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domingo, 24 de março de 2013

INTELECTO, EMOÇÕES E VONTADE

Estudo profético – Editora Atos
Adaptação
Alberto Couto Filho

CRER é a nossa melhor opção
Durante um cruzeiro que fazia em um transatlântico, sempre às refeições no restaurante do navio, uma jovem buscava assento numa posição em que pudesse admirar um atraente rapaz que desde o início da viagem lhe chamara a atenção.
O jovem, sentindo-se notado, viu-se encorajado para aproximar-se.
Permita-me, disse o rapaz já à mesa da jovem: Pode ser que eu esteja imaginando coisas, mas tenho a sensação de que a senhorita vem olhando para mim por todos esses dias do cruzeiro. Isto é fato? Há algo errado comigo?
Encabulada, respondeu-lhe: Não, não há nada errado com você. É que observo haver uma semelhança muito grande ente você e o meu primeiro marido.
O rapaz, curioso, perguntou-lhe: Quantas vezes, então, se casou, considerando ser tão jovem?
Sorridente, a jovem disse: “Na verdade nenhuma, pelo menos até o presente momento”.

OS ISRAELITAS OPTARAM POR CRER
O que impulsionou aquela jovem à ação? Evidentemente a sua fé.
Quando homens e mulheres são desafiados biblicamente a crerem em Jesus Cristo como seu Salvador pessoal, tem-se um forte apelo para uma fé que satisfaça o intelecto, as emoções e a vontade e, para que ela se complete, é necessário optar e agir de acordo com a escolha feita.
Não foi isto que aconteceu com aquela jovem?
Ela fez várias observações e aprendeu sobre o rapaz para depois, oportunamente, partir para a ação.
Então, se devo exercitar minha fé em Jesus como meu Salvador, meu intelecto deve crer nas narrativas e fatos do Evangelho, enquanto minhas emoções precisam reagir denotando amor e gratidão e minha vontade estará optando por receber o dom da Vida Eterna oferecido pelo Altíssimo.
“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito para todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a Vida Eterna” (Jo 3:16)
Ao acionar a minha vontade eu posso admitir a prática de três ações:
decisão, o acatamento e a reação.
Lembram Elias?  Ele demonstrou toda a sua frustração diante da indecisão dos israelitas quanto a adorar ao nosso Deus ou a Baal, dizendo-lhes: “Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, segui-o; e é Baal, segui-o” (1Rs 28:21)
Após a constatação da total impotência de Baal diante do poder de Deus, os israelitas se decidiram pelo Senhor dos Exércitos.
O que devo concluir?
Tenho como conclusivo que a decisão é a ação da vontade, em resposta às informações colhidas e avaliadas pelas nossas mentes.

FÉ – A EXPRESSÃO DA NOSSA VONTADE
Minha decisão de aceitar Jesus; de reconhecê-lo como meu único Salvador aponta para dois lados atinentes a esta decisão: O acatamento à verdade contida nas Escrituras, enquanto que a minha reação é o lado ativo desta minha decisão.
Parece confuso, mas e fácil observarmos que Deus, desde a morte do Seu Filho unigênito, vem nos oferecendo o perdão dos nossos pecados e o inefável dom da Vida Eterna.
Quando chegamos à decisão de crermos em Seu nome; que o Evangelho é a Verdade Absoluta e que nos apraz partilhar de todos os seus benefícios, sentimos que todas as barreiras que encontramos para vencer serão removidas e que o Criador nos concederá o dom da Vida Eterna.
No Evangelho de João aprendemos que os seres humanos decaídos não são filhos de Deus por natureza; este é um privilegio só daqueles que têm fé, uma fé gerada neles pela soberana ação de Deus.
Portanto, no instante em que a fé se instala a minha vontade não acata simplesmente o dom de Deus – ela apresenta uma reação a esse dom. De imediato, a minha vontade mostra-se grata – “Graças a Deus pelo Seu dom inefável (2Co 9:15) e, de forma progressiva, demonstro esta minha vontade, respondendo com a realização de boas obras – “...eu e minha casa serviremos ao Senhor” (Js 24:15)
É dessa forma que, finalmente, a fé que se iniciou em minha mente renovada e em meu coração regenerado, irá se expressar na prática das minhas ações, segundo a minha vontade.
 Sentindo para CRER
Ao negociar com um fotógrafo, de nome Temístocles, um jovem estudante, solicitou várias cópias de um retrato de sua namorada. Ele tinha a intenção de espalhar a foto por vários espaços da sua casa – estava aparentemente apaixonado.
O fotógrafo, ao manusear a fotografia, não pode deixar de ler a inscrição no verso: “Meu adorado José, te amo de todo o meu coração. Meu amor por ti aumenta dia a dia. Eu te amarei para todo o sempre e por toda a eternidade serei sempre sua”. Sob a assinatura da jovem havia um “post scriptum”: “Se algum dia nós terminarmos, gostaria de ter esta foto de volta”.
Podemos depreender que o compromisso emocional da signatária com José não era o que precisava ser.
Podemos ser enganados à primeira vista, mas é perceptível que o coração daquela moça não estava totalmente nele.

FÉ – A SATISFAÇÃO DE NECESSIDADES EMOCIONAIS
Em torno de 58/68 d.C, no Evangelho de Mateus (22:37) Jesus Cristo citou o texto do livro Deuteronômio (6:5) escrito por volta de 621 a.C, quando questionado sobre o maior mandamento do Antigo Testamento: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu  coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento”.
Aquela resposta identificou claramente o compromisso emocional, o amor, como a única reação que precisamos ter em relação a Deus. O amor era entendido, na lei do Antigo Testamento, inicialmente como a primeira função do coração; depois uma função de toda a personalidade e, finalmente uma função da mente humana.
Aquela expressão “de todo o coração” leva-nos a entender que Jesus estava expressando o tipo de amor que precisamos ter pelo Supremo Deus – “de todo o coração” inspira lealdade.
No caso acima, observamos que aquilo que faltava ao amor da jovem pelo seu apaixonado Temístocles, era exatamente a lealdade. Nossas emoções somente serão atingidas apropriadamente, quando nossa fé em Cristo Jesus como nosso único e suficiente Salvador for: “de todo o coração” em toda a sua extensão e  leal  em  sua intensidade.
A fé também satisfaz certas necessidades emocionais primárias em dimensão emocional apropriada. A fé em Jesus produz um profundo sentido de paz com Deus, pois Jesus mesmo  disse: “Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim ...... Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou” (Jô 14:1,27).
A paz (shalom) referida pelo Senhor Jesus é a que encerra a inteireza pessoal com harmonia perfeita em todas as áreas de nossas vidas. A fé “de todo o coração” é a única que nos leva a este tipo de paz.

FÉ “COM TODO O CORAÇÃO” – EMOÇÕES SATISFEITAS
A fé “com todo o coração” leva-nos à alegria, como podemos ler no incentivo à oração com fé, dado por Jesus a seus discípulos“Até agora nada tendes pedido em meu nome; pedi e recebereis, para que a vossa alegria seja completa” (Jô 15:24).

A alegria é mais do que um sentimento efêmero e passageiro. A palavra grega para alegria é relacionada com a palavra graça. As idéias contidas nessas palavras são inseparáveis, quando aplicadas à fé. A alegria é um sentido duradouro de bem-estar e satisfação baseado na graça de Deus.
Para Crer é necessário sentir. Isto é perceptível no desafio que a Bíblia faz a homens e mulheres para que creiam em Jesus como Salvador pessoal.
A Bíblia está a requerer uma fé que venha a satisfazer o intelecto, as emoções e a vontade.
A existência da fé não é demonstrada unicamente pela concordância com as narrativas bíblicas ou mesmo pelo que constitui uma crença – a fé no mesmo tempo que exige de nossas emoções ela também as satisfaz.

É preciso pensar para CRER
Nós, seres humanos, simplificamos excessivamente, tudo o que há de mais importante em nossas vidas Como exemplo disso registramos o comentário de uma pessoa ao encerramento de um Seminário Teológico. Dizia ele ao teólogo-professor:
Precisamos encarar os fatos, mestre – se enxugássemos todo o Cristianismo teríamos como sobra única: “Ame seu próximo como a si mesmo”. Não é esta a regra final prevalecente?
E por que esta tendência de tudo simplificar?
Estudiosos observaram que apenas 5% das pessoas pensam; Outros 15% pensam que pensam e os 80% restantes preferem a morte no lugar de pensar.
Um grande número de pessoas acha que nós, cristãos, somos pessoas que deixam o cérebro nos átrios, na porta de entrada de uma igreja para que creiamos em Jesus, mas sabemos que isto é uma inverdade. Cristãos autênticos sabem que o Cristianismo não é: nem fé de simplificação excessiva e nem um pensamento que não envolve críticas.

EU PENSO; EU SINTO; EU REALIZO A OBRA, CONSEQUENTEMENTE, A MINHA FÉ ESTÁ VIVA
Ao traduzir “The Prophecyh Study Bible” João Ferreira de Almeida expõe que:
Quando a Bíblia desafia os homens e mulheres a crerem em Cristo como Salvador pessoal, ela está requerendo uma fé que satisfaça o intelecto, as emoções e a vontade. Uma fé sem razão, uma fé sem coração ou uma fé inativa não é uma fé bíblica em Cristo. É muito mais fácil para as pessoas dispensarem o componente racional da fé, porque suspeitam que a fé e a razão se opõem. Muita gente “acredita” no Papai Noel, e daí por diante.”

É inquestionável: a fé bíblica vai além da razão, mas em hipótese alguma ela contradiz a razão, pois parte de um fundamento racional.
Um objeto de fé deve ser em primeiro lugar digno de confiança. A tradução permite-me um exemplo: um patinador do gelo que deposita sua fé no gelo fino da pista, toma um banho gélido porque não examinou com apuro a evidência. Da mesma forma, um investidor que deposita sua fé nos conselhos recebidos de um trapaceiro irá tomar um banho não menos gelado por causa da sua confiança irracional.

A MINHA FÉ; A NOSSA FÉ É RACIONAL
E a fé cristã, é racional?
Os princípios da fé cristã podem ser avaliados de maneira significativa, para que sejam comprovados ou refutados?
Então, o Cristianismo emana da Bíblia que é embasada em acontecimentos históricos e não em mitos ou lendas; Além disso, investigações arqueológicas e literárias foram feitas em torno da Bíblia e concluiu-se que os detalhes concretos e o ambiente cultural são fidedignos e verdadeiros.
Jesus, sem nenhuma dúvida, foi descrito não só no Novo Testamento, como também em inúmeras fontes seculares.
Como evidência de que o Eterno Pai aceitou o sacrifício de Jesus pelos pecados da humanidade, tem-se que Jesus se levantou dos mortos. Embora sobrenatural, é a melhor explicação encontrada para justificar o túmulo vazio; É desconhecida qualquer outra evidência verossímil para o desaparecimento do corpo de Cristo do túmulo que fora selado e bem guardado, em que pese o interesse de instituições políticas e religiosas em gerar descrédito quanto à ressurreição.

Concluo, constatando que através dos séculos os ensinamentos de Cristo e de seus discípulos forneceram o fundamento de inúmeras vidas de indivíduos e da civilização ocidental clássica. Então, a partir das evidências bíblicas, é racional crer em Jesus como o meu; como o nosso único e suficiente Salvador.


ACF/RCA 10722
ADP.
ATOS

terça-feira, 5 de março de 2013

MURDOCK'S BAR

OS “PROSPERÓLATRAS” (PROTOZOÁRIOS AMEBÓIDES) CONTRA O VÍRUS M13 (ACF)


Por Alberto Couto Filho

Abençoamados seguidores,
Li no blog “CRER É TAMBÉM PENSAR” um artigo sobre a eleição de um herói evangélico, um tipo Macunaíma, aquele herói “sem caráter” retratado por Mário de Andrade naquela sua clássica obra.
Com rara felicidade, seu editor fala da necessidade das minorias de ter alguém que defenda suas causas e interesses maiores e citou um pastor que se auto-proclama o representante legal e natural dos evangélicos brasileiros.
Creio que o editor daquela excelente página pecou por não classificar acertadamente os evangélicos que odeiam todos aqueles que não aceitam as doutrinas contidas em bíblias heréticas e em dogmas quanto ao ardil, uma invencionice doutrinária denominada “Vitória Financeira”. Esses evangélicos são os “prosperólatras”, um tipo de crente apalermado que se faz de autoconfiante (Não é um discípulo que deposita sua confiança em Deus), mostrando que sua alienação o levou a trocar a doçura e mansidão das palavras do Senhor Jesus pelo palavreado chulo, pela raiva e beligerância contida nas palavras desse pastor.
Sem dúvida, pelo que pude ler em comentários anônimos àquela mensagem, aquele pastor é o herói aceito por essa minoria de evangélicos, os “prosperólatras”.
O herói/pastor, o almocreve que se auto-elegeu para conduzir essas azêmolas possui as características que as levam à paixão: belicoso, ganancioso, brigão, vociferante e corajoso. Todavia, diz o editor do Blog, essa capa é a indumentária de um “herói sem caráter”, como Macunaíma, que quer em troca a sua Muiraquitã - O DINHEIRO QUE SUSTENTA SEUS SONHOS NABABESCOS E EXTRAVAGANTES.
Por lá também comentei, por concordar plenamente com o autor do texto – o pastor auto-eleito, conforme declarava no passado, é um “pilantra“ safado, pois vociferava que “PASTOR QUE PROMETE BENÇÃO MATERIAL EM TROCA DE OFERTAS É PILANTRA; É SAFADO”. Nesta mesma época ele dizia que a teologia da prosperidade era o “BESTEIROL TEOLÓGICO DA AMÉRICA”
Avesso às heresias daquele pastor, contrariei alguns “prosperólatras”, pessoas cuja cegueira não permite que elas vejam que a maldita teologia da prosperidade é como “óculos sem lente” - é apenas uma “armação” daqueles que, cinicamente a propalam, por motivos sub-reptícios.

Foi então que conheci uma azêmola tonitruante e ameaçadora (Oh! Que medo!) uma “besta quadrada” provavelmente velha e cansada que, não medindo o grau da sua ridicularia, insultou-me dizendo que o meu negócio é falar mal do Evangelho e de irmãos em Cristo e que me porto como vírus prejudicial ao Evangelho original de Jesus.  Queima ele, Senhor!
Na oração que fiz por ele, ao perdoá-lo, perguntei ao Senhor: Pai será que ele sabe que um vírus também pode ser benéfico e utilizado como forma de controle biológico?  
Será que ele não percebe que o Senhor está me usando com um organismo "ESPECIALMENTE ESCOLHIDO" para controlar outros organismos tais como ele próprio e o seu pastor/herói, que indiscutivelmente, representam uma praga para o Cristianismo?
Não creio que a flagrante ignorância daquela besta permita que ela entenda que o "Vírus Alberto", está sendo usado por Deus como um prolongador da vida espiritual de cegos que, como ele, foram afetados por insetos e ervas daninhas que, hoje, infestam os púlpitos da lavoura do Senhor.
O pastor que se auto-elegeu como herói dessa pobre minoria, que “compra” de Deus as bênçãos que podem torná-la próspera, é o pior dos vírus por ser altamente prejudicial ao crescimento da cultura agro-bíblica” do Senhor.
Roguei a Deus convencer aquele “prosperólatra”, ou qualquer outro que se insurja e queira me contestar à luz das Sagradas Escrituras, de que meus modestos artigos e comentários são escritos de conformidade com a capacitação divina sobrevinda após ter sido escolhido como servo fiel pelo Altíssimo e que, eles são para serem usados como fonte de energia para os desiludidos, desconsolados e desalentados; aqueles irmãos vitimados pelos vigaristas, charlatões da teologia da prosperidade.
Eles agem diferentemente do conhecido vírus M13, pois são nocivos aos seres humanos quando se comportam como “protozoários ameboides”, contaminando outros seres humanos com a doença transmitida por aquela maléfica teologia.
Meus textos e comentários, esses sim, agem como o M13. Eles levam aos aflitas novas baterias, ultradensas de esperança, que irão potencializar a sua fé para que tenham o bom ânimo necessário para vencer o mundo – É assim que Jesus fala àqueles que vivem em aflição, como aquele pobre, cego e nu comentarista anônimo,  que disse estar clamando pela Sua volta. Não é para rir?  Riam à vontade!
O herói Macunaíma evangélico se auto-elegeu para combater e livrar os “prosperólatras” do adversário a ser vencido: o homossexualismo, conforme relato no blog “CRER É TAMBEM PENSAR”, do excelente José Ivan Barbosa Junior.

Confesso que, em minha bem-humorada ótica, estamos necessitando mesmo é de um herói tipo Eliot Ness, para encarcerar os contemporâneos Al Capones Evangélicos, bispos e pastores heréticos que ilicitamente enriquecem, extorquindo aqueles que se embebedam com esta cachaça rotulada como teologia da prosperidade.
São esses ébrios, os "prosperólatras" que, infelizmente, contrariando a história, estão fazendo dos Al Capones Evangélicos um bando de INTOCÁVEIS. 
Não precisamos de heróis com o perfil desse pastor para combater a impiedade dos homens. Precisamos é de bom ânimo e de total submissão a DEUS; precisamos apoiar esta submissão naquele tripé conhecido pelo autêntico cristão: OBEDIÊNCIA, FÉ E GRATIDÃO.

Os “Prosperólatras” ou “protozoários ameboides” chamam-nos de invejosos por não possuirmos carros blindados, aviões, helicópteros, mansões, relógios de ouro, fazendas e coisas tais, indicativas de riqueza e opulência.
Divirto-me à custa da estupidez desses caras alguns COM, e outros SEM doutorado, conforme uma “imtelijemte” descrição feita pelo pastor autossufragado herói, sobre a composição da membresia da igreja que ele preside.

Fazer apologética, para essas singulares criaturas, os “prosperólatras”, é criticar injustamente um “homem de Deus” e, consequentemente, é ofender a esse Deus;
 Se “obviamos o mal”, embutido em heresias “made in USA”, soa para esses tais como “falar mal” de um ungido de Deus – é desrespeitá-los e julgá-los.
Se eu fosse um Paulo ou um Pedro, até que poderia fazer isso através de comunicação epistolar, como narrado na Bíblia Sagrada, advertindo as pessoas a se precaverem contra falsos mestres/profetas, como um manjado patranheiro ricaço lá de Forth Worth, Texas que, de quando em vez, aparece aqui pelo nosso rincão para tramar novos golpes com um seu  comparsa brasileiro.
Conheçam-no, acessando http://noticias.gospelprime.com.br/mike-murdock-centro-de-sabedoria-segredos-sujos-livro/. Esse re$peitável $enhor, denunciado vária$ veze$ no$ USA (Imposto de Renda), a exemplo de certo$ pa$tore$ bra$ileiro$, mi$terio$a e e$tranhamente, nunca foi condenado, conforme declarou, publicamente, em uma das suas aparições nesta Pátria Amada, exageradamente, Gentil.
...E por falar em inveja: são invejáveis, além da poltronaria, a idiotia e a estupidez contidas em comentários dos anônimos “prosperólatras”.
Às vezes esses anônimos, em sua incontida ira, com veemência e furor refutam nossos textos, passando-nos a impressão de que são as próprias pessoas sobre as quais emitimos nossas opiniões pessoais e que, quando acuadas ante a ameaça de um desmascaramento, utilizam esse artifício para destilarem, à socapa, o veneno contido em seus enganosos corações; em suas espúrias intenções.  
Tenho um antídoto tremendamente eficaz para este veneno, composto de ingredientes básicos: o desamor ao dinheiro (Mamon destronado), arrependimento, humildade, perdão, retorno ao aprisco e, em percentuais elevados, a conversão.
O anonimato é o instrumento contumaz de um poltrão, quando em “delirium persecutório”, uma decorrência natural de uma degradação ética que, no caso desses pastores, os levou à ambição desmedida, tida por estudiosos em psicanálise e psicopalotogia como a irmã gêmea da soberba.
Confiram senhores que fazem do anonimato o seu escudo e broquel.
O acometido de soberba, tão somente a si próprio atribui o feito de adquirir bens materiais, quer seja de forma honesta ou desonestamente – para ele tanto faz, como tanto fez, pois como brada o auto-eleito: “tô nem ai mermão!”; Fiz meu patrimônio com os ganhos das minhas empresas (?)
A soberba está ligada diretamente à vanglória, à hipocrisia, à presunção, à arrogância, à ostentação, à altivez, à vaidade e ao orgulho. Soma-se a tudo isto, um conceito exagerado das suas qualificações, e de si mesmo.
Opinam psicólogos clínicos (em atividade) que a dificuldade do individuo soberbo em sacrificar este seu danoso “Eu” é clinicamente compreensível.  A cura, todo cristão verdadeiro sabe, só ocorrerá com a decisiva ação do Espírito Santo de Deus.
Respondam para vocês mesmos:
Há pessoas dos seus relacionamentos, portadoras dessas características?
Vocês a invejam, por isso?
O anonimato, fora da circunstância observada (o próprio quando ameaçado), é um forte indicador de uma obnubilação da Consciência de um prosélito/sectário/seguidor.
Examinem-se senhores comentaristas, “prosperólatras” que se refugiam no anonimato:
Observem o quão lerdos vocês são quanto à compreensão; percebam sua lentidão em elaborar suas impressões sensoriais e com sinceridade e no coração sintam esta clara diminuição da sua sensopercepção.
Vejam o quão agressivos vocês se tornam quando revidam as represálias aos seus ditos atoleimados e nas consequências do seu “estupidificar-se” – e lá vêm ofensas, gírias e palavrões.
Será que Paulo foi admoestado ou ameaçado por adeptos anônimos de Himeneu e Alexandre, por tê-los entregues a satanás, para serem castigados e não mais blasfemarem (1Tm 1:20)?
Como aqueles, o chamado Macunaíma evangélico pelo editor daquele blog, também naufragou na fé e vem rejeitando a boa Consciência, com esta infame teologia da prosperidade; e não seria algo insano imaginar que o Apóstolo dos gentios tomou essa decisão por sentir inveja daqueles falsos mestres?
Com a permissão de Abraham Lincoln:
Por favor, senhores prosperólatras”, calem-se e deixem que as pessoas pensem que vocês são, tipicamente, uns idiotas. Por Deus, não falem para que esta dúvida deixe de existir.

Amados seguidores; respeitáveis leitores, “prosperólatras” ou não:
Antes mesmo de opinar sobre este meu texto, tomem suas Bíblias e, à luz da leitura do capítulo 6 da primeira carta de Paulo a Timóteo, com total imparcialidade e sem se deixar levar por preferências, simpatias, temores ou por doutrinas contidas em bíblias com mensagens sub-reptícias, provai-vos a vós mesmos, examinando a vós mesmos se realmente estais na fé - (2Co 13:5a) – Entre os parêntesis abaixo assinale com um S ou com um N (Sim ou Não)

(  ) O pastor que se auto-identifica como representante dos evangélicos discorda teologicamente das sãs palavras bíblicas, quanto aos perigos da riqueza?(v3)

(    ) Esse pastor é enfatuado (vaidoso, arrogante, fátuo)? (v4)

(    ) Esse pastor é reconhecidamente polêmico por ter mania por questões e contendas de palavras? (v4)

(    ) Esse pastor (não importa se é para estar na mídia ou não) por contender palavras e não usar de mansidão vem fazendo nascer: inveja, provocação, difamações e suspeitas malignas sobre si, sobre sua postura e conduta cristã? (v4)

(    ) Esse pastor, em algumas ocasiões, priva-se da Verdade para demonstrar, através de altercações sem fim, aos que ele mesmo chama de “trouxas” que a piedade, a necessária ajuda aos necessitados, tem de propiciar retorno, sendo assim uma fonte de lucro – se plantam dinheiro terá de ser com a primacial intenção de colherem dinheiro? (v5)

(    ) Esse pastor ao dar visibilidade a essa sua propalada e acintosa cobiça e o evidente amor ao dinheiro, vem se atormentando com muitas dores como consequência, o que pode leva-lo a ruinosos desvios em relação à sua fé? (v10).

(    ) Fazer apologética significa responder com base bíblica aos assaltos contra a verdade da fé cristã.

(    ) A apologética é o estudo dos modos e meios utilizados para que a verdade cristã seja defendida.

(    ) Um ministro do Evangelho tem como tarefa primordial a pregação do Evangelho sem produzir argumentos que venham deturpar ou falsear a verdade com a finalidade de satisfazer opiniões/gostos ou interesses pessoais.

(    ) Não só as seitas, mas todo o tipo de heresias, desde as chamadas pseudo-cristãs que se utilizam da Bíblia para enganar (Mt 7:15-16) levam cativos os neófitos na fé que não sabem distinguir o erro da verdade (Ef 4:14).

              
A quantidade de S ou de N irá demonstrar se justas ou injustas as críticas centradas na Apologética cristã.  As críticas justas ou mesmo injustas fortalecem o caráter do homem.
Davi, quando confrontado pelo profeta Natã, por causa do seu pecado com BateSeba, recebeu uma crítica justa (2Sm 12) – O caráter de Davi evidenciou sua força na aceitação da crítica.
José foi acusado de estuprar a mulher de Potifar  (Gn 39) – esta é uma crítica injusta. O caráter de José foi mais forte que o temor pela crítica
Falar verdades pode causar conflitos, mas segundo Salomão:
“Leais são as feridas feitas pelo que ama, porém os beijos de quem odeia são enganosos” (Pv 27:6)
Obs.: As quatro últimas afirmações foram feitas pelo pastor/teólogo Natanael Rinaldi, um dos maiores nomes da Apologética brasileira.
Em nome de Jesus, pensem antes de assinalarem e orem; Se acharem melhor: orem e pensem, depois de ter assinalado.
Que Deus nos abençoe, nos livre e nos guarde.
Alberto 

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