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quarta-feira, 4 de maio de 2011

BREFÁIAS E BURUNDANGAS TEÓLOGICAS DO FOLCLÓRICO RICARDO GONDIM


Por  ALBERTO COUTO FILHO


Oi! Gente amiga, seguidores deste meu humilde espaço virtual;
Oi! Visitantes desarmônicos e divergentes, calvinianos ou arminianos, pejados como fêmeas de animais pelo “Open Theism” (Teísmo Aberto), absurdidade preconizada  por  teólogos apóstatas que abjuraram os ensinamentos bíblicos.

Cá estou, com o vezo de ser intolerante e rabugento contumaz, revesso e difícil de ser lavrado quando alguns teólogos, bíblico-ortodoxos que ainda há pouco não admitiam distorções das Escrituras, estão levando ao extremo os princípios da Reforma Protestante.  Refiro-me àquela emblemática sentença: “IGREJA REFORMADA SEMPRE SE REFORMANDO” (Calvino).
Registrem minha estuporação pelo estupor; pelo visível entorpecimento da inteligência daqueles teólogos que, como o Pinnock, adepto do “aniquilacionismo” (o inferno não existe) pulam “de galho em galho” em termos de convicções.
Meu tempo é, ainda, exíguo para dedicar-me ao blog, mas ao início de março, reorganizei-me para, pelo menos, comentar sobre algumas mensagens de blogs dos quais sou seguidor.
Voltei e, ai, não surpreso, deparei-me com as bazófias do Sr. Ricardo Gondim que, como dicionarizadas, são como guisados feitos de restos de comida.  Suas burundangas teológicas já estão nos entediando (dando no saco).
Depois de ter lido "DÚVIDA IRRACIONAL" de James Spiegel (Cristianismo Hoje) e comparado o texto com a sinopse do livro do Sr. Gondim ”EU CREIO, MAS TENHO DÚVIDAS”, uma brefáia literária; depois de entender o desarrazoado “mosaico de solidariedade” do Gondim para crentes oprimidos, como um verdadeiro “mosaico de irracionalidade” para crentes desavisados; depois de vê-lo como um autor pelotiqueiro, alguém disposto a buscar notoriedade e risos, com esgares e momices, para comercializar suas obras, percebi que minhas férias haviam terminado.

Burundanga é um substantivo feminino que significa palavreado confuso, algaravia; uma embrulhada, confusão ou trapalhada. Significa, ainda, uma mistura de coisas imprestáveis, mixórdia ou um cozinhado malfeito, sujo e repugnante.
Brefáia e burundanga são termos nordestinos conhecidos do folclore sergipano.
Em 10.03 li as respostas inteligentes do Professor Dr. Roberto dos Santos às teses do Sr. Ricardo Gondim;
Em 22.03 deleitei-me com os elogios (?) do Caio Fabio àquele antipático senhor, em razão das suas chocarrices;
Em 29.03 meu amigo, o insigne pastor Guedes postou “A MORTE DO ISAIAS E A TEOLOGIA DO GONDIM”;
O Púlpito Cristão havia postado, em 12.08.2010 a patética Teologia do Deus imperfeito, dos patéticos Ricardo Gondim, Ed René e Elienai Cabral Jr, em que a soberania de Deus sobre assuntos humanos é negada, assim como a presciência dos fatos e a  Sua onipotência. Foi dito que Gondim está tirando Deus do cenário e, em seu lugar, está sendo colocado um “espantalho” – Misericórdia!
Estou triste com o Gondim.
A verdade, como disse Spiegel, “é que todos nós sofremos de espaços de cegueira intelectual criados por nossos vícios pessoais e desejos imorais. Dependendo da dimensão à qual sucumbimos a tal estado, somos tentados a adotar perspectivas que nos fazem racionalizar um comportamento perverso”

Dir-se-ia que Gondim está estudando física quântica com o Stephen Hawking, para juntar-se àquele ateu. Como ele irá se posicionar? Deista? Teista Aberto? Ateu? É uma pena, pois, já, já, ele irá concluir que o bóson de Higgs (partícula de Deus) jamais será revelado.
Em sua cegueira espírito/intelectual (por conveniência), o gajo finge não perceber que o Altíssimo Deus permitiu ao homem, apenas, fazer funcionar o Grande Colisor de Hádrons e não quer, ainda, (?) que seja revelado, à sua criatura, aquela tal partícula, dita “elementar escalar maciça” (tirei da Web) que, hipoteticamente, estaria invalidando a existência do Criador de tudo e de todos.
Viram só, como Deus tem um profundo respeito pelo nosso livre-arbítrio?
Lembrei-me do Nietzsche, quando decretou a morte de Deus. Gondim está dando força a um tipo de neoateismo quando, deliberadamente, aproxima-se do ateísmo e se junta aos agnósticos com a manifesta intenção de desmoralizar o Deus em quem temos crido – Ele é o Nietzsche do século; ele é mais um arauto brasileiro da tese anti-Deus, O mundo conheceu, além do Nietzsche, Marx, Freud, outros tantos que questionaram a existência de Deus.
Fundamentado no texto de Spiegel observo que:
1 - Com argumentos próprios, todos de cunho neoateísta, o já meio brôco Gondim, hoje um polemista marketeiro, apenas para “aparecer”, vive a refazer aquelas antigas objeções aos céticos e incrédulos, em defesa da fé. Ele diz: “Sou um homem de fé – eis a razão de tanta insegurança” (Prefiro as piadas do Tom Cavalcante). Ele, como nós todos, é filho do iluminismo e, por isso, é pródigo em subjetividade, o que contrasta com a escassa objetividade das suas brefáias.
2 - Mesmo sendo um iluminista influenciado pelo marxismo, ele não nos deixa margem para que o taxemos de antirrefigioso por declarar-se cristão. Seus escritos são de um racionalista intelectualista por ter escolaridade superior. Preocupo-me, porque o marxismo, o inverso do lhumanismo, elimina o ser humano, mesmo quando se alude à sua redenção.
3 – Lastimavelmente, o Gondim já está apresentando laivos de uma cegueira espiritual baseada no vício de polemizar. Sua oposição aos princípios da moralidade cristã é um forte indício deste mal.
Este seu vício e o seu imoralismo (rejeição dos valores morais cristãos) fazem-no estar em pecado, pois sua postura atual vem distorcendo a sua apreciação, seu juízo, seu julgamento. Este pecado, indicativo da cegueira intelectual, está impedindo o seu funcionamento cognitivo.

4 - Entregue aos seus vícios e a um enfadonho psitacismo, ele ainda não percebeu que a formação da sua crença, no que concerne a questões morais e espirituais, não é mais crível ou confiável.
Ele cedeu àquela imoralidade, a ponto de distorcer o Evangelho. O apóstolo “das gentes” escreve, na epístola aos Efésios, referindo-se à rejeição dos valores morais cristãos, “que não devemos andar na vaidade dos nossos próprios pensamentos, obscurecidos de entendimento, alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivemos, pela dureza do nosso coração”. A Bíblia nos diz que, somente, a obediência e a humildade nos farão compreender e discernir os desígnios de Deus.
5 – Comenta Spiegel que Plantinga, baseando-se em teólogos cristãos históricos diz que todos nós temos uma percepção inata da divindade de Deus, que ele chamou de “sensus divinitatis”. Afirma aquele filósofo que o “sensus divinitatis” pode ser corrompido pelo pecado, De acordo com as Sagradas Escrituras, as evidências para a existência de Deus são inquestionáveis. O apóstolo Paulo diz que”aquilo que se pode conhecer de Deus está manifesto no Livro Santo”. Segundo seus ditos na Epístola aos (Romanos, 1.19-20), os atributos divinos, embora não-visíveis fisicamente, podem ser claramente compreendidos por meio da criação, de forma que não posso desculpar aquele que diz “crer em Deus, mas tem dúvidas”.
6 - Já o salmista, liricamente, louva a Deus, por seus dois grandes presentes à humanidade: a criação e a lei - “Os céus declaram a glória de Deus; e o firmamento proclama a obra das Suas mãos” (Salmo 19.1). Este salmo fala ao cristão sobre a revelação geral de Deus na natureza, assim como da revelação do Senhor em todas as narrativas bíblicas. 
Se as evidências da existência de Deus afluem tão sobejamente por que tantos ateus, pergunta James Spiegel?  O apóstolo “das gentes” responde-nos, no mesmo texto daquela epístola aos Romanos, apenas registrando que muitas pessoas “suprimem a verdade pela injustiça”. Seria este o caso do Gondim

É uma pena admitir, mas Gondim está suprimindo a verdade por estar, nitidamente, corrompido e ferido pelo pecado. Ele, ser humano criado pelo Senhor,  vem, em seus artigos mais recentes, negando, sistematicamente, a existência de Quem o criou.
De acordo com Plantinga, o “sensus divinatis” do Gondim foi severamente afetado. O pecado corrompeu-o a ponto de questionar, insistentemente, a existência, a imutabilidade e a onipotência Daquele que nos criou.  Ele, que se declara um teólogo relacional, deve estar sofrendo de um tipo de disfunção cognitiva que está influenciando a sua antiga consciência de Deus. Já há muitas pessoas tendo-o como herege.

Preocupo-me quando leio que o caminho em direção ao ateísmo é encurtado: quando enfermos desse tipo de disfunção e quando fatores externos nos abalam a ponto de exercer influência sobre a nossa consciência natural de Deus.
Vocês já imaginaram o Gondim como ateu? .
O autor de “DEUS, UM DELÍRIO”, o escritor Richard Dawkins declarou em sua obra que os teístas são iludidos.  Então, fico a pensar que aquele ateu/evolucionista não está certo, se considerarmos os escritos de Paulo e de Plantinga, filósofo ferrenho defensor do molinismo (livre-arbítrio/consciência divina),
Não posso ignorar, disse o reverendo Valdir do Espírito Santo que, como muitos de nós, conheceu o Ricardo de outrora, que ele tenha se azafamado e esteja indignado com tudo que viu em igrejas ou convenções, mas nada justifica suas palavras insensatas e cegas.

É do padre francês François Varillon a frase abaixo:
”A religião
sem moral desvia-se, ou melhor, inverte-se em magia" 

Lembro-me da carta aberta do Pr. Eros ao Gondim:
Nobres e heréticos, deistas
acochambrados misturam, hoje, seus pensamentos neo-ortodoxos, transformando-se em magos, para criarem suas estranhas teologias (burundangas?) e, em decorrência, em dissimuladas seitas que só desmoralizam o cristianismo. Gondim está se preparando para ser um dos futuros heresiarcas dessas seitas.
Anotei, para finalizar, três importantes observações, quanto à postura atual do Sr. Ricardo Gondim:
>De CAIO FÁBIO: “Gondim pensa que pensa, mas é raso como uma praia sem águas”
>De ALAN BRIZOTTI: “Nos discursos de ambos (Gondim e Caio) notei a perigosa ausência da cruz - isso é grave sintoma: Se a cruz desaparecer de nossa teologia, perdemos o referencial do Deus Servo, do Deus que salva. Perdemos o verdadeiro Deus e passamos a criar conceitos a serem devassados”
>De A. W. TOLZER:Sem fazer-se anunciar e quase despercebida uma nova cruz introduziu-se nos círculos evangélicos dos tempos modernos. Ela se parece com a velha cruz, mas é diferente - as semelhanças são superficiais e as diferenças” fundamentais”.
Alberto Couto Filho


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