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segunda-feira, 9 de agosto de 2010

DILMA ROUSSEFF e o apoio dos azemeleiros

Por Alberto Couto Filho

Avesso e arredio à política reles e mesquinha de interesses pessoais, praticada neste meu Brasil amado, por vários legisladores, inclusive da bancada evangélica vi-me, de repente, aterrorizado pelo opróbrio extremo sofrido por Jesus, ao ter tido a Sua peregrinação, comparada às atividades do presidente Lula. E quem teria feito esta desrespeitosa comparação? Quem? Quem? Ele mesmo!

Vários blogs publicaram esta vil e abjeta declaração e, no rastro desta infamante comparação, evidenciando sua conhecida tacanhice e peculiar estreiteza de idéias, o líder (?) desta Nação, admitiu em discurso, tão pobre quanto seu espírito, que aquela senhora, candidata do seu partido, à presidência, a senhora Dilma Rousseff, poderia também ser comparada Àquele que, na cruz, nos deu Sua vida para remir nossos pecados.

Pasmem! Aquela mesma Dilma que se diz favorável à legalização do aborto e à união estável dos gays, dentre outros polêmicos assuntos que, ferem frontalmente os preceitos bíblicos, estava sendo comparada ao nosso Salvador.

Aquela, outrora (?) terrorista, que diz agora, despudoradamente, ser a favor de todas as manifestações de vida em todos os sentidos afirma agora, num discurso extremamente monótono, que a pobreza é resultado único da ação do homem. Disse, ainda, com abominável impudicícia, que não foi a mão de Deus que gerou a desigualdade e sim a mão pecaminosa do homem.
Arrepiei-me, ao sentir o fedor daquela tônica da teologia da prosperidade: a pobreza é, e sempre foi, um pecado.

E ai vem aquele longevo faceto, bispo Manoel Ferreira, profetizando impudicamente que aquela senhora estaria sendo uma timoneira do rumo certo, numa embarcação onde se barganhava o Cristo em troca da não abordagem de temas como o casamento de pessoas do mesmo sexo, nas igrejas, durante a campanha. Eis um exemplo da avareza sórdida que campeia em nossos púlpitos. Que vergonha!

Isto é parte da crise citada em minha postagem anterior, quando fiz coro às notícias sobre outra crise vivenciada, hoje, pelos “hermanos” evangélicos – igrejas fechando; pastores humilhados, envergonhados, em razão da lei que instituiu a legalização do casamento de gays, aprovada pelo Senado argentino. Por tudo o que estamos presenciando, aqui no Brasil, esta é realmente uma situação alarmante que poderá afetar, também, a família brasileira.

Bem, tudo isso foi e, ainda, está sendo divulgado pela blogosfera, com riqueza de detalhes.

Foi vivendo as naturais apreensões e stress causados por esses infaustos comentários que visitei um excelente blog, em que estavam postadas notícias sobre a ojeriza da candidata Dilma pelo povo nordestino, comprovada por sua fala preconceituosa em um vídeo esclarecedor (não era uma montagem).

Na análoga pergunta de Natanael a Filipe, temos a origem da ira do autor da postagem: “Perguntou-lhe Natanael: “De Nazaré pode sair alguma coisa boa? Respondeu-lhe Filipe: Vem e vê.” (Jo 1:46).

O desencanto e a indignação do autor fazem pano de fundo, a um questionamento àquela senhora: O que aquela candidata tem contra o Nordeste (Nazaré)? O Sudeste seria melhor que a nossa região?
Foi do Nordeste que saíram homens para gerar o crescimento do Sudeste e de outras regiões do Brasil!

As observações da candidata petista lograram a introjeção da ira, inteiramente procedente daquele abençoado blogueiro.

Em apoio aos queixumes daquele irmão-amigo, comentei sobre a impudica fala daquela senhora. Foi quando um jovem comentarista, confundindo dever espiritual com dever cívico, decidiu afrontar-me, de forma desrespeitosa e insolente, como um advogado da candidata, um jurisconsulto apodacrítico, provavelmente com o intuito de “aparecer”, ilação decorrente da observação de que são escassos os comentários nas postagens do seu blog.

Então, para não servir o prato, dissimuladamente, pretendido por aquele azemeleiro provocador, falto de civilidade, remeti àquele blogueiro amigo, via email, a mensagem seguinte:
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Prezamado

Deus conosco, ad eternum

Voltei, prazerosa e, não falaciosamente, com profunda deferência, ao seu excelente blog.
Voltei mesmo, rogando ocupar, mais uma vez, o seu espaço para responder àquele egrégio irmão, mesmo que a sua pergunta, tanto insinuante quanto impertinente, sugira uma rota de colisão com o sugestivo título do seu excelente blog.

Aquele jovem azemeleiro foi muito feliz em argumentar, com pompa e sutileza, mas de forma, ainda assim, insolente, debruçado sobre a nossa Carta Magna, que meu comentário teria sido incoerente e, até, eufêmico. Da mesma forma, “ad argumentandum tantum”, julgo-me feliz por ter adjetivada a sua pergunta como impertinente.

Aquele nosso irmão, chamado para ser Santo (posição distintiva do povo de Deus), sem qualquer discernimento espiritual, julgou-me naturalmente, esquecendo-se de que temos a mente de Cristo.
Demonstrando falta de espiritualidade, criou uma atoleimada dissensão, contrariando os ditos do Apóstolo das gentes, sobre a verdadeira sabedoria e o ensino do Espírito Santo.

Eis as minhas razões, amparadas pela Bíblia Sagrada (deveres espirituais) e, de modo algum, sustentadas pela Constituição Federal (deveres cívicos), em seu Artigo 1º, parágrafo único:

a) Não faltou lógica (incoerência) nesse meu comentário – ele apenas não se coaduna com as suas convicções e ideologias; minhas idéias não têm consonância com os simpáticos sentimentos do meu criticador. Biblicamente, não poderíamos “andar juntos”, por divergirmos sobre destino e rota; pelo conflito de interesses; pela desinteligência; pelo desacordo e, até mesmo por considerar-me totalmente apolítico, o que não é o seu caso, quando citou a sua preferência pela senadora Marina. “Andarão dois juntos, se não houver entre eles acordo? (Am 3:3). Isto não lhe faculta o direito de ver INCOERÊNCIA em meu comentário. Alguém, por favor, me explique: Voto na Marina, mas defendo a postura da Dilma (?) O que é isso?

Aqui está:

“A VERDADE ABSOLUTA que para mim é a Palavra de DEUS, está acima de todas as ideologias, convicções, crenças e idiossincrasias.
Encareço àquele irmão que visite a página do Pr. João A. de Souza Filho, da AD do Brasil, no Rio Grande do Sul e leia, com o respeito devido, a postagem “OS NOVOS APÓSTOLOS E SEUS APELOS POLITICOS”.
Aquele impiedoso criticador escreveu assim, na postagem que diz ser de sua autoria, em seu blog, em 23.05.10:

**A atividade de exercer a palavra, humana ou divina, entretanto, acarreta ao falante uma grande responsabilidade. Se os verdadeiros profetas bíblicos sofreram todo tipo de oposição em seu ministério é porque a palavra verdadeira, quando falada, causa inquietação e incômodo aos que vivem de forma impiedosa**.

Portanto, o acinte contido em sua bisonha crítica, além de nos trazer um intrigante paradoxo, dá-nos a impressão de que “algo” lhe causou inquietação e incômodo, embora não creia, sinceramente, que ele viva de forma impiedosa.
INCOERÊNCIA é observamos que o irmão comentarista não apreendeu muita coisa com a leitura de VERDADE ABSOLUTA da Nancy Pearcey. Seu flagrante desequilíbrio nos deixa sérias dúvidas quanto ao fato de dizer-se leitor de John Stott – “CRISTIANISMO EQUILIBRADO”.

O azo permite-me quatro sugestões literárias àquele nosso irmão:

1 – A BÍBLIA SAGRADA (Leitura obrigatória);

2 – A “PEDAGOCIA DO OPRIMIDO” de Paulo Freire (Releitura – Autoajuda);

3 – ‘VINDE APÓS MIM – JESUS não disse: IDE após seus líderes” – autor: Alberto Couto Filho (Ajuda do Alto)

4 – “TODO MUNDO É INCOMPETENTE – INCLUSIVE VOCÊ” de Laurence J. Peter e Raymond Hull (Leitura facultativa)

b) E por que não o EUFEMISMO? Neste ponto, quero ser réu confesso. Em termos retóricos, o eufemismo consiste em substituir um termo ou uma expressão rude, chocante ou inconveniente por outro mais “light”, mais agradável – não foi isso o que fiz?
Máfia dos Bingos, Máfia dos Sanguessugas; Mensalão - Estas mazelas e outras tantas, ocorridas no governo do PT, não estariam a sugerir menos amenidades, menos suavidade, e a utilização de termos como: cafajestice, charlatanice ou mendacidade, aldravação?

Será que ele sabe estar sendo causídico de uma candidata desse mesmo governo petista que, como aquele, não sabe de nada?

Ocupar um espaço evangélico para discutir Retórica? Semântica? Equívocos lingüísticos? Preferência política? Misericórdia!
Por Deus! Usei o vocábulo abominação (repulsa, aborrecimento) ao invés de ojeriza, por esse estar contido, um sem número de vezes, no Livro Santo. O verbo “ojerizar”, que tem o significado de antipatizar, não faz parte do contexto bíblico o que, teimosamente, não abandono – nunca!

Instado pela Palavra posso ser complacente com a incompreensão, todavia, não oculto a minha aversão pela caturrice, pela obtusidade.
Eu pergunto ao jovem crítico: Por que altercar; semear contendas? Por que tal perversidade?
Por simpatia? Por predileção ou para massagear o Ego? Criar contendas, quando a mediocridade (pequenez espiritual) de DILMA ROUSSEF é identificada?

O que diz a sapiência divina:

Seis coisas o Senhor aborrece, e a sétima a sua alma ABOMINA:” - “Testemunha falsa que profere mentiras e o QUE SEMEIA CONTENDAS ENTRE’ IRMÃOS (Pv 6:16,19);

“Se possível, QUANTO DEPENDER DE VÓS, TENDE PAZ com todos os homens;” (Rm 12:18).

c) Taxei-o de impertinente, quando poderia tê-lo chamado de inconveniente. Mais uma vez, vali-me do eufemismo – saí de uma sugestiva rudeza para uma necessária boa educação.
Se aquele nosso desavisado irmão azemeleiro crê na existência de uma realidade objetiva, com validade geral, deve aprender, urgentemente, que não deve considerar e, nem mesmo afirmar de forma arbitrária.
Não afirme, não considere, não sugira quando não existir evidências, nem perceptuais e nem conceituais. Será sempre uma ação imprudente, não baseada: nem na observação direta nem em qualquer tentativa de inferência lógica.

Não gostaria de usar o que muitos classificam como mensagens estereotipadas, mas aqui se aplicam:
1) O contido em (Jo 7:24) – “Não julgueis segundo a aparência, e sim pela reta justiça”;
2) O juízo temerário é proibido por Deus, em (Lc 6:37) – “Não julgueis e não sereis julgados; não condeneis e não sereis condenados; perdoai e sereis perdoados;

Aquele desacautelado, mas abençoado irmão, diz em seu perfil que se ocupa na obra de Deus, exercendo algumas atribuições relacionadas ao ensino.
Pois bem, este novo seguidor do seu blog, meu caro, está, até hoje, aos 72 anos, buscando aprender, com a intenção primacial de continuar ensinando. Aliás, não tenho sabedoria para fazer coisa melhor.

Na biografia do Dr. Louis Pasteur, Diretor Geral do Instituto de Pesquisas Científicas da Universidade Nacional da França consta um fato ocorrido em 1892, quando ele viajava de trem, tendo ao seu lado um jovem, debruçado sobre o seu livro de Ciências.
Ele estava lendo a Bíblia Sagrada, quando foi abordado pelo jovem estudante. Perguntou-lhe o rapaz, ao identificar a Bíblia: O senhor ainda acredita neste livro cheio de fábulas e crendices?

Ele respondeu: Sim, mas este livro não é um livro de crendices – É a Palavra de Deus. Eu estou errado?
Respondeu-lhe o estudante: Claro que está, pois somente pessoas sem cultura crêem que Deus tenha criado o mundo em seis dias. Procure saber mais sobre o que pensam os nossos atuais cientistas.

É mesmo? E o que dizem eles sobre a Bíblia, perguntou o velho homem
O jovem alegando pressa e ter de saltar do trem pediu-lhe um cartão para enviar-lhe matéria, em reposta ao assunto.

Algum tempo depois, aquele estudante resolveu ler o que estava escrito no cartão que recebera do velho passageiro. No cartão estava escrito:
“Um pouco de ciência nos afasta de Deus, mas muita ciência e conhecimento nos aproxima dEle.” (Prof Louis Pasteur).

O que diz a Palavra de Deus:

Então, respondeu Jó ao Senhor: Bem sei que tudo podes, e nenhum dos teus planos pode ser frustrado. Quem é aquele, como dissestes, que sem conhecimento encobre o conselho? Na verdade, falei do que não entendia; coisas maravilhosas demais para mim, coisas que eu não conhecia. Escuta-me, pois, havias dito, e eu falarei, eu te perguntarei, e tu me ensinarás. Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te vêem.” (Jó 42: 1-5).

Isto é pertinência!

Aquele jovem diz ter C.S.Lewis como autor preferido, então deve saber que apologéticos cristãos, “miram apenas o céu, sabendo que terão a terra de lambugem. quem mira a terra, como no seu caso, não terá, absolutamente, coisa alguma”

Recebo vez por outra, e-mails com observações contrárias (albumas impublicáveis) à candidatura daquela senhora repito, politicamente, medíocre (há evidências perceptuais e conceituais). Pedem-me para repassar tais mensagens, o que é típico do período eletivo.

A mensagem, a seguir, deverá levar àquele jovem comentarista, um pouco de esclarecimento sobre esta coisa abominável que é a Política, mormente a brasileira, campeoníssima em corrupção, no Mundo.

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Tenho recebido...

Assim, para agir de forma democrática, justa e contribuir com o debate, devemos conhecer o que Dilma já deu e contribuiu para o Brasil.
Assim se você souber ou conhecer alguém que saiba...por favor, nos informe:

=>Fotos dela lutando pela democracia (Tem que existir! Por exemplo: uma foto da Dilma nas Diretas Já!);

=>Uma só foto da Dilma em uma passeata pela Anistia Ampla, Geral e Irrestrita! (Será que não tem?);

=>Uma foto da Dilma em algum evento pela Constituinte Livre e Soberana;

=>Uma foto da Dilma no Impeachment do Collor;

=>Uma foto ou vídeo, que mostre a Dilma indignada com o Mensalão ou com história do dinheiro nas cuecas, nas malas, nas meias, etc., todos membros do PT;

=>Uma foto ou vídeo de algum trabalho social de que ela já tenha participado (Será que ela nunca participou de nada?);

=>Uma foto dela com seu marido/ex-marido ou pai da filha (Tem que existir!). Afinal de contas, se ela for eleita, queremos saber quem será o “PRIMEIRO DAMO” do Brasil, até mesmo para sabermos...”COM QUEM ESTAMOS FALANDO”.

Não podemos ter uma presidenta sobra a qual não sabemos absolutamente nada, a não ser pela boca do Presidente. Chega de boatos, de disse-me-disse!
Queremos fotos! Notícias de jornal! Documentos históricos!
Tenho procurado tudo isto e até agora só encontrei o que o Presidente e os “CUMPANHEIROS” falam!

Por favor...repassem e ajudem a acabar com o Apagão Biográfico da Dilma.
Um povo educado elegerá dirigentes competentes e honestos. Estes escolherão os melhores assessores. Um povo educado sabe muito bem diferenciar um discurso sério de uma FALAÇÃO demagógica. Um político desonesto prefere manter o povo sem EDUCAÇÃO.

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Querido irmão prefiro, ao invés de qualquer outro comentário, orar a Deus:

=>Pela manutenção deste seu excelente blog;

=>Para que o meu irmão perdoe a minha prolixidade;

=>Para que aquele amado comentarista não só visite, mas também siga o meu humilde espaço, comentando sobre as nossas singelas postagens;

=>Para que aquela sua cidade natal continue a crescer sob os auspícios do Nosso Salvador, Senhor Jesus Cristo.
Vou esperá-los, com muito amor no coração, em http://albertocoutofilho.blogspot.com/

>>>Aprendi com Charles Duplessy, pastor sênior da igreja Batista Monte Nebo Bible, que devo:
“Redigir minha vida no indicativo e no imperativo. No condicional, apenas para satisfazer a vontade soberana de Deus”.

>>>Aprendi com Deus, Senhor da minha vida, que devo:
“Amontoar brasas vivas sobre a cabeça de quem tiver fome e sede” – fome e sede de conhecimento, de amor e de perdão.

Que sobejem bênçãos do Eterno em sua vida.
Seu conservo em Cristo
Alberto Couto Filho

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

CRISE? QUAL DELAS?

Por Alberto Couto Filho

O texto distribuído por ocasião da 77ª AGO da COMADESPE em Piracicaba, publicado no Point Rhema, sob o título “CRISE NA ARGENTINA – Um alerta ao povo evangélico da nação brasileira” é, deveras, preocupante.
Destarte, decidi fazer coro à preocupação do Pastor Carlos Roberto Silva, postando esta mensagem, fruto da minha indignação pelo quem vem ocorrendo em igrejas desta minha nação.

A desmoralização total da igreja de Cristo, se nada fizermos, está em vias de acontecer.
E tudo por causa das conhecidas igrejas apóstatas, meretrizes, rameiras, conduzidas por falsos líderes velhacos oportunistas cuja impudência, antes mesmo de glorificar a satanás, causa asco e nojo aos crentes verdadeiros.
Foi Pedro que assim falou sobre eles, os líderes “camaleônicos” em (2Pe 2:20-22):
“Portanto, se, depois de terem escapado das contaminações do mundo mediante o conhecimento do Senhor e Salvador Jesus Cristo, se deixam enredar de novo e são vencidos, tornou-se o seu ultimo estado pior que o primeiro. Pois, melhor lhes fora nunca tivessem conhecido o caminho da justiça do que, após conhecê-lo, volverem para trás, apartando-se do santo mandamento que lhes fora dado. Com eles aconteceu o que diz certo adágio verdadeiro: O CÃO VOLTOU AO SEU PRÓPRIO VÔMITO;E: A PORCA LAVADA VOLTOU A REVOLVER-SE NO LAMAÇAL”

A uma CRISE sim, às nossas portas porque

a) Eles, os falsos líderes, ainda que instruídos na lei, recebem dinheiro de toda e qualquer procedência e, pior ainda, se gloriam em Deus, quando arrecadam o suficiente para manter seus caprichosos empreendimentos, e fazer novas aquisições de bens para satisfação de seus gostos pessoais. São aqueles que Paulo chamou de palradores frívolos e enganadores, mentirosos, em (Tt 1:10);

b) Eles, os falsos líderes, embora persuadidos que, como evangélicos, são guias de cegos e luz daqueles em trevas, estão aceitando toda a sorte de práticas inconvenientes em suas igrejas, mesmo aquelas passíveis de morte, conforme o apóstolo Paulo na epístola aos Romanos (Rm 1:32). Além disso, sabemos de muitos que não só aprovam tais ações, como também as praticam;

c) Eles, os falsos líderes, escolhidos para instruir ignorantes, para serem mestres de crianças e para fazer da lei de Deus a forma da sabedoria e da verdade, discutem, entre si, veementemente, sobre horários na TV. Publicamente, trocam ofensas, quando usam, de forma deseducada, um palavreado chulo e arrogante; fazem apelos nos púlpitos, para políticos sabidamente corruptos, de ficha-suja; alguns, ávidos por dinheiro, candidatam-se e buscam, desavergonhadamente, votos entre a sua própria membresia, enquanto outros, conhecidos por suas falcatruas, buscam, pela mesma via, a reeleição; alguns fazem aparições em trens elétricos em época de carnaval; auto consagram-se patriarcas, engendrando os meios mais esdrúxulos para arrecadarem moeda que, em seus apelos é, por definição “economurdockiana”, um instrumento de troca – (bênçãos por dinheiro, muito dinheiro);

d) Eles, os falsos líderes, já estão cometendo adultério; roubando os templos; aceitando a pedofilia como algo normal, enfim, desonrando a Deus pela transgressão da lei. Como bufões em seus picadeiros, outrora púlpitos, priorizam o enriquecimento e, como dito por Epimênides, poeta e reformador religioso do Século VI a.C., conhecido por suas predições e sabedoria, são como aqueles cretenses mentirosos, feras terríveis, de ventres preguiçosos, e depravados, afeitos à devassidão e às orgias (Tt 1:12).

Naquela carta aos Romanos, lê-se: “Por isso, Deus entregou tais homens à imundícia, pelas concupiscências de seu próprio coração, para desonrarem o seu corpo entre si” (Rm 1:24).
Lê-se, ainda, “semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens; e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro” (Rm 1:27).

Levítico, livro do Pentateuco, que expressa e ensina as idéias e os valores mais caros de uma sociedade, elucida qualquer dissensão sobre o assunto, dizendo-nos: “Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; é abominação” (Lv 18:22).

Então, temos que a Bíblia, realmente, NÃO DISCRIMINA; ela apenas nos mostra o caminho certo a ser seguido. Nós cristãos seguimos o que estiver prescrito nas Escrituras, o que dizem ser: “os mandamentos de Deus”. Portanto, não somos preconceituosos – somos apenas, e ajuizadamente, obedientes.

Esta CRISE, que agora está às nossas portas, para quem conhece os ditames bíblicos, nos fala sobre a DEPRAVAÇÃO; sobre a pecaminosidade dos gentios, mas nos fala muito mais, ainda, de uma conseqüência por demais desastrosa para nós, evangélicos - Deus está tendo o Seu santo nome blasfemado por causa desses charlatões, verdadeiros rufiões da falaciosa teologia da prosperidade (Rm 2:24).

Pior ainda é antever o que os políticos evangélicos corruptos deste nosso país poderão fazer para angariar votos através da promessa de oficialização de casamentos de duas pessoas do mesmo sexo, nas igrejas evangélicas.

Imaginemos que uma igreja não aceite a união entre membros que fizeram a opção sexual alternativa do homosexualismo. A igreja estará correndo o risco de ser acionada na justiça e de tornar-se ré em ação indenizatória movida por quem se sentiu agredido em sua honra ou intimidade. Isto porque a Constituição Federal em seu art 5º, X, determina que o princípio da proteção à intimidade, à privacidade e à imagem se aplica a qualquer tipo de disciplina imposta pela igreja a qualquer de seus membros, por qualquer razão ou motivo.

Então, para que não tenhamos pastores “de verdade”, sérios, tementes ao Senhor, sendo humilhados, constrangidos e envergonhados; para que as “igrejas de verdade” deste país não sejam fechadas; para que a família, uma instituição divina, não seja destruída, não podemos permitir que tal sandice seja perpetrada pelos nossos políticos, conforme o ocorrido no Senado Argentino.

Há uma outra CRISE latente, sim porque:

Avizinham-se as eleições. É hora de escolhermos com a cautela devida aqueles evangélicos, verdadeiramente, tementes a Deus, e comprometidos com a obra do Criador. Estarão em jogo os ideais cristãos como bem disse, naquele texto, o Rev. Paulo Cesar Lima da Silva.

De modo algum, podemos permitir que este país que amamos tanto, venha se tornar refém da infâmia e da abjeção. Que os eleitores cristãos não se atenham às individualidades, ou à simpatia por este ou aquele partido político – O importante é fazermos a escolha certa, o candidato certo.

Os irmãos de Estados em que os escândalos são freqüentes devem atentar não só para os políticos diretamente envolvidos, mas também para os seus partidários em todos os níveis hierárquicos, (superiores ou subordinados).

Um outro exemplo que deve ser levado a sério, quando da escolha do candidato, é a tentativa frustrada de alguns políticos evangélicos sensacionalistas, que se valem da autoridade política para intimidar pastores íntegros, apologistas cristãos que, através dos seus blogs, denunciam o falseamento e a deturpação dos ditames bíblicos, com o intuito de burlar os incautos.

Outro exemplo deplorável é o flagrante do transporte de propinas em meias, em Bíblias, em trajes íntimos que, em muitos casos, determinaram a prisão dos evangélicos envolvidos. Como é triste ver irmãos em Cristo algemados e agrilhoados, serem conduzidos à prisão, até mesmo no exterior.

Não podemos esquecer, ainda, que muitos cristãos da bancada evangélica, em todos os níveis de autoridade, têm fichas sujas. Este fato, público e notório para o mundo, e mais ainda para a igreja, determinam sua inidoneidade para se elegerem.

O que fazer para não votar erradamente?
É simples – pesquise na Web, no seu computador ou no computador daquele irmão mais chegado. Você vai ver o nome do seu candidato, envolvido ou não nos conhecidos escândalos neste governo, cuja ineficácia sugere, também, o uso do KIBERNETES.

Vejam apenas como exemplos, o que foi apurado quanto ao Deputado Evangélico Paulo Gouvea e o famosíssimo deputado Carlos Rodrigues, o SANTO Bispo Rodrigues, os responsáveis pela mudança do NCCB. Atenção! Acautelem-se quanto aos bispos – tem gente séria, sem máculas, entretanto(s)...

ANTES:

a) A Lei nº 10.825/03 de 22 de dezembro de 2003 é uma grande vitória para todas as Igrejas Evangélicas no Brasil, pois vem ratificar a separação entre o Estado e a Igreja.

b) Entretanto, na elaboração do atual Código Civil de 2003 o legislador de forma desapercebida ou proposital retirou a palavra “religiosa” do Código quando da definição do artigo 44 (define as pessoas jurídicas de direito privado), o que por sua vez tornou a igreja (entidade religiosa) extinta do ordenamento civil Brasileiro, POIS O DIVINO DEIXOU DE EXISTIR (??) – grifo meu

c) O Código Civil havia tirado das entidades religiosas as condições de
plena existência (?) e nos deixou com um vácuo jurídico (?). Por causa desse
vácuo, ao longo do tempo, seria criada jurisprudência em relação às
entidades religiosas. Com o projeto de lei do DEPUTADO PAULO GOUVEA,
porém, as entidades religiosas serão tratadas como merecem, ou seja,
como entidades religiosas, não como no passado, em que eram tratadas
como associações, clubes ou coisas do tipo. DEPUTADO BISPO RODRIGUES
PL-RJ (Diário da Câmara dos Deputados, 23/12/2003, p. 70476).
(?) – grifo meu
Clubes – No presente, as mega-igrejas são consideradas como empresas de direito privado, com razão social e estatutos, atuando no segmento evangélico sem fins lucrativos, comportando-se como um “clube religioso de recreação” onde as pessoas se alegram com as músicas entoadas e se entretêm com pregações lúdicas e bem humoradas. Deus? Palavra? Nem pensar!

DEPOIS:

a) Conheça a acusação contra Paulo Gouvêa e sua defesa
Acusação:
O empresário Luiz Antônio Vedoin disse ter conhecido o deputado PAULO GOUVEA (PL-RS) em 2002, por meio de Washington Costa e Silva, chefe de gabinete do então deputado Valdeci Paiva. Vedoin disse ter feito acordo com o parlamentar para pagar 10% sobre o valor das emendas de sua autoria que fossem executadas por meio de empresas do esquema das sanguessugas.
O esquema de propina foi confirmada por Luiz Trevisan e Maria da Penha Lino, em depoimento à justiça.
Eles obtiveram o benefício da delação premiada – a redução da pena em troca de informações. A maioria dos deputados citados nos depoimentos é das bancadas do Rio de Janeiro e do Mato Grosso do Sul, onde a PLANAM tem sede – 19 são da bancada evangélica (10 ligados a IURD e 5 à Assembléia de Deus). Além desses, Magno Malta e Arolde de Oliveira também estão na lista oficial.

b) Investigado em três dos maiores escândalos de corrupção do governo Luiz Inácio Lula da Silva: Caso Waldomiro Diniz (conhecido também como Escândalo dos Bingos'), Escândalo do mensalão e Máfia dos sanguessugas. RODRIGUES, desde 2004, perdeu o cargo na igreja, o mandato e a esposa - "as coisas que mais apreciava", comenta. Atribui tudo isto à política que o fez perder de sua "santidade e alegria".

c) No dia 4 de maio de 2006, se apresenta à Polícia Federal, depois ser acusado de se envolver o caso das vendas fraudulentas das ambulâncias deflagrado pela própria PF na Operação Sanguessuga. Em 24 de maio, o deputado entrou em recurso para responder em liberdade pela Justiça, o que é estendido aos 44 presos. Mas no dia seguinte em menos de 24 horas, a presidenta do STJ, Ellen Gracie, revoga o alvará da soltura para todos os acusados e ele se rende no dia 25 de maio.

Eis uma pergunta que não quer calar: O casamento de gays em nossas igrejas não estaria determinando, também, QUE O DIVINO DEIXARIA DE EXISTIR?

ANTES:

Leis da autoria do deputado advogado Rubens Cesar Brunelli Jr.
Lei 3.243/2003 Inclui no Calendário Oficial de Eventos do Distrito Federal as seguintes festividades: Encontro dos filhos de Deus; Culto da Independência da Igreja de Deus; Congresso do Ministério Evangélico Mais que Vencedores; Convenção da Igreja Cruzada Cristã Pentecostal; Congresso das Mulheres Virtuosas

DEPOIS:


Deputado Evangélico faz oração após receber dinheiro do Mensalão de Brasília
Os deputados e o ex-secretário comemoram, batem palmas e começam a rezar: “Pai, eu quero te agradecer por estarmos aqui. Sabemos que nós somos falhos, somos imperfeitos”, diz o deputado Brunelli, que faz a oração. “Precisamos dessa tua cobertura, dessa tua graça, da tua sabedoria, de pessoas que tenham, senhor, armas para nos ajudar nessa guerra e, acima de tudo, todas as armas podem ser falhas, todos os planejamentos podem falhar, mas o senhor nunca falha”, complementa.
Pergunta do autor: Pai? Que Pai? Mamon? Moloque?

A Internet publica relações de candidatos com fichas-sujas.
Por exemplo, pesquisem na Web: “Polícia – A que temos e a que precisamos”. A postagem: “CIDADÃO BRASILEIRO, você votou em um deles? Se sim, anote seu nome e NUNCA MAIS vote! E peça a seus amigos que façam o mesmo”. A relação, ainda que desatualizada, foi extraída do blog do Cel. PM Ricardo Paul.

Atentem, também, para os novos candidatos evangélicos. Vasculhem o seu passado, os seus antecedentes. Não elejam, pelo amor de Deus, aqueles que professam a nefasta teologia da prosperidade.
Não estou comentando sobre a probidade ou honradez do político A ou B. Minha mensagem é inteiramente voltada para o evangélico político não mais comprometido com a mensagem do Evangelho de Jesus, prenúncio de uma sorrateira CRISE que eclodirá (se já não eclodiu) no âmbito evangélico e que estará ameaçando a verdadeira igreja de Cristo.

Muitos irão nos contender, dizendo que a Bíblia não aceita discriminação, mas ainda assim, estarei lhes sugerindo a leitura da carta de Paulo aos Romanos - a chave divina para o entendimento de todas as Escrituras. Ali estão todos os temas: lei, pecado, destino humano, fé, graça, julgamento, justificação, eleição, a filosofia da igreja, os deveres da cidadania cristã e, dentre muitas outras coisas, os princípios de retidão e moralidade pessoal.

Muitos irão nos chamar de preconceituosos, blasfemando contra o próprio Deus quanto à questão do homossexualismo, quando o verdadeiro preconceito, a julgar pela insurgência que estará contida nesses bisonhos comentários, será A PRÓPRIA CONDENAÇÃO, por seguirmos o estatuído pelo Criador, que nos criou à SUA SEMELHANÇA E IMAGEM - por isso, nos julgarão e nos condenarão.

Devo registrar, no entanto, ainda que não nos sirva de alento, que “aqueles que nos julgarem, por praticarem as próprias coisas que condenam, serão condenados” (Rm 2:1).

Sempre que nos confrontarem, valendo-se de frases estereotipadas, sem nenhuma originalidade estaremos lendo, de certo, algo escrito por alguém que, provavelmente, irá se escudar no anonimato, ao abrigo da poltronaria, da pusilanimidade, até mesmo para evitar as devidas e necessárias retaliações.

Ainda que as suas opiniões devam ser, necessariamente, respeitadas, posso identificar três das possíveis causas do uso de estereótipos na ocorrência de um atoleimado e previsível confronto:

1 – A ignorância escriturística que pode ser proveniente de uma alexia, um tipo de cegueira verbal que tem como único antídoto o alexifármaco “A BIBLIA SAGRADA”;

2 – O dilema perceptual observado pela não apreensão das coisas através dos sentidos. Este dilema, argumento composto de proposições contraditórias (gentios x cristãos), (o natural x o espiritual), (o secular x a igreja) faz com que determinadas pessoas não percebam ou não compreendam o que se quer dizer;

3 – A obcecação (Med. - Cegueira incompleta), identificada pela persistência no erro ou pela cegueira de espírito, que pode ser definida, ainda, como o obscurecimento do espírito com trevas,

Nada disso estará me importando, pois sei que, em sendo amigo de Deus, ao fazer o que Ele manda, terei minhas petições conduzidas ao Eterno para que Ele m’as conceda. Sigo obedecendo, com amor à Palavra de Deus – isto é serviço.

Obedecer, sem este amor no coração – isto é servilismo.
E não é este o meu caso.

ACF/

quarta-feira, 28 de julho de 2010

KIBERNETES - O REMÉDIO PARA IGREJAS DOENTES - A BULA DA EFICÁCIA

Autor: Alberto Couto Filho

Se quisermos obter um diagnóstico preciso acerca da saúde de uma igreja, devemos nos basear na efetividade da sua liderança ou, ainda, na presença ou ausência da unção do Espírito Santo nas ações efetivas de seus líderes.

É sintomático: Se a eficácia da liderança é obtida através da adoção de práticas que ensejam notório crescimento, a igreja é (está) inteiramente saudável, caso contrário, a ineficiência, sintoma indicativo do mal, do estado mórbido do corpo de Cristo, nos levará a um só diagnóstico: a liderança inexiste.
O que se vê então são tentativas inúteis de combater a ineficiência, para evitar os efeitos danosos da enfermidade, ação totalmente inócua diante do mal da ineficácia.

É preciso combater a causa, a origem da doença, apregoando, ensinando e disseminando a prática da Liderança Servidora Transformacional de Jesus.
Leio em várias narrativas, nas Escrituras Sagradas, sobre a responsabilidade individual dos líderes pela restauração, pelo crescimento e também pela decadência e declínio do que estavam liderando.

Em Neemias, por exemplo, este fato pode ser comprovado, quando o copeiro do Rei Artaxerxes tomou conhecimento do mal, através de Hanani, seu irmão, quando relatada a desolação de Jerusalém, com a derribada dos muros da cidade (Ne 1:3).
O mal, então identificado por Neemias, já como governador, levou-o a orar ao Senhor, encorajando os judeus que haviam retornado do exílio da Babilônia a restabelecer a sua comunidade e arredores.

A Bíblia registra a eficiência de Neemias, quando administrou o conflito criado pela reconstrução dos muros, desde seu início em (Ne 2:9/10) até o clímax do conflito em (Ne 6:1/14) e também assinala a eficácia da sua liderança ao final da restauração dos muros em (Ne 6:15).
Os níveis de sinergia alcançados junto aos que trabalharam na reconstrução dos muros, sob a liderança de Neemias, nomeado governador na terra de Judá, se comparados às ações e reações dos primeiros governadores: Sesbazar (Ed 5:14) e Zorobabel (Ag 1:1) não só corroboram a existência da doença como devem preocupar nossas lideranças atuais, quanto à busca do beneplácito soberano de Deus para erradicar o mal da ineficácia. De fato, não existem grupos ou equipes fracas. Existem sim, líderes fracos (Ne 5:15).

Criei o medicamento genérico “Kibernetes”, para combater o mal e, ao mesmo tempo, consubstanciar todo o meu texto. Ele contém o mesmo fármaco (princípio ativo): Na mesma dosagem; mesma forma; administrado pela mesma via; indicado terapeuticamente como o “de marca e referência” mundiais; apresentando a mesma segurança, a mesma eficácia clínica e a condição de ser o único que pode ser intercambiável com o “de marca e referência”.

A bioequivalência do “Kibernetes” pode ser testada quando o seu uso é associado à oração permanente
Sua ação, composição, propriedades, indicações e efeitos, guardam total similaridade com o medicamento indicado para a cura de todos os males: O “de marca e referência” – O Senhor Jesus Cristo.

Portanto, leia a bula.

A Bula da Eficácia


“KIBERNETES” – (The Transformational Servant Leader)


Informação ao paciente


O “Kibernetes” é derivado da palavra grega “kibernesis” que tem o significado de “liderar”. Ela faz referência ao líder eficaz que sabe onde está; para onde vai e como se safar das ameaças e dificuldades encontradas no seu caminhar.
Ele é um desenvolvedor da capacidade de interagir e integrar pessoas (sem qualquer acepção) num processo de influência, visando o alcance de resultados eficazes, entendidos como comuns por todos os envolvidos no processo; objetivando transformação de vidas, mediante a renovação das mentes (Ef 4:2), (1Co 1:10), (Dt 16:19), (At 10:34), (Ef 6:9), (Mt 7:15), (Rm 12:2), (Fp 3:21), (Jd 3), (Is 51:56), (Lc 1:77), (Sl 96:3), (Mt 28:18,9).

Composição

Caráter e ações, procedimentos, habilidades, estilos e posturas, atitudes necessárias para levar às pessoas que, nas igrejas, participem da liderança:

=>O amor (comportamental/incondicional), o altruísmo (1Co 13:1-8);

=>A obrigatoriedade de “servir” e “sacrificar-se” (Dn 7:14), (Is 52:13), (Is 53:12), (Mt 20:28), (Mc 10:45);

=>A utilização de técnicas destinadas a um relacionamento sinérgico entre as pessoas, visando motivá-las e engajá-las para, juntas, maximizarem a qualidade e otimizarem resultados (1Ts 2:8), (Tt 1:9), (Pv 18:13), (Ec 1:8), (1Co 15:11), (Pv 15:21), (Rm 2:1), (Cl 3:13,15,16), (1Co 12:4-6), (1Co 1:10), (2Sm 24:16), ,(1Co 3:6-9), (2 Jo 9-11), (Mt 28:18,19,20);

=>A aprendizagem apropriada, quanto ao tratamento dispensado às pessoas lideradas, em função de uma situação observada; do nível de desenvolvimento (maturidade espiritual/emocional) e das variáveis de natureza pessoal (necessidades, valores e motivações) de cada uma delas (Rm 12:7), (1Sm 12:23), (Tt 2:7,8), (1Tm 5:1), (Pv 1:1-3), (1Ts 5:14), (Cl 4:6);

=>Habilidades transferíveis, conhecimentos gerais e educação (Pv 1:5);

=>A adoção de postura conselheiral/provedora, ora comportando-se Diretivamente, ora provendo Apoio (exortando) aos liderados (Pv 11:14), (Pv 15:22), (Pv 24:6);

=>A orientação, o treinamento, o aperfeiçoamento, o reconhecimento e o empoderamento (o IDE) (Mc 6:8-11), (1Ts 1:4,5), (Mt 28:18-20);

=>A mentoria, quando apascentadores, guias, conselheiros ou mestres (Mt 5:1-11), (At 2:14-36), (At 3:11-26).

Propriedades


O “Kibernetes”, quando utilizado da forma prescrita, tem as seguintes propriedades (Missão):

A – Levar o líder/paciente a atuar como agente de transformação (mudanças), evitando que haja a manutenção do “status quo”, conhecida inibidora da humildade e causadora do mal da mediocridade e criando uma forte disposição para a aceitação de desafios. A mentoria, um dos componentes da sua fórmula, age em meio aos liderados para vencer adversidades (tribulações); para fornecer direção; para criar algo único e novo; como fomentador de ousadia e intrepidez (Ef 3:16), (Fp 4:13), (Rm 8:31), (Sl 27:5), (Pv 16:9), (Is 42:9), (Ap 21:5);

B – Estimular e motivar o autodesenvolvimento e a participação, ativando a perspectiva de crescimento pessoal e espiritual através da ação desenvolvedora da capacidade das pessoas. O papel do “Kibernetes” nesta propriedade é interessar-se pelos liderados; ouvi-los; acatá-los e acomodar ou satisfazer suas complexas, mas legítimas necessidades humanas, como condição para sua automotivação e para o seu comprometimento (empenho/disposição) em relação às metas e objetivos da obra (Pv 1:5), (Pv 9:9), (Cl 1:10), (Lc 2:52), (Lv 19:18), ( Mt 22:39), Mc 12:31), ( Rm 13:9), (Gl 5:14), (Tg 2:8), (1Ts 2:17-20), (2Pe 3:14);

C – Agregar (integrar) os liderados, levando-os à unidade e à participação voluntária, no exercício do seu papel de catalisador de resultados. Esta propriedade faz com que o medicamento produza efeitos benéficos não só para a igreja, mas para a sociedade como um todo (2Cr 5:2), (Is 45:20), (Lc 15:6), (Ef 4:12,13), (1Co :10), (1Pe 3:8);

D – Identificar liderados não-conformistas genuínos, seguidores que podem lhes encaminhar ao futuro, separando-os dos falsos não-conformistas (o joio) que apenas causam aborrecimentos e nada fazem de útil. Os não-conformistas legítimos (o trigo) são pessoas que se destacam no exercício de suas funções e que não se preocupam apenas com suas próprias idéias, mas com as metas da Igreja e que já exercem alguma influência e têm adeptos, admiradores ou seguidores (1Tm 1:19,20), (2Tm 2:16-18), (Fp 2:20-25);

Informações ao líder/paciente

Aconselha-se que o líder demonstre a pretensão de ser “grande” ou “maior” no desempenho das suas funções, ou seja, que busque a eficiência no relacionamento com as pessoas, além de uma performance irrepreensível ao “servir” e assistir aos outros, provendo-lhes Direção e Apoio.
O medicamento não é recomendado para pessoas que objetivem a primazia, a ostentação do poder, o status de “primeiro” mandatário. Estes podem sofrer conseqüências danosas no contacto/ingestão do produto e apresentarem sintomas de humilhação. A ação esperada do “Kibernetes” é fazer seguidores, reduzindo e até acabando com a tão natural resistência das pessoas às mudanças (Mt 20:26,27), (Mc 10:43,44), (Lc 14:11).

A sua ação aconselhadora identificará necessidades ainda não satisfeitas e atuará decisivamente sobre as disfunções do tipo: moral baixo, murmuração, hostilidade, obstrucionismo, defensividade, inveja, territorialidade e ansiedade crescente, conhecidas reações, típicas do ser humano, quando não ocorre uma adequada gestão da mudança encetada, visando minimizar ou mesmo coibir tais reações. Os componentes do medicamento atuam de modo seletivo quanto às pessoas, oferecendo-lhes tratamentos diferentes, por não ser desconhecido que elas são, conforme o Criador, do mesmo modo, diferentes (Cl 4:5,6), (1Ts 5:14).

O “Kibernetes” estimula e motiva os líderes/pacientes a se preocuparem com o que estão fazendo. Seu uso permanente forja o caráter dos liderados no cadinho do amor ao próximo, tornando-os altruístas, e recompensa-os pelo desempenho superior. O medicamento promove a comemoração pelo progresso e sucesso alcançados fazendo com que haja testemunho das pessoas cujas vidas foram transformadas e leva os líderes a relembrar continuamente a visão de Deus para a igreja. Os líderes/pacientes passam a encorajá-las, destacando o crescimento pessoal de cada uma delas (Rm 15:2), (Pv 3:29), (Cl 3:24), (Mt 16:27), (Fp 2:20-25).

O “Kibernetes” foi desenvolvido com base na ciência de que “nada é tão desigual do que tratamentos iguais para pessoas desiguais”. Desta forma, o efeito único esperado é o sucesso decorrente da eficácia apresentada pelo medicamento

Observação médica, muito importante


Os pacientes devem atentar para a validade do medicamento e para o fato de que o mesmo pode ter seus componentes falsificados. Fora da validade e com componentes falsos, são observáveis: a ausência de “unção”, de habilidades, de competência, de empenho e de disposição. Além disso, aos sintomas citados a seguir, nas Indicações, aliam-se prepotência (uso coercitivo do poder) e vaidade. Dessa forma, a eficácia do medicamento estará seriamente comprometida. Neste caso sugerimos um providencial e mais íntimo contacto com o Médico dos médicos (Jr 23:1-4), (Ez 34: 1-10), (Mt 7:15), (2Tm 2:14), (Tt 1:10-16), (2Pe 2:1).

Indicações


No tratamento da ineficácia – no combate ao uso abusivo do poder de posição; à apostasia; às doutrinas heréticas; à falta de autoridade legítima; ao individualismo; à egolatria; ao egocentrismo; à arrogância; às lideranças não desenvolvidas; ao esgotamento espiritual; à incapacidade de gestão; ao desestímulo à criatividade, à inovação (mudar, pra que?); a desmotivação; ao espírito rotineiro; ao conformismo e à mediocridade satisfeita.

Contra-indicações


O “Kibernetes” é contra-indicado para líderes meramente posicionais, com sintomas de acomodação crônica, conformismo natural, passividade obtusa, aversão a feed-back negativo, ganância e males semelhantes, que já passaram, sem resultado, por tratamento à base de seminários teológicos, conselhos, exortação, admoestações e recomendações.

Reações (não adversas)


Este medicamento deve ser usado também por líderes dotadas das qualificações para o exercício da influência, possuidores do “dom de governos”. O uso do medicamento irá reforçar o seu DNA espiritual e sua eficácia irá produzir líderes/seguidores também eficazes. O sucesso terreno virá em seguida ao reconhecimento da importância espiritual da liderança orientada, primeiramente, para a busca às coisas do alto, valendo-se do poder pessoal com autoridade legítima (1Co 12:28), (Mt 6:32,33).
A medicação irá capacitá-los a ver o mundo por uma ótica diferente e a reagirem naturalmente a toda e qualquer circunstância contrária (adversidades, tribulações) aos seus mais lídimos interesses.

Efeitos colaterais


As pessoas que possuem um alto potencial, mas apresentam um baixo desempenho, o “Kibernetes” pode levá-las a um futuro aproveitamento.
Líderes de alto potencial e que apresentam também um alto desempenho; que crêem em Deus; que têm fé e sabem que não há limite nem mesmo para o pensamento, têm no uso permanente do “Kibernetes” a alavanca para a eficácia e o deleite de um futuro feliz na presença do Senhor (Gn 15:1), (Mt 5:3-11).

Posologia

É essencial usar o “Kibernetes” sob a forma de liderança servidora/transformacional, cuja ação de educar, servir e encorajar conduz pessoas e equipes à plena conscientização de uma visão, dos objetivos traçados e à total coesão e integração do grupo (unidade).
É esperado um possível empoderamento (liberação de poder), a partir de altos níveis de motivação; de envolvimento; de comprometimento e de participação voluntária dos liderados (Jo 17:23), (Ef 4:12), (1Co 10:17), (1Co 1:10), (2Co 13:11), (1Pe 3:8), (Mt 28:18-20).

Super dosagem

A ação do desenvolvedor de Capacidades do produto na gestão de pessoas é algo muito específico. Não há referências sobre a ocorrência de problemas particulares após super dosagem. É muito grande a possibilidade de que ela venha a ser benéfica para muitos líderes/pacientes.

Interação Medicamentosa

A ação garantidora do comprometimento, da participação voluntária, da co-responsabilidade e contribuição criativa dos liderados, será mais rápida e facilmente alcançada se o líder/paciente associar o uso regular do “Kibernetes”, aos conceitos de amor e espiritualidade; às boas práticas de servir e sacrificar-se para ajudar ao próximo (altruísmo), pois estes são componentes básicos da fórmula da Liderança Servidora Transformacional (Fl 1-25).

Recomenda-se, antes de iniciar o tratamento, que o líder/paciente defina o perfil e o nível de desenvolvimento ou grau de maturidade dos seus liderados, com vistas a dinamizar o seu potencial e avaliar desempenhos, objetivando a formação de seguidores/substitutos e o suprimento das necessidades de encarreiramento (1Co 3:1-3).

Ações terapêuticas do “Kibernetes”
:

“Caminhar, caminhar sempre à frente de todos; como piloto, ser também mecânico, telegrafista, navegador; ficar de pé, quando os outros se sentam; sorrir, quando cerram os dentes; dar de beber, quando têm sede (Jo 7:37) e um coração quando lhes falta um (Jr 32:39). Carregar o cansaço dos fracos (Mt 11:28); Iluminar os que se acham em trevas (Jo 1:5). Esperar por sete (Js 6:15/16); querer por dez (Gn 18:32/33) e, em secreto em seu quarto, orar por eles ao Pai Eterno que tudo vê em secreto, para que todos sejam abençoados (Mt 6:6)”.

Farmacêutico responsável: Alberto Couto Filho
Doação sem prescrição médica
Laboratório: “Até Aqui Nos Ajudou O Senhor”
Indústria Evangélica Brasileira

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