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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

ALGUMA DÚVIDA?

Por: ALBERTO COUTO FILHO

Comentarei, aqui, sobre uma mensagem, no “O Rosto do Brasil”, primoroso blog editado pelo, não menos primoroso, escritor Samuel Silva Santos. Seu título, assaz instigante e curioso: “Fazer de fato ou fazer de conta que...eis a questão

Com um tipo de esquivança, simpática e agradavelmente matreira, meus amigos: o ilustre pastor Guedes, que reproduziu no seu blog aquela mensagem e o comentário da Rô, nossa doce “maninha”, instaram-me a comentar, como que, arrostando meus conhecimentos; fustigando meu donaire, meus brios.

Disse aquela encantadora editora do blog “Mulheres Sábias”:

“Lembrei-me do meu querido irmão Alberto. Em certa ocasião ele disse:
Hoje vivemos a fase do “faz de conta”. Assim tenho decorado o que, em tempos idos, extrai de um artigo, conto ou ilustração – confesso não me lembrar mais. Modifiquei algo, mas o mérito do autor é incontestável.
Ø  Profissionais fazem de conta que são competentes; nossos governantes, cinica e demagogicamente, fazem de conta que se preocupam com o povo, enquanto que o povo, coitado, faz de conta que acredita neles;
Ø  Pais fazem de conta que educam seus filhos; professores e mestres desqualificados, fazem de conta que ensinam, enquanto que seus alunos, sem alternativas, fazem de conta que aprendem;
Ø  Homens fazem de conta que são probos, honrados, honestos; líderes evangélicos, mormente pastores, fazem de conta que são ungidos de Deus, enquanto que membros das suas igrejas, iludidos, fazem de conta que acreditam neles: que têm fé e que crêem em Deus;
Ø  Enfermos e doentes fazem de conta que têm saúde para dar e vender; criminosos de alta periculosidade fazem de conta que são dignos e honrados, enquanto a justiça, naturalmente “cegueta”, faz de conta que age com imparcialidade em julgamentos.

Só o Evangelho de Cristo não é um “faz de conta”.

Ao que disse o querido Guedes:

Rô,
Bem lembrado. Sabe que eu nem tinha lembrado daquele texto do Alberto? Rsrsrsrsrs
Bom seria se o Alberto entrasse aqui para comentar e derramasse toda a sua sabedoria para nossa edificação.

Desafio aceito! Entretanto, vou fazê-lo, mas “sem essa” (tenção) de derramar sabedoria sobre um “panelão” já transbordando deste suculento pitéu que nos serve aquele “Chief literary kitchen” que, também se identifica como um livre pensador, por isso eu farei tábua rasa do que me foi proposto.

“Assaisonnement”, “saveur”; o tempero picante de um humor inteligente, conferiu àquela deliciosa iguaria um sabor tipo “quero mais”, inda que o termo livre pensador me levasse, de chofre, às plagas do racionalismo, do agnosticismo e, até mesmo, do ateísmo, todavia foi só um susto – no arquivo do blog pode-se constatar o respeito, o seu temor a Deus. Os dizeres do seu perfil, no Blogger, nos tranquiliza:
“Sou uma pessoa que pretende passar por esta, dizendo que Deus é maravilhoso, e que, sem Ele, nós não somos nada”.
No entanto, perguntado se o Samuel aceitaria ou admitiria qualquer outra crença ou religião, cujas doutrinas estivessem de conformidade com a sua razão, por dizer-se um livre pensador, eu não saberia responder. Por outro lado, não lobriguei, em suas mensagens, qualquer coisa que venha a invalidar a fé ou a revelação.

Vejo o sábio Samuel como um vendedor ambulante e, “macacos me lambam”, se não é um sofista. Seu blog mostra seu desusado interesse por nós, humanos, e nossos relacionamentos. Adivinhem o que ele está vendendo, com a sua “ironia socrática”?  Sabem o que é? A destruição do saber de “mentirinha”. Os “fazedores de conta” estão, em nossos dias, por aqui e por ali, bagunçando tudo – é uma lambança só!

Um sábio catarinense, da minha estima e apreço, pastor em Joinville, observou:
“”O mundo do “faz de conta” me faz lembrar das obras de Lobato, lidas na minha infância, onde para se transportar do mundo real (fazer de fato) para o do “faz de conta” bastava usar o pó do piripilim e tudo era resolvido.
Parece que tal pó se evidencia assustadoramente em nossos dias. O pó maquiador da religiosidade aparente, da espiritualidade hipócrita e farisaica e, por ai vai””.

E que não venham os de Platão, de plantão (que confusão!), nos entisicar. Alguma dúvida?

Considero-me um artófago espiritual por preferir, sempre, o Pão da Vida, a qualquer outro alimento, e, por isso; por crer em Deus, não sinto fome nem sede (Jo 6:35), porem nada me impede de saborear o apetitoso manjar servido por aquele escritor, nem mesmo o fato dele não incluir filósofos e livres pensadores na lista dos que vivem fazendo de conta” (eu os chamo de capacitados não-escolhidos) imunizando-os, e a ele próprio; fazendo-os refratários àquele mal. Será que ele esqueceu ou “fez de conta que”?  rsrsrs 

Samuel S Santos tem a mestria no uso dos petrechos filo/culinários...e tem mais e, além do mais, nos convidou à mesa, nós os “fazedores de fato” e, antiteticamente, àqueles nossos antípodas, os consabidos “fazedores de conta”.

Seriam estes “fazedores de conta” os “lambanceiros” apontados pelo augusto Carpintero em mensagem recente? Seriam aqueles lobos que, segundo o querido Gualter Guedes, “fazem de conta que” são pastores? Seriam estes, fanfarrões em seus desvanecimentos impróprios, e até mentirosos, os pusilânimes que “fazem de conta que” são valentes?  Se assim é; assim foi e há de ser, pois não existe o inusitado debaixo do sol; tudo é vaidade (Ec 1:9), disse o Pregador, no seu “déjà vu” em Eclesiastes; tudo é vaidade, inclusive a fanfarrice, a ufania, a ostentação.

Essas lambanças e bazófias, que pululam pela blogosfera, nos remetem a Sócrates (samuelbuel op.cit.) por lembrar os “fazedores de conta que” dizem e escrevem sobre alguma coisa. Lembram, do mesmo modo, outros hipócritas que, vazios de retórica e de pensamentos originais, sem absolutamente nada ou alguma coisa a dizer, valem-se da sinonímia para, copiosamente, e de forma papagaial, repetirem os escritos daqueles coleguinhas mais chegados. Vocês já viram a baldada extensão de seus textos e a tremenda algazarra que eles fazem, citando trechos de livros de autores estrangeiros para corroborar o que copiam?

Platão os esculacha, desmoraliza e chama a atenção para a sua parvoíce, quando diz que “o sábio fala porque tem alguma coisa a dizer; o tolo porque tem que dizer alguma coisa”. Alguma dúvida?

Lá pelos idos de 62-64 d.C. existiam muitos desses caras em Éfeso. Um certo missionário independente, um magricela fazedor de tendas, e presidiário em várias ocasiões, foi signatário de uma carta a um jovem colaborador, em que as lambanças daqueles tais eram mencionadas. Eis um pequeno trecho dessa correspondência: Timóteo tenha cuidado com esses que “fazem de conta” (pretendem passar por) ser mestres da lei;  que não compreendem patavina do que dizem, nem dos assuntos sobre os quais fazem presunçosas afirmações. (1Tm 1:7)

Creio que não só eu, mas todos os “fazedores de fato”, não apenas da obra do Senhor, deveriam aceitar o convite para aquele banquete de sabedoria, participando; comentando, nem que seja para dizer: Valeu Samuel! E, por favor, não para dizer: Passei por aqui; Adorei seu texto; Tô te seguindo: Visite o meu blog...e coisas assim.
Somos nós, gente!  Homens que, segundo o sofista Protágoras são “a medida de todas as coisas”! Aqueles lembrados pelo Samuel que, neste mundo, se esforçam, esperançosa e denodadamente, para lograr uma sociedade mais justa e mais feliz, por isso, o convite dele é extensivo, também, aos ímpios, desde que “fazedores de fato”.
Contudo, meus leitores precisam aprender, como eu aprendi, a identificar a guloseima publicada, inserta na mensagem – pode crer, não e difícil.
Há uma diferença fundamental entre a Ciência e a Filosofia. A Filosofia, sempre, sempre, tem necessidade de uma história anterior, mesmo se mal contada. Um filósofo sempre estará acrescentado “algo mais” ao que outro filósofo já descobriu “faz tempo”.
Vejam que o nosso amado Samuel inicia seus ditos filosóficos citando a eterna discussão entre o “ideativo”, aquilo que temos a idéia de que seja, e o “empírico”, qualquer coisa que estamos “carecas” de ver e experimentar, sem que “esquentemos” sobre qual teoria possa estar baseada.

Havia filósofos, muito lá atrás, jurando “de pé junto” que o nosso Deus, por ser imutável, eterno, perfeito e autêntico, era um ser metafísico, i.é, qualquer coisa baseada em uma teoria abstrata, por eles denominada “metafísica”. Os caras diziam que a matéria era tudo aquilo que contrasta com o metafísico,“fazendo de conta que” sabiam tudo,

Destarte, vou "fazer de conta que" a Filosofia não é considerada como um saber racional radical, que incide sobre a realidade, procurando ultimar sua explicação, o que às vezes consegue; outras vezes, apenas aguça o nosso desejo de compreendê-la – ela, a realidade (eu assumo o cacófato e o cacografismo).
Ai sim, o "bicho pega". Alguma dúvida?

“Comme il faut”, antes que o mal cresça, deixem-me cortar sua cabeça:
Sou um diletante, sim – escrevo e comento não por obrigação, mas porque gosto – e agora?
No entanto, filodoxo, não! Não sou muito de me apegar ao que penso ou ao que opino – opiniões vêm; opiniões vão. Sou do tipo: falei, tá falado e pronto! Quer saber? Se isto é ser pragmático, não sei e nem me interessa saber! Esse negócio de discutir pragmatismo, sinceramente, haja paciência! Só Jó!
O meu diletantismo intelectual não está ou estará, aqui, abordando um problema de ordem ou cunho filosófico – não entraria numa dessa! Sócrates me ensinou que “sábio é aquele que conhece os limites da própria ignorância”. Meu negócio é: “Pão, pão, queijo, queijo” – isto é um tanto paradoxal, quando demonstro ser o “Seu explicadinho”,  não acham?

Sabem o que fiz para enxergar a necessidade de aceitar esta autêntica afronta ao meu pundonor? Troquei idéias com Aristóteles de Estagira o meu quase conterrâneo, aquele conhecido **parricida, o “Pai da Lógica” (fomos discípulos de Platão – rsrsrs), 

Obs.: O **parricídio é simplesmente uma imagem.
O progresso visível da linha de pensamento de Platão, coincidência  apenas, ocorreu após o assassínio de um longevo senhor chamado Parmênides - não sei se “pai” de alguém ou de alguma coisa.

A lógica, que alguns ensinam fazer parte da Filosofia, é a ferramenta básica do raciocínio. Se você não a usa, jamais “fará de fato” – certamente estará sempre “fazendo de conta”.
Aristóteles foi o cara que superou seu mestre Platão em, praticamente, todos os campos de ação da filosofia. Eu também superei meu pai em todos os âmbitos da escrita, mas assevero, diante de Deus e dos homens, com muita honra e orgulho: Alberto Couto foi o melhor pai do mundo!

Depois, consultei minha “artinha”, um tipo de manual agerato onde tenho coligidos, primícias de noções e princípios rudimentares, granjeados do **Dr. Alberto Couto** , e instruções adquiridas à **Dra. Arlette** (“fazedores de fato”). Os ensinos daquele homem e a instrução recebida daquela mulher são, até hoje, o diadema de graça para a minha cabeça e colares, para o meu pescoço. (Pv 1:8,9)
Tenho-os juntamente com ensinos sobre o sentido usual e comum das palavras, muitas figuras retóricas e hebraísmos – sou fascinado pela hermenêutica!

**Dra. Arlette M. Coutotelefonista de “mão cheia”. Fez doutorado na antiga CTB.
**Dr. Alberto Couto – bombeiro-eletricista, “expert” no manuseio das ferramentas do seu mister; Doutor “Honoris causa”; mestrado, doutorado, Phd em amor fraternal
Nota: Ambos fizeram o mestrado no Instituto “VIDA”. Alguma dúvida?

Salomão, biblicamente, um “fazedor de fato”, com quem gostaria de ter jogado bolas de gude ou soltado pipas (sem cerol), orientando-nos sobre a literatura sapiencial da Bíblia, disse-nos que, para crescermos em prudência e adquirirmos habilidade, teríamos de ouvir, e não “fazer de conta que” ouvimos, não só os sábios, mas também os instruídos – condição “sine  qua  non”, entenderíamos  provérbios e parábolas, as palavras e enigmas dos sábios (Pv 1:5,6)

Não queiram saber como tinha filósofos “fazedores de conta” na Idade Média. O amado Samuel não pode “fazer de conta que” não sabia disto.
Não existia, realmente, uma corrente filosófica, uma Filosofia, e todo o mundo dava palpites, opiniões; criavam teorias e doutrinas. Vivia-se a era da “Escolástica”.
Mas não é isso o que ocorre com alguns hodiernos blogueiros cristãos “fazedores de conta”?
Não estariam esses, intransigentes e dogmáticos vivendo, ainda, o “tomismo” da filosofia medieval, alheios ao que significa este conjunto de doutrinas? Diriam esses: E nós com isso? Por acaso somos tomistas escolásticos?

Vez por outra, deparo-me, na blogosfera, com artigos e comentários não muito inteligíveis, mal acochambrados, redigidos por gente que parece apenas viver naquele seu mundinho sensível (eikasia), parecendo não conviver no mundo inteligível (diánoia), onde reside a realidade, segundo Platão, no mundo das idéias.

Na “Alegoria da Caverna” a gente encontra uma melhor explicação para o Zezinho, o filho do Cabeção (apud Samuel), o dito Platão. Ela está contida no livro VII da Republica de autoria do Zezinho, digo, Platão. 
Parece que aqueles artigos e comentários baseiam-se na compreensão do que é mutável, não funcional e que não são objetos de conhecimento - é gente palpiteira, intrigante, mexeriqueira, tipificando os loucos que desprezam a sabedoria e o conhecimento de (Pv 1:7b), querendo conciliar a fé com a razão, sem ter “bala na agulha” para tanto. Alguma dúvida?.

Meu apetite foi, finalmente, saciado depois que fui da filosofia antiga à contemporânea. Fui de Mileto a Marx, passando por Bacon (Hummmmm!). É deste último a frase: A leitura traz ao homem plenitude, o discurso segurança e a escrita exatidão”.
Banquetei-me, postando este longo comentário sobre a interessante mensagem do escritor Samuel Buel.

De Descartes a Adam Shmit, pintei e bordei, “fazendo de conta que” aprendi alguma coisa. Com o primeiro, “fiz de conta que” aprendia sobre o tal plano cartesiano, as coordenadas de um ponto e aquele “troço” complicado que é a Geometria Analítica.
Ordenadas e abscissas, posteriormente, levaram Smth (e eu também) ao encontro do economicamente perseguido “Break Even Point”, o ponto de equilíbrio (PE) a ser alcançado e superado por empresários. Foi então que “fiz de conta que” aprendi um pouco de Economia.

Pergunto ao Samuel: Já pensou a vergonha de Montesquieu, aquele célebre “iluminista”, diante do “faz de conta” dos nossos atuais governantes? Do faz de conta dos nossos legisladores?
Alguém pode imaginar a cara daquele “monista” de Eléia se ouvisse o “Terra Nova”, no seu arrogante panteísmo, como um monista absolutista, “fazendo de conta” (dizendo ser) que é Deus, depois de consagrar-se Patriarca?

É isso gente, sou um servo “estóico”, ligadão no nosso Deus, que é a razão de ser da minha vida – estou mais para Lucano do que para Sêneca, mas lutando sempre, mui forte de ânimo, para “fazer de fato” a obra do Senhor. É ele que me faz impassível e imperturbável diante das tribulações. 
Semelhantemente a Justino, tive o meu encontro com o Ancião-Verdade há mais de 20 anos. De lá para cá, faço de fato a Sua vontade.
Enquanto eu, como homem, esgoto-me eticamente, filósofos brasileiros e estrangeiros, estão se reunindo para fazer reflexões sobre o “niilismo” que, por definição, é o encontro do vazio com o nada. Isto é fazer de fato ou fazer de conta que”?
Por esta e por muitas outras razões, vou ficando com o moderno Voltaire, quanto à intolerância e a prepotência daqueles que têm o poder, citando a conhecida frase: "Posso não concordar com nenhuma das palavras que você diz, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las" – Isto é “fazer de fato”.
...E como se discute paternidade em filosofia! Mileto, Aristóteles, Descartes, Gaon, etc – é muito pai, variando em importância em razão de fases e sujeitos a mutações e sombras!
Conhecemos um, entretanto, que faz vir, lá do alto, toda a boa dádiva e todo dom perfeito. NEle não existem variações nem sombras de mudança -- Ele é o autor da luz,  O PAI DAS LUZES (Tg 1:17),  aquele Deus Pai, que sempre “fez, faz e, eternamente, fará de fato” .
O Pai das Luzes é o Alfa e o Ômega, o Deus que é, que era e que há de vir, Senhor de todos nós no passado, presente e futuro, o Todo-Poderoso (Ap 1:8) – Só Ele pode garantir Seus propósitos na restauração da criação, conforme o relato na carta de Paulo aos Romanos (8:18-25). Alguma dúvida?
Alberto Couto Filho – (Alberto “Culto”)
____________________________
Ps – (Alberto “Culto”) – Pseudônimo, de extremo mau gosto, a mim conferido por um pseudocrístão, blogueiro mangrado, paramentado de singular aversão espontânea e intuitiva e acometido do mal contagioso da pseudofilosofia que, comumente engacefera (enche de gafeira) a meã classe, conforme Antonio Feliciano de Carvalho na obra “O Presbiterio da Montanha”.

32 comentários:

disse...

rss É muita benção, que Deus continue te dando sabedoria meu querido. Paz!

Newton Carpintero, pr. e servo disse...

Prezamigo Alberto Couto,

A paz do Senhor. De fato!

MuitosvivemavidaemumTREMENDOfazdeconta,insistindoemestardefato,vivendoereproduzindoaverdadeatravésdesuasmentirasdefato.

Muitosdosquevivemnaterradofazdeconta,sentemdefatoqueestãoenganandodefato.

Acima de tudo, existe o importante e não necessário, a ser decifrado, a ser depurado pelos que se dizem livres para voar, sem meditar profudamente que o princípio da sabedoria é resultado do puro temor ao Deus da Palavra, A Palavra viva e eficaz.

O que possui temor de Deus, com certeza, deixa de ser um livre pensador, para ser devedor de pensamentos de fato, livres do faz de conta dos muitos escritores, estes, esbeltos por sua singular sabedoria, que se desvanece ao ser interditada por quem vive de fato, o evangelho da verdade e não aos que se envolvem com os seus livres pensamentos, mesmo estando aprisionados em suas vidas de faz de conta, de fato.

O Senhor seja contigo de fato! Nobre amigo!

O menor de todos os menores. De fato!

Anselmo Melo disse...

“A leitura traz ao homem plenitude, o discurso segurança e a escrita exatidão”.
Pensando assim me nego "fazer de conta" ter entendido tudo aquilo que li.Sendo assim,ainda que duvidoso de minha capacidade de absorver tanto vou ler seu post mais uma dúzia de vezes. Já passei do tempo em que fazer de conta se mostrava uma saida para o vazio de minha existência. Hoje,definitivamente meu desejo É conhecer assim como dele sou conhecido. E, paro por aqui, antes que Platão me venha puxar as orelhas. Deus te de graça meu querido irmão Alberto. Sempre.Paz!

Brena Oliveira disse...

Cara Couto,
Agora estou livre de provas, e disponível para poder seguir o teu blog! A Paz

Alberto Couto Filho disse...

Mestre Carpinteiro,

Meu abraço amigo.

E agora? Como vamos fazer?
Constato que seu comentário é a mensagem e que a minha mensagem é o comentário à sua esclarecedora mensagem.

Compliquei?
A paz

Alberto Couto Filho disse...

Brena, minha amiga,

Téquenfim!
Que bom tê-la como seguidora.
Diria o Chapolim: Sigam-me os bons!
Eu digo: Siga-me Brena!

Como foram as provas?
A paz

Alberto Couto Filho disse...

Pastor Anselmo

O amigo sempre alegrando este blogueiro.
Se vais ler 12 vezes mais, preocupe-se com Descartes e não com Platão. Aristóteles diria: Isto é lógico!
Proteja suas orelhas, por favor. Não queremos chamá-lo de Malco rsrsrs
A paz

Alberto Couto Filho disse...

Rô, minha amiga,

Perguntei a um jovem ali de Bonsucesso:
O que é uma ENCÍCLICA?
Ele respondeu: É uma bicicleta de uma roda só.
Perguntei-lhe: Quem foi Platao?
Ele respondeu, perguntando: Platão...você se refere ao aumentativo de prato?
Pirei!
Que faço sem vocês?
A paz

disse...

kkkkkkkkkkk

Perfume de Cristo disse...

Pr. Alberto paz
De fato fiquei receosa a comentar. Mas ficaria indignada comigo mesma se não o fizesse. Porque de fato é difícil admitir que de fato o mundo do faz de conta descaradamente assola os moradores dessa terra, inclusive aqueles que são forasteiros, os quais foram instruídos de fato, a não se conformarem com este mundo do faz de conta. Mas que de fato o transformassem, porque de fato temos o entendimento dos fatos.

“Prefiro viver o fato de que tudo está consumado, pois através desse fato posso vivenciar a beleza de fato, que ainda existem de fato alguns que não venderam a sua consciência ao mundo do faz de conta. E por isso não preciso fazer de conta, que acredito de fato que o mundo, do faz de conta não existe”. Alguma dúvida?

Em Cristo,de Fato
Cláudia Mariz

De fato simplesmente adoradora,Daquele que de fato , me tirou do mundo do faz de conta e me transportou de fato para o reino eterno de Luz/ conhecimento..

Alberto Couto Filho disse...

Claudia amada

A paz

Esta é, sem dúvida e, de fato, a Claudia Mariz – verdadeira, real e única.
Vou “fazer de conta” que todos têm a sua argúcia e sensibilidade. “De fato”, aqui esta uma das razões que me fazem seguidor do Perfume de Cristo – “de fato”, não é à toa.
Simplesmente lindo este seu texto! Simplesmente Cláudia!

Filoginia? Posso admití-la, apenas, quando lidamos com mulheres de intelectualidade ímpar como você, a minha Janete, a Rô do Djalma, a Leila do Carpintero, a Karla do Gualter, a Sarah do Carlos Roberto, a Rosangela do Sergio Pereira, a Regeane do Guedes, a Dini do Cabalau e outras varoas de guerra que estão conosco, nesta blogosfera.

Receosa em comentar? Ficaríamos indignados se não o fizesse.
O Natal se aproxima. É tempo de presentear. Vou lhe dar um presente, para ser repartido com os seguidores e visitantes deste nosso espaço - um comentário/mensagem, dentro deste artigo:

Alberto Couto Filho disse...

Há muito tempo atrás (bota tempo nisso), após uma partida de futebol em que a minha equipe logrou a vitória e a conquista de uma taça, o Sr. Alberto Couto, o dono do "team", em meio às comemorações, bradou: O capitão do "team" vai fazer um discurso pela atuação da equipe! Cala a boca todo mundo, gritou a plenos pulmões!

O que havia de importante naquela atitude? Alegria, entusiasmo, emoção - previsível, aceitável. Afinal, vencemos!
Dir-se-ia tudo bem; faz parte dos folguedos, em razão da vitória, todavia nada disse, pois eu, à época o Betinho, filho do "seu" Alberto, era o capitão da equipe. Foi quando questionei minhas chuteiras sobre a possibilidade de uma eventual derrota. Se perdêssemos, nada disso estaria acontecendo, eu teria lhes dito.
Elas não tiveram tempo para responder, pois um safanão do "velho" lançou-me ao meio do vestiário. Só não fiz pipi no calção porque já sabia que seria pior se eu não abrisse a boca.

Ali estava eu, um leitor assíduo do Gibi Mensal, fã entusiasta do Capitão Marvel. Eu sabia tudo sobre o Zorro, o Batman e o Superhomem. As lutas vencidas pelo Fantasma Voador e pelo mágico Mandrake, faziam de mim, um menino feliz, mas, por segundos, fiquei estático, mudo.

Alberto Couto Filho disse...

...E agora, ali estava um menino feliz, porém apavorado; um ávido leitor de histórias em quadrinhos, buscando Segurança. Para discursar? Não! Para iniciar o discurso. Já sei, falei às minhas chuteiras e, dessa vez, elas ouviram. Gritei bem alto: SHAZAN!
Assustaram-se todos ao meu redor, inclusive meu pai. O Beto ficou louco ou está "fazendo de conta", deve ter pensado.
Meus colegas, no entanto, sabiam que essa palavra representava o grito de transformação do jovem jornalista, o tímido Billy Batson. Essa palavra o transformava no invencível Capitão Marvel.

Exatamente! Fiz de conta que era o próprio ...e comecei a falar dizendo o quão bom é vencer; disse-lhes que o "team" adversário era igual às quadrilhas formadas pelos inimigos dos nossos super-heróis - eles fazem de tudo para os vencer, pois só querem o desejam o mal, mas ao fim nós, que praticamos o bem, saímos vencedores. Era como se eu visse o Batman lutando contra o Charada, contra o Pinguim e derrotando-os; era o Superhomem, vencendo o Luthor, encarando a kriptonita.
“De fato”, por estar sempre lendo quadrinhos, estava convicto; pleno de conhecimento sobre a vitória dos "mocinhos" sobre os "bandidos" – eles nunca vencem, dizia-lhes com voz triunfal - nem mesmo que "façamos de conta".
E a pá (galera ,na antiga) me aplaudia. Mais aplausos, mais Segurança; taça na mão; lágrimas nos olhos e mais, mais Segurança.

Alberto Couto Filho disse...

Viu só, amiga Cláudia? Busquei na Filosofia, em Bacon, os argumentos para comentar, apoiando meus escritos naquela sua célebre frase: “A leitura traz ao homem Plenitude, o discurso Segurança e a escrita Exatidão” ;
Eu poderia fundamentar-me em Malba Tahan, quando diz que: "Quem não lê, mal fala, mal ouve e mal vê";
Eu também poderia me basear no Livro Santo: "Até a minha chegada, aplica-te à leitura..." (1Tm :13); "Bem aventurados aqueles que leem e que ouvem..." (Ap 1:3).

Ordenemos o raciocínio: A Bíblia, através de Paulo, insiste em que leiamos; João diz que são felizes os que leem.
Veja o exagero que era a disciplina intelectual de Paulo, ao escrever sua segunda carta a Timóteo, pouco antes de ser decapitado: "Quando vieres, traze a capa que deixei em Trôade, em casa de Carpo, bem como os livros, especialmente os pergamnhos" (2Tm 4:13).

Agora voltemos à minha história, comparando-a com a frase do filósofo Bacon:
De tanto ler histórias em quadrinhos, alcancei a Plenitude. Assim, pude discursar com Segurança.

Alberto Couto Filho disse...

Você leu Gene Wikes, Alex Haley e Heri Charriére (Liderança de Cristo, Raizes e Papillon) e, portanto, segundo Malba Tahan, a amiga deve se expressar muito bem, além de ser boa ouvinte e atenta observadora.
A prática comprovou-me que só escreve bem quem lê, com assiduidade e concentração - como viu, “de fato”, eu comecei lendo histórias em quadrinhos.
Creia minha amada: Se você escrever com Exatidão (verdade e precisão) terá mais facilidade para expressar oralmente as suas ideias.

Continue lendo, por exemplo, o livro "VINDE APÓS MIM - JESUS não disse IDE após seus líderes". Seu autor está “de fato”, tentando levar sabedoria ao "sábio para que ele se faça mais sábio ainda; ele quer ensinar ao justo para que ele cresça em prudência" (Pv 9:9).

"Que a amiga encontre doçura neste meu cordial comentário, da mesma forma que o óleo e o perfume alegram o coração" (Pv 27:9)

Sei o porquê de ter vindo.
Seu conservo no Filho do Homem
Um pensador totalmente liberto
Alberto Couto Filho

Clovis Cabalau disse...

Querido Alberto,
Certa feita, meu chefe confessou-me: "Preferia você antes desse negócio de virar evangélico. Eras um livre pensador e agora..."
Sorri diante de sua deveras equivocada constatação e disse-lhe: "Antes, de livre eu não tinha nada".
O seu post me alertou para os riscos do "fazer de conta" no qual, muitas vezes, sem querer, ou por "esporte", nos metemos. Mas, algo me consola: o Consolador. Pois aqueles que estão em Cristo podem contar com um detector de "faz de conta" que se chama Espírito Santo. Aleluia!. Entre o "fazer de conta" e o "fazer de fato" ficam com o segundo só os corajosos e ousados. A questão é: será que eu faço parte, de fato, do segundo grupo? Que Deus tenha misericórdia da minha vida e continue me fazendo um livre pensador, atento aos meus 'faz de conta', aos falsos profetas e ligado aos bons ventos que sopram a boa palavra, que edifica e nos provoca a reflexão. Como as suas, caro amigo.
A Paz.

disse...

Irmão alberto não da pra fazer de conta com o senhor, eu adoro o senhor. Com o amigo, sempre disposto a "não abrir".
Sem "fazer de conta", tá? Bjs!

Vicente de Paulo disse...

Graça e paz, sinto-me honrado com a visita do nobre irmão em meu blog. Parabens pelo excelente blog e em especial por esta postagem. Gosto de leituras que exigem reflexão de minha parte.

Alberto Couto Filho disse...



Muitos filósofos "fazem de conta" estar buscando a verdade. Eu a encontrei, de fato, em Jesus Cristo.
Não abra amiga - preciso muito de vocês.
Se tenho algo para ostentar, este algo é o amor que tenho, de fato, por aqueles que me compreendem.
Todinho do Pai, sem mais nem menos.

Alberto Couto Filho disse...

Amado Vicente
Que bom vê-lo por aqui.
O azo da sua honrosa visita permite-me alertar os seguidores deste meu pequenete espaço:
Atenção galera!
Há um lugar onde excelentes pratos espirituais são servidos para a saciar a fome e a sede de Deus - é alimento sólido saboroso e bem temperado com "Oração e Vontade de Deus", prato que, atualmente, está sendo servido, O recanto chama-se REFLEXÕES TEOLÓGICAS, onde o "maitre" Vicente de Paulo nos recebe com muito amor.
Volte quando quiser, meu amigo
O espaço é pequeno, mas abriga muito altruísmo e respeito pelo sagrado.
Eu sei

Newton Carpintero, pr. e servo disse...

Prezamigo Alberto, o filho,

A paz do Senhor1

Penso que por tanto fazer de contas, muitos dos livres pensadores, estão presos de fato e por conta aos seus pensamentos que os prendem de fato.

O Senhor seja contigo, nobre amigo,

O menor de todos os menores.

Brena Oliveira disse...

Meu caro Couto,
vou lhe confessar... as provas não foram tão boas não! rsrsr, mas Deus vai na frente!
Sensacional teu blog! Deus abençoe a tua vida!

Pr. Gualter Guedes disse...

Amigo Alberto,

Lendo seu post, adquiri um grande hábito de algumas vezes procurar no Aurélio o significado de grandes palavras. Interessante!!! Como se aprende.
Quer um conselho?
Não pare de escrever. (rsrsrsrsr esta vc entendeu.)
Estou no término do livro. A verdade é: ótimo o que estou lendo.

o iprtanmote de tduo é qeu vcoe etsa pro auqi.

Um abaçro.

Pr. GG

Pr. Gualter Guedes disse...

Caro Alberto,

Voltei... rsrsrs

Corrigi um deslize, já adicionei seu blog na lista dos BLOGs que sigo. Um abraço.

Pr. GG

Pr. Sérgio disse...

Nobre Alberto, graça e paz!

O que falar diante de tão elucidativo texto. Realmente fico sem palavras!
Avante nobre amigo na missão de denunciar os erros e as mazelas deste evangelicalismo tupiniquim.

Em tempo: seu livro é no minimo sensacional! Para a expressão máxima: faltam palavras!

Um forte abraço!

Pr. Sérgio Pereira
http://prsergiopereira.blogspot.com

Blog da FATENE disse...

Excelente texto, irmão Alberto! É sempre um privilégio sem medidas ter acesso a um conteúdo tão bem escrito e tão bem coeso.

Parabéns! Deus te abençoe!

Samuel Buel disse...

Sinceramente, sem pretender fazer de conta, acredite caro e dígno,irmão Alberto e comentaristas. Sou feliz porque tenho amigos chegados que tem todo o direito do mundo de expressar ss nossas expressões.

Samuel Buel Escritor livre pensador e, sobretudo, por consciência, servo de Cristo em processo de maturação.

SAmuel Buel disse...

Outrossim, parabéns, por meio desse comentário, pude constatar através da pscologia da linguagem, que o amado além de um profundo filósofo também é um livre pensador!!
Estamos na frete de Adorno e de XAvier Zubiri. Continue em nome de Jesus a manter na latencia esta ontologia geral, e nuca deixe de explicitar o pão especial que desceu do céu.Se bem da verdade, o pão é dos filhos, e os fragmentos dos filhos pequenos. Deve-se ter o máximo de cuidado para não se deitar o pão inteiro a quem está abtuado a comer legumes. POis deixar de comer as picanhas saborosas para pasrticipar do legumes do "fraco" é uma loucura necessária é uma verdadeira loucura de amor.
SAmnuel Buel Livre pensador e sobretudo servo de Jesus em processo de maturação.

Samuel Buel. S. disse...

Como cidadão do céu sou livre de fato, mas como cidadão da terra, sou livre pensador sobretudo para segurar a boca dos leões que rugem querendo estraçalhar os pequeninos injustiçados socialmente.

Samuel Buel S.

FAZ DE CONTAS disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
BIRA MELLO disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
BIRA MELLO disse...

FAZ DE CONTASFeb 26, 2012 07:02 PM
Olá Alberto, peço licença para comentar.Em se tratando de faz de contas não me contive.
Pois, estão fazendo de contas que as ESCRITURAS,
são esse compendio de livros chamado " bíblia ", que através de epígrafes, versículos separados,
arrumação dos livros entre outros distorcem a palavra do criador e do salvador.
Que o salvador nasceu dia 25/12 e que ele quer que comemoremos.
Que os termos IGREJA, TEMPLO E LEVITA são usados corretamente como o criador nos ensinou.
Que não sabem quem matou Estevao,William tindle, Jesus Cristo,quem comprou com moedas de prata a traição de Jesus entre muitos outros.
Para quem quer realmente a VERDADE, isto é um absurdo.
Obrigado, gostei do blog. abraços

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