente a toda e qualquer circunstância contrária (adversidades, tribulações) aos seus mais lídimos interesses.

Efeitos colaterais

As pessoas que possuem um alto potencial, mas apresentam um baixo desempenho, o “Kibernetes” pode levá-las a um futuro aproveitamento.
Líderes de alto potencial e que apresentam também um alto desempenho; que crêem em Deus; que têm fé e sabem que não há limite nem mesmo para o pensamento, têm no uso permanente do “Kibernetes” a alavanca para a eficácia e o deleite de um futuro feliz na presença do Senhor (Gn 15:1), (Mt 5:3-11).

Posologia

É essencial usar o “Kibernetes” sob a forma de liderança servidora/transformacional, cuja ação de educar, servir e encorajar conduz pessoas e equipes à plena conscientização de uma visão, dos objetivos traçados e à total coesão e integração do grupo (unidade).
É esperado um possível empoderamento (liberação de poder), a partir de altos níveis de motivação; de envolvimento; de comprometimento e de participação voluntária dos liderados (Jo 17:23), (Ef 4:12), (1Co 10:17), (1Co 1:10), (2Co 13:11), (1Pe 3:8), (Mt 28:18-20).

Super dosagem

A ação do desenvolvedor de Capacidades do produto na gestão de pessoas é algo muito específico. Não há referências sobre a ocorrência de problemas particulares após super dosagem. É muito grande a possibilidade de que ela venha a ser benéfica para muitos líderes/pacientes.

Interação Medicamentosa

A ação garantidora do comprometimento, da participação voluntária, da co-responsabilidade e contribuição criativa dos liderados, será mais rápida e facilmente alcançada se o líder/paciente associar o uso regular do “Kibernetes”, aos conceitos de amor e espiritualidade; às boas práticas de servir e sacrificar-se para ajudar ao próximo (altruísmo), pois estes são componentes básicos da fórmula da Liderança Servidora Transformacional (Fl 1-25).

Recomenda-se, antes de iniciar o tratamento, que o líder/paciente defina o perfil e o nível de desenvolvimento ou grau de maturidade dos seus liderados, com vistas a dinamizar o seu potencial e avaliar desempenhos, objetivando a formação de seguidores/substitutos e o suprimento das necessidades de encarreiramento (1Co 3:1-3).

Ações terapêuticas do “Kibernetes”:

“Caminhar, caminhar sempre à frente de todos; como piloto, ser também mecânico, telegrafista, navegador; ficar de pé, quando os outros se sentam; sorrir, quando cerram os dentes; dar de beber, quando têm sede (Jo 7:37) e um coração quando lhes falta um (Jr 32:39). Carregar o cansaço dos fracos (Mt 11:28); Iluminar os que se acham em trevas (Jo 1:5). Esperar por sete (Js 6:15/16); querer por dez (Gn 18:32/33) e, em secreto em seu quarto, orar por eles ao Pai Eterno que tudo vê em secreto, para que todos sejam abençoados (Mt 6:6)”.

Farmacêutico responsável:  Dr. Alberto Couto Filho
Doação sem prescrição médica
Laboratório: Comunidade Evangélica Fonte das Águas Vivas – Jacarepagua/Rio de Janeiro
Indústria Evangélica Brasileira


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