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quarta-feira, 28 de julho de 2010

KIBERNETES - O REMÉDIO PARA IGREJAS DOENTES - A BULA DA EFICÁCIA

Autor: Alberto Couto Filho

Se quisermos obter um diagnóstico preciso acerca da saúde de uma igreja, devemos nos basear na efetividade da sua liderança ou, ainda, na presença ou ausência da unção do Espírito Santo nas ações efetivas de seus líderes.

É sintomático: Se a eficácia da liderança é obtida através da adoção de práticas que ensejam notório crescimento, a igreja é (está) inteiramente saudável, caso contrário, a ineficiência, sintoma indicativo do mal, do estado mórbido do corpo de Cristo, nos levará a um só diagnóstico: a liderança inexiste.
O que se vê então são tentativas inúteis de combater a ineficiência, para evitar os efeitos danosos da enfermidade, ação totalmente inócua diante do mal da ineficácia.

É preciso combater a causa, a origem da doença, apregoando, ensinando e disseminando a prática da Liderança Servidora Transformacional de Jesus.
Leio em várias narrativas, nas Escrituras Sagradas, sobre a responsabilidade individual dos líderes pela restauração, pelo crescimento e também pela decadência e declínio do que estavam liderando.

Em Neemias, por exemplo, este fato pode ser comprovado, quando o copeiro do Rei Artaxerxes tomou conhecimento do mal, através de Hanani, seu irmão, quando relatada a desolação de Jerusalém, com a derribada dos muros da cidade (Ne 1:3).
O mal, então identificado por Neemias, já como governador, levou-o a orar ao Senhor, encorajando os judeus que haviam retornado do exílio da Babilônia a restabelecer a sua comunidade e arredores.

A Bíblia registra a eficiência de Neemias, quando administrou o conflito criado pela reconstrução dos muros, desde seu início em (Ne 2:9/10) até o clímax do conflito em (Ne 6:1/14) e também assinala a eficácia da sua liderança ao final da restauração dos muros em (Ne 6:15).
Os níveis de sinergia alcançados junto aos que trabalharam na reconstrução dos muros, sob a liderança de Neemias, nomeado governador na terra de Judá, se comparados às ações e reações dos primeiros governadores: Sesbazar (Ed 5:14) e Zorobabel (Ag 1:1) não só corroboram a existência da doença como devem preocupar nossas lideranças atuais, quanto à busca do beneplácito soberano de Deus para erradicar o mal da ineficácia. De fato, não existem grupos ou equipes fracas. Existem sim, líderes fracos (Ne 5:15).

Criei o medicamento genérico “Kibernetes”, para combater o mal e, ao mesmo tempo, consubstanciar todo o meu texto. Ele contém o mesmo fármaco (princípio ativo): Na mesma dosagem; mesma forma; administrado pela mesma via; indicado terapeuticamente como o “de marca e referência” mundiais; apresentando a mesma segurança, a mesma eficácia clínica e a condição de ser o único que pode ser intercambiável com o “de marca e referência”.

A bioequivalência do “Kibernetes” pode ser testada quando o seu uso é associado à oração permanente
Sua ação, composição, propriedades, indicações e efeitos, guardam total similaridade com o medicamento indicado para a cura de todos os males: O “de marca e referência” – O Senhor Jesus Cristo.

Portanto, leia a bula.

A Bula da Eficácia


“KIBERNETES” – (The Transformational Servant Leader)


Informação ao paciente


O “Kibernetes” é derivado da palavra grega “kibernesis” que tem o significado de “liderar”. Ela faz referência ao líder eficaz que sabe onde está; para onde vai e como se safar das ameaças e dificuldades encontradas no seu caminhar.
Ele é um desenvolvedor da capacidade de interagir e integrar pessoas (sem qualquer acepção) num processo de influência, visando o alcance de resultados eficazes, entendidos como comuns por todos os envolvidos no processo; objetivando transformação de vidas, mediante a renovação das mentes (Ef 4:2), (1Co 1:10), (Dt 16:19), (At 10:34), (Ef 6:9), (Mt 7:15), (Rm 12:2), (Fp 3:21), (Jd 3), (Is 51:56), (Lc 1:77), (Sl 96:3), (Mt 28:18,9).

Composição

Caráter e ações, procedimentos, habilidades, estilos e posturas, atitudes necessárias para levar às pessoas que, nas igrejas, participem da liderança:

=>O amor (comportamental/incondicional), o altruísmo (1Co 13:1-8);

=>A obrigatoriedade de “servir” e “sacrificar-se” (Dn 7:14), (Is 52:13), (Is 53:12), (Mt 20:28), (Mc 10:45);

=>A utilização de técnicas destinadas a um relacionamento sinérgico entre as pessoas, visando motivá-las e engajá-las para, juntas, maximizarem a qualidade e otimizarem resultados (1Ts 2:8), (Tt 1:9), (Pv 18:13), (Ec 1:8), (1Co 15:11), (Pv 15:21), (Rm 2:1), (Cl 3:13,15,16), (1Co 12:4-6), (1Co 1:10), (2Sm 24:16), ,(1Co 3:6-9), (2 Jo 9-11), (Mt 28:18,19,20);

=>A aprendizagem apropriada, quanto ao tratamento dispensado às pessoas lideradas, em função de uma situação observada; do nível de desenvolvimento (maturidade espiritual/emocional) e das variáveis de natureza pessoal (necessidades, valores e motivações) de cada uma delas (Rm 12:7), (1Sm 12:23), (Tt 2:7,8), (1Tm 5:1), (Pv 1:1-3), (1Ts 5:14), (Cl 4:6);

=>Habilidades transferíveis, conhecimentos gerais e educação (Pv 1:5);

=>A adoção de postura conselheiral/provedora, ora comportando-se Diretivamente, ora provendo Apoio (exortando) aos liderados (Pv 11:14), (Pv 15:22), (Pv 24:6);

=>A orientação, o treinamento, o aperfeiçoamento, o reconhecimento e o empoderamento (o IDE) (Mc 6:8-11), (1Ts 1:4,5), (Mt 28:18-20);

=>A mentoria, quando apascentadores, guias, conselheiros ou mestres (Mt 5:1-11), (At 2:14-36), (At 3:11-26).

Propriedades


O “Kibernetes”, quando utilizado da forma prescrita, tem as seguintes propriedades (Missão):

A – Levar o líder/paciente a atuar como agente de transformação (mudanças), evitando que haja a manutenção do “status quo”, conhecida inibidora da humildade e causadora do mal da mediocridade e criando uma forte disposição para a aceitação de desafios. A mentoria, um dos componentes da sua fórmula, age em meio aos liderados para vencer adversidades (tribulações); para fornecer direção; para criar algo único e novo; como fomentador de ousadia e intrepidez (Ef 3:16), (Fp 4:13), (Rm 8:31), (Sl 27:5), (Pv 16:9), (Is 42:9), (Ap 21:5);

B – Estimular e motivar o autodesenvolvimento e a participação, ativando a perspectiva de crescimento pessoal e espiritual através da ação desenvolvedora da capacidade das pessoas. O papel do “Kibernetes” nesta propriedade é interessar-se pelos liderados; ouvi-los; acatá-los e acomodar ou satisfazer suas complexas, mas legítimas necessidades humanas, como condição para sua automotivação e para o seu comprometimento (empenho/disposição) em relação às metas e objetivos da obra (Pv 1:5), (Pv 9:9), (Cl 1:10), (Lc 2:52), (Lv 19:18), ( Mt 22:39), Mc 12:31), ( Rm 13:9), (Gl 5:14), (Tg 2:8), (1Ts 2:17-20), (2Pe 3:14);

C – Agregar (integrar) os liderados, levando-os à unidade e à participação voluntária, no exercício do seu papel de catalisador de resultados. Esta propriedade faz com que o medicamento produza efeitos benéficos não só para a igreja, mas para a sociedade como um todo (2Cr 5:2), (Is 45:20), (Lc 15:6), (Ef 4:12,13), (1Co :10), (1Pe 3:8);

D – Identificar liderados não-conformistas genuínos, seguidores que podem lhes encaminhar ao futuro, separando-os dos falsos não-conformistas (o joio) que apenas causam aborrecimentos e nada fazem de útil. Os não-conformistas legítimos (o trigo) são pessoas que se destacam no exercício de suas funções e que não se preocupam apenas com suas próprias idéias, mas com as metas da Igreja e que já exercem alguma influência e têm adeptos, admiradores ou seguidores (1Tm 1:19,20), (2Tm 2:16-18), (Fp 2:20-25);

Informações ao líder/paciente

Aconselha-se que o líder demonstre a pretensão de ser “grande” ou “maior” no desempenho das suas funções, ou seja, que busque a eficiência no relacionamento com as pessoas, além de uma performance irrepreensível ao “servir” e assistir aos outros, provendo-lhes Direção e Apoio.
O medicamento não é recomendado para pessoas que objetivem a primazia, a ostentação do poder, o status de “primeiro” mandatário. Estes podem sofrer conseqüências danosas no contacto/ingestão do produto e apresentarem sintomas de humilhação. A ação esperada do “Kibernetes” é fazer seguidores, reduzindo e até acabando com a tão natural resistência das pessoas às mudanças (Mt 20:26,27), (Mc 10:43,44), (Lc 14:11).

A sua ação aconselhadora identificará necessidades ainda não satisfeitas e atuará decisivamente sobre as disfunções do tipo: moral baixo, murmuração, hostilidade, obstrucionismo, defensividade, inveja, territorialidade e ansiedade crescente, conhecidas reações, típicas do ser humano, quando não ocorre uma adequada gestão da mudança encetada, visando minimizar ou mesmo coibir tais reações. Os componentes do medicamento atuam de modo seletivo quanto às pessoas, oferecendo-lhes tratamentos diferentes, por não ser desconhecido que elas são, conforme o Criador, do mesmo modo, diferentes (Cl 4:5,6), (1Ts 5:14).

O “Kibernetes” estimula e motiva os líderes/pacientes a se preocuparem com o que estão fazendo. Seu uso permanente forja o caráter dos liderados no cadinho do amor ao próximo, tornando-os altruístas, e recompensa-os pelo desempenho superior. O medicamento promove a comemoração pelo progresso e sucesso alcançados fazendo com que haja testemunho das pessoas cujas vidas foram transformadas e leva os líderes a relembrar continuamente a visão de Deus para a igreja. Os líderes/pacientes passam a encorajá-las, destacando o crescimento pessoal de cada uma delas (Rm 15:2), (Pv 3:29), (Cl 3:24), (Mt 16:27), (Fp 2:20-25).

O “Kibernetes” foi desenvolvido com base na ciência de que “nada é tão desigual do que tratamentos iguais para pessoas desiguais”. Desta forma, o efeito único esperado é o sucesso decorrente da eficácia apresentada pelo medicamento

Observação médica, muito importante


Os pacientes devem atentar para a validade do medicamento e para o fato de que o mesmo pode ter seus componentes falsificados. Fora da validade e com componentes falsos, são observáveis: a ausência de “unção”, de habilidades, de competência, de empenho e de disposição. Além disso, aos sintomas citados a seguir, nas Indicações, aliam-se prepotência (uso coercitivo do poder) e vaidade. Dessa forma, a eficácia do medicamento estará seriamente comprometida. Neste caso sugerimos um providencial e mais íntimo contacto com o Médico dos médicos (Jr 23:1-4), (Ez 34: 1-10), (Mt 7:15), (2Tm 2:14), (Tt 1:10-16), (2Pe 2:1).

Indicações


No tratamento da ineficácia – no combate ao uso abusivo do poder de posição; à apostasia; às doutrinas heréticas; à falta de autoridade legítima; ao individualismo; à egolatria; ao egocentrismo; à arrogância; às lideranças não desenvolvidas; ao esgotamento espiritual; à incapacidade de gestão; ao desestímulo à criatividade, à inovação (mudar, pra que?); a desmotivação; ao espírito rotineiro; ao conformismo e à mediocridade satisfeita.

Contra-indicações


O “Kibernetes” é contra-indicado para líderes meramente posicionais, com sintomas de acomodação crônica, conformismo natural, passividade obtusa, aversão a feed-back negativo, ganância e males semelhantes, que já passaram, sem resultado, por tratamento à base de seminários teológicos, conselhos, exortação, admoestações e recomendações.

Reações (não adversas)


Este medicamento deve ser usado também por líderes dotadas das qualificações para o exercício da influência, possuidores do “dom de governos”. O uso do medicamento irá reforçar o seu DNA espiritual e sua eficácia irá produzir líderes/seguidores também eficazes. O sucesso terreno virá em seguida ao reconhecimento da importância espiritual da liderança orientada, primeiramente, para a busca às coisas do alto, valendo-se do poder pessoal com autoridade legítima (1Co 12:28), (Mt 6:32,33).
A medicação irá capacitá-los a ver o mundo por uma ótica diferente e a reagirem naturalmente a toda e qualquer circunstância contrária (adversidades, tribulações) aos seus mais lídimos interesses.

Efeitos colaterais


As pessoas que possuem um alto potencial, mas apresentam um baixo desempenho, o “Kibernetes” pode levá-las a um futuro aproveitamento.
Líderes de alto potencial e que apresentam também um alto desempenho; que crêem em Deus; que têm fé e sabem que não há limite nem mesmo para o pensamento, têm no uso permanente do “Kibernetes” a alavanca para a eficácia e o deleite de um futuro feliz na presença do Senhor (Gn 15:1), (Mt 5:3-11).

Posologia

É essencial usar o “Kibernetes” sob a forma de liderança servidora/transformacional, cuja ação de educar, servir e encorajar conduz pessoas e equipes à plena conscientização de uma visão, dos objetivos traçados e à total coesão e integração do grupo (unidade).
É esperado um possível empoderamento (liberação de poder), a partir de altos níveis de motivação; de envolvimento; de comprometimento e de participação voluntária dos liderados (Jo 17:23), (Ef 4:12), (1Co 10:17), (1Co 1:10), (2Co 13:11), (1Pe 3:8), (Mt 28:18-20).

Super dosagem

A ação do desenvolvedor de Capacidades do produto na gestão de pessoas é algo muito específico. Não há referências sobre a ocorrência de problemas particulares após super dosagem. É muito grande a possibilidade de que ela venha a ser benéfica para muitos líderes/pacientes.

Interação Medicamentosa

A ação garantidora do comprometimento, da participação voluntária, da co-responsabilidade e contribuição criativa dos liderados, será mais rápida e facilmente alcançada se o líder/paciente associar o uso regular do “Kibernetes”, aos conceitos de amor e espiritualidade; às boas práticas de servir e sacrificar-se para ajudar ao próximo (altruísmo), pois estes são componentes básicos da fórmula da Liderança Servidora Transformacional (Fl 1-25).

Recomenda-se, antes de iniciar o tratamento, que o líder/paciente defina o perfil e o nível de desenvolvimento ou grau de maturidade dos seus liderados, com vistas a dinamizar o seu potencial e avaliar desempenhos, objetivando a formação de seguidores/substitutos e o suprimento das necessidades de encarreiramento (1Co 3:1-3).

Ações terapêuticas do “Kibernetes”
:

“Caminhar, caminhar sempre à frente de todos; como piloto, ser também mecânico, telegrafista, navegador; ficar de pé, quando os outros se sentam; sorrir, quando cerram os dentes; dar de beber, quando têm sede (Jo 7:37) e um coração quando lhes falta um (Jr 32:39). Carregar o cansaço dos fracos (Mt 11:28); Iluminar os que se acham em trevas (Jo 1:5). Esperar por sete (Js 6:15/16); querer por dez (Gn 18:32/33) e, em secreto em seu quarto, orar por eles ao Pai Eterno que tudo vê em secreto, para que todos sejam abençoados (Mt 6:6)”.

Farmacêutico responsável: Alberto Couto Filho
Doação sem prescrição médica
Laboratório: “Até Aqui Nos Ajudou O Senhor”
Indústria Evangélica Brasileira

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