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quarta-feira, 15 de setembro de 2010

ENQUANTO ISSO...POBRE AMAZONIA...


Por: Alberto Couto Filho
Li, por estes dias, da gravidade da situação em que se encontra a “nossa” Amazônia – os rios estariam secando e, como conseqüência imediata, a mortandade dos peixes estaria provocando sérios problemas para os nossos interioranos irmãos amazonenses, que fazem da pesca o seu modus vivendi.
A pesca, no interior daquele estado é fundamental para aqueles brasileiros que se alimentam e praticam atos de mercancia para adquirir vestimentas e calçados. Em suma, a pesca é o principal meio de sobrevivência dos habitantes daquela região.
Pareceu-me correto buscar informações com quem está, in loco, vivenciando e testemunhando a ocorrência. Por esta razão, contatei o pastor Sérgio Aparecido Dias, pregador itinerante da Palavra de Deus que, para honra e glória do Senhor, peregrina ali pelas margens do médio Solimões e do Japurá, dentre outros rios da bacia amazônica.
Aquele valoroso guerreiro do exército do Senhor é um escritor de contos e crônicas, com excelente formação em Informática. Ele é o editor do blog Amazônia Viva.
Leio por aqui notícias tristes sobre a pesca nos rios da Amazônia. Eles estão mesmo secando? Ensine-me sobre o que realmente, está acontecendo.  
Foi desta maneira que me dirigi àquele homem de Deus, para saber mais sobre a desastrosa ocorrência.
Pareceu-me correto, também, apelar para a consciência coletiva do cidadão brasileiro, somando crenças e sentimentos comuns e, por esta única razão, decidi publicar a resposta daquele ministro do Evangelho, quando arrazoou, com lucidez, os seus queixumes. Para tanto, obtive a sua autorização para fazê-lo.
Devo alertar meus leitores que o valor intrínseco desta postagem não está na declarada predileção política daquele servo e sim no “amor ao próximo”, um mandamento do Senhor, assim orientado na Bíblia Sagrada: “...Amarás o teu próximo como a ti mesmo”. Contudo, devo admitir mesmo arredio e avesso à política, serem sensatos e pertinentes os seus argumentos.
Ei-la, na íntegra:
Querido irmão Alberto Couto; saudações em Cristo Jesus.
É válida a sua preocupação e a sua tristeza. Eu também me sinto cada vez mais triste a cada ano que passa. Antigamente, por esse tempo, estávamos acostumados ao que se chamava então de “estiagem”, o período vazante dos Rios da Amazônia. O fenômeno não nos entristecia, mas nos alegrava, pois era o tempo da extrema fartura de peixe e caça. Os peixes migravam dos lagos para os rios e de um rio para outro, formando enormes cardumes de incontáveis peixes de diversas espécies. Os que ficavam nos pequenos lagos e charcos eram pegos com facilidade. Todo mundo comia à vontade e distribuíamos uns aos outros. E também vendíamos, para podermos comprar sal, roupas, munição e do que mais precisássemos.
As ariranhas, as lontras, os jacarés e os botos, competiam conosco na pesca. Mas tinha peixe para todos, todo mundo comia fartamente. É certo que muitos também morriam. Esses eram comidos pelos urubus, pelos tuiuiús e pelos outros animais carniceiros da floresta. Tinha um tempo exato para começar e para terminar. E os rios e lagos nunca secavam do modo dramático e calamitoso de agora. Mas com as malditas derrubadas indiscriminadas e queimadas criminosas, a destruição do ecossistema e do meio ambiente modificou tudo, inclusive o clima e os períodos de chuva e estiagem.
Desde os tempos de Chico Mendes, tem-se elevado um forte clamor pela preservação e uso responsável dos recursos da Amazônia. Ficamos felizes quando a maior defensora do Ecossistema, Marina Silva, assumiu a pasta do Meio Ambiente. Mas, infelizmente, ela bateu de frente com os grandes madeireiros e grileiros, que tinham o apoio de autoridades importantes do governo. Mesmo agindo com autoridade e contando com o apoio de entidades internacionais em defesa do Meio Ambiente, não suportou ser testemunha da covardia de um governo que não teve a devida coragem para auxiliá-la nas medidas mais drásticas para conter a destruição da floresta. Agora, divorciada do PT e filiada ao PV – de cujo partido exigiu a mudança de cláusulas sobre a livre consciência religiosa e a retirada do apoio ao aborto e ao homossexualismo, eis que ela se lança pré-candidata à Presidência da República.

Novamente reacende a esperança na preservação e no manejo sustentável da Amazônia. Espero que os brasileiros não votem na Dilma, uma ex-guerrilheira que em 1968 empunhava metralhadoras e fazia atos de terrorismo, assaltando, roubando e participando de mortes, ao lado de seus companheiros José Genoíno e José Dirceu, liderados por Carlos Lamarca, que organizou a Guerrilha do Araguaia. Eles tinham, como mentores e guias, o sanguinário guerrilheiro Ernesto Che Guevara e o déspota tirano comunista Fidel Castro. O sonho de Dilma Roussef é ver a Amazônia como “fronteira agrícola” e “fronteira hidrelétrica”, conforme suas próprias palavras. Em seu governo, o desmatamento assumirá contornos de “programa de crescimento”, com a Amazônia entrecortada por rodovias e repleta de hidrelétricas. Haverá maior espaço para as paradas gay, de uma vez que tanto ela, quanto José Serra, assinaram um documento em defesa da causa dos homossexuais. E o atual Presidente declarou que, ser homossexual, é um “direito universal inalienável” para citar as suas próprias palavras. Disse ainda que dará todo o apoio à causa gay, inclusive liberando recursos para custear as paradas gay e toda a agenda homossexual, incluindo, certamente, a união conjugal de lésbicas, travestis, trans-sexuais, gays e o diabo a quatro.

Desculpe a minha “campanha pró-Marina”, mas acontece que sou e sempre fui utópico; sempre acreditei na possibilidade de mudanças, mesmo sabendo que este mundo jaz no maligno e o anticristo está às portas. Mas enquanto isso não acontece e não somos arrebatados, ajamos com sabedoria e discernimento no exercício de nossos direitos de cidadão, na escolha de nossos parlamentares e governantes. Marina Silva converteu-se, deixou para trás os seus princípios marxistas, abandonou os ideais sócio-cubanos do PT e filiou-se ao PV. Porém, exigiu que a sua filiação estivesse condicionada a: mudança das cláusulas estatutárias referentes à liberdade de consciência religiosa, adoção irrestrita ao pacto ambiental e proteção do ecossistema e o abandono da causa pró-aborto e pró-homossexualismo. Só depois desses requisitos serem satisfeitos é que Marina aceitou concorrer à Presidência. Meu voto, portanto, é dela. Mas jamais votarei e nem votaria em comunistas, socialistas, nem ex-guerrilheiros comprometidos com amizades a líderes déspotas e tiranos, como: Fidel Castro, Hugo Chavez e Mahmoud Ahmadinejad.

E tenho dito, escrito, assinado e carimbado.

Pr. Sérgio Aparecido Dias   

domingo, 5 de setembro de 2010

O JUSTO E A INIQUIDADE


Por Alberto Couto Filho

Peregrinando na fé, em resposta à exortação contida na epístola aos Hebreus, à busca de alimento sólido para melhor discernir não somente o bem também o mal; à busca de uma melhor compreensão dos princípios elementares dos oráculos de Deus, para entender este momento colidente, conflitante com o prescrito pelo Pai Eterno em Sua Palavra, aportei no espaço virtual do ilustre Ministro Sergio Aparecido Dias, um guerreiro amazonense, de fibra e valor – o blog Floresta Viva.

Ali encontro a postagem “AS GOTAS DO LAMAÇAL”, uma das muitas obras integrantes do invejável florilégio da poetisa Stela Câmara Dubois, mulher virtuosa achada pelo pastor, ainda neófito, Carlos Dubois, formado pelo Seminário Batista do Norte, posteriormente, mestre em Teologia e Filosofia.

A professora, musicista, poliglota, dramaturga e pesquisadora do folclore baiano, partiu da “Velha Mauricéia” (Recife) para o descanso eterno, na “Toca da Onça” (Jaguaquara-BA), em 1987.

A obra “AS GOTAS DO LAMAÇAL” faz parte de um profícuo trabalho que não foi ao túmulo. Sua produção literária foi bastante prolífica. Ela escreveu vários livros de cânticos religiosos, de poesia; novelas, romances; traduziu livros de autores norte-americanos e compôs muitas músicas sacras.
Ela é a autora, inclusive, do hino da cidade de Jaguaquara.

Em sua antologia, constam poesias como “Meu canto de Eternidade”, texto do livro “Ramalhete de Mirra” e livros como “Um vaso precioso nas mãos de Deus, de sua autoria.
A obra citada é tradução do livro “Burning Bush” (Sarça Ardente), obra-prima norte-americana.
Depois de ler e reler aquela magnífica obra, o Espírito Santo permitiu-me sua apropriação e, como a Bazaleel, filho de Uri, de Judá, deu-me sabedoria e entendimento, inspirando-me e fazendo com que eu a interpretasse e a adaptasse, para postá-la neste meu despretensioso blog.
Eis a adaptação

O JUSTO E A INIQUIDADE

À beira de um caminho está sentado um justo, cuja alma está agitada por ver as dificuldades que se lhe apresentam, obstando a realização de um sonho, de um anelo. Vê-se a angústia e o pranto a tirar-lhe a alegria de viver.

Ele não sabe, porém, que “Aquilo que teme o perverso, isso lhe sobrevém, mas o anelo dos Justos, Deus o cumpre (Pv 10:24):

Face às dificuldades, ele já está fazendo juízo da situação, ao considerar a indisponibilidade de recursos para encetar uma caminhada, rumo à realização do seu sonho. Falta-lhe a necessária fé.
Aquele justo desconhece que Jesus, para que se cumprisse o que foi dito por Isaias, disse que “não esmagaria a cana quebrada, nem apagaria a torcida que fumega, até que faça vencedor o seu juízo” (Mt 12:20).

Suas lutas e contendas, objetivando o seu alvo, o seu desejo, não o levariam a nada.
Disse o Senhor, ainda no Evangelho de Mateus que “não contenderia nem gritaria e nem alguém ouviria nas praças a sua voz” (Mt 12:19)

Uma possível purificação, pretendida por aquele justo para alcançar o seu sonho seria, conforme a Palavra, também, totalmente inútil, pois está escrito: “Quem pode dizer? Purifiquei o meu coração, limpo estou do meu pecado” (Pv 20:9).

Revolver-se, esforçar-se ao extremo, lançando-se ao trabalho para a consecução do seu objetivo, também não lhe seria proveitoso, pois Salomão, com toda a sua sabedoria, questionou: “Que proveito tem o homem de todo o seu trabalho, com que se afadiga debaixo do sol? (Ec 1:3)

Há, porém, uma chance única para que aquele justo atinja o seu objetivo: “É elevar os olhos para os montes (para os céus) de onde, certamente, virá o socorro” (Sl 121:1).
“O seu socorro só poderá vir do Senhor que fez o céu e a terra” (Sl 121:2)
 Ele precisa olhar permanentemente para os céus, para o Sol que é Jesus, entregando-se de corpo e alma ao Seu Evangelho. Então, o Senhor, placidamente, superará todos os obstáculos e removerá todos os impedimentos, pois está escrito que “O Senhor, Ele o guardará de todo o mal, guardará a sua alma” (Pv 121:7).

E ele deverá descansar e esperar no Senhor, deixando fluir em sua vida os desígnios de Deus, “Pois os que esperam no Senhor renovam as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam (Is 40:31).

O inverno, as dificuldades irão se dissipar, conforme no livro de Cânticos: “Porque eis que passou o inverno, cessou a chuva e se foi” (Ct 2:11).

Chegou, finalmente, a primavera. Aquele justo, por acreditar nas promessas de Deus de que as dificuldades seriam superadas e que suas necessidades e desejos seriam supridos pelo Senhor, desistiu de buscar solução própria para os seus anseios, “não mais se inquietando...” (Mt 6:31); buscando, em primeiro lugar, o reino de Deus e a Sua justiça, certo de que os desejos do seu coração vos seriam acrescentados” (Mt 6-33)

E disse o Senhor, na primavera, àquele justo:
“Saberão todas as árvores do campo que eu, o Senhor, abati a árvore alta, elevei a baixa, sequei a arvore verde e fiz reverdecer a seca; eu, o Senhor, o disse e o fiz (Ez 17:24); 
“aparecem as flores na terra, chegou o tempo de cantarem as aves, e a voz da rola ouve-se na terra (Ct 2:12);
“A figueira começou a dar seus figos e as vides em flor exalam o seu aroma...” (Ct 2:13)

Agora, dentro do coração daquele justo há louvores e sonhos elevados. E ele diz: “Ó Senhor, tu é o meu Deus; exaltarei a ti e louvarei o Teu nome, porque tens feito maravilhas e tens executado os teus conselhos antigos, fiéis e verdadeiros (Is 25:1)

Agora, em Sião, os seus nobres ideais soltam asas para suas realizações. Sua alegria então é incontida. O profeta Isaias, diz que a unção recebida do Senhor é, dentre outras coisas, para “por sobre os que, estão em Sião, de luto, uma coroa, em vez de cinzas; óleo de alegria, em vez de pranto; vestes de louvor, em vez de espírito angustiado; a fim de que se chamem carvalhos de justiça, plantados pelo Senhor, para a sua glória (Is 61:3)

A terra, “habitat” daquele justo, em regozijo, experimenta, também, um alegre despertar. Diz Isaias: “Desperta, desperta, reveste-te da tua fortaleza, ó Sião; veste-te das tuas roupagens formosas. Ó Jerusalém, cidade santa; porque não mais entrará em ti nem incircunciso nem imundo” (Is 52:1). O profeta quis dizer que a impiedade não terá mais lugar na cidade de Deus.
Esperando, assim, por um futuro melhor, o povo ora “para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra” (Fp 2:10)

Entrementes, enquanto os anelos dos corações crescem cada vez mais, muitas lágrimas, ainda, são derramadas em razão das investidas do já derrotado satanás. O que fazer neste momento? O salmista nos consola, dizendo que “O justo tem nas suas lágrimas o seu alimento dia e noite, enquanto lhe dizem continuamente: O teu Deus, onde está? (Salmo 42:3)

Em irrestrita obediência à Palavra, o justo mantém o seu olhar direcionado para Jesus, pois ele crê:

=>Que assim será salvo, ele e todos os que estão por todos os limites da terra, porque sabe que o Senhor é Deus, e não há outro (Is 45:22);

=>Que Deus “Do alto lhe estenderá a mão e o tomará; tirando-o das muitas águas” (2Sm 22:17);

=>Que “Os olhos do Senhor repousam sobre os justos, e os seus ouvidos estão abertos ao seu clamor” (Sl 34:15);

=>Que para Deus, não há impedimentos, o Evangelho de Lucas nos diz que “Para Deus não haverá impossíveis em todas as suas promessas” (Lc 1:37);

=>Que os seus olhos não devem se voltar para os homens, pelo que Paulo escreveu aos coríntios: “pois ninguém deve gloriar-se nos homens; porque tudo é vosso, diz o Senhor” (1Co 3:21)

Finalmente, sabemos que não é lutando e combatendo que vamos ser vitoriosos. Paulo assim se posiciona, “porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e, sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes” (Ef 6:12)
Vamos vencer sim, mas pela fé e oração, olhando para cima com toda a confiança e toda a submissão. Desta forma é que a vitória sorrirá para o nosso povo.

Para que nossos sonhos sejam realizados precisamos vencer as ciladas do diabo. Ao tomarmos a armadura de Deus, precisamos:

=>”Embraçar, sempre, o escudo da fé, com o qual poderemos apagar todos os dardos inflamados do Malígno (Ef 6:16)

=>”Tomar o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus (Ef 6:17);

=>Estar “com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e, para isto, vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos (Ef 6:18)

Ele permanecerá enquanto existir o Sol e enquanto durar a lua, através das gerações (Sl 72:5)

A vitória já é nossa, em Cristo Jesus


segunda-feira, 30 de agosto de 2010

VINDE APÓS MIM – JESUS não disse: IDE após seus líderes.

Por Alberto Couto Filho

Nasceu meu filho tão sonhado, querido e esperado – o mais novo rebento do meu espírito procriador. E que gestação prolongada! Da concepção ao nascimento...bota tempo nisso! Nove meses? Que nada! Nove anos - por ai assim.

Nasceu bonito (é a cara do pai), pesando 210 páginas e medindo 16 x 23 cm. O parto foi realizado pelo competentíssimo obstetra o Dr. Jesus, aqui no Rio, na maternidade, Editora Livre Expressão.

Ele é robusto, em seus nove capítulos. Suas páginas contêm um texto bem diagramado com mais de 300 passagens e cerca de 720 versículos da Bíblia Sagrada, respaldando todo o seu contexto.

Dediquei-o à Janete, minha esposa e ao meu filho Patrick, pelo muito que lhes roubei de amor e de carinho nas horas dedicadas à composição deste “menininho”.Dediquei-o, também, aos meus queridos pastores Paulo e Rosi, lá de Imbariê quando o levei, às pressas, à maternidade. Dediquei-o, ainda, aos pastores Norberto e Cássia, aqui do Rio, que acompanharam de perto toda a sua gestação.

Agradeci, em oração, ao Pai do Dr. Jesus e meu também, o médico dos médicos , por motivos óbvios:

>Por tudo o que me permite fazer. (Fp 4:13)

>Por ser co-herdeiro do Dr. Jesus - sofro com Ele, mas com Ele vou ser glorificado. (Rm 8:17)

>Pela boa dádiva que é a minha família. (Tg 1:16)

>Por ter me habilitado a fecundar a minha verve literária.(Ex 31:3)

O nome dele, desde o ventre materno já havia sido mencionado, conforme o profeta Isaias: “VINDE APÓS MIM – JESUS não disse: IDE após seus líderes”

Ele nasceu nesta última sexta-feira, conforme registros da maternidade:

""Informamos que já está on-line a página do livro “Vinde Após Mim” – Jesus não disse: IDE, após seus líderes.

segue o link da página de lançamentos: http://www.livreexpressao.com.br/lancamentos.html
e segue o link da página de apresentação de seu livro: http://www.livreexpressao.com.br/vinde_apos_mim_livro.html""

Quase não se nota que estou “pra lá” de feliz! Regozijo-me sempre e, em tudo, dou graças - eu sou assim.

Tem festa no "Solar dos Couto" e lá no Reino dos céus.
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Sobre a Obra:

Obviar o mal (a dispersão das ovelhas) causado por ações equivocadas, pela ineficiência no exercício da liderança – este é o tema abordado, o fulcro da obra. O “afastamento do crente” é obviado por toda a obra como ocorrência danosa para o Reino de Deus. O autor o considera, para a Igreja de Cristo, um pesado tributo que tem como fato gerador algo não condicionado a atributos individuais dos líderes – o não-desenvolvimento do “dom motivacional prático” da Liderança (governos – 1 Co 12:28), para lograr a eficácia.
O contexto da obra nega uma passiva conivência com a falibilidade, mas em nenhuma hipótese admite a afronta, o desrespeito à autoridade no ofício pastoral, pelo contrário alerta, previne, sugere e orienta à luz do Livro Santo, sem qualquer intenção de censurar. Não fosse assim, assevera o autor, ele mesmo estaria procedendo de forma atoleimada, pecaminosa e condenável perante o Senhor das nossas vidas, ao desairar um anjo da igreja. Entretanto, a ocorrência de atos falhos, oriundos da manipulação, de uma relação de dominação, de inadvertência ou de negligência, praticados por líderes ineficazes, que se dizem “ungidos” e que se imaginam defesos por generalizáveis e convenientes interpretações bíblicas (Sl 105:15), não irão evitar as sanções impostas pelo Senhor dos Exércitos, pela dispersão das Suas ovelhas.

O autor expressa seu sincero desalento, quando observa o fato daqueles líderes que, na Bíblia, são chamados de estúpidos (Jr 10:21), não se importarem com a dispersão das ovelhas do rebanho do Senhor. Eles recalcitram com veemência e atemorizam aqueles que os interpelam, citando que somente o Senhor irá cuidar de castigar a maldade das suas ações (Jr 23:2). Arredios e avessos a um “feedback” negativo expressam absurda e incompreensível preferência pela manutenção do seu estupor.

A eficácia em Liderança na igreja atual, diz o autor, como sempre foi na igreja primitiva, é uma das características indispensáveis de um ministério cuja proposta primacial (visão ministerial) é a transformação de vidas, através da renovação da mente (Rm 12:2).

A obra, vista pelo autor não como uma autoajuda, mas sim, como uma ajuda divina, é destinada a todos aqueles que, capacitados ou não, por Deus, queiram desenvolver o dom da liderança, através da transferência de habilidades (no hebraico: guia, orientação, direção) apontadas no livro, que irão realçar a importância dos corretos pensamentos e a experiência na tomada de decisões.

O autor propõe às igrejas a instituição de um sistema de desenvolvimento das lideranças ministeriais, que venha, efetivamente, a se constituir, num alvo educacional, numa estratégia e num processo, focado inteiramente na geração de motivação para um excelente desempenho na realização da obra de Deus.

Demonstrando inteira submissão ao Criador e, focado inteiramente na obtenção da unidade, via comunhão permanente dos servos de Deus, o autor pretende alcançar o objetivo proposto, mediante a utilização da experiência adquirida ao longo da sua existência. Para tanto, os recursos utilizados (bíblicos, teológicos, didáticos, técnicos) são competentes para facilitar a compreensão da eficácia da liderança do Senhor Jesus – Imitá-lo é o grande desafio proposto no livro.

A obra demonstra ser muito forte o testemunho do autor, não apenas pela submissão a Deus, mas muito mais, ainda, pela demonstração da consciência que tem dos deveres ministeriais dos líderes cristãos para com o povo de Deus, sob os seus cuidados. Orientada por pesquisa junto a cristãos dissidentes, ela está inteiramente respaldada em preceitos bíblicos (mais de 300 capítulos citados e cerca de 700 versículos) que não permitem conflitos com os pontos cardeais das Sagradas Escrituras. É um subsídio literário valioso para o desenvolvimento intelectual, social e espiritual (Lc 2:52) não apenas dos líderes “chamados” pelo Senhor da Seara, mas também, dos “impelidos”, que muitas das vezes, desguarnecidos e desacautelados estão, insensivelmente, oprimindo e, até, subjugando (domínio moral) ovelhas do rebanho do Senhor, sob sua liderança, dispersando-as.

A atenta leitura do livro irá mostrar que a peregrinação na fé é a resposta esperada na exortação contida na epístola aos Hebreus. Como um dever espiritual, seu signatário aponta para a necessária obediência aos que guiam o povo de Deus (pastores/líderes), como contrapartida de uma obrigatória prestação de contas, por velarem pelas almas, como um dever ministerial (Hb 13:17).

Pedro é citado na obra, observando uma relação de deveres ministeriais, destinada aos líderes (presbíteros, como ele) para que se tornem modelos dos rebanhos que pastoreiam, mediante a proteção e ao zelo vigilante pelas ovelhas sob seus cuidados e orientação (1Pe 5:2/3).

E o que, ainda, podem fazer, para que venha a receber do Supremo Pastor, a imarcescível (que não murcha) coroa da glória, aqueles que, abdicando da obrigatoriedade do vigilante zelo, não mais velam pelas almas das ovelhas? (1 Pe 5:4)

As respostas para estes guias/líderes e para todos aqueles que aspiram àquela excelente obra que é o episcopado estão, seguramente, contidas nesta obra, bem como tudo aquilo que os leitores gostariam de saber sobre a Liderança Situacional/Transformacional de Jesus, e não tiveram paciência (?) de lhes explicar.

O Autor

Sobre o Autor:

Alberto Couto Filho, carioca, palestrante e consultor em Liderança, é formado em Ciências Administrativas e em Ciências Contábeis pelas Faculdades Simonsen, e em Ciências Econômicas pela UNISUAM, ambas no Rio de Janeiro.

Integrou o quadro societário da Intercultural Educação e Pesquisa Ltda., empresa presidida pelo egrégio professor, psicólogo internacional, Dr. Peter Barth (1990/2002)

Foi dirigente do Banco Nacional SA, instituição incorporada pelo Unibanco SA. (Área Regional de Vendas e Mercado – 1985/1990)

Possui formação em Administração Financeira, Mudanças Organizacionais, Psicologia e Administração, Sinergia Organizacional e Relacionamentos Interpessoais (gestão de pessoas).

Está habilitado, profissionalmente, pelo CRA-RJ (01/10517-5), mediante o RCA (Registro de Comprovação de Aptidão) nº 10722/Certidão 2170, para desenvolver e conduzir programas de treinamento, cursos e seminários sobre os temas; Liderança, Qualidade e Desenvolvimento Pessoal.

Está habilitado, espiritualmente, pelo Criador do Universo, para levar eficácia às lideranças de Ministérios nas igrejas, através da aprendizagem, desenvolvimento e transferência de habilidades, na interpretação da cultura moderna com base, fundamento e sustentação na Palavra de Deus, e respaldo nas interações pessoais do Líder dos líderes – O Senhor Jesus. Por breve período foi professor e Superintendente de Escola Bíblica Dominical

Alberto vive no Rio de Janeiro, com sua esposa Janete e com seu filho Patrick.

Atualmente é membro da Comunidade Até Aqui Nos Ajudou O Senhor, sob a cobertura espiritual do pastor Paulo Roberto N. Gonçalves e da pastor Rosi Gonçalves, em Imbariê – Rio de Janeiro.

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