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terça-feira, 30 de outubro de 2012

QUANDO DEUS BRINCA COM O HOMEM DE “PEGA PEGA/PIQUE ESCONDE”

Por Alberto Couto Filho

Oi gente,
Duma feita, escreveu-me o nobre Newton Carpintero, meu dileto “menorzão”:
“O sentimento de Deus é racional, com notável equilíbrio matemático”.
Foi como voltasse aos bancos escolares, aos ensinos da Matemática, àqueles professores horrorosos, sem-graça, chatos “pra dedéu” – ali estava um Teorema!
A meu ver, ali estava uma proposição, “ni minimis”, paradoxal, pois o insólito chocava-se ou confundia-se com a habitualidade com que se ouve dizer que o Criador era/é um demiurgo matemático. Urgia, por isto mesmo, a necessidade de uma nova proposição, um Corolário, quem sabe, que demonstrasse a evidência do “Teorema” do Newton, não o Isaac, mas o Carpintero da Flórida.
Curioso, inquiri meu teclado: Que qu’é isso, meu Deus? Quero sentido, explicação; quem pode provar esse “equilíbrio matemático”? Onde o encontro?
Graças a Deus!  Bem que o Dr. Lucas me disse: Pedi e dar-se-vos-á; buscai e achareis...
Eureka!
Recebi o que entendi de Deus como o Corolário pedido. Encontrei, num “quase-silogismo-assertórico-apodítico” (o que é isto?), uma conclusão lógico-bíblica, com suas duas premissas,  verdadeiras por sua evidência e possibilidade de ser demonstradas. Vejam:

O texto abaixo foi publicado, recentemente, no Blog “Glorioso Jesus”, da abençoamada Isabel Menezes, menina dos olhos do Senhor, cuidada e alimentada por ELE; mulher virtuosa cujos vestidos são a sua força e a sua dignidade. Esta ditosa mulher escreve com sabedoria e da sua pena saem instruções de bondade.
Edificação? Santificação?
Recebam-nas, lendo os textos magníficos da não menos magnífica irmã Isabel.
Depressa! Andem logo! Visitem aquela página!

 

Cada um é único

Por Isabel Menezes


Mas um só e o mesmo Espírito opera todas estas coisas, repartindo particularmente a cada um como quer - 1 Coríntios 12:11 
Mas, quando vier aquele Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir. João 16:13

Ele guiará a cada um; para cada um, Ele anunciará coisas grandes; Com um cuidado especial, mostrará para cada um, que Ele ouve, e Ele vai responder, e declarar as Suas maravilhas, distribuindo a cada um, individualmente, como Ele quer, os Seus dons. Aleluia!!!!!!!

 

Os dois aforismos que encerram “máximas”: sentenças bíblicas que são certezas quanto à distribuição dos Dons Ministeriais e à Missão do Consolador, fundem-se no que Isabel enuncia, a seguir: a verdade, o irrefutável, expresso verbalmente num juízo apodítico inerente àquela Missão; ao que Deus fará, mesmo porque não é homem para mentir.

O conjunto formado por aqueles textos bíblicos definem um pequeno sistema axiomático em que simples verdades são demonstradas como axiomáticas, ié, afirmações gerais aceitas como evidentes e indiscutíveis, de acordo com Euclides, um matemático famoso.                  

Nas ciências exatas, como a Matemática e a Física, esses sistemas axiomáticos desempenham papéis preponderantes. Leis e Teoremas resultam das várias Teorias formuladas a partir dessas ciências.

 

Em dezembro de 2010 esteve aqui no IMPA (Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada) o premiadíssimo, contempladíssimo e famosíssimo Michael Atihyah, matemático, geômetra, o “cara”ganhador da Medalha Fields, a láurea mais prestigiosa da Matemática. Vejam o que ele disse quanto à busca de uma teoria que venha a oferecer uma síntese entre a Relatividade de Einstein e a Física Quântica – chamam-na de Teoria Matemática do Universo. (Coisa de doidos varridos!):

 

“Deus ama a beleza, o belo e essas teorias retratam o belo. Eu sou o místico e, como vocês sabem, os místicos sintetizam. Disse, sorrindo: deus não jogaria fora a beleza de todas essas teorias para ficar com uma só. não posso garantir que a TMU vá ser encontrada, mas minha intuição diz que sim. É uma linda hipótese e assim deve ser quando se faz uma previsão. Qual a graça em se ter a verdade sob a forma de uma teoria horrorosa? Por que Deus faria o Universo com base em matemática vagabunda? Se n’algum dia concluirmos assim, eu direi apenas que Deus é um péssimo matemático.”

 

Oh céus! Como desassociar a Divindade da Matemática?

Já sei o que fazer! Organizarei uma conferência em que debaterei sobre a fé com cientistas famosos quando discutiremos a relação, por eles aventada, entre Deus e aquela ciência exata. Ao final do encontro, devo posicionar-me quanto àquela relação.

 

Vi-me, então, em uma imaginária conferência, reunido com Arquimedes, Platão, Jacob, Aristóteles, Pitágoras, Gauss, Thomas Edison, Newton, Dirac e outros matemáticos, físicos, filósofos e químicos, dentre cientistas que defendem existir uma relação íntima entre o Criador e a Matemática, dizendo-os análogos. Conosco, também, esteve o nosso Ruy Barbosa, cientista político. Ele também deu o seu pitaco no debate.

 

De Arquimedes, aquele do “Eureka”, ouvimos:

“Meus caros, o que posso dizer? O Centro da Gravidade, a Lei da Alavanca e outros trabalhos de minha autoria, bem como diversos estudos, fizeram com que muitos percebessem que a Matemática é a linguagem do Universo. Portanto, puxando a sardinha para a minha brasa, posso dizer-lhes que o conceito de Deus como um matemático, é oriundo desses meus trabalhos. O seu Universo pode agigantar-se da maneira que a mente humana ou espiritual almejar, e Deus é a Matemática Universal.”

 

Disse-nos Karl F Gauss, matemático e físico:

“Estou disposto a atentar com maior interesse para questões que, além de envolver problemas éticos, estariam nos orientando sobre um melhor relacionamento com Deus, ao invés de discutir questões matemáticas relacionadas com o Criador. Quando soar a nossa última hora, teremos a indizível alegria de ver Aquele que em nosso trabalho, apenas pudemos pressentir, como matemáticos.”

 

Michael Faraday, físico e químico, foi incisivo, curto e grosso:

“Se matemático ou não, pouco importa. Apenas sei que o meu Deus, o meu Redentor está vivo – só confio em certezas. Estou certo de que, por isso, eu também viverei.”

 

Thomaz Edison, inventor, concluiu, dizendo:

“...Tenho um enorme respeito e a mais elevada admiração por todos os engenheiros e matemáticos, especialmente pelo maior deles: DEUS!”

 

Isaac Newton, o famoso físico e matemático, assim se pronunciou:

“Como a Matemática Deus é Eterno. Ele é onisciente, onipresente, onipotente, além de sábio, justo, bom e santo. Devemos crer nele, e somente nele, por tudo isso. Não existem outros deuses além dele. Confiemos em Deus, amando e honrando a sua divindade. Nós devemos temê-lo, orando a Ele, dando-lhe graças; louvando e santificando seu santo nome; cumprindo seus mandamentos e disponde de tempo para honrá-lo em cultos de adoração. Todos aqui conhecem os meus doze artigos sobre Deus e Jesus Cristo.”

 

Ruy Barbosa de Oliveira, filólogo e cientista político, disse:

Nem o ateísmo reflexivo dos filósofos, nem o inconsciente ateísmo dos indiferentes são compatíveis com as qualidades de ação, resistência e disciplina essenciais aos povos livres. Os descrentes, em geral, são fracos e pessimistas, resignados ou rebeldes, agitados ou agitadores. Mas, ainda, não basta crer: é preciso crer definida e ativamente em Deus, isto é, confessá-lo com firmeza e praticá-lo com perseverança.”


Louis Pasteur, microbiólogo e químico, foi taxativo:
“Proclamo Jesus como filho de Deus, em nome da ciência.
O meu espírito cientifico dá grande valor à relação entre causa e efeito, e me compromete a reconhecer que, se ele não o fosse, eu não mais saberia quem ele é. Mas ele é o filho de Deus. Suas palavras são divinas, sua ida é divina, e foi dito com razão que existem equações morais, assim como existem equações matemáticas.”

Paul Dirac, físico, argumentou:
"Deus é um matemático de nível muito elevado que usou a matemática avançada para construir o universo"

Werner Heisenberg ganhador do Prêmio Nobel de Física de 1932, concluiu sua participação:
"O primeiro gole do copo das ciências naturais torna ateu; mas no fundo do copo Deus aguarda." 

John Polkinghorne, físico, teólogo, alertou-nos:
“Cuidado! Deixe-me fazer um aviso teológico de saúde, ou melhor, uma promessa: 'Ler a Bíblia pode mudar sua vida.”

Pitágoras, matemático, geômetra e filósofo, resumiu:
O Número é a substância de todas as coisas. O Número domina o universo. Geometria é o conhecimento da existência eterna.
Eu e meus seguidores não temos dúvidas de que a matemática é real, imutável, onipresente e também a coisa mais elevada que a mente humana pode conceber.
Deus não é um simples matemático - para nós, pitagóricos, a Matemática é DEUS!

Platão, filósofo grego, dentre outras coisas atinentes, disse:
“Deus, o criador de tudo é o demiurgo que muda a aparência da matéria de acordo com seu pensamento. O caráter matemático do mundo é simplesmente uma conseqüência do fato de que "Deus sempre geometriza". Em decorrência, em minha perspectiva a Matemática não pode desassociar-se do divino”.
 
Galileu Galilei nos disse:
 "A Matemática é o alfabeto que Deus usou para escrever o Universo, mas para compreender o Universo é preciso falar esta língua. DEUS, COM CERTEZA, É UM MATEMÁTICO. Na concepção da natureza, Deus falou na linguagem da matemática e se os seres humanos entendessem a ciência usando a linguagem da Matemática, eles poderiam compreender a mente divina. Deixe-me traduzir: Quando uma pessoa encontra uma solução para um problema utilizando a geometria proporcional, a percepção e a compreensão adquiridas são divinas.”

René Descartes, filósofo, matemático. O criador da frase: “Penso, logo existo”, considerou:
“Para mim, Deus criou todas as verdades eternas. As verdades matemáticas que vocês chamam de eternas foram estabelecidas pelo Senhor e dependem inteiramente dele e não da gente. Ele é muito mais que um matemático, no sentido de ser o criador dessa ciência e de um mundo físico que é totalmente baseado nela.”

John David Barrow, físico e matemático, encerrando sua participação, disse laconicamente:
“Mudem Matemática para Deus e verão que quase nada parece mudar.”

Para encerrar este nosso encontro, eu digo a todos, conforme comentei parcialmente no Blog Glorioso Jesus, que eu amo intensamente ao Deus das nossas vidas e, com louvor, formei-me “summa cum laude” em Matemática. 
Eu vejo uma grande similaridade entre Deus e a Matemática: ambos são imutáveis, exatos, perfeitos e neles encontramos soluções para os nossos problemas Basta conhecer: pelo lado espiritual, o Evangelho e as Leis de Deus; pelo lado científico, as fórmulas, os teoremas e as leis matemáticas. No primeiro caso eu equaciono o problema, buscando primeiramente as coisas do alto, utilizando o Livro Santo; no outro caso eu equaciono o problema e, como não sou bobo nem nada, utilizo uma HP 12 C.
Depois disso é só esperar pelas demais coisas – Deus me prometeu acrescentá-las – Tá lá em Mt 6:33.

Queridos conferencistas, queridos leitores, prestem atenção nas minhas considerações finais.
Ora o Senhor se expressa na “UNIDADE”, ora o Criador, com sutileza cósmica toca, tangencia, o “INFINITO”. Crendo, não tenho duvidas, que o nosso Deus, vez por outra, se apresenta como se brincasse conosco matematicamente, levando-nos à única comprovação de que a Matemática é, realmente, uma ciência, como ELE, exata. E dai?
Deus parece ironizar o próprio Einstein, quando argumentou que Ele não “joga dados com o Universo” (Lembrei Galileu). Dizem que ele é um deista - ele não crê na revelação divina. Por isso não o convidei para a conferência.
O Criador não se importa com as elucubrações ou dificuldades matemáticas da sua criatura: o homem. Ele as integra empiricamente, e naturalmente sorri quando se busca probabilizar Sua íntima relação com aquela ciência e o fato de ter falado em linguagem matemática, conforme Galileu, para conceber a natureza. ELE deve estar sorrindo agora.
Observem todos que o nosso Deus parece gostar mesmo/até, de “jogar dados” com ateus, evolucionistas, criacionistas, humanistas, materialistas e outros dessa mesma cambada de arrogantes; dessa mesma súcia de mitômanos, gênios “de mentirinha” que propalam “verdades mentirosas”, questionando o inquestionável para desacreditar as Sagradas Escrituras e ludibriar os que nele creem.

Próximos ao final dos tempos, pressinto não haver previsão quanto ao resultado deste “jogo” excitante que se assemelha à uma brincadeira de “pega pega/pique esconde”  entre o homem e, como disse Aristoteles: e o “Primeiro Ativador Imutável, a fonte do movimento e da ação do universo; o autocriador, incompreensível, inatingível, essência eterna, integralmente perfeita, o início e o centro do verbo em movimento no Universo”.
Humboldt está, também, reforçando esta minha tese, ao dizer que “Os mistérios de Deus precisam ser adorados e nunca compreendidos”. É verdade, eles são imponderáveis. Onde encontrar o Senhor? Na ciência, na natureza? Onde? Só seus íntimos, sabem como encontra-lo (Sl 25:14).
É sempre assim:
Toda a vez que a gente tenta desvendar um mistério referente ao Eterno, Ele “rapa fora”, fugindo à visão humana, como num passe de mágica Ele parece esconder-se, como se brincasse de “pega-pega/pique esconde” conosco, permitindo que evoluamos contínua e inesgotavelmente, enquanto queimamos nossas pestanas à busca do conhecimento.
Deus nos provoca e nos incita a procura-lo, em meio aos seus insondáveis mistérios; diante da sua imponderabilidade. Como diria o Einstein: “Deus é esperto, e não malicioso”.
Pela fé, acho mesmo que o resultado desse jogo será sempre nulo para quem vivo está e para aqueles que não temem a Deus. Todavia, excitado pela sua absurdidade, pretendo continuar rindo copiosamente daqueles que o praticam, atento às suas baldadas jogadas. Este, eu creio, é o melhor caminho para a minha vida.

Quero encerrar a minha participação nesta conferência, apresentando-lhes um raciocínio puramente matemático:
1 – Tudo que não existe é nulo;
2 – Tudo que é nulo é considerado 0 (zero);
3 – Deus é nulo ou zero, para os que não acreditam na Sua existência;
4 – No estudo da potenciação toda base elevada ao expoente 0 (zero) tem como resultado o número 1 ou a unidade;
5 – O que for elevado à potência 0 (zero) resulta em si mesmo. O que expressa o conceito de UNO, de acordo com Plotino, um filósofo exegeta de Platão que nos pediu contemplar esse Deus como a medida mais elevada de tudo.

Deus, além de INFINITO, é esta UNIDADE. Ele é UNO, algo único, singular e indivisível, imutável, inabalável e infalível – “QUOD ERAT DEMONSTRANDUM” ou, matematicamente falando:

  1. No comentário do Carpintero;
  2. Na postagem da Isabel Menezes, editora do Blogt “Glorioso Jesus”,
  3. Nas doutas anotações dos nobres conferencistas:
 CQD – “COMO QUERÍAMOS DEMONSTRAR”.

Copiando o meu abençoado irmão Claudio Claro:
Fui regenerado e justificado em Cristo Jesus. Estou reinando em vida; sou abençoado.
E de glória em glória, como a luz da aurora, eu brilho mais e mais à imagem do meu Deus.
Alberto Couto Filho

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