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domingo, 1 de janeiro de 2012

O QUE É PIOR? O ANONIMATO RECEOSO OU A TEMERARIA AUTOGLORIFICAÇÃO? VENCENDO O MAL COM O BEM. A RESPOSTA QUE EU NÃO ENVIEI.



Por Alberto Couto Filho




O ANONIMATO
Conversávamos recentemente, eu e o pastor Carpintero, “o menorzão”, editor do blog “Newton Carpintero, pr. e servo”, sobre os comentários anônimos recebidos às nossas mensagens, estes somente publicados quando permitido por nós, editores.
Disse àquele homem de Deus que, mesmo quando elogiosos, com mensagens congratulatórias ou encômios, reforçando ou corroborando minhas teses, se de anônimos, tenho por princípio não publicá-los.
Posso vir a publicar um comentário quando identifico oportunidade para reagir com lições de vida fundamentadas na Palavra de Deus, ao deslustre e ao menoscabo com que o anônimo busca me afligir. Para mim, nesta situação, o anonimato é um disfarce usado por pusilânimes e poltrões; é o valhacouto e o refúgio dos covardes, daqueles que, intimamente, têm medo de serem responsabilizados pelo que escrevem e pelo que poderá advir como consequências da sua estupidez. Oscar Wilde disse não existir outro pecado além da estupidez. Segundo ele, ”nós gritamos contra o pecador, todavia não é o pecador, mas o estúpido que é a nossa vergonha.

Alguém no anonimato, dizendo-se um pastor, opôs objeções quanto ao uso de palavras de difícil entendimento na mensagem DEUS CIÊNCIA, SICÔMOROS – O JOGO DO MISTÉRIO Parte II, publicado em 05.07.2011, sugerindo o uso de uma linguagem menos castiça para que eu ampliasse o número de comentaristas neste singelo blog deste blogueiro, não menos simplório.
Acometido de uma crise de inépcia, invocou o apóstolo “das gentes” para que eu fizesse valer minha sabedoria com os sábios e que me fizesse de analfabeto (iletrado), sem qualquer instrução, para com os humildes. Deveria ter-lhe dito que “andasse prudentemente, não como estúpido ou ignorante (néscio) e sim como sábio”,invocando também o apóstolo Paulo ao escrever aos efésios sobre
“o fruto da luz e as obras das trevas” (Ef 5:15). A sutileza com que redigiu seu comentário não foi suficiente para dissimular sua intenção em deslustrar-me, denegrindo minha imagem junto aos meus leitores. Sua impertinência mereceu deste humilde blogueiro uma réplica, da mesma forma, impertinente. Confiram.

O anonimato é encontrado também na própria Palavra, quando no Livro Santo somos orientados a evitar nossa sucumbência ante a vanglória, pois que é lúcido admitir a auto-exaltação como sinal de glorificação em nós mesmos, aos nossos feitos e não em Deus. O anonimato determinado pela Bíblia, neste caso, é para ser aceito sem reservas pelo homem, pois tem o objetivo único de combater doenças espirituais como a vaidade, a presunção, o desvanecimento, o orgulho (a mais grave). Destarte, quando a Bíblia Sagrada nos orienta à ação no anonimato, devemos entender que o Criador quer reprimir a jactância, a desobediência, a hipocrisia, a discórdia e a contenda, filhas legítimas da abominável e malfazeja vanglória.
Constatem este fato: Na orientação contida nas exortações de Paulo: na epístola aos Corintios – Valores de Cristo (1Co1:30-31) “Mas vós sois dele, em Cristo Jesus, o qual se nos tornou, da parte de Deus, sabedoria e justiça, e santificação, e redenção, como está escrito: aquele que se gloria, glorie-se no senhor”; nas criticas de Jesus aos fariseus, no Evangelho de Mateus – “Praticam, porém, todas as suas obras com o fim de serem vistos dos homens; pois alargam os seus filactérios e alongam as suas franjas” (Mt 23:5). Neste mesmo Evangelho, o Filho do Homem nos exorta ao anonimato, quando prega o altruísmo, o amor desinteressado ao próximo - (Mt 6:3) e ensina como devemos orar (Mt 6:5).
A AUTOGLORIFICAÇÃO
Falar da glorificação de si mesmo é o mesmo que falar de vanglória, uma presunção infundada das nossas próprias qualidades. É aquela necessidade que o homem tem de se exibir aos olhos dos outros, quando quer mostrar-se o maior ou o melhor de todos no desempenho de uma determinada tarefa ou função.
A necessidade que o homem tem de se autoglorificar é indício de um vazio interior criado pela destituição da glória de Deus, como consequência imediata do pecado. Para preencher este vazio de glória o homem vive a buscar a sua própria glória, sem admitir que por ela ser vã e vazia é apenas vaidade por não ter qualquer valor ou serventia.
Ele vive a se gloriar em suas realizações, nas suas conquistas, em seus bens materiais, no seu vestir, nos cursos, nas faculdades, nos diplomas, etc, sem nunca ter atentado para o que diz Pedro em sua carta primeira: “toda a glória do homem é como a flor da erva que se seca e cai” (1Pe 1:24)
É lastimável observarmos esta ocorrência no âmbito evangélico.
Hoje assistimos ao frenesi de vaidosos bispos, apóstolos e alguns pastores, megalomaníacos por títulos, a se imaginar Deus quando oram, pregam ou repreendem o mal. Esta autoglorificação é maldita por Deus em Tg 4:16 – “Mas, agora, vos gloriais em vossas presunções, toda glória tal como esta é maligna.”

Há por ai muitos crentes afetados e fátuos, emitindo opiniões exageradas de suas próprias qualidades, denotando aquele orgulho doentio e pecaminoso odiado por Deus. “O temor do Senhor consiste em aborrecer o mal; a soberba, a arrogância, o mau caminho e a boca perversa, eu os aborreço” (Pv 8:13).
Aborrecer é sentir-se horrorizado; é mesmo odiar os soberbos e arrogantes: Deus quer ver a soberba substituída pela humildade e pela simplicidade; Ele quer ver serenidade, benevolência e bondade em lugar da abjeta arrogância.

Ao nos conduzirem à prática do anonimato, as Sagradas Escrituras visam tão somente eliminar o orgulho,diagnosticado pelo Médico dos médicos como doença espiritual. Seus principais sintomas são: olhos altivos, presunção e arrogância (Pv 6:16,17).

N’outro dia, queixei-me ao“meu amigão”, pastor Guedes, da insolência, do desaforo de certo pastor que me criticou insolitamente, por email, por reportar-me ao relacionamento de um artífice e de um ourives na difícil técnica da ourivesaria para a construção de uma joia.

Na mensagem que recebi sob a forma de admoestação era sensível o seu enfatuamento, a estima exagerada de si mesmo, ao dizer-se apto a me ajudar/ensinar (?). Em linguagem extremamente enfadonha recomendou-se a si mesmo, sobre seus títulos, cursos, faculdades, participações em emissoras de rádio, em conferências e palestras e fez questão de identificar-se como teólogo hebraísta, escritor e imortal por ser membro da Academia Evangélica de Letras do Brasil.
Por se tratar de um consagrado Ministro do Evangelho, perguntei-me:
Tudo isso para justificar possuir condições para me admoestar? Criticar?
Por que tanta auto-exaltaçao?
Ao advertir-me, qual a verdadeira intenção daquele homem de Deus, notoriamente amante de si mesmo e visivelmente presunçoso.
Por que, tanta insolência, partindo de um ungido do Senhor?

Fui criticado imerecidamente.
Meu avô Betinho, pai do papai, já dizia: ´”Se o cara aprendeu música e sabe tocar vai ser músico. Se ele não sabe, vai ser um crítico”. Perceberam que o velho já sabia a diferença entre a intelectualidade e pseudo-intelectualidade? Aquele meu saudoso ancestral, quando criticado injustamente, usava apenas o termo “pseudo” para responder ao crítico. O vovô dizia que“intelectualidade” não combina com egotismo, egolatria e intolerância – muito menos com a descortesia e a estupidez.
Por outras vias, recebo comentários de outras pessoas igualmente presunçosas, amantes do culto à personalidade, bazofiando seus escritos e feitos, alguns desses até de valor indiscutível para o Reino de Deus. Outros, infelizmente, fazem-nos perceber um quê de orgulho e de vangloria, como indicativos de uma danosa autoglorificação.
De qualquer modo, perdoo a todos com a mesma sinceridade.
Dizia às minhas gravatas, em solilóquio. monologal: Vou responder a este pastor, colocando-o em seu lugar, como um líder cristão, um escolhido por Deus, Tentei explicar aos meu botões
que aquele estereótipo “não toqueis no ungido do Senhor”, como doutrina, não tem qualquer validade, pois Davi, ao referir-se à unção, fez menção a Saul, àquele que teria o direito de reinar e não apenas a quem possuísse um cargo eclesiástico. Essa expressão tornou-se um tipo de jargão para certos líderes cristãos quando percebidos em erro, por contrariar preceitos bíblicos.
Pergunto: Há algum bispo, apóstolo ou pastor que, por ai, tenha sido nomeado Rei pelo Senhor?
Pois é, este estereótipo, por muito tempo, vem transformando algumas de nossas igrejas em clubes de investimento e em verdadeiros covis de bandoleiros assaltantes. Ora, se Cristo veio para me libertar por que não tenho liberdade para, ao menos, obviar o mal, se um pastor está glorificando a si mesmo, quando a Bíblia diz que isto é abominável para Deus? O crente convertido, que também é ungido, vê-se cerceado, acorrentado a essas falsas doutrinas e para não cair em pecado de rebeldia, cala-se diante de um comportamento indigno, impróprio e anti-bíblico do seu“ungido”.

Você não pode, nem deve, nem lhe é permitido e outras injunções, ouço-as quando certos “ungidos” são flagrados deturpando a Palavra de Deus, alicerçados em Bíblias espúrias com conteúdo que só lhes favorecem em termos de arrecadação de dinheiro para financiar seus projetos pessoais. Eles, quando flagrados, recorrem de imediato, a Jr 23:2, sob a alegação de que só Deus poderá castigar a maldade das suas ações. Se o flagrante for divulgado por blogueiros cristãos somos chamados de bandidos, pastores fracassados, desocupados, insolentes, falsos crentes, caluniadores, invejosos" e outros adjetivos impróprios para um servo de Deus. Pastores que não pregam suas falsas doutrinas são chamados de idiotas e imbecis. Já fomos taxados, até, de “filhos do diabo”. É comum vermos nas TVs a troca de ofensas entre “ungidos”, com o uso de palavrões em altercações sem fim, na disputa de horários. Pena que esses “ungidos” escangalham com a vida espiritual de irmãos crédulos e ingênuos que não, estudam a Bíblia.

Por tudo isso, decidi posicionar-me sempre contra qualquer ação que possa estar afligindo ovelhas do rebanho do Senhor e o faço com mordacidade, à semelhança da diatribe de Tiago, em atenção às reivindicações de Cristo. Dentre elas está a de que somente o Pai fosse glorificado em todos os Seus feitos, prodígios e milagres. “Vós, porém, não sereis chamados mestres, porque um só é vosso Mestre, e vós todos sois irmãos” – (Mt 25:8). Jesus está nos dizendo que incorreremos em erro sempre que estivermos usando títulos para nos distinguir de outros irmãos;
Ele está nos dizendo: Eu aborreço a autoglorificação.
Sobre o envio de uma resposta àquele Seu escolhido busquei, em primeiro lugar, o “ad referendum” do Todo Poderoso. Depois de visitar o blog daquele pastor e de consultar líderes da sua denominação e do seu relacionamento, consultei a liderança da minha igreja. Na sequência deste meu texto, os leitores concluirão que, quanto à resposta, só pude arbitrar a sua publicação neste meu espaço.

A RESPOSTA QUE NÃO ENVIEI
Abençoamado pastor

A paz

Com o devido respeito devo dizer-lhe do meu repúdio e indignação à sua despropositada insinuação sobre minha espiritualidade e conhecimento bíblico, admoestando-me irrefletidamente, quando da divulgação do meu primeiro livro, publicado pela Editora Livre Expressão. O nobre Ministro, como escritor, não deve desconhecer a alegria incontida do autor ao ver publicado o seu texto. Postei esta publicação em meu modesto blog, como se notificasse o nascimento de um filho. O jovem pastor decidiu, não sei por que cargas d’água jogar um balde de água fria sobre minha felicidade, como se fosse um crítico literário ou como se eu, n’alguma vez intentasse lhe fazer mal.

Causou-me espécie a sua observação de que estava apto a me ensinar. Permita-me, data vênia, perguntar: Ensinar-me o que? Por Deus, creia-me! Sua pretensa e jactanciosa docência, pelo que vi em seu perfil, de nada iria servir a este seu confrade, ávido por aprender para prosseguir ensinando.

O egrégio pastor ao invés de criticar apenas os meus escritos, atacou-me, insensível e ilogicamente; contestou o que resultou da minha argumentação, antes mesmo de conhecer o que seriam premissas do meu raciocínio. Ainda argumentando pela Lógica, o nobre amigo incorreu na falácia “ad hominen” ofensiva, isto é, com a intenção de refutar uma proposta atacou o seu proponente. Perdoe-me se exagero, mas cheguei a observar um quê de ira na sua interpelação. Lembrei Calvino:
“Resista à tentação a requintes e estude a simplicidade. Coloque fielmente diante de ti apenas o que julgar ser a glória de Deus”
Para seu esclarecimento e governo, reportava-me, à época, ao relacionamento de um artífice e de um ourives na difícil técnica da ourivesaria para a construção de uma joia. Pretendia estabelecer comparações com o trabalho daqueles que exaustivamente ombrearam comigo na editoração e publicação do meu primeiro livro. Autor, editor, diagramador, capista e revisores, sem melindres, ajudamo-nos um ao outro, e concluímos: A obra (O LIVRO) está bem feita. Dessa forma eu meramente raciocinava de forma analógica, sem buscar concordância com este ou aquele texto bíblico e sim com ideias neles contidas.

Referia-me, sim, à utilização de martelos e bigornas para a confecção do candelabro que seria feito de um talento de ouro puro (Ex 25:39),com sete luzes lembrando o Espirito Santo, com Sua unção e Sua iluminação. Esta peça estaria no Tabernáculo, tenda provisória onde o Senhor falava ao Seu povo (Ex 33:7-10).

Demonstrando sua afeição à crítica e à contenda de palavras, sua fértil imaginação, ao invés disso, levou-o a admitir que eu estivera fazendo referência à ajuda mútua daqueles que faziam uso de martelos e bigornas para construir ídolos (Is 4l:6,7). Misericórdia. Que Deus o perdoe!

· Enquanto eu pensava em Bezalel e Aoliabe, ambos capacitados pelo Espírito de Deus com habilidade, inteligência e conhecimentos em todo o artíficio para elaborar desenhos e trabalhar em ouro, em prata e em bronze nas obras do Tabernáculo
(Ex 31:1-5);


· o nobre pastor, Infelizmente, pensava naqueles artífices e ourives que fixavam ídolos para que não oscilassem e caíssem, na passagem em que “Deus suscita o Redentor”
(Is 41:7);

· Enquanto eu pensava na competência, esmero e dedicação dos artífices inspirados por Deus para construírem, em ouro, o Tabernáculo e todas as peças descritas nos capítulos 25, 26, 27 e 30, do Livro de Êxodo, conforme a vontade de Deus;

· o insigne mestre, Infelizmente, pensava naqueles artífices e ourives que, agora, admitiam que a sorte lhes sorriria, se cobrissem seus ídolos com ouro fundido;


· Enquanto eu estava, como agora, consciente de que Cristo, o Agente da Criação, é quem sustenta todo o universo pela Sua soberana vontade (Hb 1:3);

· o ilustre homem de Deus, Infelizmente, imaginava não ser do meu conhecimento o fato de que ídolos dependem da fixação de pregos para se equilibrarem.
Sua pública e notória jactância e sua soberba foram, de chofre, identificadas, quando ao escrever-me.

Ø  Disse fazer ou ter feito (não me lembro) faculdades teológicas e outras mais;
Ø  Proclamou ser pastor, teólogo membro da AELB, dizendo-se um imortal:
Ø  Declarou-se um teólogo hebraísta;
Ø  Disse ser um formador de opinião, como palestrante em várias emissoras evangélicas;
Ø  Traduziu do português para o grego, desnecessariamente num escrito comezinho.

O meu amado irmão, supondo-me um ignorante escrituristico, obrigou-me a andar uma milha, por isso, para que juntos andássemos duas, visitei aquele seu belíssimo espaço virtual e, tristemente, pude constatar um pouco mais da sua presunção, quando:

Ø  Abre espaço para um tipo de perolário em que inclui textos de sua autoria.(?) Lembro que a palavra “pérola” em sentido figurado significa “o que há de melhor no gênero”. A ufania do nobre amigo, por conseguinte, fá-lo imaginar que seus textos representam, realmente, o que há de melhor na blogosfera cristã. Será mesmo?
Ø  Solicita, insistentemente, comentários aos leitores dos seus textos;
Ø  Demonstra nitidamente ser amante de lisonjas e bajulação e aqui vai um pouco mais de Calvinismo:
É perceptível o seu deleite quando ocorre uma palavra de um comentarista, que com afagos venha a lisonjeá-lo; o seu orgulho, espontaneamente, faz comichão em suas entranhas. Ø  Sorteia livros de sua autoria, como se preocupado em não ser mais lembrado por seus seguidores.

Por falar em aptidão para o ensino, deixe-me ajuda-lo.

Como escritor, o insigne mestre deve saber tudo sobre virgulação, mas mesmo assim, pelo amor de Deus, evite separar aquilo que é ligado sintaticamente, ou seja, o sujeito do verbo e o verbo daquilo que o complementa, para que suas frases não fiquem desestruturadas, como se pode ver.

Volto a Calvino para reforçar meus ditos sobre a sua personalidade, a sua individualidade consciente:
“Ninguém possui coisa alguma, em seus próprios recursos, que o faça superior; portanto, quem quer que se ponha num nível mais elevado não passa de imbecil e impertinente. A genuína base da humildade cristã consiste, de um lado, em não ser presumido, porque sabemos que nada possuímos de bom em nós mesmos; e, de outro, se Deus implantou algum bem em nós, que o mesmo seja, por esta razão, totalmente debitado à conta da divina graça.”
Sua postura neste triste episódio lembrou-me o orgulho de Moabe, sua soberba, sua arrogância, sua altivez, sua insolência e perfídia de sua língua. Esta sua jactância é vã (Is 16:6). Como aprova-lo, se a si mesmo se louva?
(2Co 10:18)
John Piper, em seu livro “A vida é como a neblina”, instiga o leitor a se examinar com ousadia, vasculhando sua história pessoal; suas concepções sobre Deus; suas angústias e suas convicções. Eu recomendo a sua leitura. Diz o autor:
“A autoglorificação é rejeitada pela eleição, em 1Co 1:27-29. A eleição divina não é planejada de modo que o propósito salvador de Deus se apoie apenas nEle, não em qualquer atitude da alma humana.
Ah meu amado pastor! Em nome de Jesus, procure destruir este seu orgulho, meditando e glorificando-se ao pé da cruz, conforme Paulo escreveu, ‘com letras grandes’ às igrejas da Galácia
(Gl 6:14).Há uma joia, esta sim uma pérola, o que há de melhor no gênero sobre o pecado da autoglorificação, na obra de João Calvino, “As Institutas”, em sua edição clássica. Leia no capítulo I, com a urgência que este assunto requer: “O CONHECIMENTO PRÓPRIO EMBOTADO PELA AUTOGLORIFICAÇÃO”.

Recomendo-lhe, como virtude cristã, ser condescendente com seus irmãos humildes, em lugar de ser orgulhoso, evitando ser sábio aos seus próprios olhos (Rm 12:16).

Rogando sinceramente por suas escusas e humildemente pelo seu perdão,
Seu conservo nAquele que nos amou primeiro.
Alberto Couto Filho
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Aos leitores divergentes ou discordantes, digo que não guardei mágoa ou ressentimento em meu coração.

Amados, apenas para argumentar biblicamente.

A Palavra de Deus nos dá ciência de que por saber que devemos fazer o bem e não o fazemos, estamos pecando (Tg 4:17). Quando obviamos um mal e suas consequências para uma pessoa estamos lhe fazendo um bem. Foi o que fiz para não pecar. Pretendia alertar aquele homem de Deus sobre a obviedade do mal da AUTOGLORIFICAÇÃO.

Não enviaria esta resposta à guisa de desforra ou vingança, por saber que só o Senhor irá retribuir. Apenas dei lugar á uma indignação justa, admitida pela Palavra de Deus
(Rm 12:19);
Consultei meu coração no travesseiro por ter, sim, internalizado minha indignação e não ter cometido pecado; (Sl 4:4);
Não cogitava tornar àquele pastor mal por mal, pelo contrário, esforcei-me para fazer-lhe o bem perante sua jactanciosa postura (Rm 12:17);
Por Deus, eu estaria amontoando brasas vivas sobre a sua cabeça, orando para que viesse a reconhecer seu pecado, e arrepender-se de tê-lo cometido (Rm 12:20);
Procurei, tão somente, vencer o mal com o bem (Rm 12:21).
ACF/

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