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segunda-feira, 11 de novembro de 2013

A IGREJA NA CONTRAMÃO DO SISTEMA

Por Alberto Couto Filho

Trevas densas pairam sobre o mundo, no palco que está sendo  montado nestes tempos finais. Se no passado a Igreja era perseguida e considerada uma ameaça aos sistemas de governo vigentes, no presente a mesma goza de benefícios  extraordinários do poder instituído, com direito e prerrogativas que extrapolam o seu âmbito de atuação.
Esta proximidade da Igreja com o sistema institucionalizado e a busca sempre crescente por status ou posições de destaque na sociedade, fez com que a Igreja do século XXI perdesse o seu papel profético de denunciar as mazelas perceptíveis nestas estruturas políticas humanas.


Por que denunciar e perder todas as vantagens se é mais cômodo permanecer como está e usufruir de todas as benesses institucionais? Para que criar embates ideológicos com os figurões do alto escalão do poder se é mais prático e utilitário permanecer recebendo os “manjares” dos reis.
Este casamento político é um indicador que aponta para um problema maior que está tomando corpo à medida que a Igreja perde o seu referencial e as suas características de “sal” e de “luz” do mundo (Mt 5.13,14).
Ao perder estas características intrínsecas ao seu ideário, a Igreja perde também a sua autoridade apostólica. Uma vez que tal combinação de elementos faz parte de sua tessitura e estrutura formativa. A visível perda da essência e o desvio dos paradigmas bíblicos, decerto, a conduzirão a uma profunda deterioração moral e espiritual, que por sua vez, abrirá as portas para a apostasia e rebelião contra Deus.
É importante ressaltar que embora esteja havendo este estiolamento, que é um sinal dos tempos finais, percebe-se que o Senhor tem guardado alguns que ainda não se prostraram a baal. Como nos tempos do profeta Elias, Deus ainda tem remanescentes fieis que permanecem inabaláveis no cumprimento de sua vocação celestial, independente do que esteja acontecendo ao redor ou de influências externas.
Nos dias do profeta Elias, o culto a baal foi institucionalizado pelo perverso governo de Acabe, influenciado pela ardilosa, e terrível, Jezabel.

Entretanto, ainda que o poder reinante estivesse longe dos princípios da Palavra de Deus que eram contrários às práticas idolátricas e abomináveis dos povos pagãos, sabe-se que o Senhor havia guardado 7000 homens que não haviam transigido com a heresia governamental. Esses homens mantiveram-se firmes na verdadeira postura de “servos fiéis”, contrariando as disposições e os éditos reais que impunham coercitivamente um desvio do culto real para uma falsa adoração.

Em certos aspectos, quando o sistema se afasta de Deus ou é contrário ao que está estabelecido nas Escrituras, não há, portanto, nenhum compromisso do cristão em obedecê-lo ou ser submisso ao mesmo. Pedro declara: 
“Mais importa obedecer a Deus do que aos homens” (At 5.29).
A nossa consciência não pode ser tolhida ou cerceada por quem quer que seja. É preciso decidir-se de que lado se deseja permanecer, pois o Senhor não aceitará duplicidade de caráter ou comportamentos ambíguos do seu povo, quando está em jogo os princípios éticos, morais e espirituais da vida cristã exemplar, baseada na submissão à Sua Palavra.


O patriarca Josué deixou claro a sua disposição de permanecer firme numa posição santa e íntegra diante de Deus, quando disse ao povo de Israel prestes a entrar em Canaã estas palavras:
“Porém, se vos parece mal servir aos vossos olhos servir ao Senhor, escolhei hoje a quem sirvais: se os deuses a quem serviram vossos pais, que estavam dalém do rio, ou os deuses dos amorreus, em cuja terra habitais, porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor” (Js 24.15). Esta declaração nos instiga como servos do Deus vivo, a sermos incondicionalmente leais, aos fundamentos da fé no nosso Criador.
O povo de Deus foi chamado para ser santo e transmitir os valores eternos da Bíblia e não para ser massa de manobra nas mãos de governos ímpios, pastores gananciosos e líderes imorais. Basta!

Nota: Texto extraído do blog CRISTIANISMO EM DIA do presbítero Geovani F dos Santos


sábado, 26 de outubro de 2013

OS URUBUS DA PROSPERIDADE

Por Alberto Couto Filho

Seguidores, amigos e visitantes,
Paz

Está vindo ai o 13º salário, um pouquinho mais de dinheiro para que o trabalhador consiga presentear parentes e amigos e, até mesmo presentear-se, saldando obrigações aprazadas para o final do ano. O Natal se aproxima e, com ele, as promoções, as ofertas e vantagens dos comerciantes, oferecidas para facilitar a aquisição de bens para uso próprio - a prazo longo, a perder de vista; vantagens promocionais natalinas como: Compre agora e só comece a pagar em março, abril e, até, julho de 2014 ou inicie o pagamento após a Copa do Mundo.
Com a proximidade do 13º vêm, também, os aproveitadores, os profetas da prosperidade, os ambiciosos mercadejantes da fé, com suas mirabolantes ofertas de negociações com o Senhor. Quem não se lembra do Waldomiro Santiago, pedindo o dízimo sobre as aspirações/pretensões de ganhos dos ceguinhos espirituais da IMPD, em dezembro de 2012? Esse mesmo embusteiro, quatro anos atrás, também em época natalina, cinicamente, em nome de Deus, pediu 30% do 13º salário dos incautos dizendo-lhes que o Senhor estava lhes prometendo, através dele, a realização do projeto das suas vidas.

Estou reproduzindo o texto do meu grande amigo pastor Newton Carpintero: “DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO! $$$$$$$$$$$$$$”, publicado em 15.10.2013 no seu excelente blog – um alerta sobre a ação exploradora dos cobiçosos e gananciosos profetas da prosperidade. Reproduzo, também, trechos do oportuno, elucidativo e alertador texto do respeitabilíssimo, egrégio Hernandes Dias Lopes, publicado no blog PALAVRA DA VERDADE, sob o título: “DE VOLTA AO EVANGELHO”. Eu recomendo a leitura integral do texto – é um brado de alerta àqueles que creem que somente o Evangelho puro e simples pode gerar arrependimento, mudar corações e transformar vidas.

Vejam ai:


Por Newton Carpintero

Triste! Chegou a época da exploração desenfreada aos crentes, principalmente aos néscios.

O Décimo Terceiro Salário, será sem dúvidas, a maior estrela de todos os tempos nas igrejas equivocadas com a verdade e associadas à mentira.

O Tempo de Heresias chegou e, certamente, muitos líderes (argh), devem estar sem dormir para conseguirem criar fórmulas extraordinárias para tomarem de suas "ovelhinhas" o conhecidíssimo Décimo Terceiro Salário. Triste!
Muitos cairão em suas armadilhas com campanhas e correntes de orações por especiais milagres e como sempre a "fórmula secreta" para os milagres da fartura, do bom emprego, do excelente casamento, d compra da casa própria, dos diplomas em qualquer faculdade até para quem não estudou, dos salários altíssimos, principalmente, para quem doar o seu Décimo Terceiro de forma integral e de boa fé, poderá ser salpicado com toda a sorte de prosperidade. Esta é a oferta que tomará conta dos ansiosos.

 É o momento tão sonhado dos exploradores que fazem o seu pé de meia na utilização ignorante da prosperidade tão almejada nesta época de virada do ano.

Uma grande maioria inventa que o próximo ano será melhor e com mais fartura, ou seja, informam o contrário da orientação demonstrada na Palavra de Deus. O mundo está em alta qualidade com a tecnologia, mas a Família está a caminho da destruição pelo príncipe deste mundo que zomba das igrejas que se constrem em uma infantilidade espiritual e se multiplicam de maneira vergonhosa com os seus exploradores que vendem milagres por uma bagatela.

Cuidado! Vigiar! Maranata!

O menor de todos os menores.

2 - De volta ao evangelho (trechos)

Reverendo Hernandes Dias Lopes

=>Com respeito ao evangelho, precisamos estar alertas sobre alguns perigos. Tanto no passado como no presente, ataques frontais foram e ainda são feitos para esvaziar o evangelho, distorcer o evangelho e substituir o evangelho por outro evangelho, que em essência, não tem nada de evangelho. Quais são esses perigos?

=>Em segundo lugar, o perigo de substituir o evangelho da cruz pelo evangelho da prosperidade. Proliferam em nossos dias os pregadores da conveniência, os embaixadores do lucro em nome da fé. Multiplicam-se neste canteiro fértil da ganância, homens inescrupulosos que mercadejam a palavra de Deus, fazendo da igreja uma empresa, do púlpito um balcão, do evangelho um produto híbrido, do templo uma praça de negócios e dos crentes consumidores. O vetor desses obreiros da iniquidade é o lucro. Pregam para agradar. Pregam para atrair as multidões com uma oferta de riqueza na terra e não de um tesouro no céu. Torcem as Escrituras, manipulam os ouvintes, enganam os incautos, para se locupletarem. Sonegam ao povo a mensagem da cruz, a oferta da graça, a mensagem da reconciliação por meio do sangue de Cristo. Embora esses pregadores consigam popularidade estão desprovidos da verdade. Embora reúnam multidões para ouvi-los, não oferecem aos famintos o Pão do céu. Embora, se vangloriem de suas robustas riquezas acumuladas na terra, são miseravelmente pobres na avaliação do céu.

Conselho do editor deste blog;
Cuidem-se, meus amigos, fiquem espertos, porque cavalos não descem escadas.


Alberto Couto Filho

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

A FÓRMULA DA PERSEVERANÇA



A FÓRMULA DA PERSEVERANÇA

                                                 Obedecer ao Senhor              
                
Perseverar =  permanência + confiança + gratidão... + obediência  
                  Permanecer no Senhor

Por Alberto Couto Filho

Seguidores, visitantes,
                                                                                 
Estou convicto, por acreditar ser um cristão verdadeiro, de que o Espírito Santo nos insta a pedir a palavra de sabedoria para que nos seja revelado, de modo sobrenatural, o plano e o propósito de Deus para o nosso futuro. Fico a imaginar, no entanto, quantos de nossos irmãos não sabem orar nesse sentido e nem mesmo conhecem as condições necessárias para que suas orações não se tornem falíveis ou se tornem inócuas (não surtam efeito) perante o nosso Criador.
A condição essencial para que Aquele que nos escolheu conduza todas as nossas petições ao Pai Eterno para que Ele no-las conceda, é ser AMIGO do Senhor, o que significa permanecer obediente aos mandamentos de Deus para que o Seu amor nos sustente. Fomos designados, como ramos de uma videira (Jesus) para dar frutos; para que permaneçamos, do mesmo modo, obedientes aos designios de Deus. Convenci-me, também, de que sem Jesus, nada posso fazer (Jo 15:5b).

Aqueles irmãos, ainda que as palavras de Jesus permaneçam neles, possivelmente, por não possuírem o dom do conhecimento, não entendem a existência do ônus e do bônus para quem abraça a fé cristã, expressos explicitamente na letra do hino 291 da harpa cristã: “Sim eu amo a mensagem da cruz; até morrer  eu a vou proclamar; levarei eu também minha cruz “té” por uma coroa trocar”.
Eles, entretanto, por não permanecerem no amor de Cristo, pedem apenas para satisfação de prazeres que militam na carne (soberba, inveja, contendas) (Tg 4:1,2) e, consequentemente, por Deus opor ferrenha resistência aos soberbos, não produzem frutos. Destarte, dificilmente tornar-se-ão discípulos de Jesus e, por pedirem mal, pagam o ônus do não atendimento.
Deus, como nos é explicado por Jesus, é como um bom agricultor – qualquer coisa que possa diminuir a nossa produtividade ou ser maligna em nós será podada por Ele, para que fiquemos em condições de produzir os frutos de Cristo (Jo 15:1,2).

A sequência de citações que faço, a seguir, indicará o porquê da adoção de uma postura de  PERSEVERANÇA em todas as minhas ações, algo revelado mediante o conhecimento bíblico adquirido ao longo desses últimos anos, quando Deus, amorosamente, fez-se coautor de uma obra literária em que fui inspirado para escrever sobre o “dom motivacional prático” da liderança, e o modelo servidor/transformacional exercido pelo Senhor Jesus.
“Mens sana” e Bíblia às mãos, pedi insistentemente ao Espírito Santo que eu lograsse êxito em meu intento: Lançar um CD, com cânticos gospel inéditos.
“Pedi e dar-se-vos-á” (Mt 7:7) – persisti  em conversar com Deus, qualificando-me para “pedir bem” e, para honra e glória do Eterno, fui atendido – O meu CD “ESSE É O MEU DEUS”, será lançado no próximo mês de novembro.
Estou simbolizando a minha resposta a Deus com um somatório (Σ), um conhecido operador matemático  que me permite representar a soma de meus esforços em  permanecer  nEle  e em obedecer-Lhe irrestritamente.

– Lendo a Palavra e todos os comentários bíblicos pertinentes ao prólogo do livro de Provérbios (Pv 1;1-7) e sobre as bem-aventuranças em razão da inexistência de dolo em meu espírito, de ter meus pecados  cobertos e minha iniquidade perdoada por Deus  (Sl 32:1-11), compreendi porque o temor do Senhor é o princípio da sabedoria, e as razões para jamais  desprezar a sabedoria e o ensino (Pv 1:7).
Como me valeu o ingresso da sabedoria em meu coração! Como o conhecimento é agradável à minha alma (Pv 2:10) e como sou feliz por ter encontrado essa sabedoria e obtido esse entendimento! (Pv 3:13);

– Deus, abrindo-me os ouvidos, deu-me o entendimento de que eu nunca me retraísse e que oferecesse minhas costas a esses que duvidando de mim, sem que o saibam, podem  me ferir, me magoar.
Disse-me, ainda, o Senhor que eu nunca escondesse o meu rosto desses que, descrentes da minha vitória, hoje, tentam, inexplicavelmente, desacreditar-me.
Deus compara-os a pessoas que confiam em si mesmos; pseudo eruditos procurando iluminar a escuridão em que vivem, com a sua própria luz. Espera-os, segundo a Bíblia, o sofrimento do fogo eterno.
O nosso Pai celestial concedeu-me erudição para que eu saiba dizer boa palavra a essas pessoas intelectual e visivelmente cansadas.  Meu ouvido desperta todas as manhãs, para que eu ouça, sim, os eruditos de fato, aqueles que têm sede e fome de aprender e que têm o mundo como uma grande escola e não essas aves de mau agouro que como vestido, serão consumidos; a traça os comerá (Is 50:4, 5, 6,9).

- Sob as vistas do Senhor e à luz dos Seus conselhos, sou diuturnamente instruído e ensinado sobre os caminhos que percorro (Sl 32:8). Quando falo sobre sabedoria, reporto-me à sabedoria “do alto” e não á sabedoria do mundo, antítese da sabedoria divina, tornada louca pelo Senhor que me leva a perguntar pelo sábio, pelo escriba e pelo inquiridor deste século, conforme Paulo, aos de Corinto, (1Co 1:20) – onde estão eles?

– Volto ao parágrafo exordial deste texto para dizer aos leitores/seguidores que, em incessantes orações este AMIGO obediente e fiel do Pai, busca que Jesus em mim permaneça, da mesma forma que nEle permaneço, com o intuito de ser atendido em minhas petições ao Senhor nosso Deus (Jo: 15:7).
Deus nos promete claramente que atenderá nossas orações, pois elas sendo feitas por justos podem muito em seus efeitos (Tg 5:16)...e buscando pelo Senhor para que fôssemos atendidos – NÓS O ACHAMOS e Ele nos abriu a porta ...e pedindo pela viabilidade da produção deste CD, pelo seu repertório, por compositores comprometidos com a Palavra, por técnicos e músicos competentes...e pedindo pela participação direta do meu filho Patrick, músico e produtor fonográfico, ausente por toda a pré-produção, mas presente na finalização, então, na mixagem, masterização, prensagem, etc – ELE NOS DEU (Mt 7:7,8) (Lc 11:9,10)

– Finalmente, por ser um verdadeiro adorador, digo que minha PERSEVERANÇA repousa na doxologia final do livro de Salmos, quando o salmista conclama ao louvor no santuário de Deus, por Seus feitos e por Sua grandeza, incluindo a participação de tudo o que tem fôlego (Sl 150: 1:6).

Sobre “as palavras daqueles que não querem na gente acreditar” eu diria que eles estão colocando em dúvida o juramento do nosso Redentor. É evidente que na vida desses irmãos, meramente SERVOS, as promessas do Senhor quanto a assuntos correlatos ou atinentes não se cumpriram, o que nos leva a entender que suas petições não chegaram ao trono de Deus ou não estavam de acordo com a vontade do Senhor. Penso que a perspectiva do meu sucesso lhes causa ciúmes, levando a dúvida aos seus corações.
Tiago lhes dirime essa dúvida, depois de comentar sobre a cobiça e a inveja, prazeres que militam em sua carne, de onde procedem as guerras e contendas: “Pedis e não recebeis porque pedis mal” (Tg 4:3). Pergunta-lhes Tiago:  “É com ciúme que por nós anseia o Espírito, que ele fez habitar em nós?” (Tg 4;5b)

Eis duas frases mundanas que, juntamente com o que vocês acabaram de ler, me ajudam a perseverar:

“A PERSEVERANÇA transforma a água morna da mediocridade no vapor do sucesso”

"A PERSEVERANÇA austera, dura e contínua, pode ser empregada pelo mais humilde dentre nós e, raramente deixa de atingir seu fim, pois seu poder silencioso cresce irresistivelmente, com o tempo.

O lançamento do meu CD “ESSE É O MEU DEUS!” tem como data prevista 09.11.2013. Obtenham-no futuramente, em nossa LOJA VIRTUAL e lojas do ramo, cientes de que os cânticos nele contidos visam unicamente, através da Palavra de Deus, gerar arrependimento, transformar vidas e mudar os corações daqueles que os ouvirem.

Agradeço a Deus pela existência de todos que partilharam das verdades contidas neste tratado.
Todos estão sendo bênçãos na minha vida.











Alberto Couto Filho

sábado, 5 de outubro de 2013

DE LAGARTAS, CRISÁLIDAS E BORBOLETAS

Por: Alberto Couto Filho 

Enquanto me afasto, mais e mais, do pecado, vou observando o deleite de alguns dos meus amigos com o seu cometimento. 

Alguns deles, eu sei, se ressentem por eu não pactuar mais com eles em certas ações e atitudes. São partidários de um tipo de cepticismo, incrédulos quanto à conversão ao cristianismo, por descrerem da graça vivificadora que o Senhor nos concede. 

Outros, cuja conduta assemelha-se à daqueles falsos apóstolos em Corinto, incrédulos que se diziam crentes, embora demonstrem disposição para não viver em pecado, evitando ou, até mesmo, abstendo-se de certos vícios; procurando corrigir falhas de caráter; abandonando sestros e comportamentos moralmente questionáveis e contrários aos mandamentos do Evangelho de Cristo mas, apegados às suas próprias idéias, não aceitam Jesus como seu Salvador, único e suficiente.

A Bíblia não nos orienta a evitar qualquer associação com incrédulos, mas proíbe-nos de por em jugo desigual com esses tais, associando-nos às suas idéias, a partir do livro de Deuteronômio (22:10), quando a lei diz que não devemos lavrar com junta de boi e jumento. Moisés se referia à impraticabilidade de um peso ser arrastado por um jumento, quando deveria ser puxado por um boi. 

Paulo escreve aos de Corinto para que não distorçam a vida e o ministério da igreja aliando-se, não só aos impuros deste mundo, ou aos avarentos, ou roubadores, ou idólatras, mas também àqueles que se dizem irmãos e que praticam iniqüidades (1 Co 5:9,10) 

Infelizmente, não posso mais ter comunhão com eles – justiça e iniqüidade não se associam; Não há harmonia entre Cristo e o maligno (2 Co 6:14-16). 

Tanto os céticos, quanto os incrédulos, assemelham-se àquelas larvas de borboletas - lagartas que, numa história conhecida, se arrastavam com muita dificuldade pela relva, gramíneas crescidas que obstaculizavam a sua marcha - se é que podemos chamar assim o deslocamento lento, pausado e pachorrento desse tipo de lagartas. 

A história conta que se assustaram quando foram encobertas pela sombra de uma bela e brilhante borboleta que voava sobre elas. Olharam para cima e viram-na se afastar em seu vôo lépido e ligeiro. 

Foi então que uma comentou com a outra: 

Cruzes! Cô louca! Eu jamais voaria numa coisa daquelas! Não o faria nem por um milhão de euros! 

Fico muito triste quando penso que as pessoas que citei anteriormente, tal e qual as duas lagartas da historinha, não conseguem imaginar e antever as glórias que poderão advir da transformação das suas vidas, ao experimentarem a boa, agradável e perfeita vontade de Deus (Rm 12:2). 

Os céticos, eternos incrédulos, descrentes, portam-se como lagartas que não admitem viver além da primeira etapa da vida de uma borboleta. Eles não querem ter suas mentes renovadas; não crêem na transformação de suas vidas; no nascer de novo quando têm transformados os seus corpos de humilhação em seus casulos, conformados que estão com os modismos contemporâneos (Fp 3:21). 

Aqueles outros, como que “crentes de mentirinha”; que querem demonstrar sua intenção de não cometer aqueles pecados mais visíveis chegam, quando muito, à segunda fase, que é a metamorfose em crisálida. Esses também não acreditam que suas vidas possam ser transformadas. 

As Escrituras dizem que não fomos feitos para rastejar na grama; que não fomos criados para viver eternamente como lagartas – O Senhor nos pôs por cabeça e não por cauda e só estaremos em cima e não debaixo, desde que obedeçamos aos Seus mandamentos (Dt 28:13). 

Nós, que esperamos no Senhor, fomos feitos para voar ao sol, subindo com asas, como águias, bem mais próximos do Criador (Is 40:31). 

Arrastar-se na grama é herança do senhor Adão e família – é decorrência do pecado humano, fruto da sedução de satanás, lá no jardim do Éden. 

Viver em pecado (ser pecador) é como ter um “saldo devedor” na conta bancária no Banco da Justiça Celestial e não ter nada (recursos ou boas obras) para cobrir o “furo”. Este “nada ter” , pode parecer um paradoxo, mas é o ganho de todos os que buscam entesourar-se aqui na terra. 

Por mais que você acumule bens materiais; realize algo bom ou pratique uma boa ação, você não ficará com saldo credor, pois não tem nada para depositar naquela sua conta, naquele Banco – seu coração não é servidor; ainda é original, conduzido pelo poder, pelo reconhecimento e pela avareza. O pior de tudo é morrer e ter de liquidar o débito que você tem com aquele Banco. 

Pera aí! Mas por que morrer sem quitar esse débito aqui na terra, se o Banco da Justiça Celestial tem uma linha de crédito de justiça, disponibilizada e jamais contingenciada para a sua liquidação? 

O Presidente do Banco disponibiliza recursos, de um “funding” de Justiça administrado pelo maior correntista e, também, acionista daquela instituição celeste – o Seu próprio Filho que, além de possuir um saldo de Justiça inexaurível, é conhecido no mundo, como o maior investidor em fundos daquele “ativo”. 

Todos nós, quando pecadores, temos às mãos uma proposta de crédito pré-aprovada, determinando a autorização expressa da transferência de “Fundos de Justiça” para a nossa conta devedora, quando nos tornamos correntista daquele Banco. 

Ficamos perplexos quando lemos o contrato. Suas cláusulas geram desconfiança, pois elas só nos oferecem benefícios, vantagens e compensações. 

Aquele que imaginar ter fundos transferidos apenas para zerar seu “saldo devedor”, na expectativa de que ele mesmo torne esse saldo credor vê, estupefato, que o crédito oferecido proporciona um saldo positivo que, além de possibilitar a realização de sonhos atuais, satisfaz as necessidades futuras do Banco com relação a Seus clientes. 

Dá mesmo pra desconfiar, pois no contrato pré-aprovado está estabelecido que o Presidente do Banco outorga aos clientes que aceitarem o crédito, o direito de efetuar futuramente, com o Banco, as transações que se fizerem necessárias, usando sempre, como aval, o nome do Seu Filho. 

E você sabe o que acontece, quando levamos esta proposta de crédito àqueles nossos amigos céticos? Veja o que nos dizem: Eu acho que você pirou de vez! Você acredita em Papai Noel? Estás de brincadeira! Ai tem! Tô fora! 

Aqueles outros, teimosos que confiam em si mesmos, opinam dizendo que é mais prudente e até honrosa a tentativa de, por seu próprio esforço, simplesmente zerar a conta, pois vêem na proposta do Presidente do Banco algo semelhante a um ato de caridade espiritual (Jr 17:5). 

Sinto-me feliz quando, liberto, sou motivado para voar como aquela borboleta, bem mais próximo do sol, por ter descoberto que no poder do Filho do Presidente do Banco Celestial posso interagir, sinergicamente, com os homens, utilizando o meu saldo de Justiça. 

Todavia, não posso ocultar minha tristeza quando penso que aqueles ressentidos e teimosos que, à semelhança daquelas lagartas que se arrastam pela relva, estarão sempre olhando para cima, sem nunca compreender o mistério: nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos ao ressoar da última trombeta (1Co 15:51,52). 

Adaptação – Titulo original: “Deus diz que você pode ser perfeito aos seus olhos” 

“Prophecy Study Bible” – Thomas Nelson, Inc. 

sábado, 21 de setembro de 2013

SOCORRA-NOS DR. RUY BARBOSA!

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Leitores, seguidores, visitantes, amigos,

Paz

> Registrem que:

Confuso, fui acudido por Ruy Barbosa para o entendimento da decisão dos cinco ministros do STF, asseclas ou partidários petistas, quanto aos mensaleiros/delinquentes, comparsas “cumpanheiros” do ex-presidente Lula, cujas campanhas políticas (2002 e 2006), financiadas com dinheiro público (350 milhões de reais) num escandaloso esquema, conhecido em todo o mundo, como “mensalão”, guindou-o à presidência da República desta Pátria amada, exageradamente gentil. Como se sabe, em 18.09.2013, 12 dos 25 condenados no processo nº 470 receberam, antecipadamente, seus presentes de Natal, sob a forma de uma possível absolvição e perspectivas de prescrição de penas.
Ruy Barbosa, para quem não sabe, foi um Jurista, Político incorruptível, Diplomata, Escritor, Filólogo, Poliglota Tradutor e Orador Brasileiro. (1849/1923)
De um discurso proferido pelo Dr. Ruy Barbosa em 1920, na Faculdade de Direito de São Paulo, extrai alguns trechos, frases com termos que analisados à luz deste faccioso julgamento, levariam o plenário do STF a “fazer tábua rasa” quanto aos embargos infringentes e decidir pautados, tão somente, na ética e na moral.
Ei-los:
    • “Mas justiça atrasada não é justiça, senão injustiça qualificada e manifesta”...
    • “Os juízes “tardinheiros” são culpados, que a lassidão comum vai tolerando”...
    • “Nâo estejais com os que agravam o rigor das leis, para se acreditar com o nome de austeros e ilibados. Porque não há nada menos nobre e aplausível que agenciar uma reputação malignamente obtida em prejuízo da verdadeira inteligência dos textos legais”...
    • “Não julgueis por considerações de pessoas, partidos políticos ou pelas do valor das quantias litigadas, negando as somas, que se pleiteiam, em razão da sua grandeza, ou escolhendo, entre as partes na lide, segundo a situação social delas, seu poderio, opulência e conspicuidade”.
                 Partidos políticos – grifo meu

> Considerem que:


=> A clara ocorrência de impunidade, foi verificada por uma injustiça qualificada e manifesta;

=> O julgamento dos mensaleiros durou tanto, e 
com tanta cooperação de ministros subservientes ao Planalto (tardinheiros-juipetistas) que, como lembrou o Reinaldo Azevedo, deu tempo de que fossem aposentados, por atingirem 70 anos de idade, ministros independentes, substituídos por ministros que não merecem levar esse adjetivo, e que se juntaram, em uníssono, aos magistrados proteladores.
(Ricardo Betti)

=> O Supremo, através das manobras convenientemente “tardinheiro-juipetistas” 
(chicana) postergou decisões sobre o “Mensalão” lá para o segundo semestre de 2014. O termo chicana foi usado pelo presidente do STF, Ministro Joaquim Barbosa, referindo-se a manifesta intenção do juiz Ricardo Lewandowsky, revisor do processo 470, em protelar o andamento do processo à espera da posse dos novos “cumpanheiros”, indicados pelo senhor Lula – Tudo armado.

=> O “i9”, no facebook, divulgou que aquele novato componente do STF, Juiz 
Luiz Roberto Barroso foi favorecido pelo governo federal em R$ 2.000.000,00 (dois milhões de reais) - (INEXIGIBILIDADE de licitação, publicado no DO de 12.08.2013);
=> Esse mesmo juiz antes de proferir seu voto, acintosamente, proclamou sua consideração por José Genoino e disse que “não tá nem ai para a opinião pública - pode?

> Voltem a Ruy Barbosa:

“DE TANTO VER TRIUNFAR AS NULIDADES, DE TANTO VER PROSPERAR A DESONRA, DE TANTO VER CRESCER A INJUSTIÇA, DE TANTO VER AGIGANTAREM-SE OS PODERES NAS MÃOS DOS MAUS, O HOMEM CHEGA A DESANIMAR DA VIRTUDE, A RIR-SE DA HONRA, A TER VERGONHA DE SER HONESTO”.

Com muita vergonha,

Alberto Couto Filho


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