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domingo, 5 de outubro de 2014

ALIMENTO DE CAMPEÃO

BOLO LIDERANÇA
Com Sinergia Servidora Cristocêntrica
Por Alberto Couto Filho


Olá amigos,
Passei doze anos da minha vida falando sobre Liderança, quando ombreei e, como sócio, me alimentei com o meu amigo Peter Barth (Master of Science in Management (vide resumo de currículo) presidente da Intercultural.
A Liderança Situacional era o nosso prato favorito, servida pelo Dr. Ken Blanchard presidente espiritual da Blanchard Companies Inc. de San Diego, na California; autor do best-seller "O GERENTE MINUTO e de  inúmeros livros sobre a Liderança, alguns em co-autoria com Bill Hybels (Pastor senior da Willow Crek Community Church e Phil Hodges Ele é considerado, juntamente com Paul Hersey, o Pai da LS. Ele é o co-fundador do Center for FaithWalk Leadership (Centro de Liderança Jornada da Fé).
Bem, eu sou o Alberto que antes de me tornar escritor e cantor evangélico, servi boas sobremesas após seminários e cursos de treinamento sobre a Liderança Servidora de Jesus. O texto a seguir, uma delas, "O BOLO LIDERANÇA", está acompanhado da receita - conheçam-no; façam-no.

No preparo do Bolo Liderança você tem uma excelente oportunidade de empregar o seu talento criativo e de receber os mais sinceros elogios pelo muito de saboroso, salutar e fortificante que a sua ingestão educacional oferece.
O Bolo Liderança será servido não apenas em reuniões do tipo “café da manhã”, ou como quiserem seus apreciadores, “at break-fast”, mas também a qualquer instante como sobremesa indutiva de grande efeito espiritual/profissional, para influenciar agradavelmente tanto a neófitos empolgados, (recém-convertidos ou consagrados e recém-contratados ou promovidos) e a pessoas frustradas (discípulos desanimados e aprendizes decepcionados), quanto às pessoas indecisas (cristãos relutantes e profissionais inseguros) ou mesmo a pessoas de desempenho superior (cristãos vitoriosos e profissionais autoconfiantes), durante refeições comemorativas do sucesso obtido, mediante relacionamento eficaz entre líderes e liderados.
O Bolo Liderança, a bem da verdade, estará sempre sendo servido por todo o tempo em que ocorrerem interações entre as pessoas, num clima de cordialidade, respeito e amor, onde estará prevalecendo a autoridade legítima, nas relações de interdependência (distribuição equilibrada de poder e influência – relações de igualdade – equipes sinérgicas - o empoderamento).
O Bolo Liderança difere do Bolo Gerência quanto aos resultados obtidos pela sua aceitação. O que ocasiona tal diferença são os ingredientes principais usados em seu preparo. Enquanto o Bolo Gerência tem como principal ingrediente o Poder, gerador de irrestrita OBEDIENCIA, o Bolo
Liderança, cujo ingrediente principal é o AMOR, acrescenta à OBEDIÊNCIA uma grande dose de MOTIVAÇÃO. Enquanto aquele consegue que as pessoas façam, este consegue que as pessoas desejem fazer.

Ingredientes:
Conhecimentos técnicos
QI
Inteligência Emocional
Prática de Delegação
Flexibilidade
Amor com motivação
Sinergia servidora em suas quatro fases:
1 – Interação
2 – Entendimento Apreciativo
3 – Integração
4 – Implantação

Como preparar:
Pré-aqueça o forno da humildade a uma temperatura aceitável e unte uma fôrma (de conformidade com os objetivos traçados) de bolo com o QI, que envolva não só a capacidade intelectual, mas também os aspectos cognitivos, como: compreensão do todo, visão de longo prazo e bastante de domínio do contexto do segmento em que você atua;
O mesmo QI será batido com a Inteligência Emocional, ingrediente visto como a necessária capacidade de ombrear (trabalhar/comungar) com outras pessoas e conduzir quaisquer processos de mudança ou de transformação de vidas. É o momento de adicionar pitadas da prática de delegação;
Coloque agora o Conhecimento Técnico sobre a tarefa, misturado à Flexibilidade na escolha do estilo adequado ao nível de desenvolvimento (maturidade) das pessoas apreciadoras do Bolo Liderança e peneire sobre a mistura anterior. Adicione agora uma dose generosa de Motivação com muito Amor e misture tudo de forma tolerante, generosa e paciente;
Adicione o que resta do Conhecimento Técnico sobre relacionamentos a um pouco mais de Motivação (Não esqueça do Amor). Sacuda a organização, busque o comprometimento, fazendo com que todos admitam que a mistura produzida é o prenúncio de algo palatável, rumo à consecução dos objetivos; à Visão de Deus; rumo a eficácia e ao sucesso.
Transfira a mistura para a fôrma (Conformidade com as Metas) e leve ao forno da humildade. Em pouco tempo, a coesão e a unidade já poderão ser observadas;
Espalhe agora, sobre o Bolo, a Sinergia Servidora de Cristo.
Primeiro a Interação – Defina com clareza as metas e assuma interdependência em relação ao sucesso; Comunique efetivamente entre si, com baixa distorção; Ouça ativamente (para compreender e não para avaliar) não só os fatos, mas também as percepções expressas na comunicação; Comunique de forma a gerar confiança e credibilidade recíprocas.
Agora o Entendimento Apreciativo– Crie um clima aberto, onde as diferenças possam emergir apropriadamente; Não precipite quaisquer pré-julgamentos negativos acerca de ideias, crenças, percepções, atitudes ou preocupações de outros; Crie ambiente de empatia mútua; Valorize a diversidade e saiba identificar características positivas nos pontos de vista de cada um;
É hora e vez da Integração – Saiba tolerar ambigüidades; para apoiar o seu grupo, modifique seus próprios pontos de vista, comportamentos, etc; Procure gerar meios criativos de fundir diversas perspectivas em uma alternativa nova e mutuamente apoiada; Identifique mensagens e conceitos que não devem ser integrados.

E finalmente a Implantação, (o “IDE”) pois a receita do nosso bolo atende à principal missão da Liderança: Agenciar Mudanças; Transformar Vidas – Estabeleça planos específicos e mensuráveis de metas, objetivos e ações; Monitore o progresso da implantação e supra o necessário reforço para assegurar seu êxito; Implante a mudança a uma velocidade que satisfaça as necessidades legítimas de todas as partes envolvidas; Modifique se necessário o plano de implantação para assegurar sua relevância para as realidades correntes.
O Bolo Liderança está pronto; Estamos em festa; Comemoremos; Deleitem-se; Sirvamo-lo.

Alberto Couto Filho

domingo, 3 de agosto de 2014

Interações, Diálogos, Política e Consciência



INTERAÇÕES =>DIÁLOGOS=>POLÍTICA=> CONSCIÊNCIA
"VOTO DE CAJADO" - Crime contra a Democracia
É POSSÍVEL EVITÁ-LO?
Por Alberto Couto Filho

http://4.bp.blogspot.com/-FEzyJ-gRD54/UDmSyc-1e4I/AAAAAAAACJo/L3NU5xyILCM/s1600/418958_438569649514677_1478966352_n.jpg                           http://3.bp.blogspot.com/-VWny4nKZ7n0/UFZypqfd2gI/AAAAAAAAip4/F48YTPtgG_0/s1600/voto-cajado.jpg                                                   
                                         
PROLEGÔMENOS – (I/II)

O diálogo abaixo, transcrito deste blog, ocorreu quando da interação entre este editor e alguém que, conscientemente, comentou sobre o texto que eu publiquei, em 10 de abril de 2013, sob o título “O CULTO À PERSONALIDADE E O PARTIDARISMO”. Ele registra a aversão do crente à introdução (intromissão, para os avessos) da política nas igrejas, fato comumente observado em época de eleições.
Ao publicá-lo, tinha como motivação única o combate a esta cabulosa ocorrência no interior (nos púlpitos) das nossas igrejas, algo que, por ter a capacidade de introduzir facções, notadamente em pequenas congregações, se constitui em ano de eleições num inimigo mortal da Unidade na IGREJA DE CRISTO.
Nesta época, passa despercebida de muitas lideranças evangélicas (apóstolos, bispos, pastores, etc) a flagrante tenuidade entre honrar e idolatrar um homem de Deus e, por esta razão, o obrigatório e necessário culto ao nosso Deus Único, Vivo e Todo-Poderoso vem sendo praticamente substituído em muitas das nossas igrejas.  
Certos líderes pastorais têm agido de modo questionável quando convidam candidatos da sua preferência às suas igrejas, dando-lhes assento e oportunidades nos púlpitos ou quando, sutil e argutamente, como se fossem cabos eleitorais, inculcam seus nomes como melhores opções para o crente que, até então, não tinha decidido sobre o seu voto, criando imperceptivelmente “CULTOS ÀS PERSONALIDADES” e gerando o controverso “VOTO DE CAJADO”.

Louvei recentemente em uma igreja conduzida por um pastor, jurista militante, consultor, jurisconsulto que, quando indagado sobre o assunto trouxe à baila, de modo jocoso, o Art. 22 do Código Penal (coação irresistível e obediência hierárquica) disse-me, ironizando a conduta do líder que age como um embuçado cabo eleitoral:
Segundo George Orwell, severo opositor do autoritarismo, “A liberdade de pensamento termina ali onde começa o dogma”; segundo as Escrituras, em (Hb 13:17 ) , a ovelha obriga-se a obedecer seu  pastor por ele ser seu guia, seu mestre. Então, ela é “coagida espiritualmente” a seguir a pressuposta obediência hierárquica contida naquela narrativa bíblica.  Destarte, o texto bíblico (o dogma) sugere a obediência irrestrita da ovelha (coato) à orientação pastoral (do coator) o que irá colimar com o término da liberdade de pensamento quanto à escolha do candidato.

Alguns pastores/bispos, visando seus próprios interesses, não dão ouvidos às implicações e malefícios desse tipo de votação, no contexto das eleições gerais, a partir da fé do povo cristão. Acessem os endereços abaixo e saibam mais sobre o indesejável VOTO DE CAJADO:
=>https://www.youtube.com/watch?v=gufYl_kv5E8, 
=>http://www.midiagospel.com.br/religiao/missionario-voto-do-cajado-barganha-politica-lideres-evangelicos-fe-sagrada
Há casos em que alguns bispos agem claramente como aferrados militantes políticos em prol da campanha daqueles seus candidatos evangélicos ao Legislativo (deputados), ao Senado ou aos Governos. Alguns desses, até bem intencionados, não percebem e outros, aliançados (conchavos), com esses políticos não querem perceber que, em consequência, os púlpitos (santo lugar) das suas igrejas estão sendo transformados em típicos “currais eleitorais”.
A reação daquela minha seguidora é uma das consequências danosas do mal decorrente da propaganda política nos púlpitos das igrejas, notadamente em dias de culto de adoração e louvor.

I - O DIÁLOGO:

Bom Dia Pastor Alberto
Li com muito carinho a sua postagem que falou muito ao meu coração. As suas palavras foram sábias, de fácil entendimento. Como conheço o Snr. a longo tempo, sinto-me à vontade para falar neste momento.
A algum tempo, às voltas com sérios problemas de saúde, senti-me constrangida  na igreja onde eu congregava.
No meu entender, qualquer pastor que venha a misturar política e religião, perdeu-se nos caminhos do Senhor. Sua postagem deu asas à minha imaginação e ao jeito de ver a igreja do Senhor Jesus.
Amado, a tristeza foi invadindo meu coração quando percebia que não mais retornava da igreja cheia do Espírito Santo de Deus.
Isso estava acontecendo, pois a politicagem campeava no púlpito da minha igreja, de onde provinham até “santinhos” para distribuir. Cheguei a ouvir do meu pastor que o cristianismo e a política precisavam se misturar. Evidentemente, não aceitei aquilo que me pareceu ser uma imposição.  
Amado e muito querido Pastor Alberto..
Estou passando por uma fase muito difícil em minha vida. Estou muito entristecida, pois há cinco meses deixei de frequentar a minha igreja, cuja liderança só falava em política e em seu candidato para um cargo eletivo.  Não quero dizer, com isso, que me afastei de Deus, pois Sua presença  em minha vida  tem sido marcante. Peço ao Pai, em minhas orações que me mostre o caminho a seguir. Quanto mais precisava dos aconselhamentos do meu pastor ele se distanciava, cuidando do seu envolvimento com o processo político e já não mais cuidava das ovelhas doentes.
Pastor Alberto - preciso muito de uma resposta do senhor. Admiro a sua postura e dedicação fato observado em seus escritos.
Li seu livro. Hoje ele se encontra com minha irmã que o leu atentamente e o emprestou para o pastor da sua congregação que, por sua vez, o emprestou a um outro pastor de Curitiba/PR. Sei que um livro como o seu não foi escrito para ficar guardado em uma estante de biblioteca e, por isso vou emprestá-lo àqueles que precisam da sua leitura – sei que sempre o terei de volta.

Minha amiga,
Não corra o risco de perder a sua Salvação. Volte ao rebanho, ovelha querida. No mundo, no mar da vida, quando o homem é apanhado por uma rede ele acaba morrendo, mas na rede de Deus o homem apanhado começa a viver.
Quanto ao seu livro, digo que ele é um exemplo de força de vontade, sacrifício e amor. Parabéns, mais uma vez!
A gente se vê na Bienal.
Em Cristo
Alberto

Amigo pastor Alberto
Querido amigo - levei todo o seu comentário para a minha pagina no blog.
Deus o abençoe pelo aconselhamento. Muitas vezes a verdade dói. Em razão do ocorrido em minha vida e depois de ler suas sábias palavras, estarei rumando para uma nova congregação, onde já tenho vários irmãos e irmãs.
Que a paz de Deus esteja conosco. Vou, ainda hoje, enviar um e-mail para o Snr., pois preciso de respostas para esse problema que está desnorteando a minha vida, deixando-me sem saber o caminho a seguir.
Abençoamada
Paz
Traga-me suas dúvidas e eu tentarei dissipá-las.
Quanto ao caminho a ser seguido, só conheço um:
JESUS CRISTO – Ele, além do caminho a ser seguido, é a verdade e a vida.
Se você quiser posso reproduzir o meu comentário que é a cópia fiel do e-mail que lhe enviei.
Se necessário, chore! Jesus estará recolhendo suas lágrimas. Saiba que ELE jamais te provará além das forças e nunca esquecerá um filho Seu.
Que Deus continue te abençoando.
Buscar um novo líder é o melhor que estás fazendo, enquanto oras pelos seus líderes atuais.
Alberto

II – POLÍTICA & RELIGIÃO – A MISTURA

Estão vindo ai as eleições 2014 e com elas a mobilização dos partidos políticos no sentido de reavivar a vontade popular para que a Soberania do povo seja manifestada através da sua maior expressão neste politicamente acidentado solo brasileiro: o voto do cidadão - ele irá, mediante escrutínio, indicar quem irá participar do poder como homem público-político (quando eleito) ou como tal permanecerá nele (se reeleito).
A classe política ciente de que as comunidades evangélicas, de há muito, representam um significativo nicho eleitoral e de que muitas lideranças evangélicas ambiciosas já não recalcitram em relação à participação da política na religião, em busca do crescimento quantitativo de membros, iniciou o assédio oportunista/natural aos crentes mais respeitados (mesmo impopulares) em suas comunidades, patrocinando eventos públicos (comícios, reuniões, caravanas, etc), com a participação dos crentes e com vistas à composição das suas chapas para concorrer às eleições.
A consequência natural é a inclusão, nessas chapas, do nome de conhecidos pastores e evangelistas pela aceitação de convites impregnados de panegíricos laudatórios que, juntamente com a promessa de vantagens, benefícios e compensações, exercem forte influência na decisão daqueles líderes mais cobiçosos.
Sucede que aos encômios constantes desses convites alia-se a convicção da parte do líder convidado de que Deus o está chamando para singrar os “mares” revoltos da política. Então alguns desses líderes, bondosos, porém desacautelados e não precavidos como Ulisses, ao final da Odisseia de Homero, aceitam o convite levados pelos ditos elogiosos e maviosos de um partido político (O CANTO DA SEREIA).
Há, também, em sua grande maioria, aqueles líderes gananciosos que, acreditando ter sido finalmente reconhecido por Deus e que, por isso, têm agora a chance de melhorar o seu padrão financeiro e social, aceitam o convite sem relutar e sequer se importar com o fato de que estão sendo usados por políticos oportunistas.
O que deve nos preocupar é que esses, cedo ou tarde, irão amar o dinheiro e, dele, jamais irão se fartar e, ainda, se tornarão amantes da abundância da renda, sem dela, também, se fartarem. Salomão fala sobre isto; sobre a vaidade da riqueza em (Ec 5:10). Pelos males decorrentes desta postura, Deus reagirá com rigor, conforme a narrativa bíblica em (Ez 34:8-10).

Marcelo Semer, juiz e escritor, de uma feita, disse em seu blog que a religião na Política fere o Estado laico e não tem representatividade sobre o mesmo. A época, eu concordava plenamente, pois o Estado era/é completamente neutro em matéria de religião e as igrejas não detinham qualquer poder político.
Hoje, no entanto, é sensível que os dogmas religiosos sobre o bem e o mal já estarão nessas eleições sob o escrutínio popular no que concerne à família e estarão participando no ambiente de negociação, próprio da atividade política.

Por esta razão, àquela minha simpática seguidora, conscientemente quero dizer que religião e política podem, sim, ser misturados, pois que a religião tem sim, muito a ver com a prática política o que, bíblica e historicamente pode ser comprovado.
Todavia, no interior das igrejas, sou contrário definitivamente: Ao Partidarismo - o Culto às personalidades (ex-Deus) nos púlpitos, nos cultos de louvor e adoração, presentes ou não candidatos a cargos eletivos.
O “VOTO DE CAJADO” (eleitor de cabresto) eu admito, fere frontalmente o regime democrático, pois é evidente a manipulação da vontade do crente para que, através do seu voto, seja favorecido o candidato indicado pela liderança da igreja, quando associada àquele político, através de acordos e/ou alianças. Contudo, penso que esse tipo de voto teria menos visibilidade se a propaganda (campanha) acontecesse fora dos templos. Creio que ele, como consequência de uma propaganda seria menos comentado e menos combatido.

Hoje, como tantos outros, eu tenho a política como um ministério cristão baseado em princípios iguais aos de outros ministérios – há literatura abundante sobre este assunto (Ultimato/Freston).
E também, como outros tantos, “eadem cogitatione”, fundamento este meu entendimento naquele pedido de Paulo contido em (1Co 11:1) – “Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo”
O ministério político é bem fácil de ser entendido, embora exija dons peculiares e distintivos voltados para aquele mister. O seu exercício deve seguir, como qualquer outro, os preceitos bíblicos estabelecidos pelo Criador no que concerne à redenção que há em Cristo, proposta para propiciação pela fé em Seu sangue e para que Ele seja justo e justificador daquele que tem fé no Cristo ressurreto (Rm 3:24-26).
A preferência por esse ou aquele candidato, evidentemente, terá de existir, mas é de bom alvitre que o pastor (a) não venha a expressá-la dentro das igrejas, mormente nos púlpitos em cultos de adoração e louvor quando, com sutileza, ele indica seu candidato em razão de uma possível indecisão ou indefinição do eleitor cristão – isto é perigoso para o futuro da igreja local e se constitui em pecado contra a Igreja e contra a Democracia, inda mais nesse momento de grande turbulência político-governamental em nosso País.  

Em vésperas de eleições podemos observar a movimentação rigorosamente natural de certos candidatos evangélicos e, até mesmo não evangélicos, junto às lideranças pastorais nas igrejas, cooptadas com a finalidade precípua de angariar votos para a sua eleição.
Esses tais, sempre (e apenas) em vésperas de eleições, mesmo os bem intencionados homens público-políticos cristãos, no intuito de granjear a simpatia dos crentes (pretensos eleitores), prometem através daqueles líderes cooptados O APOIO (ajuda financeira) à criação de eventos nas igrejas (campanhas, vigílias) visando arrecadar dinheiro para pagamento de contas atrasadas; para aquisição de terrenos, de material de construção para reforma; conclusão ou ampliação do templo, e fazem promessas, já não tanto originais de uma acirrada defesa da família, mote cógnito e corriqueiro, hoje demasiadamente percorrido mediante o combate permanente ao ativismo gay e quase não se fala (Por covardia?Alianças?Coalisão partidária?) sobre a cediça ação governamental contra a família, em PECs e Leis nocivas à existência do reino de Deus aqui na terra.

Quem não se lembra da malfadada PEC 122 que por 29 votos a favor e 12 contra, foi apensada à reforma do Código Penal, o que, na prática significou o fim do projeto que a Senadora Marta Suplicy e a Comissão Especial de Diversidade Sexual da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB elaboraram para o nosso País? Pasmem! A OAB a favor da aprovação!!!
Ela buscava, na verdade, ampliar privilégios a indivíduos viciados em práticas homossexuais. Graças a Deus, ela só virá a tramitar juntamente com a reforma do Código Penal. Eles, como divulgado (ver foto) cantaram vitória antes do tempo, agradecendo aos pastores que os apoiaram (?) e alardearam a covardia e a desunião dos crentes como responsável por um imaginável sucesso.
http://4.bp.blogspot.com/_Xt4JvzL4b7Y/TUzWHAw7MBI/AAAAAAAABU0/ghKt3vFt_fs/s320/dilma-lgbt.jpg
Lembram-se do que ela postulava?
=>Acabar com a família tradicional
=>Retirar os termos “pai” e “mãe” dos documentos
=>Acabar com as festas tradicionais das escolas (dia dos pais, das mães) para “não constranger” os que não fazem parte da família tradicional
=>A partir de14 anos, os adolescentes disporão de cirurgia de mudança de sexo custeada pelo SUSCotas nos concursos públicos para homossexuais etc

Perguntam e não têm respostas os que descreem nos políticos cristãos:
O que fez a bancada evangélica, para que **ISSO** fosse evitado?

http://3.bp.blogspot.com/-fA6mxQbRv5U/U8ABTrJVeBI/AAAAAAAAA1U/lsAUHiVZO3g/s1600/10353419_10201324778359803_5919726073110258883_o.jpg                                   http://1.bp.blogspot.com/-afXYKZRlt20/U8ABTiNFwUI/AAAAAAAAA1Q/EfLUhQed30Q/s1600/10479916_10201324970244600_1174128127881922861_o.jpg                                    http://2.bp.blogspot.com/-8QfKV4reEas/U8AepAOwk1I/AAAAAAAAA1w/9WL6Jj0X84I/s1600/10498259_10201324977844790_5366680244296355642_o.jpg
“ESCOLA PÚBLICA DISTRIBUI LIVRO QUE CONTESTA DEUS E ENSINA CRIANÇAS A TEREM O DIABO COMO AMIGO.
Ó diabo meu amigo, vem brincar comigo - É isso que seus filhos vão aprender na escola pública!
Livro infantil distribuído em escolas públicas chama o diabo de “amigo” e Deus de covarde

E ali estão eles, de mangas arregaçadas, promovendo ações comunitárias dentro de programas sociais, com atendimento gratuito à população de comunidades carentes, envolvendo costumeiramente: o encaminhamento para a busca de emprego, regularização de documentos junto a órgãos públicos, evitando aquela infernal burocracia, orientação jurídica (sobre despejos, separações judiciais, pensão alimentícia, código do consumidor, etc), certidões diversas com isenção de custos, a conclusão de cursos de ensino fundamental e também do ensino médio;
Com eles estão, como de costume, os assessores de gabinete, pessoas capacitadas, advogados, inclusive médicos residentes e profissionais da Saúde, para medir a pressão e fazer testes de glicose (diabetes) e fluoretação dentária.
Este movimento, plenamente aceitável, em busca de votos é por todos eles explicado como uma “ação de cidadania” e que tem por objetivo a melhoria da qualidade de vida do cidadão – é o método utilizado para que as suas plataformas de campanha eleitoral venham a ser conhecidas por eleitores em potencial.
Digo que isto ainda é pouco para um homem público, político cristão que, infelizmente, se eleito, sairá das vistas do seu eleitorado. Suas andanças, pós-eleição, praticamente serão apenas do conhecimento daqueles líderes cooptados nas igrejas, seus assessores (cabos-eleitorais) - provavelmente os únicos a usufruírem das vantagens da sua eleição.
Os que se opõem a essa mistura (religião e política) fazem-no por saber que muitos desses candidatos são financiados por aqueles conhecidos MEGAEVANGELISTAS TELEVISIVOS  que professam a falaciosa teologia da prosperidade, já cognominados de “mercenários da fé” e de “rufiões da prosperidade”.

A BÍBLIA SAGRADA – A VERDADE ABSOLUTA

O apóstolo Paulo suscitou um questionamento sobre o aval do Senhor ao partidarismo admitido pela liderança da igreja de Corinto, fato gerador da divisão entre os cristãos daquela igreja. O apóstolo “das gentes”, severamente, observou que o conteúdo do Evangelho deveria se sobrepor a qualquer desejo ou intenção de se buscar relevância para determinados assuntos.
Numa primeira carta aos coríntios, por volta de 55 a.C, aquele apóstolo exortou-os à Unidade, rogando pela extinção das contendas entre as facções criadas pelo partidarismo , (1Co 1:10-12)12) “Refiro-me ao fato de cada um de vós dizer: Eu sou de Paulo, e eu, de Apolo, e eu, de Cefas, e eu, de Cristo”
Alguns anos mais tarde, numa segunda epístola, ele fez menção do seu receio e apreensão de encontrar, numa visita próxima, aquelas mesmas facções às voltas com contendas, invejas, iras, porfias, detrações, intrigas, orgulho e tumultos (2Co 12:20).
Esta observação de Paulo, quando a confrontamos com a decepção daquela comentarista, é uma séria indicação da profundidade que o CULTO À PERSONALIDADE pode alcançar, quando tolerado e, até, fomentado em seu interior pela liderança de uma igreja, em dias de culto de louvor e adoração ao Senhor.
Ante a existência desse mal, Jesus exemplificou com clareza o posicionamento a ser adotado pelo cristão: O Senhor Nosso Deus deve ser o centro de nossa vida. O Filho do Homem não permitiu nem à própria família desviá-lo do foco da vontade de Deus para a sua vida (Mt 12: 48-50).

Digo ser favorável à mistura da religião com a política por admitir a proximidade entre esses ministérios que se entrelaçam através de algumas qualidades/necessidades, análogas e históricas, daquele cristão que visa reeleger-se e daquele líder cristão que pretende enveredar pelos caminhos da política, buscando ser um homem público, político-cristão.

Sem abdicar das minhas já enunciadas convicções, posso enumerar as qualidades imprescindíveis de um político cristão, FUNDAMENTADAS em exemplos do apóstolo Paulo que faço questão de seguir.
(Adap. Revista Ultimato/2010)

1 - O político cristão deve estar sempre com seu “desconfiômetro” ligado. É recomendável ter colaboradores, assessores que o apoiem.
Freston os recomenda, mas alerta-nos para não esquecermos que Demas, Tito, Crescente e outros, abandonaram Paulo - (2 Tm 4:10)
Paulo apelou à sua CONSCIÊNCIA e, mesmo que ela fosse educada pelo Espírito Santo, constatou que ela pode falhar. Por isso foi importante ter esses assessores para norteá-lo, - (2Co 1:12); (1Co 4:4).
Convém observar pelo histórico de Paulo que o político cristão é criado pelo Corpo de Cristo e não por uma determinada instituição (Partido). Além do mais, seus assessores, mesmo evangélicos, têm de adotar posturas discricionárias e não serem ambiciosos - não podem ser vistos como figuras públicas.
Samuel, por não ter gente com coragem para fazer críticas à sua conduta, optou pelo nepotismo, i.é, usou membros da sua família como colaboradores. Se atentarmos para as Escrituras, veremos que ele só veio a tomar conhecimento dessa situação através da incredulidade popular - (1Sm 8:1-5).

2 – O político cristão, como prática, deve engajar a comunidade cristã.  
Além da sua assessoria o político cristão deve cercar-se de pessoas que Freston chama de “amigos profetas”. Isto significa que além daqueles assessores, o autêntico político cristão precisa contar com o apoio de colaboradores como educadores cristãos, apologetas cristãos, bispos, anciãos, etc. com quem poderá “se abrir”, para evitar os males causados pelo individualismo (egocentrismo/personalismo). Esse critério, se não adotado, fará com que ele perca a sua autocrítica e o levará a uma irrefletida militância. Serão esses amigos que irão lhe sugerir o afastamento da política, quando o seu posicionamento não mais estiver ajudando a obra de Deus.

3 – O político cristão deve ser um desinteressado, cuja abnegação o leve a aceitar com naturalidade a instabilidade da vida pública.
Paulo dizia estar, como homem público, sob sentença de morte – (2Co 1:8-9). A ação do político cristão não poderá visar tão somente a manutenção do cargo Dizia o apóstolo que mesmo sendo o que era, um representante da visão bíblica no mundo que, ele seria um como vaso de barro (2Co 4:7-10) e que, como tal, precisava despir-se de ambições de carreira, postos e bom nome.
O politico cristão deve entender que sua carreira deverá estar sempre no Altar e que sua sobrevivência na Política só ocorrerá pela graça do Senhor.
Deus pode até permitir que a defesa da Sua glória no reino da política seja feita por pelo próprio, mas o alerta para o fato de que a Política é enganosa, quando cria uma falsa impressão de poder; de que o politico cristão é um vaso precioso, mas o alerta (adverte) da necessidade de portar-se como um vaso de humildade.

4 – O politico cristão deve, necessariamente, cultivar sua espiritualidade.  
Para que a sua abnegação (altruísmo) seja mantida em meio às pressões do cargo, o politico cristão necessita cultivar a sua espiritualidade, junto a um necessário engajamento político. Ele e seus colaboradores (assessores) não podem deixar de cumprir as ordenanças bíblicas: BATIZAR-SE NAS ÁGUAS E RECEBER A SANTA CEIA).

5 – “O político cristão deve primar pela humildade”
Gosto muito desta frase: “O que o político cristão fizer no âmbito da Política não será a vontade do Senhor, mas será a sua compreensão dessa vontade”, Ele deve ser humilde e estar disposto a aprender com as pessoas em seu redor. Acertar sempre não é sua responsabilidade, mas é preciso que ele se disponha a estar aberto para adquirir mais conhecimento fundamentado sempre nas Escrituras.
Paulo em 2Co 2 é afrontado pelos “falsos apóstolos”  que contestam o seu estilo ministerial.

Nota:
Ainda hoje existem os que se autoproclamam apóstolos, como no caso do Sr. Waldemiro Santiago da igreja Mundial do Poder de Deus, conduzindo-se autoritária e arrogantemente, gabando-se de serem detentores de fictícios poderes espirituais e alardeando que os autênticos servos de Deus não podem passar por sofrimento ou necessidade. Com isto, eles criam bizarrices tais como “trízimos”, “quatrizimos”, visando usufruir vantagens e benefícios das suas congregações. Esses que assim procedem, mercantilizando a fé dos incautos, são os que se locupletam, com a adoção das técnicas da enganosa teologia da prosperidade,
 
6 – O político cristão deve exibir autocontrole no uso do poder.
“O poder é uma forma de corrupção que atinge até os incorruptíveis por dinheiro” (Freston).
O político cristão precisa conceber, como Paulo, que ele deve cooperar para que o povo de Deus desfrute de permanente alegria (2Co 1:24).  Ele não deve agir como um dominador que mercantiliza/barganha a sua fé (1Pe 5: 2,3).
Paulo tinha como adversários: gente politicamente personalista, populista que centralizava o poder. O político cristão, mesmo que na existência de um populismo voltado para a santidade, não deve ser um centralizador do poder (1Co 3:4-6)

7 – O politico cristão necessita renovar diariamente a sua “vida interior”.
Paulo nos diz que somente em Deus devemos buscar a aprovação do que fazemos (2Co 1:12). O político cristão que buscar a aprovação do homem, irremediavelmente, perderá votos dos crentes por optar pela aprovação de Deus. Mesmo que o seu homem exterior venha a se corromper, o seu homem interior deve ser renovado dia após dia, opondo-se à corrupção (2Co 4:16). Ele não deve esquecer que para o veneno letal da corrupção, o único antídoto é a renovação diária do seu interior (2Co 4.16).

8 – O político cristão deve ter uma vida financeira plenamente transparente.  
O princípio do político cristão é agir honestamente diante de todos os homens, seus eleitores ou não, mantendo um padrão de vida modesto. A igreja deverá fiscalizar as ações do político cristão, da forma que foi feito com Paulo quando ele levou a oferta para os cristãos de Jerusalém. Na oportunidade Paulo fez-se acompanhar de um representante das igrejas (2Co 8:18-21),  por elas escolhido.
O político cristão irrepreensível incorruptível e não partícipe das mazelas políticas deverá ser tolerante, pois terá da mesma forma que o apóstolo, algozes políticos até mesmo da bancada evangélica; neopentecostais adeptos, em sua maioria, de conhecidos megaevangelistas.  Foi ele mesmo quem disse: “Tolerais quem vos escravize; quem vos devore, quem vos detenha, quem se exalte, quem vos esbofeteie no rosto” (2Co 11.20). É lastimável reconhecer que muitos da comunidade evangélica toleram a arrogância daqueles que os devoram.

9 - O político cristão deve apelar para a consciência, em todas as tomadas de decisão.
O político cristão deve apelar para a consciência de todos e não para preconceitos, interesses particulares ou corporativos (2 Co 4:2).

O candidato a político cristão, autêntico e irrepreensível estará desejando que estas nove propostas, parâmetros éticos e morais para ser eleito; indicativas do seu estilo de campanha e do seu caráter venham a definir as possibilidades do seu mandato. Todavia, deve perguntar a si próprio se é possível eleger-se desta forma, neste nosso Brasil.
Por ter sido um perfeito imitador de Cristo (O líder dos líderes) eu voto no apóstolo Paulo para ocupar o posto de símbolo de homem público, político-cristão de eficácia biblicamente comprovada.
Dizem:
  • PASTOR RENATO VARGENS - (CARTA ABERTA)
Eu sou absolutamente contra o VOTO DE CAJADO, portanto, não adianta virem a mim desejosos com que eu indique os seus nomes aos membros da minha igreja, considero os que se comportam desta maneira como indivíduos manipuladores e sem caráter.  Não creio na manipulação religiosa em nome de Deus, não creio num messianismo onde a utopia de um mundo perfeito se constrói a partir do momento em que crentes são eleitos, não creio na venda casada de votos, nem tampouco no toma-lá-dá-cá onde eleitores são trocados por benesses de políticos. Eu não vendo ou troco o voto do meu rebanho por cargos públicos, terrenos, benesses ou benfeitorias. Portanto, não me façam propostas indecorosas Não me peçam para que eu lhes apresente publicamente em nosso culto. Creio que o culto de uma igreja é para glorificar a Cristo e não para arrecadar votos para quem quer que seja.”

  • PASTOR ARIOVALDO RAMOS – REDE FALE
“Os [pastores] que chegam a dizer ao candidato quantos votos podem amealhar para ele em nome de sua autoridade ou liderança cometem pecado. Não tem outro nome”, resumiu Ariovaldo. O VOTO DE CAJADOÉ um pecado contra Deus, contra a igreja, contra a democracia”, acrescentou.

  • PÚLPITO CRISTÃO - Categoria: POLÍTICA NA IGREJA
Exerça sua liberdade Política – Diga não ao “VOTO DE CAJADO”!

  • LEONARDO BRUNO FONSECA DE OLIVEIRA - (HISTORIA & POLÍTICA)
“quando o voto se torna simulacro da falta de consciência de um povo, que participa compulsoriamente da política, através do “VOTO DE CAJADO”. que parece alheia aos seus próprios fins; quando na sociedade política há uma distância maior entre governantes e governados, uma vez que o próprio eleitor desconhece ou ignora quem elege; ou quando mal existe o reconhecimento público de parâmetros éticos e morais para se eleger os potentados, quando estes são conhecidos, esta democracia estará com os dias contados”.

Digo:
Por que não combatermos as CAUSAS ao invés de combatermos o EFEITO?
Combater o EFEITO é como enxugar pedras de gelo – creio ser perda de tempo.

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