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sexta-feira, 1 de outubro de 2010

MACACO OLHA O TEU RABO!

Por Alberto Couto Filho

"NÃO ACREDITO MAIS NO SILAS E DIGO O PORQUÊ"

Pior do que o ímpio é um pastor mutante. Eu queria entender como uma pessoa que se diz cristã, membro da Assembleia de Deus afirma que sua vida mudou depois que conheceu os falaciosos profetas da prosperidade, Morris Cerullo e Mike Murdock, finórios “filhos do mundo”, criadores respectivamente, de uma bíblia herética e de um dissimulado “Clube de Investimentos”, artifícios ardilosos empregados para aumentar a arrecadação da igreja onde ocorreu a mutação daquele pastor.
Ele, também, não convocou plebiscito ou solicitou sugestão da membresia da igreja sobre o custo das bênçãos: Primeiro, R$ 900,00; depois R$ 610,00 pela bíblia, e R$ 1000,00 como depósito mínimo para a compra de "benações" para formar a carteira do Clube.
""benações"" = benção como ativo financeiro de renda variável, conforme a fé do incauto investidor.

Na bíblia do senhor Silas não deve constar que ele não deveria ser enfatuado e que teria de perder a mania por questões e contendas de palavras das quais nascem: inveja, provocação, difamações, suspeitas malignas” e altercações sem fim, por homens como o Cerullo e o Murdock, de mentes pervertidas que, mentirosos como são, valem-se da fé dos crédulos e ingênuos para obterem lucro. (1Tm 6:4,5).
O curioso é que há alguns anos atrás o pastor Silas, também, declarava peremptoriamente: “SOU CONTRA O AMOR PELO DINHEIRO!”
Ele pregava com a veemência que lhe é peculiar que o amor do dinheiro é raiz de todos os males; e alguns, por serem cobiçosos, se desviaram da fé e a si mesmos se atormentaram com muitas dores (1Tm 6:10). Àquela época nós o víamos, em fitas de vídeo, dando um “verdadeiro show” e respaldando, nas Sagradas Escrituras, todo o seu discurso sobre AS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DE UM VERDADEIRO PASTOR.
Esta fita de vídeo original, que o faz ficar nervoso e torna difícil a sua ideação, deveria ser exibida para todo o povo cristão, sempre que ele protagonizar, como agora, o papel de “santarrão”.
Nessa fita ele mostra a desgraça e algumas coisas que aborrecem a Deus, acerca dos ricos: Não praticar o bem; Não praticar boas obras; Não ser generosos em dar; Não dividir a riqueza; Não estar pronto a repartir, além de abominar a força dos poderosos contra os indefesos (1Tm 6:18).

A decisão da candidata Marina lembrou-me Jesus em (Mt 17:24).
Pedro foi questionado por dois coletores de impostos: “...Não paga o vosso mestre as duas dracmas? Os fiscais referiam-se ao imposto para o templo, prescrito em (Ex 30:13).
Jesus sabia que, como filho de Deus e descendente de Davi, Ele não tinha a obrigação de pagar o tributo – Ele, por não ser um “estrangeiro” estava liberado da obrigação. E o que fez o Mestre? Explicou a Pedro esta condição, mas fez com que ele pescasse uma tilápia tendo à boca uma moeda de um estáter, que correspondia a quatro dracmas – o valor a ser pago por ambos.
A Bíblia, em todas as suas versões, menos na herética “Batalha Espiritual e Vitória Financeira”, comentada pelo aleivoso Cerullo, diz que Jesus, além de dar o exemplo, buscou evitar ofensas e não escandalizar os que esperavam por uma decisão entre as duas alternativas que se lhe apresentavam; a primeira; pensavam os coletores: Se Ele não pagar o tributo estará desrespeitando a Cesar; a segunda; imaginavam eles: Se Ele pagar estará sendo subserviente a Cesar e não será visto como o Rei e Libertador.
Será que Jesus estaria, também, “jogando para a torcida”? Ele estaria em cima do muro, conforme o chulo linguajar daquele camaleônico pastor?

Paulo estava em cima do muro quando circuncidou Timóteo, filho de pai grego, por causa dos judeus? (At 16:3)
         
O apóstolo dos gentios, quando escreveu ao Romanos, em (Rm 14:13) - “Não nos julguemos mais uns aos outros; pelo contrário, tornai o propósito de não pordes tropeço ou escândalo ao vosso irmão”, estaria sobre o muro ou buscando aplausos da torcida?

O pastor mutante está interessado na “sua comida” que, decididamente, não é “o ser contrário ao aborto” e sim, a ameaça de ver seus planos frustrados quanto à sua presença na mídia televisiva. Neste caso, a sua melhor opção seria o Serra. Não venham me dizer que ele desconhece as intenções demoníacas do vice da Dilma – muito menos de satanás, o seu mentor.
Prossigamos, sempre embasados na Bíblia Sagrada:
Quando ele entristece não só a candidata Marina, mas ao povo de Deus, está demonstrando, para nós cristãos, não estar andando segundo o amor fraternal. Por causa da “sua comida” ele não deveria fazer perecer aquela a favor de quem Cristo morreu (Rm 14:15).

Professar a energumênica teologia da prosperidade fê-lo esquecer que o Reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo. Se ele não está servindo a Cristo deste modo, não está agradando a Deus e está sendo reprovado pelos homens (Rm 14:17,18).
Maldosamente, ele manifesta a sua intenção de destruir a obra de Deus por causa da comida, esquecendo, também, que todas as coisas, na verdade, são limpas, mas é mau para o homem o comer com escândalo (Rm 14:20).
É bom que ele não coma carne, nem beba vinho; nem faça qualquer outra coisa com que sua irmã venha a tropeçar ou se ofender ou se enfraquecer (Rm 14:21).
Esta fé que ele diz ter que a tenha para ele mesmo perante Deus.
O senhor Silas parece não saber mais que bem aventurado é aquele que não se condena naquilo que aprova e que aquele que tem dúvidas é condenado se comer, porque o que faz não provém de fé; e tudo o que não provém de fé é pecado (Rm 14:22,23).

Diz o senhor Silas, como pretenso “dono” da verdade, que o povo brasileiro não tem todas as informações necessárias para decidir esta questão de maneira isenta, referindo-se ao aborto.
Da mesma forma, pensamos nós, ferrenhos opositores à esfolação sofrida pelos incautos membros das igrejas que professam a nefasta teologia da prosperidade, vantajosa apenas para os seus líderes: O povo brasileiro não tem, também, todas as informações necessárias para opinar sobre esta “picaretagem”, este cancro que tem a seu favor a mídia televisiva dos mega-pastores que “jogam pesado” para influenciar seus prosélitos.

Cultivar uma vida cristã significa ser radical. Radical contra o pecado, contra esse sistema mundano dirigido pelo diabo, diz o camaleônico senhor Silas, trazendo-me à lembrança aquele provérbio português: “Macaco não enxerga o seu rabo, mas enxerga o da cutia” ou um bem conhecido do brasileiro: “Macaco olha o teu rabo!
Hipócrita! Tira primeiro a trave do teu olho e, então, verás claramente, para tirar o argueiro do olho da tua irmã” (Mt 7:5)
A palavra do pastor Silas, como cristão radical, teria de ser apenas isto: “SOU CONTRA O AMOR PELO DINHEIRO”.
Ele deve estar imaginando que sua resposta aos candidatos petistas, o seu manifesto e os outdoors que estão sendo espalhados pela cidade vão encobrir a “sua cara” de teólogo da prosperidade. Ele, para nos convencer terá de se posicionar, publicamente, contra seu credo atual, que é o dinheiro quando, publicamente, substituiu Deus por Mamon.

Muitas pessoas, sentindo o fedor de mais uma das suas peripécias, já estão indagando:
O que ele estará tramando? Qual a sua verdadeira intenção, às vésperas das eleições?

Ele perdeu o meu respeito e como, ao invés dele, tenho várias opções, fico com os pastores íntegros e fiéis, como ele diz: “os trouxas” que não falseiam ou deturpam a Palavra, com a finalidade de satisfazer as suas necessidades pessoais e digo, de forma categórica, que votarei em Marina.

Em tempo – Singularidades
A quem interessar possa
Nome Científico: Chamaeleo chamaeleon
Família: Chamaeleontidae
Subordem: Sauria
Ordem: Squamata
Classe: Reptília
Nome Popular: CAMALEÃO
O camaleão é um réptil conhecido por mudar a sua cor para se adaptar a um ambiente ou a uma situação. Esta estratégia o ajuda a se proteger de potenciais predadores e passar desapercebido por eles.
  1. Além desta característica, possui a capacidade de movimentar os dois olhos independentemente e também de enrolar a cauda para se agarrar.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

O BANCO RENFÃ E A CEGUEIRA ESPIRITUAL

“A MENTIRA QUE DESTROI”

Por ALBERTO COUTO FILHO

O Banco Renfã SA, empresa do grupo Mamon Enterprises Inc, reuniu no dia 4 deste mês, o CAO, “Conselho Administrativo de Oficiais” e decidiu instituir uma campanha de depósitos até o dia 30, envolvendo toda a sua clientela, espiritualmente cega. A campanha chama-se “A OFERTA QUE CONSTROI”

Aquela instituição, por não integrar, ainda, o Sistema Financeiro Nacional, não pode tomar recursos através de empréstimos de liquidez, mediante a emissão de CDIs e, como alternativa usa essas “estranhas” campanhas como instrumentos de captação de recursos.

O CAO, do Banco Renfã, em razão da obrigatoriedade de pagamentos inadiáveis de obrigações judiciais divulgadas amplamente pela imprensa, acusando a inadimplência daquela organização financeira (ex-organismo vivo), junto aos seus muitos credores decidiu, então, criar a inusitada campanha.

A campanha, além de rentabilizar o investimento da instituição estará otimizando, sem dúvidas, os ganhos pessoais dos principais dirigentes do Renfã SA, e irá distribuir prêmios, sob a forma de bênçãos, junto à clientela, à semelhança daqueles bônus negociados por outras instituições congêneres, em campanhas com motivação e necessidades similares.

A diretoria do Banco, no entanto, orienta a sua clientela de cegos espirituais que na premiação não estarão contidos: certificados de participação exclusiva, livros sobre chaves de sabedoria, rosas vermelhas, água ungida de Israel, anéis de poder e coisas típicas de campanhas semelhantes, distribuídas pela concorrência, neste novo e promissor “Segmento de Mercado” que é a Igreja.

Busque no site oficial do Banco Renfã SA o edital da campanha.

Lá estão relacionados os doze prêmios, chamados bênçãos, até o resultado das eleições.

Uma deturpada interpretação da Palavra de Deus, a partir da destruição de Judá, orientada por Atalia, foi usada para engodar os crédulos, ingênuos e preguiçosos que buscam ganhos fáceis e menores esforços para sobreviverem.

Eis o engodo:

‘‘O que Satanás havia retido, tinha caído por terra. E quando cai, vem o mover de Deus. Este mover faz com que o povo e os príncipes se alegrem. Aqueles que fizerem a obra vão prosperar. O rei Joás começou a reinar com 7 anos e morreu com 130 anos, ele reinou com uma grande prosperidade”

Complementando o engodo disse, cinicamente, o diretor executivo do Renfã, ex-detento no exterior, por transportar, ilicitamente, valores não permitidos por Lei:

Ele (quem?) se levantou para entregar a oferta que constrói. O Senhor vai inaugurar um tempo de Joás na sua vida!’’, disse o apóstolo.

Vejam a seguir as 12 bênçãos (prêmios) do mês de setembro, e uma análise econômico-bancária sobre seu significado e reais intenções dos dirigentes do Renfã SA:

1º) Deus vai trazer um novo nível de ganhos; teremos três vezes mais;

=>Mamon, o deus-presidente daquela instituição financeira, determinou a redução do depósito compulsório sobre a arrecadação das ofertas voluntárias, para que os diretores do Renfã SA reduzissem o “spread” sobre o custo da captação de bênçãos, na área de Vendas e Mercado, de todas as suas igrejas, digo agências. Pode-se observar nas afirmações daquela instituição financeira, que não só os seus clientes, crédulos cegos espirituais, mas, eles, também, irão superar os ganhos de agosto, na proporção de três vezes mais. Muito cegos serão atraídos para este investimento, desconhecendo (porque gostam) que ele é de altíssimo risco.

2º) Deus vai fazer com que quebremos todos os limites; setembro será um mês de recordes;

=>Os banqueiros do Renfã SA estabeleceram uma meta de aplicação dos recursos obtidos através da captação de ofertas voluntárias dos cegos espirituais, clientes do Banco. Eles, com as bençãos de Mamon esperam quebrar os seus recordes de aquisição de bens, ampliando sua fortuna pessoal, mansões (no Brasil e no exterior), aeronaves, eletro-eletrônicos, etc.¬

3º) Você terá vitórias contra o espírito de Atalia, tudo que foi roubado e arruinado, o Senhor vai reconstruir;

=>A diretoria do Banco Renfã está fazendo o marketing da recuperação das perdas dos seus clientes, referindo-se a Mamon, o seu deus, como o senhor da reconstrução. Não fosse assim, eles teriam de restituir o que receberam dos seus clientes, cegos espirituais, o que, certamente, jamais o fariam.

Eles fazem alusão à eficiência de um “Contencioso” na estrutura organizacional do Banco Renfã. Deve-se ressaltar que este Setor Jurídico não é o mesmo que os representam nas várias ações de peculato e locupletamento por desvio de finalidade e confusão patrimonial, movidas contra o Banco aqui no Brasil e ações de transporte ilícito de dinheiro (dólares) para os EEUU.

4º) Haverá um grande mover de premiações; consórcios, passagens e prêmios de valores nas empresas;

=>A Diretoria estipulará premiações (bônus), entre os cegos espirituais segmentados como Pessoa Física ou Pessoa Jurídica, em função do valor das suas ofertas voluntárias e da arrecadação da cobrança das tarifas cobradas pela organização. Evidentemente, tais prêmios, só serão distribuídos na hipótese de serem alcançadas as metas pessoais de acúmulo de riquezas materiais dos seus dirigentes, estabelecidas em reunião do Conselho de Administração do Banco Renfã.

5º) Processos e documentos, negócios retidos, até o dia 30 de setembro estão liberados;

=>O Banco Renfã, para efeito do alcance das metas pessoais dos seus principais dirigentes, está eliminando as exigências quanto à idoneidade dos seus clientes, pessoas físicas, cegos espirituais, tanto as cadastrais como as pertinentes à procedência do dinheiro. Serão aceitos, como ofertas voluntárias, os ganhos de apostas na Loto, Timemania, Mega-Sena, Jogo do bicho e outros. O cadastro será dispensável se o cliente cego estiver determinado a depositar. Chamamos a atenção para o fato do verbo estar sendo conjugado no tempo presente (estão), ou seja, os cegos espirituais já podem depositar os valores das ofertas voluntárias, a qualquer momento e, até publicá-las por gostarem de apregoá-las, segundo (Am 4:5), ocasião em que a diretoria do Renfã estará desprezando a ironia da passagem bíblica sobre a cegueira espiritual de Israel, escrita por Amós, um preguiçoso boieiro, um medíocre pastor, um pobre cultivador de sicômoros e um inexpressivo profeta, na concepção daquela instituição financeira.

6º) Levíticos 26 – vamos tirar o velho, porque o novo do Senhor está chegando;

=>Devido ao falseamento e deturpação da Palavra, em Levítico, livro do Pentateuco, há dúvidas quanto à expectativa do banco: “Tirar o velho” pode estar significando a insatisfação do Banco e o consequente afastamento dos pastores, “gerentes seniores” que já não atingem as metas estabelecidas pela diretoria, substituindo-os por pastores “gerentes trainees”, treinados no CADCOV da instituição ou poderia ser uma orientação à clientela mais antiga, de cegos, vítima do ludibrio, para que buscassem um outro Banco melhor, pois novos clientes, espiritualmente cegos, estariam por abrir suas contas naquela instituição financeira.

7º) Setembro vai ser um mês de justiça, tudo será restituído;

=>O Banco está se referindo à transferência para CL do que lhe é cobrado pelos que já não são cegos, mediante crédito na conta do cliente enganado. A dúvida é: como fazê-lo, se o Ministério da Fazenda não tem controle sobre a fictícia e enganosa restituição. O Banco Renfã não está ligado ao SNF e, desta forma, não atende ao disposto no COSIF – Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional. E se não houver a restituição das ofertas voluntárias acrescidas daquelas falaciosas bençãos? O que fará o cliente, se não pode cobrar na justiça? Nada! Depositou porque quis; não foi forçado para tal! Esta é a resposta final e definitiva, não só do Banco Renfã, mas também das instituições que operam no mercado de OVs, através das suas áreas de “Asset Management”.

8º) A benção da compra dos sonhos – você vai comprar o que sonhou, aquilo que não conseguimos ter até hoje;

=>O Banco parece ter disponibilizado uma linha de crédito definida e proporcional ao saldo médio da conta corrente do depositante das ofertas voluntárias, para que ele compre os seus sonhos. A utilização do crédito é diretamente proporcional à necessidade a ser satisfeita pelo cliente cego espiritual, e compatível com a sua reciprocidade (saldo médio das ofertas + outros relacionamentos). Observa-se que a liberação do crédito, o “não conseguir”, está no plural, significando que há um acordo bilateral entre o cliente cego e a diretoria do Banco. Diz o Banco: você vai comprar aquilo que sonhou adquirir, algo correspondente ao que o Banco não conseguiu até hoje, conforme o disposto sobre esta premiação. Graduados cientistas econômicos (Phd), com o necessário apoio de renomados físicos quânticos, não chegaram a um acordo em relação a este dado da Campanha. Se o Banco não tem, como disse, “até hoje” aquilo que o cego sonhou, como aquela instituição irá vender o que não tem? Os analistas estão debruçados sobre a hipótese de que este item da campanha venha a ser mais uma “propaganda enganosa”, fato gerador de um grande número de ações judiciais contra aquele “estranho” estabelecimento de crédito.

9º) Honra, distinção. O Senhor vai escancarar as portas com promoções e reconhecimento, com honra;

=>O Banco estará reconhecendo os méritos dos captadores de recursos, os seus gerentes pastores; os prepostos comissionados em empresas do grupo Mamon, que bateram os alvos propostos pela sua diretoria ou irá escancarar portas, mediante um processo seletivo da clientela, quando seriam contemplados os maiores depositantes de ofertas voluntárias? Aquela instituição estaria fazendo referência às duas pontas: o pastor e seus prepostos, com maior índice de produtividade na captação das ofertas voluntárias e aquele cego espiritual que foi “à pindaíba” quando incluiu, além das suas ofertas em dinheiro, bens imóveis, carros, eletro-eletrônicos e coisas e tais?

10º) Tesouros escondidos serão revelados e vão encher as mãos de muitos; há coisas que o ímpio não pode fazer e você fará;

=>O Banco está aludindo a novos “fundings” de recursos, para abrir novas linhas de crédito com taxas reduzidas, abaixo das taxas praticadas pela concorrência: banco IURD, banco MPD, banco MIRG12-TN, banco VC e outros.

Clientes desses bancos concorrentes ou correntistas que ainda não tenham sido vitimados pela cegueira espiritual, evidentemente, não serão beneficiados com aquelas linhas.

As “igrejas de verdade” que não negociam bênçãos com os seus membros, chamados “ímpios” pelo Banco Renfã, como diz a instituição, não poderão juntar reservas para fazer o que ele diz que, só os seus depositantes farão.

Essas igrejas que, com temor e tremor realizam a obra do Senhor, de Quem dependem, exclusivamente, por terem um alto custo em Missões e Evangelização e por não solicitarem ofertas voluntárias à sua membresia, não poderão juntar os “tesouros sob suspeição”, conhecidos do público e dos credores, que o Renfã somou ao longo da sua escandalosa existência.

11º) Viagens internacionais estão liberadas; pacotes de benefícios serão liberados, teremos grande abundância.

=>O Banco estará disponibilizando crédito para operações na Carteira de Câmbio: Adiantamentos de Contratos; Remessas ao exterior “within or between the pages of the Bible”; Recebimento de ofertas voluntárias parceladas pelo Cartão Visa Internacional. Serão liberadas negociações com a área de “Corporate Finance” do Banco, beneficiando unicamente novos clientes cegos espirituais, que ficarão à espera das bênçãos que serão negociadas mediante a “Resolução 2Cr.24:1-16/2010”, criada na reunião do CAO, interpretada, enganosa e falaciosamente pelos bem remunerados “profissionais” da área econômica daquele estabelecimento de crédito.

12º) O Senhor vai fazer com que contas sejam apagadas, desapareçam. O ímpio não terá coragem de nos cobrar. Deus vai nos reconciliar com a prosperidade.

=>Esta última benção, soa como uma ameaça e, aparenta estar condicionada ao resultado das próximas eleições. Ela será a premiação maior da Campanha e tem a ver, exclusivamente, com os diretores, acionistas do próprio Banco Renfã e não com os seus clientes cegos espirituais. Mamon, segundo sua diretoria, vai retirar da justiça todas as ações contra aquela ex-igreja, hoje instituição financeira. Os documentos representativos da dívida com a Justiça serão incinerados no fogo do inferno, não permitindo a seus credores, clientes lesados, Municípios, Estado e União, a cobrança dos débitos existentes. Dificilmente alguém cobraria alguém, sem ter documentos que comprovem a existência da dívida. Realmente, neste caso, os oficiais de justiça, aqui chamados “ímpios” precisariam ter coragem para efetuar tais cobranças. Mamon, o deus daquele Banco, promete reconciliar seus diretores com a prosperidade, captando, com esta campanha, um número expressivo de depositantes cegos espirituais neste mês de setembro, face à candidatura de alguns dos seus sócios-políticos nessas próximas eleições.

Glossário:

CAO – Conselho Administrativo de Oficiais

CDI – Certificado de Depósito Interbancário

CADCOV – Centro de Aperfeiçoamento e Desenvolvimento de Captação de Ofertas Voluntárias.

CL – Crédito em Liquidação

OVs – Ofertas Voluntárias

ASSET MANAGEMENT – GERENCIAMENTO DOS ATIVOS – Ofertas voluntárias captadas

IURD – Igreja Universal do Reino de Deus

MPD – Mundial do Poder de Deus

MIRG12– TN - Ministério Internacional da Restauração - Terra Nova

VC – Vitória em Cristo

A Verdade Absoluta – A Palavra de Deus

Renfã: o deus-estrela citado por Amós em 5:26 e por ***Estevão***, em sua defesa junto ao Sinédrio em (At 7:43), referindo-se à CEGUEIRA ESPIRITUAL DE ISRAEL (Am 4:4-13).

Renfã é comparado na Palavra de Deus, à Absinto, a grande estrela que caiu do céu, sobre a terça parte dos rios, e sobre as fontes das águas, ao soar da 3ª trombeta - uma grande estela ardendo como tocha. Diz a Bíblia que muitos homens morreram (causa-mortis: cegueira espiritual) por causa dessas águas porque se tornaram amargosas (Ap 8:10,11).

O profeta Ezequiel menciona Renfã um anjo caído do trono de Satanás, que tem a forma de uma estrela de nove pontas como Etbaal, rei de Tiro (Ez 28:13-19).

***Estevão*** - Não confundir com Estebam ou Estevam

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Chove na França; chove no Brasil, em currais eleitorais...enquanto isso...pobre Amazônia

Por Alberto Couto Filho

Uma misteriosa "chuva" de excrementos intriga os habitantes do vilarejo de Saint-Pandelon, no sudoeste da França. Desde meados de maio, eles se queixam de "gotas" marrons que caem do céu, com cheiro e textura de matéria fecal.

O prefeito do vilarejo, Jean-Pierre Boiselle, afirmou que uma "chuva de fezes" passou a cair durante o dia e também à noite no município.

A primeira hipótese levantada pelos moradores para explicar o fenômeno foi a de que aviões estariam despejando o conteúdo de seus banheiros sobre a região.

Mas isso seria impossível, afirmou a Direção Geral da Aviação Civil da França, acrescentando que "os aviões de linha são pressurizados e não é possível despejar o conteúdo de banheiros ou de nenhuma outra coisa".

Após investigações, a polícia militar francesa declarou que a "chuva" de fezes poderia ser causada por aves migratórias, da espécie conhecida como andorinhões, que se instalaram na região nesta estação.

Esta notícia foi, por esses dias, amplamente divulgada pela imprensa internacional. Ela deixou espantada uma grande parte da população brasileira, como se estivesse antevendo a ocorrência deste fato em nosso país.

Não vejo o porquê de tanto espanto pela chuva de fezes em Saint-Pandelon, interior da França.

Não há nada de estranho ou inusitado para nós, brasileiros, afeitos ao regurgitar e às defecações da politicagem brasileira.

Leiam, em seguida, um pouco mais do que ocorre na Região Amazônica, pelo descaso do nosso governo, narrado pelo abençoado e indômito pastor Sérgio Aparecido Dias, em comentário à nossa postagem anterior e, perdoem-me pela forma sarcástica com que me expresso para repudiar o pouco-caso, o desprezo pelas coisas da nossa Pátria Amada. Rogo, todavia, aos meus leitores, que vejam neste sarcasmo um demonstrativo cabal da minha indignação.


Pois é, amados irmãos...é mesmo uma grande tristeza. O caso é o seguinte: ou os seres humanos se comportam como humanos, ou então embruteçam logo de uma vez e destruam completamente o meio ambiente. Como exemplo da enorme mudança alertada no presente artigo, e corroborando o que disse a Rô, a minha nora foi visitar a sua mãe em Tonantins, uma cidade do alto Solimões, cerca de 8 dias de viagem, partindo de Manaus. Em pouco mais de 1 mês de estiagem, os barcos não podem mais ancorar na frente da cidade. A população é obrigada a se deslocar vários quilômetros pela enorme praia que se formou, viajar de canoa pelo igarapé formado pelo que restou do antigo lago de acesso à cidade, para poder embarcar nos navios e barcos que se deslocam até Manaus. Sabemos que as cheias trarão de volta a água que se foi, mas, certamente, a paisagem e o traçado geográfico já não serão os mesmos. Também os peixes que morreram farão uma grande falta nas mesas dos ribeirinhos. Viajaremos para o médio Solimões e ao rio Japurá no dia 7 de Outubro, logo após as eleições. Já fui informado que deverei permanecer na cidade de Tefé até o início das chuvas, pois as comunidades indígenas onde vamos estão sem acesso pelo rio Japurá, pois são acessadas pelos chamados "paranás" e "furos", através de lagos. Assim que retornarmos, por volta do dia 20 de Novembro, informarei aos amados acerca da situação, ok? Peço as orações de todos em nosso favor, pois viajar nessas condições é muito perigoso. Até a volta, querido Alberto, a paz do Senhor amados irmãos.

Quer mais chuva de fezes do que aquela que está caindo todos os dias no transcorrer do maçante horário eleitoral? Parece que certos candidatos, antes de aparecer na TV ingerem laxantes, purgativos leves e ai, assemelham-se àquelas aves migratórias, os andorinhões que, tal e qual na França, se instalam em nosso país em época de eleições.

É muita parvoíce; é muita “titica”, repito: “titica”, sem qualquer alusão desrespeitosa a nenhum candidato, regurgitada até mesmo por políticos da bancada evangélica, ligando abominavelmente, o Criador às suas promessas mendazes e demagógicas, quando alegam estar buscando votos pela direção que Deus lhes deu. Refiro-me àqueles que, sem qualquer temor, despudoradamente, oram ao Eterno pela propina recebida e as guardam em suas meias; conduzem-na em cuecas e etc.

Os franceses, pelo que dizem, lá pelo interior daquele país, nos superam em razão do tempo em que as fezes levam se precipitando. Dizem eles que é diuturnamente. Aqui, nas vivendas de Alice; no “país das maravilhas”, nós dizemos: a qualquer momento, em qualquer lugar. É o que acontece, por exemplo, quando o MST entra em ação, invadindo propriedades urbanas e terras produtivas; é o que está acontecendo, desgraçadamente, na nossa floresta amazônica, em razão da derribada criminosa das “outrora nossas” árvores.

Outra diferença fundamental é que as autoridades francesas detectam (sabem) quando os excrementos estão caindo sobre o país. Aqui, neste solo varonil, eles podem cair à vontade sem que as autoridades governamentais venham saber. Pior é que elas não sabem que “não sabem” e deixam profusamente claro para o povo que, absolutamente, “não sabem”.

Quanto à pesquisa e suspeições penso que, se o Prefeito Jean-Pierre Boiselle estiver construindo algo parecido ou semelhante a um palácio para a Música, as autoridades devem investigar, com rigor, os processos de licitação e seus contratos administrativos. Neste caso, como ocorrido por aqui, ele poderá estar na relação dos principais suspeitos pelas fezes que estão caindo.

Outra hipótese viável a ser aventada é a possibilidade de a chuva fedorenta ser ocasionada pela ação de mulheres que querem fazer reeditar o tempo da Resistência Francesa, em que eram chamadas de guerrilheiras e terroristas. Essas tais afirmam, publicamente, que seriam vitoriosas em suas pretensões eleitoreiras, mesmo que Cristo não quisesse. O que é isso Meu Deus?!?!

Quanto a suspeita de que os excrementos despejados estivessem caindo de aviões, é preciso checar se alguns dos aviões particulares de mega-evangelistas brasileiros, alheios aos problemas pátrios, estariam sobrevoando aquela região da França. Se as fezes estivessem caindo nos EEUU ficaria mais fácil identificar o autor da defecação.

Se forem eleitos candidatos (as) conhecidos pela sujeira de suas fichas (alguns evangélicos), para legislarem na Câmara e no Senado veremos, a partir de 2011, a maior chuva de fezes já ocorrida no mundo, quando estaríamos correndo um risco de sucumbir em meio a um dilúvio fecal.

Alerto àqueles que virão, de certo, criticar-me que, de imediato, não demonstrem sua ignorância escriturística. Antes de fazê-lo, leiam o Livro de Juízes. Não estou misturando a política com a igreja de Cristo - não estou mesmo. Contudo, “ajudem-se” e apreendam de Juízes, para saberem que este Livro foi escrito num sério momento político. Havia uma grande controvérsia sobre quem iria reinar – o rei seria da casa de Davi e da tribo de Judá ou da casa de Saul, da tribo de Benjamim? Isbosete, filho de Saul, reinou no Norte, enquanto Davi reinou em Hebrom, por implicações políticas.

Ainda em Juízes, peço a esses meus desavisados apodacríticos que leiam o apólogo de Jotão (Jz 9:7-21); Que estabeleçam comparações com a crise hodierna e a relacionem com as árvores que queriam ungir (eleger) um rei; Identifiquem o espinheiro e vejam, mais adiante, o que aconteceu com Abimeleque, O ASSASSINO DOS SEUS PRÓPRIOS IRMÃOS QUE SE DECLAROU REI.

Quanto ao sarcasmo, rogo que leiam o livro daquele boieiro, pastor e simples colhedor de sicômoros. Vejam do sarcasmo de Amós sobre a cegueira espiritual de Israel e “vejam-se” nesta nossa moderna Betel ou nesta nossa Gilgal que se satisfazem, transgredindo os preceitos de Deus. Observem a exortação do profeta para que os israelitas continuassem em sua desobediência. (Am 4: 4-13)

O que fazer? Não posso me abster do fato de que tenho o dever cívico de votar; Nem, tampouco, posso abdicar do meu dever espiritual de combater o profano, buscando preservar, “com unhas e dentes” o sagrado.

Vamos orar para que os eleitores cristãos desta nação tão sofrida, vitimada ainda há pouco, por mensalões, máfia das ambulâncias, dos bingos, sanguessugas, atos secretos do Senado e outras mazelas e, agora, pelo apoio à união de pessoas do mesmo sexo e ao aborto, votem conscientemente, na expectativa da manutenção do penhor da igualdade que conseguiu conquistar com o braço forte – o braço forte de Deus.

E quem intentará contra o braço forte do Senhor?

Que o eleitor brasileiro segure na mão de Deus e, às urnas, com fé e consciência, VÁ!



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