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terça-feira, 8 de setembro de 2015

ESPIRITUAL OU CIRCENSE? A UNÇÃO OLÍMPICA


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ESPIRITUAL OU CIRCENSE? A UNÇÃO OLÍMPICA
É o circo de novo! Pede a banda pra tocar um dobrado. Olha nós, outra vez, no picadeiro! (cf Ivan Lins)
Por Alberto Couto Filho

Amados,

Vi, n'outro dia, uma fita de vídeo, postada em um excelente blog, gravada em uma igreja, na ocasião da Santa Ceia e do Batismo de um jovem. Vi, com tristeza no coração, o ESPIRITUAL sendo substituído pelo CIRCENSE.
Durante aquelas sagradas ordenanças, viam-se, em meio a uma ensurdecedora algaravia, gritos lancinantes, uivos, urros, berros; Ouvi e vi que em razão de um chamado "Culto de Fogo", estavam lançando supostas “bolas de fogo” sobre alguns crentes papalvos que, COMO NUM CIRCO, davam cambalhotas e rolavam no chão como se fossem alvejados pelos projéteis de fogo.
Vi um jovem sendo batizado babando, como se numa crise de nervos, dentro de uma minúscula piscina de plástico; posteriormente, aquele mesmo jovem foi jogado ao solo com o impacto sofrido por uma "bola de glória", algo dito espiritual, que um obreiro teria arremessado; E não queiram saber o que a "unção do espírito" arrumou com CRIANÇAS que, pela "Queda no Poder do falso espírito", conforme definição do pastor, atiravam-se (não caiam) ao chão em nome de um natural avivamento – perguntei-me: Seria mesmo uma manifestação espiritual? Seria o Poder do Espírito Santo?  
Entristecido e, confesso, até irado pelo opróbrio a que o nosso Deus estava sendo submetido, comentei naquele blog:
O texto abaixo, de Daniele Pimenta em seu artigo “O Circo no Brasil”, (07/2001) vem mesmo a calhar, quando esta sua fita de vídeo é publicada:
**O circo, para mim, sempre foi sinônimo de vida, de famílias sadias e CRIANÇAS INTELIGENTES; sinônimo de prazer, de gente descomplicada. De palhaços com sorrisos nos lábios e na garganta, no peito, sem o romantismo do mártir, com o meu romantismo do batalhador, mas sem a atual realidade sem riso sequer nos lábios, sem o atual desânimo, que se contentam com o salto mortal simples, contorcionistas sem graça e chimpanzés sonolentos. As pessoas passam a ver o circo com o carinho conformista de quem vê uma peça de museu, sem cobrar uma evolução por não imaginá-la possível ou por nem se dar conta de que não leva mais o circo para casa, o que assiste encerra-se ali mesmo. FALTA ENCANTAMENTO**
Que Deus me perdoe! Em meio às aberrações, a berração (berros), a algaravia, tem-se, até, o “breakfast”, o intervalo entre uma e outra atração, representado pelo momento curioso da celebração da “farta” e, para aquele pastor, absolutamente não “sagrada” Santa Ceia. Foi-se, como num circo, o encantamento pelo Divino; pelo o que é de Deus; Foi-se a reverência, o respeito obrigatório à presença do Senhor.
Vi, também, naquela fita, contorcionistas – como se vivenciando crises epiléticas; malabaristas e equilibristas – pouco habilidosos, se considerarmos as quedas grotescas; palhaços – sem graça, inexplicavelmente, tomados pela ridícula “unção do riso”, aquela do Kenneth Hagin; o espetáculo das “águas dançantes”, a água, encharcando alguns insatisfeitos membros circunstantes; tiro ao alvo - representado pelo arremesso de “bolas de glória”; o show de ilusionismo – o batismo, transformado em espetáculo de comediantes; os engulidores de fogo - atração obrigatória, em razão do tal culto “de fogo” e, via-se, nos bastidores, uma equipe (obreiros? Sei lá!) de criação para valorizar o espetáculo, com os “roupistas” (figurinistas), os “cenoplastas” (cenógrafos) e os sonoplastas.
Outrora sagrados, nossos púlpitos, Infelizmente, estão sendo usados como currais e palanques eleitoreiros; palcos iluminados por canhões de luzes para a apresentação de shows de cantores gospel e, como nos vídeos da postagem, verdadeiros simulacros de picadeiros, em que o circense confunde-se com o espiritual. E agora este vídeo, imagem deste meu triste relato, já cognominado, jocosamente por milhares de pessoas como decorrente da “UNÇÃO OLÍMPICA”, nos chama a atenção para esta coisa ignominiosa que somente desilustra o Sagrado - ESTÁ FALTANDO UNÇÃO, O ENCANTAMENTO NATURAL, QUANDO DA PRESENÇA DO TODO PODEROSO.
Não condeno; não sou contra; não sou mesmo, como tantos outros decididamente, a um movimento genuinamente pentecostal, mas à luz do que vi, de extra e de antibíblico, quero antecipar-me àqueles que, de certo, irão me contestar com os seus já famosos estereótipos, rogando que, antes disso, atentem para a Palavra, na carta de Paulo aos Romanos em que o apóstolo nos vê como indesculpáveis, quanto à deturpação da Verdade: quanto ao escárnio e zombaria a que submetemos, insensivelmente, o Criador dos céus e da terra:
“Se, porém tu, que tens por sobrenome judeu, e repousas na lei, e te glorias em Deus; que conheces a sua vontade e aprovas as coisas excelentes, sendo, instruído na lei; que estás persuadido de que és guia dos cegos, luz dos que se encontram em trevas; instrutor de ignorantes, mestre de CRIANÇAS, tendo na lei a forma da sabedoria e da verdade; tu, pois, que ensinas a outrem, não te ensinas a ti mesmo? POIS COMO ESTÁ ESCRITO, O NOME DE DEUS É BLASFEMADO ENTRE OS GENTIOS POR VOSSA CAUSA” (Rm 2: 17-21,24).
Misericórdia! Parousia (parúsia) JÁ!!!
Alberto Couto Filho

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

AUTOGLORIFICAÇÃO

AUTOGLORIFICAÇÃO – a arma usada insensível e impiedosamente por arrogantes para destruir sonhos e amizades.
Por Alberto Couto Filho
http://4.bp.blogspot.com/_JQ8QZx-u2vI/TP9-nrpWuUI/AAAAAAAAAGg/i-TNBGQZ2So/s1600/gatinha-arrogante.jpg


Olá gente – 
Dei uma passadinha por aqui para publicar algo com a permissividade do meu amigo (de fato/direito); do nosso pastor Renan Nogueira, augusto escritor, autor da fascinante obra “PASSOS PARA UMA VIDA VITORIOSA” (ACF-Edição de Livros) – leiam-na. 
Em pleno gozo de merecidas férias fui instado por invejosos “per-seguidores” (rs, rs) a referir-me sobre alguns “donos de verdades” absolutamente suas, e que verdadeiramente não são absolutas. Por exemplo: A Bíblia só não é falha (inerrante) em seus originais. As atuais são falíveis; falar em línguas estranhas não mais faz parte do script das manifestações do Espírito Santo; profecia como dom espiritual não tem nada a ver com revelação divina (já era) e outros pitacos típicos dos chamados CESSACIONISTAS que. embora conheçam de sobejo o Livro Santo, adoram aparecer, autoglorificando-se como se justo fossem, contrariando Paulo em Rm 3:10, quando diz estar escrito que inexiste justos, sequer um.
1) Um pastor comentou: “Enquanto muitos dizem palavras e discursos bonitos, pessoas estão nas ruas morrendo, esperando uma palavra de Salvação!”
2) Meu amigo redarguiu com narrativas bíblicas, contidas em  Tg 1:27; 2 Pe 3:18 e Ef 34:14;
3) Eu argumentei:
É bem razoável o encadeamento daquelas narrativas, sugerindo, até mesmo um sermão bastante afamado e espargido, mas três registros não podem ser esquecidos neste atual caos moral e ético, em razão da vivência observada, mormente no meio evangélico: “ISENÇÃO DA CORRUPÇÃO DO MUNDO” (políticos evangélicos; falsos mestres, a falácia da prosperidade – velhacaria/insensatez?!); a FRAUDULÊNCIA DO HOMEM (os lhanos, incautos, crédulos – meninice/vento de doutrina/insensatez?!) e a maldita “AUTOGLORIFICAÇÃO” (fala recente do cantor Thales Roberto inconstância/arrogância/insensatez?!)
Falo da glorificação de si mesmo, que é o mesmo que falar de vanglória, uma presunção infundada das nossas próprias qualidades; é aquela necessidade que o homem tem de se exibir aos olhos dos outros, quando quer mostrar-se o maior ou o melhor de todos no desempenho de uma determinada tarefa ou função.
A necessidade que o homem tem de se autoglorificar é indício de um vazio interior criado pela destituição da glória de Deus, como consequência imediata do pecado. Para preencher este vazio de glória o homem vive a buscar a sua própria glória, sem admitir que por ela ser vã e vazia é apenas vaidade por não ter qualquer valor ou serventia.
Ele vive a se gloriar em suas realizações, nas suas conquistas, em seus títulos, no seu vestir, nos cursos, nas faculdades, nos diplomas, etc., sem nunca atentar para o que diz Pedro em sua carta primeira: “toda a glória do homem é como a flor da erva que se seca e cai” (1Pe 1:24)
É lastimável observarmos esta ocorrência no âmbito evangélico.
Hoje assistimos ao frenesi de vaidosos bispos, apóstolos, pastores, e alguns teólogos megalomaníacos por títulos e alguns CESSACIONISTAS a se imaginarem Deus quando oram, pregam ou repreendem o mal. Esta autoglorificação é maldita por Deus em Tg 4:16 – “Mas, agora, vos gloriais em vossas presunções, toda glória tal como esta é maligna”. Henry Ford jamais contrataria CESSACIONISTAs para a sua empresa por saber que eles adoram construir suas reputações em cima daquilo que ainda estão por fazer,
Há por ai muitos crentes afetados e fátuos, escrevendo e emitindo opiniões exageradas de “suas” verdades e próprias qualidades, denotando aquele orgulho doentio e pecaminoso odiado por Deus. “O temor do Senhor consiste em aborrecer o mal; a soberba, a arrogância, o mau caminho e a boca perversa, eu os aborreço” (Pv8:13).
Aborrecer é sentir-se horrorizado; é mesmo odiar os soberbos e arrogantes: Deus quer ver a soberba substituída pela humildade e pela simplicidade; Ele quer ver serenidade, benevolência e bondade em lugar da abjeta arrogância.
Eu nada que sou. apenas simples servo e escritor, inteiramente dependente do meu Deus, aborreço tanto a AUTOGLORIFICAÇÃO TEMERÁRIA (arriscada, imprudente), quanto o ANONIMATO RECEOSO (hesitante, temeroso) – Não sei o que é pior.
Eis meu receituário bíblico-literário: Pastor Francisco Guedes Maia, pastor Sergio Pereira, pastor Geremias do Couto, Pastor Ciro Zibord, Pastor Newton Carpintero, Pastor João Q. Cavalheiro. 
Pequei, esquecendo alguns nomes, mas todos aqueles, tal como esses citados, humildemente, “sabem que nada sabem”.
Eis um conselho útil de Cristian Vidal para os amantes da AUTOGLORIFICAÇÃO
Que a sua arrogância, não lhe tire um amigo.
Que a sua arma, não tire uma vida.
Que as suas palavras, não destruam um sonho.
Que a sua ambição, não acabe com o mundo.

Não esqueçam!!!!!!!!!!!! Tô de férias!!!!!!



domingo, 5 de julho de 2015

quarta-feira, 3 de junho de 2015

OH ou Ó

Oh, meu Deus, o Senhor é maravilhoso! Maranata! Ó vem, Senhor nosso!

Por Alberto Couto Filho

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Antes de dar um título a esta mensagem, estava confuso; tinha dúvidas sobre o uso da interjeição “OH” ou do “Ó”, como interjeição do vocativo.
Confesso aos meus leitores queridos que meus boletins escolares sobre a língua-mãe, vez por outra, acusavam minha baixa frequência às aulas de português – aula de análise sintática? “Tava fora”, merendando!

Hoje, muitos concordam, melhorei muito – tanto que, à duras penas, consegui escrever um livro! Tem gente que, até, me alcunhou de “Alberto Culto” pilheriando, em escritos rebuscados, sobre a minha linguagem castiça. Pois então, por esta razão e pelo fato do nosso Deus ser galardoador daqueles que o buscam, já fui, até, indicado para receber prêmios e comendas – te amo Ó DEUS! Firme, OH, DEUS está meu coração! Firme nas promessas do Senhor!

Acabara de ler uma postagem bastante intimorata, dentre muitas publicadas, sob o título “DE PASTORES E LOBOS”, em que as várias diferenças entre pastores e falsos pastores (os lobos), são enumeradas. Quatro delas chamaram a minha atenção, em razão da ocorrência hodierna de lamentáveis fatos responsáveis pelo fato do nome de Deus estar sendo blasfemado entre não cristãos. Preciso citá-las para desencadear um raciocínio lógico na sequência deste meu texto:
1-    Pastores são pessoas humanas reais, enquanto que os lobos são personagens religiosos caricatos;
2-    Pastores trabalham em equipe, enquanto que lobos são prima-donas;
3-    Pastores buscam a glória de Deus, enquanto que os lobos buscam a glória pessoal;
4-    Pastores são apascentadores, enquanto que os lobos são marketeiros;

Fui ao “pai dos burros” para rever os significados daquelas interjeições e, depois de recorrer a uma bem guardada artinha de português, mui “antigona” (nada a ver com Antígona, Édipo ou Sófocles) esclareci minha dúvida.
“Ó” é uma expressão indicativa de apelo, chamado ou interpelação e, desta maneira, o seu uso assinala a presença de um diálogo que pode ser real ou imaginário.
Este vocativo é conhecido até mesmo na letra do Hino Nacional Brasileiro – “Ó Patria amada, idolatrada, salve, salve”; posso invocar Deus: Ó meu Jesus, o que fazer com os lobosÓ Pai, repreende esses canídeos, heresiarcas da prosperidade!
No entanto, não podemos confundir esta interjeição com o “OH”, que expressa espanto, admiração ou uma forte emoção – OH, Deus Altíssimo! OH, falsos mestres! OH, lá vem os falsos doutores/mestres, de novo!
Perceberam aquela vírgula depois do “OH”? Pois é; ela não é usada depois do “Ó” - o certo é a vírgula ficar antes da interjeição e/ou depois do ser chamado: "Ó Senhor, volte logo!”, "Ó Jesus, os lobos estão à solta em templos faraônicos!”.
Clarice Lispector, espantada ou admirada, questiona Deus, em frase célebre, talvez até para advertir-nos de que todos buscam a felicidade, e de que essa é a motivação de toda ação de qualquer pessoa, até das que se enforcam, corroborando os ditos do teólogo herege Blaise Pascal, segundo as raízes do hedonismo cristão descritas por John Piper no livro “Desiring God”:
OH, DEUS QUE FAÇO DESSA FELICIDADE AO MEU REDOR QUE É ETERNA, ETERNA, ETERNA E QUE PASSARÁ DAQUI A UM INSTANTE – POR QUE O CORPO SÓ NOS ENSINA A SER MORTAL?”
Não pensem que vou recorrer a autores ou críticos literários para melhor entendimento desta frase da Clarice - nem pensar!
Não agirei como, por certo, fariam aqueles “lobos”, ápices predadores, prima-donas, blasonadores e marketeiros de editoras que, para exaltarem seus próprios méritos, reportam-se a A.W.Tozer, C.S.Lewis, a Hank Hanegraaff o consabido plagiador de Walter Martin, e a outros tantos e mais, para comentarem sobre temas bíblicos importantes como, por  exemplo: a transcendência de Deus, a humanidade de Cristo;

Os lobos personagens religiosos caricatos, também marketeiros, comentam sobre temas, para eles edificantes (???) como: “O relacionamento sexual entre Adão e Eva”, “Uma possível progênie de Jesus” - estes, como aqueles outros, estão doentes, precisando urgentemente dos cuidados do Médico dos médicos, o único que pode curar esse tipo de morbidez; esta visão amarga que eles têm das suas vidas. 
Por tudo isso eu vou mesmo é sair à procura do orador que discursou sobre o Criador, na formatura do Curso de Medicina da PUC há cinco anos atrás – PR/2010.
De acordo com um sem número de irmãos, a mensagem foi lida por alguém que atende ao IDE de Jesus, sem deitar falação sobre confissão positiva, deísmo, teísmo aberto, triunfalismo e outros “ismos”, assuntos inadequados para quem está no campo, com as mãos no arado, pregando o Evangelho, missionando e difundindo a fé em Jesus.
Esse orador, esse médico como o Dr. Lucas, é apenas alguém que falou sobre o Deus que os “de fora” precisam conhecer – aqueles a quem Paulo sugere que falemos da nossa fé, simples, sábia e persuasivamente, a fim de que eles possam ser trazidos à plenitude de vida em Cristo – “Portai-vos com sabedoria para com os que são de fora; aproveitai as oportunidades.” – “A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para saberdes como deveis responder a cada um.” (Cl 4:5,6)

Estou confuso, novamente – o que digo? “Ó” ou “Oh”?  Já sei! Vou usar as duas formas no título da mensagem:
Oh, meu Deus, o Senhor é maravilhoso!
Maranata! Ó vem, Senhor nosso!



***Mensagem lida na formatura do Curso de Medicina da PUC-PR /2010***

Boa noite a todos!
Hoje estou aqui para prestar uma homenagem ao primeiro, maior e melhor médico da história  da humanidade!
Deus é esse médico, o médico dos médicos, e o mais excelente conhecedor do corpo humano. Todas as células e tecidos, órgãos e sistemas, foram arquitetados por Ele, e Ele entende e conhece a sua criação melhor do que todos.
Que médico mais excelente poderia existir?
Deus é o primeiro Cirurgião da história. A primeira operação? Uma toracoplastia, quando Deus retirou uma das costelas de Adão e dela formou a mulher.
Ele também é o primeiro Anestesista, porque antes de retirar aquela costela fez um profundo sono cair sobre o homem.
Deus é o melhor Obstetra especialista em fertilização que já existiu! Pois concedeu filhos a Sara, uma mulher que além de estéril, já estava na menopausa havia muito tempo! Jesus, o filho de Deus, que com Ele é um só, é o primeiro Pediatra da história, pois disse: “Deixem vir a mim as crianças, porque delas é o reino de Deus!”
Ele também é o maior Reumatologista, pois curou um homem que tinha uma mão ressequida, ou, tecnicamente uma ósteoartrite das articulações interfalangeanas.
Jesus é o primeiro Oftalmologista, relatou em Jerusalém, o primeiro caso de cura em dois cegos de nascença.
Ele também é o primeiro Emergencista a realizar, literalmente, uma ressuscitação cardiopulmonar bem sucedida, quando usou como desfibrilador as suas palavras ao dizer: “Lázaro, vem para fora!”, e pelo poder delas, ressuscitou seu amigo que já havia falecido havia quatro dias.
Ele é o melhor Otorrinolaringologista, pois devolveu a audição a um surdo. Seu tratamento? O poder de seu amor!
Jesus também é o maior Psiquiatra da história, há mais de dois mil anos curou um jovem com graves distúrbios do pensamento e do comportamento!
Deus também é o melhor Ortopedista que já existiu, pois juntou um monte de ossos secos em novas articulações e deles fez um grande exército de homens.
Sem contar quando ele disse a um homem coxo: “Levanta, toma a tua maca e anda!”, e o homem andou! O tratamento ortopédico de quadril mais efetivo já relatado na história!
A primeira evidência científica sobre a hanseníase está na Bíblia! Ele curou instantaneamente 10 homens que sofriam desta doença. E Jesus é o Dermatologista mais sábio da história,
Ele também é o primeiro Hematologista, pois com apenas um toque curou a coagulopatia de uma mulher que sofria de hemorragia havia mais de 12 anos e que tinha gastado todo o seu dinheiro com outros médicos em tratamentos sem sucesso.
Jesus é ainda, o maior Doador de sangue do mundo. Seu tipo sanguíneo? O negativo, ou, doador universal, pois nesta transfusão, Ele, ofereceu o seu próprio sangue, o sangue de um homem sem pecado algum, por todas as pessoas que tinham sobre si a condenação de seus erros, e assim, através da sua morte na cruz e de sua ressurreição, deu a todos os que o recebem, o poder de se tornarem filhos de Deus! E para ter este grande presente, que é a salvação, não é necessário fazer nada, apenas crer e receber! O bom médico é aquele que dá a sua vida pelos seus pacientes! Ele fez isso por nós!
Ele é um médico que não cobra pelos seus serviços, porque o presente GRATUITO de Deus é a vida eterna!
No seu consultório não há filas, não é necessário marcar consulta e nem esperar para ser atendido, pelo contrário, Ele já está à porta e bate, e aquele que abrir a seu coração para Ele,
Ele entrará e fará uma grande festa! Não é necessário ter plano de saúde ou convênio, basta você querer e pedir! O tratamento que ele oferece é mais do que a cura de uma doença física, é uma vida de paz e alegria aqui na terra e mais uma eternidade inteira ao seu lado no céu!
O médico dos médicos está convidando você hoje para se tornar um paciente dele, e receber esta salvação e constatar que o tratamento que Ele oferece é exatamente o que você precisa para viver!
Ele é o único caminho, a verdade e a vida. Ninguém pode ir até Deus a não ser por Ele.
Seu nome é Jesus.
A este médico seja hoje o nosso aplauso e a nossa sincera gratidão!

terça-feira, 12 de maio de 2015

NA MORAL...EU ADIVINHEI!!!


NA MORAL...EU ADIVINHEI!!!
Por Alberto Couto Filho

Prezamados leitores/seguidores,

Este texto eu o rascunhei logo após o programa NA MORAL, da Globo, com a participação do egrégio e astuto pastor Silas Malafaia. Na ocasião não encontrei meios para publicá-lo.
Faço-o agora.
Dir-se-ia que o conteúdo do penúltimo parágrafo do que escrevi (em   negrito/fechado por “enormes” parêntesis) estaria determinando que tenho o dom da ADIVINHAÇÃO. Leiam e confiram.









Com Benny Hinn, os brasileiros cognominados por Donnie Swaggart como “cafetões da prosperidade” aprenderam que três coisas lhes dariam segurança/confiança para dar sequência à burla e à quase-extorsão do dinheiro dos incautos:
a) A fé;
b) Uma suposta e antibíblica querença divina do enriquecimento do cristão;
c) O mote "PROTEÇÃO À FAMÍLIA", em todos os seus aspectos cognitivos.
Por isso, esbravejar como um “siri na lata” dizendo-se contra o adultério, contra o homossexualismo, o aborto, a adoção de crianças por casais gays; contra a inserção/imposição de novos e antibíblicos valores morais à sociedade e coisas assim (método típico de uma terapia cognitivo-comportamental), lhes proporciona uma espécie de salvo conduto para o “lesa-crédulo”, mediante o engodo e a prostituição/perversão da Palavra de Deus.
...E dirão, freneticamente, os ingênuos: “Esse pastor é o máximo!”; “O pastor calou a boca de todo o mundo!”; “O pastor arrebentou com a Redi Grobu!”; “Esse pastor me representa!”.
Para que o êxito do exercício desse ardiloso “contínuo de indução”, melhor dizendo, para que sobrevenha a necessária PERSUASÃO dos incautos, esses “proxénètes impudents prospérité” (em francês é menos grosseiro) quando das suas aparições públicas, valem-se da comicidade, da dramaticidade, de esgares, de momices, e, até, de chulices em suas encenações teatrais para que sua “mis-em-scène” seja convincente; consentânea a despoletar ou inibir qualquer sentimento de reprovação ou contestação, na ocorrência de uma “pedição de dinheiro”, que ninguém se iluda, irá ocorrer, proximamente.
...E então, lastimavelmente, teremos como comentários de muitos IGNORANTES ESCRITURÍSTICOS: “Se eu tivesse dinheiro eu dava”; “dá quem quer”; “ninguém tá exigindo nada de ninguém”; “se der com fé vai receber” - Só Jesus!!!

Eis uma ligeira “historinha” de como essa impudicícia chamada “teologia da prosperidade” (BESTEIROL - como pregava, no passado, certo pastor brasileiro) chegou ao nosso solo pátrio:
Do curandeiro Finéias Quimby (Seita Ciência Cristã) à técnica do poder de Essek Kenyon;
De Kenyon ao embusteiro Kenety Hagin (plagiador despudorado de Kenyon) e pregador de um Jesus “podre de rico”;
De Hagin a Copeland, a Price, a Benny Hinn;
De Benny Hinn, falso profeta místico e esotérico, “show-man” heresiarca pantomineiro, aos velhacos seguidores estrangeiros e, finalmente, aos brasileiros mercadejantes televisivos da fé dos incautos.

Paulo, em carta a Timóteo parecia estar nos alertando sobre a presença, dos Murdocks e dos Cerullos, por exemplo, no âmbito evangélico brasileiro nesta nossa triste pós-modernidade cristã.
“POIS HAVERÁ TEMPO EM QUE NÃO SUPORTARÃO A SÃ DOUTRINA; PELO CONTRÁRIO, CERCAR-SE-ÃO DE DOUTORES, SEGUNDO AS SUAS PRÓPRIAS COBIÇAS (CONCUPISCÊNCIAS), COMO QUE SENTINDO COCEIRA NOS OUVIDOS; E SE RECUSARÃO A DAR OUVIDOS À VERDADE, ENTREGANDO-SE AOS MITOS” - (2Tm 4:3).  
Esses “cafetões da prosperidade”, assim chamados por Donnie Swaggart, não seriam aqueles mencionados por Paulo, lá em Mileto?
“E QUE DENTRE VÓS MESMOS (PRESBÍTEROS/PASTORES DA IGREJA), SE LEVANTARÃO HOMENS FALANDO COISAS PERVERTIDAS PARA ARRASTAR OS DISCÍPULOS ATRÁS DELES” - At 20:30
...E como se prevendo o futuro, este nosso ominoso presente em que dízimos e ofertas são desviados por esses “càften”, visando à consecução dos seus objetivos pessoais, enfatizou o apóstolo dos gentios:
“DE NINGUÉM COBICEI PRATA, NEM OURO, NEM VESTES; ”VÓS MESMOS SABEIS QUE ESTAS MÃOS SERVIRAM PARA O QUE ME ERA NECECESSÁRIO A MIM E AOS QUE ESTAVAM COMIGO” - At 20.33,34:
(((Eu não me surpreenderia se depois daquela sessão de terapia cognitivo-comportamental que assistimos em edição recente do  programa “NA MORAL” da Rede Globo, aportasse por aqui um daqueles estrangeiros “manjados”, técnicos em “pedição de dinheiro”.  Ele viria como de vezes anteriores para comercializar, cínica e impudentemente, as bênçãos de Deus junto àqueles crédulos PERSUADIDOS por uma suasiva mis-em-scènne em torno da família e de valores morais antibíblicos.  Isto viria a acontecer como uma sequência lógica de uma trama bem urdida, visando captar recursos, sob a forma de ofertas voluntárias para a manutenção da obra realizada pela igreja, em troca de indulgências divinas – DÉJÀ VU! Misericórdia, Senhor!)))
E ACONTECEU! ADIVINHEI?
Extrai o que segue dos blogsUma Estrangeira No Mundo” e “Púlpito Cristão – reprodução”

“Que o Malafaia tenha lá alguma obra social que precise ser mantida (e que o ajuda também a pagar menos Imposto de Renda, que ninguém se engane), isso não significa que tenha que se apropriar de promessas bíblicas e revendê-las em troca de ofertas “voluntárias” preestipuladas. Se o fim justificasse os meios, então seria lícito ele receber dinheiro de traficantes de drogas para manter suas obras sociais. Além da apropriação indébita de promessas bíblicas e sua revenda ao povo evangélico, ainda há mais um agravante em toda essa situação:
Como Morris Cerullo e Silas Malafaia não têm tremor e terror de Deus? Como o Espírito Santo não os constrange a se arrependerem de comerciar do Santo, Santo, Santo Deus? Ou será que o Espírito Santo já não é ouvido, ou pior, não é presente nesses (im)pastores)

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