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sexta-feira, 7 de março de 2014

POBRE BRASIL!!! TÁ DOMINADO!!! TÁ TUDO DOMINADO!!!

 
 



















Perdoem-me amigos, mas como cristão que, veementemente, se nega a aceitar estereótipos bíblicos como, por exemplo, aquele que diz que “não devemos julgar para não sermos julgados”, conteúdo do versículo1do capítulo 7, do Evangelho de Mateus, decidi participar do clamor público desta nossa nação, onde nasci, cresci, estudei e vivi como povo que sou antes e depois de ter conhecido o meu Redentor e Salvador.
Vê-se que a nossa bancada evangélica no Congresso, composta, inclusive, por ministros do Evangelho, é absolutamente inoperante por estar notoriamente impossibilitada de coibir as mazelas de um governo, que, através do seu comportamento nos pisoteia; ilude; engana e menospreza. Acordos, alianças, conchavos e coligações são as causas dessa já insuportável impotência.  
Portanto, vou estar por aqui nesta minha bancada, entojado diante da vileza política dos nossos governantes, julgando unicamente comportamentos e não corações, conforme orientação de Jesus, sobre a identificação dos falsos mestres e o julgamento do seu comportamento quando ensinavam. Disse Jesus que eles seriam conhecidos pelos seus ensinamentos (seus frutos-Mt 7:20). Assim conhecidos, teríamos o discernimento que nos capacitaria a julgá-los. Jesus nos orienta a não julgarmos o coração das pessoas, quando diz aos judeus crentes de Roma e aos gentios não crentes que creram no Evangelho, no entanto reprovados em seus sentimentos: “Portanto, és indesculpável, ó homem (gentios e judeus) quando julgas, quem quer que sejas; porque, no que julgas a outro, a ti mesmo te condenas; pois praticas as próprias coisas que condenas (Rm 2:1).
Por esta razão, estou consciente de que, por enquanto, o nosso regime me permite expressar sentimentos de repulsa ante a absolvição conveniente e habilmente imposta pelo partido governante, de criminosos anteriormente condenados pela prática de crimes hediondos de corrupção ativa e de formação de quadrilha, assim como digo repudiar a barbárie que é o desleixo deste mesmo governo na Assistência Social, notadamente nas áreas da Saúde, Educação e Segurança Pública.
Portanto, decidi sair do isolamento do meu ergástulo psíquico, como sugerido pelo meu amigo/editor Geovani Santos, em sua excelente postagem (Conselhos Atuais) no blog CRISTIANISMO EM DIA, diante do pródromo de um mal maior para esta nossa Pátria, exageradamente gentil apenas com Cuba, Venezuela, Bolívia, Irã...o mesmo mal que está vitimando a Grécia, Portugal e Espanha: O SOCIALISMO. “Aquela doença que dura até acabar o dinheiro dos outros”; “Curar o mal britânico com o SOCIALISMO é como tentar curar leucemia com sanguessugas”. Estas frases célebres foram proferidas por Margareth Thatcher e devem constituir-se em um alerta para o povo brasileiro.
Tranquilizem-se os meus irmãos em Cristo, pois permanecerei em oração pelo nosso País enquanto enfatizo a Palavra de Deus neste meu espaço.


Vejam quem está comigo a julgar apenas comportamentos e não corações,  para que não sejamos julgados:


  • Dr. RUY BARBOSA (Jurista, Político incorruptível, Diplomata, Conferencista Internacional, Escritor, Filólogo, Poliglota)
  • SALOMÃO, o Pregador – (Rei – autor de Provérbios, Cânticos, Eclesiastes/Bíblia Sagrada);
  • Dr.  ALBERTO COUTO FILHO (Servo de Deus)
  • Dr. JOAQUIM BARBOSA (Ministro Presidente do STF, Professor, Diplomata, Escritor, Poliglota);
  • Dr. LUIZ FLÁVIO GOMES (Promotor de Justiça, Jurista, professor, Fundador da Rede de Ensino LFG, Juiz);


RUY BARBOSATrechos de discurso proferido em 1920 na Faculdade de Direito de São Paulo, algumas frases que à luz do faccioso julgamento do Mensalão, levariam o plenário do STF a decidir, pautado unicamente na ética e na moral:
Ei-los:
    • “Mas justiça atrasada não é justiça, senão injustiça qualificada e manifesta”...
    • “Os juízes “tardinheirossão culpados que a lassidão comum vai tolerando”...
    • “Nâo estejais com os que agravam o rigor das leis, para se acreditar com o nome de austeros e ilibados. Porque não há nada menos nobre e aplausível que agenciar uma reputação malignamente obtida em prejuízo da verdadeira inteligência dos textos legais”...
    • “Não julgueis por considerações de pessoaspartidos políticos ou pelas do valor das quantias litigadas, negando as somas, que se pleiteiam, em razão da sua grandeza, ou escolhendo, entre as partes na lide, segundo a situação social delas, seu poderio, opulência e conspicuidade”.
Partidos políticos – grifo meu


O REI SALOMÃOTexto bíblico do livro de Eclesiastes (8:9), em que aquele sábio observou que o homem disposto a dominar outros homens, em determinado momento, está cavando sua própria sepultura: “Tudo isto vi quando me apliquei a toda obra que se faz debaixo do sol; há tempo em que um homem tem domínio sobre outro homem, para a sua própria ruína”
Exemplos contemporâneos:
Saddam Hussein – Ditador iraquiano (enforcado)
Hugo Chavez – Ditador venezuelano (morto/câncer)
Moammar Gaddhafi (capturado, espancado e morto)
Evo Morales – Bolivia (doença crônica - câncer)


ALBERTO COUTO FILHO - Observações confrontadas com as frases de RUY BARBOSA:
                 
A clara ocorrência de impunidade, ou seja, da absolvição dos condenados, foi verificada por uma injustiça qualificada e manifesta;
O julgamento dos mensaleiros durou tanto, e com tanta cooperação de ministros subservientes ao Planalto (tardinheiros-juipetistas) – (RICARDO LEWANDOWSKI, DIAS TOFOLI, CARMEM LUCIA, ROSA WEBER) que, como lembrou o Reinaldo Azevedo, deu tempo de que fossem aposentados, por atingirem 70 anos de idade, ministros independentes, substituídos por ministros que não merecem levar esse adjetivo (LUIZ ROBERTO BARROSO, TEORI ZAVASCKI) e que se juntaram, em uníssono, aos magistrados proteladores, favoráveis à absolvição. dos réus, anteriormente condenados:
Foi amplamente divulgado pela imprensa que o juiz Luiz Roberto Barroso foi favorecido pelo governo federal em R$ 2.000.000,00 (dois milhões de reais) - (INEXIGIBILIDADE DE LICITAÇÃO, publicado no DO de 12.08.2013). Quando do julgamento de José Genoino por corrupção ativa, este mesmo senhor ao proclamar a sua consideração pelo réu, declarou acintosamente que não estava “nem ai” para a opinião pública (...e ele é juiz!).
O Supremo, através das manobras convenientemente “tardinheiro-juipetistas”  postergou (chicana) decisões sobre o “Mensalão” para o ano em curso. O termo chicana foi usado pelo presidente do STF, Ministro Joaquim Barbosa, referindo-se a manifesta intenção do juiz Ricardo Lewandowsky, revisor do processo 470, em protelar o andamento do processo à espera da posse dos novos “cumpanheiros”, indicados pelo senhor Lula e referendados pela senhora Dilma.
Entende-se, hoje, que tudo já estava programado pelo governo petista.


MINiSTRO JOAQUIM BARBOSA - O desabafo do egrégio Ministro em crítica direta àqueles (seus pares) que absolveram os condenados  por formação de quadrilha e, de forma indireta, à presidente Dilma quando comentou sobre a formação de uma “maioria de circunstância” que a partir de agora teria todo o tempo do mundo para dar sequência à “sanha reformadora instituída pelo governo” (O LULOPETISMO grifo meu). Disse, ainda o magistrado que essa maioria foi formada ”sob medida” pelo governo, para jogar por terra todo o trabalho primoroso realizado no segundo semestre de 2012;


LUIZ FLAVIO GOMES – referindo-se ao pronunciamento do Ministro Joaquim Barbosa (JusBrasil – 27.02.14)
Quando fala em “maioria circunstancial”, Barbosa refere-se à nomeação dos ministros Luís Roberto Barroso e Teori Zavascki, indicados por Dilma para os lugares de Ayres Britto e Cezar Peluso, que em 2012 votaram pela condenação dos réus por formação de quadrilha. Barroso e Zavascki tiveram entendimento diferente dos antecessores e foram decisivos para absolver os réus.
O Mensalão petista confirma o quanto nossas instituições políticas ainda se acham ESCRAVIZADAS À CORRUPÇÃO que enerva o modelo do capitalismo selvagem e extrativista e que não tem nada a ver com o capitalismo evoluído e distributivo praticado em países como Dinamarca, Suécia, Finlândia, Austrália, Nova Zelândia, Canadá, Japão etc.
No Brasil, quase todo mundo assume o poder para realizar seu projeto partidário, não o projeto do país. Com essa mentalidade extrativista nós não vamos nunca viver numa nação rica, próspera e decente. Nosso crescimento econômico nunca será sustentável, porque a grande parte do que produzimos é sempre canalizada para as elites concentradoras da riqueza nacional (pouquíssimas famílias detêm 70% da renda nacional; o restante é dividido entre 200 milhões de pessoas). O Brasil, há 500 anos, é um país pobre, ignorante, corrupto e violento. Isso não se deve a razões climáticas ou geográficas ou culturais, sim, às nossas instituições seculares (políticas, econômicas e jurídicas) que ainda privam os cidadãos de incentivos para gerar a prosperidade social.
As instituições políticas e econômicas são extrativistas, posto que procuram apenas extorquir a renda nacional e sustentar o seu poder, que usam não para construir uma nação alfabetizada (como fez a Coreia do Sul, por exemplo, nos anos 60), sim, para satisfazer seus próprios interesses, que são opostos ao crescimento econômico, cultural, ético e civilizacional do povo.
Disse RUY BARBOSA:
“DE TANTO VER TRIUNFAR AS NULIDADES; DE TANTO VER PROSPERAR A DESONRA; DE TANTO VER CRESCER A INJUSTIÇA; DE TANTO VER AGIGANTAREM-SE OS PODERES NAS MÃOS DOS MAUS, O HOMEM CHEGA A DESANIMAR DA VIRTUDE, A RIR-SE DA HONRA, A TER VERGONHA DE SER HONESTO”
Digo eu, ALBERTO COUTO FILHO:
**POR OUVIR DE UMA CONHECIDA “NULIDADE” (SEM VALOR, SEM TALENTO) QUE ESTUDAR NÃO É PRECISO PARA SE CHEGAR À PRESIDÊNCIA DE UMA NAÇÃO; PELO PAPEL DESONROSO DOS MINISTROS QUE ABSOLVERAM A QUADRILHA DE MENSALEIROS E POR SENTIR QUE O PODER SE AGIGANTA NAS MÃOS DO PT, ORO A DEUS PARA QUE EU NÃO DESANIME DA VIRTUDE; QUE EU SEJA MAIS E MAIS HONRADO COMO SEU SERVO FIEL; QUE EU NÃO ME ENVERGONHE DE PRIMAR PELA HONESTIDADE E PARA QUE EU JULGUE, CONFORME AS ESCRITURAS SAGRADAS, APENAS COMPORTAMENTOS E NUNCA OS CORAÇÕES DAQUELES PECADORES COMO EU, A FIM DE QUE NÃO SEJA JULGADO POR COMETER OS MESMOS PECADOS QUE ELES COMETEM**
Alberto Couto Filho

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