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segunda-feira, 10 de agosto de 2015

AUTOGLORIFICAÇÃO

AUTOGLORIFICAÇÃO – a arma usada insensível e impiedosamente por arrogantes para destruir sonhos e amizades.
Por Alberto Couto Filho
http://4.bp.blogspot.com/_JQ8QZx-u2vI/TP9-nrpWuUI/AAAAAAAAAGg/i-TNBGQZ2So/s1600/gatinha-arrogante.jpg


Olá gente – 
Dei uma passadinha por aqui para publicar algo com a permissividade do meu amigo (de fato/direito); do nosso pastor Renan Nogueira, augusto escritor, autor da fascinante obra “PASSOS PARA UMA VIDA VITORIOSA” (ACF-Edição de Livros) – leiam-na. 
Em pleno gozo de merecidas férias fui instado por invejosos “per-seguidores” (rs, rs) a referir-me sobre alguns “donos de verdades” absolutamente suas, e que verdadeiramente não são absolutas. Por exemplo: A Bíblia só não é falha (inerrante) em seus originais. As atuais são falíveis; falar em línguas estranhas não mais faz parte do script das manifestações do Espírito Santo; profecia como dom espiritual não tem nada a ver com revelação divina (já era) e outros pitacos típicos dos chamados CESSACIONISTAS que. embora conheçam de sobejo o Livro Santo, adoram aparecer, autoglorificando-se como se justo fossem, contrariando Paulo em Rm 3:10, quando diz estar escrito que inexiste justos, sequer um.
1) Um pastor comentou: “Enquanto muitos dizem palavras e discursos bonitos, pessoas estão nas ruas morrendo, esperando uma palavra de Salvação!”
2) Meu amigo redarguiu com narrativas bíblicas, contidas em  Tg 1:27; 2 Pe 3:18 e Ef 34:14;
3) Eu argumentei:
É bem razoável o encadeamento daquelas narrativas, sugerindo, até mesmo um sermão bastante afamado e espargido, mas três registros não podem ser esquecidos neste atual caos moral e ético, em razão da vivência observada, mormente no meio evangélico: “ISENÇÃO DA CORRUPÇÃO DO MUNDO” (políticos evangélicos; falsos mestres, a falácia da prosperidade – velhacaria/insensatez?!); a FRAUDULÊNCIA DO HOMEM (os lhanos, incautos, crédulos – meninice/vento de doutrina/insensatez?!) e a maldita “AUTOGLORIFICAÇÃO” (fala recente do cantor Thales Roberto inconstância/arrogância/insensatez?!)
Falo da glorificação de si mesmo, que é o mesmo que falar de vanglória, uma presunção infundada das nossas próprias qualidades; é aquela necessidade que o homem tem de se exibir aos olhos dos outros, quando quer mostrar-se o maior ou o melhor de todos no desempenho de uma determinada tarefa ou função.
A necessidade que o homem tem de se autoglorificar é indício de um vazio interior criado pela destituição da glória de Deus, como consequência imediata do pecado. Para preencher este vazio de glória o homem vive a buscar a sua própria glória, sem admitir que por ela ser vã e vazia é apenas vaidade por não ter qualquer valor ou serventia.
Ele vive a se gloriar em suas realizações, nas suas conquistas, em seus títulos, no seu vestir, nos cursos, nas faculdades, nos diplomas, etc., sem nunca atentar para o que diz Pedro em sua carta primeira: “toda a glória do homem é como a flor da erva que se seca e cai” (1Pe 1:24)
É lastimável observarmos esta ocorrência no âmbito evangélico.
Hoje assistimos ao frenesi de vaidosos bispos, apóstolos, pastores, e alguns teólogos megalomaníacos por títulos e alguns CESSACIONISTAS a se imaginarem Deus quando oram, pregam ou repreendem o mal. Esta autoglorificação é maldita por Deus em Tg 4:16 – “Mas, agora, vos gloriais em vossas presunções, toda glória tal como esta é maligna”. Henry Ford jamais contrataria CESSACIONISTAs para a sua empresa por saber que eles adoram construir suas reputações em cima daquilo que ainda estão por fazer,
Há por ai muitos crentes afetados e fátuos, escrevendo e emitindo opiniões exageradas de “suas” verdades e próprias qualidades, denotando aquele orgulho doentio e pecaminoso odiado por Deus. “O temor do Senhor consiste em aborrecer o mal; a soberba, a arrogância, o mau caminho e a boca perversa, eu os aborreço” (Pv8:13).
Aborrecer é sentir-se horrorizado; é mesmo odiar os soberbos e arrogantes: Deus quer ver a soberba substituída pela humildade e pela simplicidade; Ele quer ver serenidade, benevolência e bondade em lugar da abjeta arrogância.
Eu nada que sou. apenas simples servo e escritor, inteiramente dependente do meu Deus, aborreço tanto a AUTOGLORIFICAÇÃO TEMERÁRIA (arriscada, imprudente), quanto o ANONIMATO RECEOSO (hesitante, temeroso) – Não sei o que é pior.
Eis meu receituário bíblico-literário: Pastor Francisco Guedes Maia, pastor Sergio Pereira, pastor Geremias do Couto, Pastor Ciro Zibord, Pastor Newton Carpintero, Pastor João Q. Cavalheiro. 
Pequei, esquecendo alguns nomes, mas todos aqueles, tal como esses citados, humildemente, “sabem que nada sabem”.
Eis um conselho útil de Cristian Vidal para os amantes da AUTOGLORIFICAÇÃO
Que a sua arrogância, não lhe tire um amigo.
Que a sua arma, não tire uma vida.
Que as suas palavras, não destruam um sonho.
Que a sua ambição, não acabe com o mundo.

Não esqueçam!!!!!!!!!!!! Tô de férias!!!!!!



2 comentários:

Gracita disse...

Verdades precisam ser ditas. Há pensamentos distorcidos querendo se tornar verdadeiros e pessoas que se julgam melhor do outras. A verdadeira dignidade aprendemos com a palavra de Deus e ele nos ensinou a humildade e não a soberba.
Um grande abraço amigo Alberto

Newton Carpintero, pr. e servo. disse...

Caro irmãoZÃO,

A única maneira de servir para alguma coisa é a pura decisão de servir como servo.

A única maneira de se tornar grande é averiguando a vida de João Batista.

Muitos possuem várias fórmulas do tipo ser como Zaqueu, mas nunca desejaram ser como Paulo.

O Senhor da Vida nos mostra o caminho a todos os que o amam de uma maneira incompreensível, quando nos afirma que, todos que desejarem seguí-lo de verdade sofrerão perseguições.

O Senhor seja contigo, meu amigo,

O menor de todos os menores

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